Twittem lá isso - vai uma SCUT?! É melhor não!



É com esse sentimento de tristeza que começo esse post. Com a ajuda desse grande portuense, debulhador de palavras - giras. Atenção que não sou contra estradas. Só acho que podiam ser feitas de outra forma. Tipo: mais baratas. É que 487,4 ME é muito, mas muito dinheiro por duas estradas. Mesmo que tenham muitas pontes. Seria possivel fazer muito melhor sem ter gasto tanto? Seria. Perdia-se mais 5 ou 10 minutos mas seria menos milhões entregues aos espanhóis. Por falar nisso, depois escrevo mais sobre o cronologia pormenorizada do processo das inaugurações.

Isso tudo é mau mas pior ainda foi a inauguração: 15 autocarros, dezenas de policias, motoristas e carros de luxo aos pagodes, centenas de bandeirolas e milhares de convite, enviados pelo correio... isso tudo custou quanto?! Só em horas extraordinárias... E depois há aquele ar de superioridade próprio de países de terceiro mundo. Do Ruanda para o Nordeste vai uma grande distância mas não pareceu ontem. Os ricos - às nossas custas - sim porque antes da politica aqueles senhores, deviam dinheiro em oficinas e depois o povinho, coitadinho. Ali a ver, no seu traje domingueiro e orgulhoso por ter recebido um convite - "não foi só eu. Mas eu também recebi" - dizia orgulhoso, o povo, para a câmara da Teresa Nóbrega.

Alguns vão acelerar rumo ao Nordeste em menos 15 minutos e todos vão pagar 487.400.000.000€ e uns trocos. Isso tudo num dia que, garante o presidente do governo “fica inscrito na história da ilha de São Miguel”. Mas não pela forma como ele pensa.








E depois há um pormenor que tenho a certeza que ninguém pensou: onde é que os senhores de Água de Pau vão vender as melancias. E, mais importante ainda, o que é que eles e os seus compinchas da praça vão ver passar?! Se calhar já estão pensando montar uma barraquinha num viaduto qualquer e umas grades - do tipo escola - para os "artistas" podem encostar e mirar. Essa arte milenar reinventada em Água de Pau.

Nem tudo é mau - ao contrário das outras fotos da SCUT aqui do Candilhes - a 160 metros podemos tirar fotos como essa:

Sabe bem ter vizinhos destes - Santa Maria - "A Ilha Amarela"

CAMPO DE GOLFE ADIADO: o fim da tacada ou o adiar da brincadeira?

Para mim é uma notícia feliz, por muitos motivos. O esforço de contestação através da petição contra a construção do mesmo não foi em vão, havia nele algo de concreto e evidente: o investimento era desmedido. Pena é que não seja cancelado de vez, nesse entretanto, certamente, alguém ainda vai ganhar muito dinheiro em papeladas, as infinitas papeladas que ninguém percebe e a que ninguém tem acesso.

Estou em crer que, em troca, os marienses, vão ter muito pouco. Será que o cancelamento se deveu a um "greater good" e mais uma vez ficamos para trás? Parece que sim. A crise assim o dita e estando as eleições à porta e Santa Maria gerando tão poucos votos ainda mais evidente se torna esta questão, ou estarei a ser injusto?

O Conselho de Ilha contestou a decisão, está lá para isso, para contestar qualquer decisão que corte no investimento em Santa Maria, todavia, a questão essencial aqui ultrapassa a nossa ilha, é sistémica e transversal ao país, daí que se deva entender o cancelamento com algum sentido de responsabilidade e solidariedade para com o delicado estado de saúde do nosso país - não se compadece com megalomanias e o Campo de Golfe era uma delas. Se, em vez de exigir o compromisso de construção do Campo de Golfe, se exigisse a extinção da Ilhas de Valor - pela comprovada ineficácia na promoção do desenvolvimento em Santa Maria e noutras ilhas da coesão - a coisa tinha muito mais sentido e pertinência, até porque era interessante saber-se, ao certo, quanto custa aquela brincadeira e quantas mais pessoas poderia o nosso Presidente do Governo Regional ajudar se aquilo acabasse de vez.

Tudo isso retirado do blog Santa Maria "A Ilha Amarela"

Sabe bem ter vizinhos destes - 100% VERDE de Francisco Carreiro

"Taxar as baixas cilindradas nas motos, é um duro golpe na caminhada para uma mobilidade mais sustentável, em especial nos meios urbanos. Nestes tempos de crise, o seu baixo custo de aquisição, fiscal e de manutenção, vinha a ser uma boa motivação para que muitos automobilistas começassem a aderir... com todas as vantagens para o ambiente (emitem menos CO2) e para a libertação de espaço de estacionamento nas cidades! Para já não falar nas vantagens imediatas para quem as utiliza... continuemos na escravatura do automóvel!"


Motos de baixa cilindrada isentas de tributação vão pagar 60 euros de ISV já em Janeiro


Tudo isso retirado do nosso vizinho Francisco Carreiro, do seu 100% VERDE.

Momento Bruno Alves da semana

Parece um argumento de Stephen King mas não. É de Ricardo Rego e vem no Açoriano Oriental de hoje, dia das bruxas - para alguns. Um intervalo entre as SCUTS e a crise:

“Ele desaparafusou a base da sanita e arrumou um telemóvel”

Reportagem do AO registou o relato de um ex-recluso que mostra como a população (alguma) do Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada continua incapaz de seguir as regras


Quando chegou à prisão, I., chamemos-lhe assim, entregou tudo o que tinha consigo, após ter sido detido em flagrante delito: chaves, carteira e telemóvel. Em troca, foi-lhe transmitido, oralmente, o código de conduta no interior do Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada. Um conjunto de regras que alguns reclusos seguem à risca e que outros, os mais destemidos ou manifestamente menos interessados em cumprir a pena com distinção, teimam em transgredir.

Concluído o cerimonial de apresentação e de “boas-vindas”, é tempo de percorrer um dos três corredores (o equivalente a três pisos), cada um deles com 4 celas e uma casa de banho ao dispor das necessidades básicas dos reclusos. I. partilhou uma cela com 12 homens (há quem partilhe com 15), entre eles, açorianos, continentais, ucranianos, que cumpriam castigo por diferentes crimes: violência doméstica, tráfico de droga e acumulação de multas de estacionamento. “Os homicidas vão para o piso inferior onde, pelo que percebi, não há tantas regalias”, afirma I. Mas há quem procure acrescentar à TV de 37 cm no interior de cada cela, com acesso aos canais nacionais de sinal aberto, às horas de recreio, ao serviço de bar, de enfermagem, de lavandaria e aos cursos de formação profissional e de licença para condução (Carta de Condução), disponíveis no estabelecimento prisional, outras mordomias não previstas.

Mesmo sabendo que, a qualquer momento, pode haver rusga no interior das celas porque os guardas suspeitam de irregularidades ou porque “alguém se abriu”, como se diz por lá. “Quem é o bufo? Onde está o bufo?” Poucos dias após o início do cumprimento da pena decretada pelo Tribunal, I. começou a ganhar a confiança dos companheiros de cela. Quebrava-se o gelo inicial. O primeiro voto que recebera foi de um colega que disse ter uma telemóvel escondido por baixo da sanita da casa de banho. “Ele desaparafusou a base da sanita e arrumou lá um telemóvel que usava com alguma frequência para comunicar com a família”, admite I.. Como conseguiu levar para lá o telefone? “Não sei. Só sei que preferia nem ter sabido que aquele telemóvel estava lá”.

A tensão dos reclusos no interior da cadeia é, na maior parte dos casos, provocada. Isto é, não resulta, apenas, do facto de estarem confinados às paredes da cela ou, na melhor das hipóteses, às paredes do edifício. O assunto “bufo” é o que ocupa a maior parte do tempo e da conversa entre os presos da mesma ala. Por saberem que não estão a cumprir com as regras estabelecidas, impõe-se localizar e identificar aqueles que podem dar com a língua nos dentes. Mesmo que não exista um bufo, alguém encarrega-se de o arranjar.

Na cadeia de Ponta Delgada compra-se tudo. Até serviço de segurança. Os mais vulneráveis e mais frágeis podem pedir “vigilância” permanente aos mais fortes. Basta, primeiro, cair em graça e, uma vez celebrado uma espécie de contrato entre as duas partes, cumprir com a remuneração: sobremesas, cigarros, café, droga, acumulação das tarefas de faxina do corredor e casa de banho da respectiva ala. Enfim, tudo serve para que, no momento do recreio, o mais crítico, porque é lá que os reclusos se cruzam mais tempo, o elo mais fraco não sofra uma carga de porrada. “Com protecção, ninguém toca nele porque o segurança sai logo em defesa”, diz I., que percebeu logo a necessidade “de saber falar com eles” para sobreviver.

Se uma conversa não é bem entendida, está declarada guerra”. “Queres mais? Vai lá fora?” Os reclusos da cadeia de Ponta Delgada têm direito a ter na carteira 20 euros por semana. “Se forem apanhados com 20 euros e um cêntimo, tiram-lhes logo o dinheiro e naquela semana ficam sem saldo”. O depósito dos familiares serve, na maior parte dos casos, para comprar droga. Há das mais leves às mais pesadas: haxixe, canábis, cocaína e heroína. Uma dose de haxixe no interior do estabelecimento, explica I., “é o equivalente a uma cabeça de fósforo pequeno”. Custa dois euros e meio. “É muito pouca quantidade mas quando reclamamos mandam-nos ir lá fora comprar”. I. continua sem saber como é que ela lá entra. Não atingiu o nível de confiança necessário para o saber.

As soluções para responder à dependência vão aparecendo. “Há quem compre 20 euros de haxixe e depois, como fica sem dinheiro, pede cigarros à família e vai recebendo um café, por exemplo, a troco de uma sobremesa ou da faxina da cela”. As mortalhas (papel para enrolar o cigarro feito de haxixe) já lá estão, à venda no bar.

Os que não se deixam ficar pelas drogas leves vêem na medicação distribuída antes das refeições uma forte e simpática aliada. Antes do pequeno-almoço, do almoço ou do jantar a corrida à enfermaria denuncia, aos mais distraídos, a disponibilidade dos reclusos em tratar a dependência da droga. Nada mais errado. “A maior parte deles simula a toma dos medicamentos e depois voltam à cela para guardar o comprimido, já meio desfeito, nos plásticos de carteiras de cigarros”. Estes comprimidos serão a matéria-prima para as seringas que lá circulam sem que haja autorização oficial para tal. No caso dos que não se querem injectar, os comprimidos são vendidos.

Aqui, como na maior parte das transacções que são feitas entre reclusos das diferentes celas, assume protagonismo o faxina de serviço. Nos períodos em que os guardas vão almoçar ou jantar, o responsável, naquele dia, pelas limpezas transforma-se num autêntico moço de recados. De cela em cela, lá vai fazendo o negócio do material que lhe entregam pela pequena janela da porta da cela. I. acredita que os guardas conhecem este submundo do universo prisional. Mas se prejudicam o negócio, “são um alvo a abater por gente que gosta de estar lá dentro. Porque têm tudo”.

Vá Gina! Vá! - "Sabores das Ilhas" na RTP-Açores‏

Eu disse que ia falar do criceto branco que está por baixo do nariz do António Cavaco. E quando esse senhor junta-se com o Emanuel Carreiro - a.k.a Nelinho Caiador, aí temos molho. Literalmente. Mas isso é mais adianta.


Não é que o senhor chefe, patrão, presidente e criador da Confraria dos Gastrónomos dos Açores confunde - e isso está gravado, no programa da Alcatra, afirmou, a pés juntos, que o que cobria o alguidar eram folhas de figueira. Logo corrigido pelo seu convidado que corrigiu com inhame - Género de plantas da família das aráceas, de raiz farinhenta. Não é à toa que alguém, um comentador aqui no Candilhes - já o apelidou de vendedor da banha da cobra.




É caso para para dizer: o que é que a bruschettas tem a ver com os Açores? E já agora, porque é que os senhores não vão fazer bruschettas para o meio das putanescas - que não é uma pizza mas sim um molho - inculto. E assim vai a nossa RTP-A. E que dizer daqueles ananases? E das maças? Esse ícone da gastronomia regional dos Açores. Será?!

Fiquem com mais um proprietário de um criceto de baixo do nariz:

Uh Ah You touch my tralala

"O domingo é o melhor dia para ver televisão: Na SIC sinto-me magra e na TVI sinto-me inteligente. Muito inteligente!"

Nélinha - mulher do nosso Marinho.

Glico shot - as aparências iludem:

Pinabara - há dias assim:


E hoje é um deles. Mais um foto ou amostra de foto da propriedade privada do Candilhes - mas podem usar de quiserem - não vale a pena, pois não?

Put yourself on the eye of the street

Quando o "Secretário Regional da Ciência, Tecnologia e Equipamentos" - ele tinha que compensar a estatura com um nome comprido - nos convida para algo, devemos desconfiar, sempre! Aliás devemos sempre duvidar dos brindes dele e do criceto branco que está por baixo do nariz do António Cavaco.



Mas disso, da foto retirado do Facebook do dito, já falamos mais à frente, que é como quem diz, num post de outro dia.

Voltamos ao coiso do secretário feliz. Para quê isso tudo?! É que ainda por cima está imprimido em papel de alta qualidade, caríssimo mas que arranha. E eu que pensava que depois do "kit autonómico" nunca iria receber mais lixo em casa.






Quanto é que isso custa? - Um momento pois estou a ler o Açoriano Oriental de hoje - "O Governo Regional dos Açores vai pagar uma renda anual que pode ultrapassar 20 milhões de euros pela concessão rodoviária em regime de SCUT (estradas sem custo para o utilizador) na ilha de S. Miguel."

Para aí 22,8 milhões de euros! Mas há mais:

"Esta verba de 22,8 milhões de euros é muito superior aos cerca de 12 milhões de euros que tinham sido anteriormente anunciados pelo executivo como valor da renda anual a pagar.
Em outubro de 2010, José Contente anunciou que a renda anual das SCUT rondaria cerca de 12 milhões de euros e que a primeira prestação, a pagar em 2012, seria de "cerca de sete milhões de euros"."

Ah! Mas atenção que o senhor Contente disse:
"Vai chegar o momento, mais para o fim dos 25 anos, em que as rendas podem chegar a valores muito mais baixos, na ordem dos 15 ou 10 milhões de euros".

Muito obrigado. Nós não vamos esquecer disso e vamos até mandar um postal de Natal a agradecer quando tal acontecer e o senhor estiver lá para os lados de Cuba - Alguém sabe se Guantânamo já está disponível?! - era bom era mas isso aqui não é a Irlanda ou a Islândia. Aqui eles são todos re-eleitos.

Mais: com tanta inauguração - pelas minhas contas, essas estradas ainda vão dar para, no mínimo, mais duas - já dava, por exemplo, para um nó na Lomba da Maia. E já agora, por que é que Água de Pau é servido por dois nós e a Lomba da Maia nem um?

Lomba da Maia, uma das mais populosas freguesias, senão a mais, a seguir à Maia, e a que tem mais serviços. Para não falar da secção destacada dos Bombeiros Voluntários da Ribeira Grande, cujo o quartel situa, literalmente a 200 metros da nova estrada mas para lá chegarem têm que percorrer um desvio de 3 km.

Ainda por cima seria uma obra muito fácil - as terraplanagens já estão praticamente feitas - é só mesmo uma questão de querer, ou será crer - já nem sei:




Enfim, são os políticos que temos mas atenção, só os temos porque não merecemos melhor.


Todas as fotos são do fórum intimo do Candilhes.

Isso vai como Juice

Cada vez gosto mais desse Ramsay:

Mão de Beiças

"Açores apostam no mercado belga para o Verão de 2012" - AO de hoje - Muito bem caro Vasco Cordeiro. Mas primeiro é preciso mandar - sim porque quem manda são os senhores e não o Menezes - retirar esse graffiti de uma das paredes na sede da Sata:



É melhor nem mostrar o que está na outra parede - mas uma coisa é certa: não é nada bonito do ponto de vista de um Açoriano.

Mais uma foto do fórum intimo do Candilhes ou de lá perto.

Estou quase quase a criar conta no Facebook

Xôer que sim

O senhor A. F. Mota Oliveira, um pouco como todos nós, está...

..."Sem Dinheiro"

"Há pessoas que não compreendem o que está a acontecer presentemente, devido à viragem registada na política económica seguida pelo actual governo. Aquilo que motivou a viragem é consequência directa da falta de dinheiro, ou melhor, da falta de fontes de financiamento.

Dantes, o crédito era abundante, tanto que as restrições colocadas na sua distribuição eram mínimas, ou simplesmente não existiam. Vivia-se num ambiente de grande facilitismo, o que fez com que muitos agentes económicos e o próprio Estado se endividassem sem cuidar de saber como iriam depois reembolsar os financiamentos.

A política do endividamento não é em si própria uma operação económica condenável, desde que a riqueza gerada por esses meios financeiros permita realizar os reembolsos. Importa, também, relacionar as taxas de crescimento da economia com as taxas de juro dos empréstimos. As taxas de crescimento da economia devem ser superiores às taxas de juro dos empréstimos. Como nem sempre estas condições são devidamente observadas, o que acontece a seguir é, geralmente, inevitável: o recurso a novos financiamentos até se chegar a uma situação extrema que leva os mercados financeiros a fecharem a torneira do crédito.

O endividamento do Estado foi basicamente resultado de políticas económicas expansionistas que tiveram por objectivo suprir a crise económica internacional. A falta de rigor e controlo das medidas que fizeram parte desta política originou um défice público monstruoso. Tudo isto aconteceu muito rapidamente, nos últimos dois a três anos. A situação tornou-se muito crítica, o que levou os mercados a deixarem de comprar dívida pública ou a exigir taxas de juro elevadíssimas para continuarem a fazê-lo. Chegou-se, num ápice, a uma situação completamente insustentável.

A Comissão da União Europeia actuou inicialmente, exigindo o cumprimento das condições impostas aos países membros da moeda única, no sentido da observância das metas acordadas para o défice, inferior a 3% do PIB, e para a dívida pública, que não poderia ultrapasse os 60% do PIB. Quando se deu conta de que o país estava a resvalar para uma situação próxima da bancarrota, foram a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional que disponibilizaram uma ajuda financeira destinada a suprir a falta de financiamento da economia, colocando no entanto condições.

São estas condições que o país tem de cumprir para que a ajuda se mantenha. Sem alternativas, ao governo só lhe resta seguir uma política económica de carácter estruturante, única, capaz de produzir efeitos positivos neste quadro, mas para isso muita coisa terá de mudar, pois não é possível alcançar bons resultados mantendo inalterado o contexto de funcionamento da economia. Na gíria futebolística, quando uma equipa deixou de ganhar a opção normalmente seguida é mudar de treinador, para que as tácticas de jogo mudem e os resultados passem a ser diferentes. É isto que está a acontecer em termos económicos, uma mudança de paradigma, mas para isso é necessário contar com a adesão das pessoas. A regra da imposição, pura e simples, pode não conduzir aos melhores resultados, razão pela qual o governo deve procurar explicar às pessoas que, no actual quadro económico, só existe uma saída, a da austeridade, como forma de conseguir reequilibrar as contas públicas.

Só depois de cumprido este objectivo é que será possível fomentar o crescimento económico, uma vez que é inteiramente plausível que os mercados financeiros tenham entretanto mudado de opinião. Até lá, temos de compreender que o esforço que está a ser exigido é incontornável, daí que não valha a pena protestar para manter de pé tudo aquilo que nos conduziu a esta situação. Haverá quem nunca o entenda, mas quem assim pensa deveria explicar como se consegue, sem dinheiro, repito sem dinheiro, seguir outra política económica.

“Casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão”. É verdade, mas ralhar sem razão parece ser um desperdício de energias e de tempo. Sem dinheiro não existe espaço político para outras escolhas."


E vai dai escreveu esse texto no AO de hoje, 26 de Outubro. Não deixa de ter razão. Mas a "crise" é muito mais do que isso e não pode servir de desculpa para muito daquilo que nos andam a fazer.

E depois há aquela máxima: "Uma imagem vale mais do que mil palavras!" E uma cartoon vale mais ainda umas duas ou três. Principalmente de for do Henrique:

Delegada é o meu marido

Nunca se viu os políticos mexerem tanto os cordelinhos como agora no caso da RTP-A. Porque será. Do Guaraná não será... de certeza. Basta vermos qualquer telejornal na nossa televisão regional e teremos a resposta. O do almoço de hoje foi mais ou menos assim:

- José Contente fica feliz com o sim do Tribunal de Contas ao cabo de fibra óptica, para as Flores e Corvo. E, pelo meio diz que é o maior, ao contrário de Berta Cabral de no seu tempo disse não ao cabo;

- Berta Cabral à frente de um matagal qualquer diz que ela é que é espectacular e que vai resolver isso tudo. Menos os problemas da "Piedade Jovem" pois isso dá muito trabalho e ainda por cima é no concelho dela e não foi para isso que ela foi eleita - digo eu.

E pronto tá feito o jornal da tarde. No fim vem o tempo, uns golinhos e toca a andar. No final do mês pagamos a 300 trabalhadores, muito bem pagos - uns muito mais do que outros e tá feito.

E o que é o Povo acha de isso tudo? Acha que tanto Berta Cabral como José Contente são ambos tão espectaculares como a Fátima Felgueiras ou o Isaltino e pimba mais uns mandatos para esses senhores e senhoras.

E porque é disso que o meu Povo gosta, tomem lá mais um espelho do nosso estado:

Put yourself on the eye of the street

Depois do buraco da Madeira, o buraco nas Caldeiras - ou lá muito perto:

Sogeo colocou em risco Caldeiras da Ribeira Grande

Experiência falhada da Sogeo colocou moradores em risco de vida, nas Caldeiras da Ribeira Grande.


Ao perfurar o solo para mais um poço geotermico foi atingida uma bolsa de gás. Os gases são potencialmente mortiferos, e estão espalhados por toda a localidade.

Os moradores têm medo, receiam pela sua própria vida ou simplesmente pelos estragos nas suas moradias. No futuro a zona das Caldeiras pode vir a ficar deserta.

Aparentemente, as Caldeiras da Ribeira Grande permanecem iguais ao que sempre foram. Mas na verdade estão diferentes, há fumo onde não havia. Há erva queimada onde antes se faziam piqueniques no relvado. Até o cheiro é diferente.

Hoje, as Caldeiras são um lugar de risco, reconheceu Carlos Bicudo, administrador da Sogeo. Tudo começou com a perfuração de um novo poço, em busca de energia geotérmica. O RG4, assim se chamava o projecto, foi posto em prática a apenas 300 metros das moradias.

Nada fazia prever o desfecho catastrófico. O administrador da Sogeo admite, se fosse hoje, o poço não seria aberto.

Agora, o principal objectivo é minimizar os estragos. A empresa já comprou uma casa no local, e admite estar em negociações com outro proprietário, porque habitar permanentemente as caldeiras deixou de ser seguro.

Hipoglicemia - RIP



Mais um retirado daqui.

Megahiperglicemia

Digam lá se isso não é um sinal divino:

«Burlão de políticos vence euromilhões e foge da prisão».

O homem passou a vida a tirar dinheiro a políticos (passou, entre outros, por Marques Mendes, António Capucho e Salgado Zenha) - eu podia aqui aplicar o dito popular "Ladrão que rouba ladrão, tem 100 anos de perdão!" mas nem foi fazer isso. Vou antes focar no facto de esse senhor ter sido preso - aposto que a julgamento foi super rápido, não acham - e durante a sua pena, ganhou o euromilhões.

Loga vida para o Rui Humberto Oliveira e Silva. Ele merece. Aliás merece uma estátua, ou melhor, várias - que podem ser edificadas mesmo em frente às sedes dos partidos.

Ápice Vilarinho

Provavelmente o melhor anuncio de sempre:

Xôer que sim



Retirado daqui.

Hiperglicemia - a melhor conversa de Jorge Jesus:

"Se os políticos fossem treinadores estavam pouco tempo a governar"

Sabe bem ter vizinhos destes - O Porto da Graciosa

Atlântida não atinge 19 nós

Hoje o jornal Açoriano Oriental, publica um artigo sobre os teste de mar realizados ao N/F "Atlântida" em 2009, e surpervisionados pela Germanischer Lloyd, segundos os dados obtidos na altura o navio atingiu uma velocidade de 16,5 nós a 85 por cento da potência dos motores, quando o contrato exigia 19 nós.O relatório denominado ‘Ship Speed and Power Measuremenst on MV Atlântida’, com o número NB-EE 2009.048 B, indica que o navio Atlântida atingiu uma velocidade máxima de 17,78 nós quando usava 110 por cento da potência dos seus dois motores.
O contrato entre os ENVC e o Governo dos Açores exigia uma velocidade de 19 nós a 85 por cento da potência dos motores, admitindo que o navio poderia ser aceite se atingisse uma velocidade entre 18 e 19 nós, definindo para o caso clausulas indemnizatórias.
No início de Outubro, o secretário de Estado da Defesa, Paulo Braga Lino, disse à Lusa que o Atlântida tinha conseguido atingir uma velocidade superior à contratualmente prevista durante os testes de mar recentemente realizados. ( In Açoriano Oriental, clique para aceder ao artigo completo ).
Afirmamos neste blog, que o navio terá conseguido atingir os 19 nós na viagem de Viana do Castelo para Lisboa, sabendo que o navio possui agora uma nova pintura no casco submerso constituída á base de silicone e que esta poderá contribuir para um aumento da velocidade, resta agora saber se determinados factores ( correntes e direcção do vento etc) terão contribuído para atingir essa velocidade, ou se para além disso haverá mais algumas alterações no navio.
Entretanto para quem têm curiosidade em tentar perceber esta história triste, aconselho uma visita ao Forum da Defesa onde se pode ler muitas postagens interessantes( LINK,), eu com a ajuda de alguns amigos tenho feito algumas pesquisas, mas resumindo fico-me por uma frase que li neste link "O navio não foi mal construído, foi mal projectado", concordo também com algumas observações feitas a políticos, ou seja o caso do Atlântida não é nem mais nem menos que o espelho da situação do país, à qual fomos conduzidos por políticos "competentes".

Mais um testo do meu vizinho da ilha branca: O Porto da Graciosa.

Candilhe nº 141

Deixo-vos com a música "mais relaxante de sempre":

Momento Eduardo Catroga que é como quem diz pentelho

Lamento senhor Bispo de Angra e dos Açores mas eu não tenho mais subsídios que possam ser retirados!



Estou mesmo a falar a sério.

Ah! Já agora, o que é que faz esse գող - em arménio - no AO, todas as semanas?! Vai trazer muito de novo, vai sim senhor. Esse "empresário" que fez fortuna à custa das câmara do seu ppd e da associação académica que só agora é que conseguiu respirar uma nisca. O tempo que isso já foi:



Tudo isso retirado do AO de hoje, 21 de Outubro de 2011.

Twittem lá isso

Há coisas que não lembram a ninguém. Vila Franca do Campo - a ex futura cidade - outrora conhecida com a terra das praias - tem publicado, no sitio oficial da sua câmara municipal uma lista das suas praias e afins. Até aí tudo bem - aliás muito bem.

Só que depois vejo isso:




Digam lá se não é bonita imagem. Não dá, de imediato, vontade de passar ali um dia inteiro?!

E depois há essa descrição, retirada do tal site oficial:


Aldeamento do Ilhéu – Freguesia de São Pedro

Zona balnear de calhau e piscinas naturais. Parque estacionamento. Não vigiada. Belíssimo enquadramento paisagístico (frente ao ilhéu). Contígua à zona habitacional do aldeamento do ilhéu.

Put yourself on the eye of the street

Ontem fui acusado, e justamente, de ter errado. Um simpático anónimo corrigiu-me, no post sobre o limite ao endividamento nas autarquias e afirmou o que passo a citar: "os municípios tem limite de endividamento, o estado é que não."

Pois bem meu caro anónimo, esse limite já existe, é correcto mas mesmo assim ficamos sem o subsidio de férias e de Natal. Realmente tem razão, caso contrario, não havendo esse limito ficávamos sem o ordenado dos meses pares.

E depois vem o presidente dos presidentes dizer que: "no caso dos Açores, seis municípios terão os limites de endividamento líquido ultrapassados por motivos meramente “administrativos”."

Cada um chama o bicho pelo nome que dá mais jeito.

E para declarações como as de João Ponte não vai nada, nada, nada?!

Vai! Aliás - vão!

Umas "Platinas do Corpo do Estado Maior" - feitas à medida (não é preciso dizer que parte do corpo do "Estado Maior" são as "Platinas" pois não?):



E, mais importante e curioso, um "Anuscópio de Bensaúde" - um nome cá da terra:



Fotos do fórum, não muito intimo, do Candilhes. São mais do Museu Militar dos Açores.

Xôer que sim

Está resolvida a crise:

"Caixa Geral de Depósitos tem 1300 milhões de euros de Kadhafi"

EU não percebo muito de leis mas lembro-me que quando o meu avô morreu o querido estado português ficou com uma boa maquia daquele muito pouco que os meus avôs pouparam durante a sua vida toda. Portanto podemos fazer o mesmo ao senhor Muammar Abu Minyar al-Gaddafi

Uma quarta de notícias numa quinta-feira

São tantas e boas, um pouco como as castanhas do continente podres, que não sei por onde começar. O que vale é que o Açoriano Oriental, de hoje 20 de Outubro e de quase sempre, publica duas noticias, na sua primeira página, que estão intimamente ligadas:


"Municípios contra redução dos limites ao endividamento"


"Cortes nos subsídios podem afectar turismo"

Primeiro: não é preciso ser mestre em Gestão Estratégica do Turismo para chegar a essa conclusão. Mas muito obrigado por isso, senhora Gabriela Botelho. Segundo: sabe porque é que vai haver "suspensão" dos subsídios de Natal e Férias, caro Presidente Associação de Municípios dos Açores, João Ponte? Eu sei que o senhor sabe mas eu vou dizer na mesma: PORQUE OS MUNICÍPIOS (O ESTADO E AFINS) NÃO TINHAM LIMITE AO ENDIVIDAMENTO!

Pronto tenho dito. Tenha um bom resto de dia.

Sabe bem ter vizinhos destes - grilus falantis

Apocalypse. Now?



O dono de um zoo particular de Zanesville no estado norte-americano de Ohio, farto das críticas e da rejeição social por parte da população devido à forma como mantinha os seus animais, abriu ontem todas as jaulas que continham os 56 animais selvagens, suicidando-se de seguida.

Testemunhas afirmam que a cena parecia saída da Bíblia, mais especificamente do capítulo do Genesis. Se juntarmos esta autêntica imagem apocalíptica à afirmação da Family Radio de que o Mundo acabará amanhã, temos razões para ficar apreensivos.



...Ou não. É que os amaricanos, tal como nos seus piores filmes, trataram de chacinar quase todos os animais, incluindo 18 tigres de Bengala, que como sabem estão em vias de extinção. Além disso, o líder da Family Radio de seu nome São Paulo Harold-Camping, já falhou duas previsões (que é como quem diz, não acertou nenhuma), uma da vinda de Jesus Cristo à Terra em 1994 e outra do fim do Mundo em Maio passado.

Isto, parecendo que não, retira alguma credibilidade ao senhor. Isso e o facto de o nome dele se parecer bastante com um parque de campismo especificamente para caravanistas ingleses, na cidade de São Paulo.

Tudo isso retirado daqui, pela segunda vez essa semana. Nota-se assim tanto o meu nível de preguiça?

Uh Ah You touch my tralala - caliente

Se a comida mexicana já era picante. Agora então...

México: Cheias no estado de Tabasco!


Depois, se calhar vão precisar disso:





Uma sanita com uma vista... sobre Ponta Delgada. Imagens do fórum intimo, muito intimo do Candilhes.

Sabe bem ter vizinhos destes - grilus falantis

Filhos da Putter



O Orçamento do Estado para 2012 contempla mudanças para a categoria máxima de IVA para alguns produtos como a coca-cola, os aperitivos e as batatas-fritas, que até aqui eram considerados bens de primeira necessidade. Não percebo isto. Quando uma pessoa chega às 5h da manhã com aquela fome malvada, o que é que é de primeira necessidade? Coca-colinha e aperitivos, obviamente. E pizza.
Que também passou para 23%...

Há outras coisas, como as pastas dentífricas, que há muito estão no escalão máximo, mas com isso até que nem discordo: um gajo quando acaba a coca-cola, os aperitivos e a pizza, não tem cá tempo para ir lavar os dentes feito maricas, vai é direitinho para a cama, que já é tarde. Perfeitamente compreensível.

No outro dia de manhã - que é como quem diz duas da tarde - quando se acorda com a boca a saber a papel de música, o que é que é de primeira necessidade? - Uma garrafinha de água. Qual quê, agora se queremos aguinha para curar a ressaca, é da torneira e com sabor a Mistolin (in Dica da Semana, edições LIDL), porque a outra está no mesmo escalão da coca-cola. Do mal o menos: bebe-se outra coca-colinha frescola que até tem cafeína e assim-comássim, arrebita a pessoa.

Toda esta parvoíce serve apenas para vos pôr mais bem dispostos antes do tema principal: o golfe e todo o equipamento relacionado vai continuar a ser taxado a 6%.

Sem água e pasta de dentes qualquer um passa, mas sem golfe, não dá.
É de primeira necessidade.
Todos sabemos o quanto está cada vez mais difícil para um trabalhador precário ou para uma dona de casa, comprar um mísero taco e umas quantas bolas de golfe, para esquecer a crise ir dar umas relaxantes tacadas para Vilamoura. Isto sim, é um verdadeiro serviço de saúde.

O argumento do executivo de Sócrates quando desceu o golfe do escalão de IVA máximo para o mínimo foi o de que aquele desporto atrai muito turismo, e que várias áreas da economia portuguesa benificiam com a vinda dos golfistas. Se Tiger Woods vier cá, por exemplo, não haverá mãos a medir entre a população de prostitutas de luxo no Algarve, nem cocaína suficiente para dar vazão a tanta orgia. E isto, meus amigos, é dinheirinho a entrar nos cofres dos portugueses. E de alguns colombianos.

Aumentar o IVA dos restaurantes e enviar milhares de empregados e proprietários para a bancarrota já percebo. Os turistas vêm cá mesmo é pelo golfe. São tão fixados naquilo como os putos a jogar Playstation: nem comem, os pestinhas... É cá um vício, que nem sequer lhes passa pela careca ir ver museus ou assistir a concertos. Nem dormem só a pensar em enviar bolinhas em buraquinhos. E ouvi dizer que dói. Por causa dos habituais deslocamentos de ombro, claro.

O que não vai descer da taxa máxima são os ginásios e as piscinas. Também percebo: se há um desporto tão saudável como o golfe, para que é que os médicos iriam recomendar aos asmáticos irem para a piscina e aos gordos irem para o ginásio? O golfe é como o Liedson, resolve: os asmáticos vão respirar o ar puro e o cheirinho a relva, e os gordos correm campo abaixo e campo acima a fazer de carrinho de caddy. Ou então vão para o programa da Júlia e ainda recebem dinheiro.

E bolos.

Tudo isso retirado do meu vizinho grilus falantis.

Momento Eduardo Catroga que é como quem diz pentelho

As conversas de hospital são sempre espectaculares. Nas salas de espera dos nossos hospitais e centros de saúde e nos funerais. Querem um exemplo?! Mesmo que não, aqui vai ele:

Duas senhoras falavam dos seus maridos. Das suas bebedeiras, de como davam porrada e como cuspiam para o chão. Entretanto chegou uma outra senhora mas essa toda vestida de preto. Como era de prever as outras duas tenteram, logo ali, saber porque razão a recém chegada trajava de preto.
- "Morreu o marido?" disse uma uma.
- "Pelo menos ela sabe onde é que está!"

Meus caros não é com essa atitude que vamos chegar lá. Portugal está mal mas há piores: Botswana ou Botsuana, Chechênia, Tchetchênia ou Chechénia e o Líbano.

Recebo agora informação de que o Líbano tem petróleo disponível e em grandes quantidades. O que torna oficial: Portugal está mesmo mal. É pana não sabermos onde estão os nossos políticos, todos. Agente promete que veste de preto. Ou fazemos uma festa. Ainda não sabemos bem.

Mão de Beiças mas ao contrário

O Brasil é um país de contrastes. Mas isso toda gente sabe. É o pais do milionários e dos miseraveis. Dos palácios e das favelas. Do Ayrton Senna da Silva e do Rui Bettencourt - perdão, ele não é brasileiro. Do Romário e do Liédson. Do BOPE - Vitória sobre a morte - e disso:


Hipoglicemia

São esses os efeitos da crise que ninguém fala nem querem saber:

"Bombeiro vive há dois anos no quartel"

Com vídeo no fim!

Olhó Caramelo

E no meio de 28 horas de serviço, uma pausa:



Não foi para um Kit Kat mas para algo verdadeiramente bom: um mega pão, oferecido pela padaria dos Foros. Um momento que perdurará na memória graças ao Chefe 70 - perdão: Chefe Ricardo. 70 são os seus cabelos.

Imagem retirada com o meu mega telefone portátil. Que tem um zoom de fazer inveja ao Hubble.

Xôer que sim



Mais uma retirada daqui.

Prémio "O melhor da minha Rua"

Nem o exercito escapa:



Imagem da exclusiva competência do Candilhes.

Mega - Hiperglicemia

Porque temos que continuar a sorrir:

I was born deaf and 8 weeks ago I received a hearing implant. This is the video of them turning it on and me hearing myself for the first time :) Edit: For those of you who have asked the implant I received was Esteem offered by Envoy Medical. Check out my blog:http://sarahchurman.blogspot.com/. Sarah Churman.


Hiperglicemia - está na hora!

Put yourself on the eye of the street

Num país real onde há crianças que vão para a escola de botas de cano (galochas para os continentais) e sem o pequeno almoço no estômago, sem roupa para vestir. Num país real onde as escola não têm dinheiro para pagar a conta da luz e as crianças têm que estar nas aulas com cobertores e sacos de água quente nos pés. Num país real onde fornecedores do estado levem 6 meses a receber. Nesse mesmo país, acontece isso:



Guilherme Aguiar, eis um presentinho para si, sua cavalgadura:



Já não bastavam os 10 estádios do euro, 4 deles nem fechados deixam de dar prejuizo. Já não bastava a expo e afins. O que é importante é mais estádios para não fechar clubes. Isso sim é que fazia falta. Enquanto isso na educação corta-se. Na educação superior despreza-se.

By the way a foto da legenda é daqui da casa. A foto da ferramenta está bem guardada. Daqui a dias "virão".

Put yourself on the eye of the street

O problema é que é disso que o povo gosta:



Retirado daqui. Mas isso quase que não era preciso dizer.

Uh Ah You touch my tralala

Porque o saber não ocupa lugar, fiquem com as regras de um verdadeiro desporto:

Sabe bem ter vizinhos destes - Carlos Rodrigues do :ILHAS

Vais por aqui. Estás a ver D. Sebastião? Não tem nada a haver!

E pronto!
Afinal, foi a ética que prevaleceu. Contudo, o homem, molecular talvez, resignado e contido também.

A voz quase trémula e o desejo pela escaramuça praticamente aniquilado, este não era, hoje (ontem), o animal político ao qual nos habituamos, durante quase 32 anos.

Hoje (ontem), homem de palavra mas, das palavras, o homem de sempre. Das palavras que parecem ir e vir, construindo a circunstância de todos os outros, dos quais, agora, alguns almejam o dictaphone e treinam habilidades várias, para o circo que se aproxima da cidade.

Coitadas das agências de rating: indispuseram o mundo, fizeram a América espirrar e constiparam a Europa. Dão, portanto, ao homem, a oportunidade de dar o peito às balas pelo seu Povo (Povo à beira de um ataque de nervos, na procura de soluções para evitar o colapso económico-financeiro destas frágeis ilhas, que não se resumem às finanças públicas) e, no entanto, nem a crise o salva, nem ele nos salva da crise.

Aprecio a coragem e valorizo quem pelo couro chora em bica.
Levanto-me por aquilo e ergo-lhe o braço: Eis o verdadeiro estadista! – digo. Que... usa o seu elevado sentido de estado para... recuar? E ficar... a gozar os rendimentos? – pergunto-me, triste.
Enfim, não me preocupo – há de gozar os que a crise lhe permitir.

Insistiram comigo pá e eu estive quase mas, ainda assim: I have to step down. O Kennedy dá-me aqui um jeitão bestial e, ainda fecundo, desacelero o passo. Afinal, I’m no longer a young boy. Deixai, por isso, vir a mim as criancinhas, pois, é delas o reino dos Açores.

Reino do qual republicanamente se retira, como um brigadeiro estelar na reserva mas, moral. Um certo guru da ética, ao qual poderão recorrer todos aqueles que, no exercício das tarefas que lhes forem superiormente distribuídas, virem as suas mãos sujas, como aquelas às quais se referiu, há dias, D. José Policarpo.

Espera lá!
Não sei porque me perdi com estes pensamentos. É que, sem saber bem dentro do que cabem elas, estas são questões internas, com as quais nós não nos devíamos preocupar. Tanto tempo, tanta ansiedade e, afinal, nada disto parece ter a menor importância.

Estarei enganado? Será isto uma ratoeira?
E se há tramoia? Escondida por detrás de tanta moral e bons costumes.

Essa agora, que disparate!
Ele nunca nos trocou as voltas... são as brumas.
Claro! Agora que penso melhor sobre isto... nós temos a rota, temos o mapa e o timoneiro. Ele, na nossa agenda, deixará de marcar e nunca mais nos condicionará.

Tudo isso retirado daqui.

Candilhe nº 140

Assim nunca iremos chegar lá! Gosto particularmente das explicações da professora. Sobre isso aquilo que está por detrás do bigode, a.k.a. Mário Nogueira não pia.

Prémio "O melhor da minha Rua"

Já não há palavras para tal estupidez e falta de respeito:






Imagens do forno intimo do celular!

Xôer que sim - Onda verde?!!!

Está em brasileiro pois o e-mail vem de lá mesmo, e também por isso vale mesmo a pena ler até ao fim:

Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:

- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico são nocivas ao meio ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:

- Não havia essa onda verde no meu tempo.

O empregado respondeu:

- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.

- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas, esterilizadas e reutilizadas, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as mesmas garrafas, umas tantas vezes.

Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o um carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisávamos ir a dois quarteirões.

Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas e não estas máquinas bamboleantes de 220 volts.

Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a tela era do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que, não se sabe como será descartado depois.

Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo frágil para o correio, usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama. Era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia usar esteiras que também funcionam a eletricidade.

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.

Recarregávamos as canetas com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Usávamos navalhas, ao invés de aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.

Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos.

E não precisávamos de GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Minha geração VIVEU uma onda verde!

Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não queira abrir mão de nada para viver um pouco como na minha época?

Muito abrigado primo pelo e-mail.

Mas ainda há mais: ou sou do tempo, que na minha casa ainda é bem actual, de adubar o quintal com os restos das podas e de outra matéria orgânica. Ah! E os meus animais doméstico também ajudam a reciclar. Os ossos sempre fizeram bem aos cães. Não é de um momento para outro e por pressão de uma empresa de razões para cães que isso vai mudar...

Momento jumping clitoris – em português: grelos salteados

Já lanchou? Não gostou? Quer ver-se livre dele? O Candilhes tem a solução:

Nós temos imagens de Cayetana Higinia Fitz-James Stuart y Silva a.k.a. Duquesa de Alba em topless.

"Quem?"

Essa senhora de 85 anos que se casou pela terceira vez:



Imagem retirada daqui.

Eis a história por completo.

Preparados para a tal foto? É melhor não. É que eu gosto demasiado de figos passados para abdicar de os comer nos próximos 25 anos.

Ah! A fotografia foi tirados quando ela tinha 30 anos e tem como titulo "Nua e feliz"! Então venha ela!



Retirada daqui.

Pedro Mata é um senhor

Esteve assim o dia inteiro. Pelo menos durante o tempo que estive acordado:


Imagem retirada daqui.

Chega Vara!

Um mau profissional



Retirado daqui. A foto não o profissional.

Momento Tide à mão

"Palhaços invadem Portas do Mar"

Se pensou que estávamos a falar desse senhor,entre outros, com essa notícia, então pensou como nós. Mas a realidade é essa:

"As Portas do Mar são palco de 14 a 16 de Outubro do 8º Festival Internacional de Palhaços, que conta com a participação de 17 artistas vindos de diferentes pontos do globo."

E pronto, tenho dito, ou melhor, escrito. Ah! Já agora fiquem com essa:

"Murray (médico de Michael Jackson, ou melhor ex médico) comprou 15 litros de anestésico."

E agora a pergunta: e os outros 128 litros, ele arranjou aonde? Deve ter posto o Bubbles a trabalhar.

Mega - Hiperglicemia: Exposição de pintura de Yves Decoster



Não façam caso da notícia, da página 35 do Açoriano Oriental de hoje, 7 de Outubro, até porque está tudo mal: foi inaugurado sábado passado, não pelo presidente da câmara mas por um vereador - esse Açoriano Oriental está a perder qualidade, sou eu que o digo mas também o :ILHAS. O Meteorologista amador tem outra teoria - muito boa por acaso.

O que interessa aqui é que o Yves inaugurou mais uma exposição, das boas, mas essa é melhor ainda do que todas as outras, pelo menos para mim. É que dessa vez há um quadro desenhado pensando em mim.


O espectacular, magnifico e único Gelado de Amora do Pavillon:






Imagens da esfera pessoal aqui da casa. Menos a primeira pois é da casa do senhor Paulo Simões - que tem tomar juízo.

Delegada é o meu marido - Outubro - 28 (21h30) no...

...Coliseu Micaelense:


Put yourself on the eye of the street

Essa PETA não tem que fazer e por isso inventa:

Um frango sexy (e polémico)
Uma brincadeira na secção "Jantar e Vinhos" do The New York Times está a indignar os defensores dos direitos dos animais. Em causa está um frango... numa pose sensual




"Um frango sem cabeça e numa pose sexual", indignou-se a PETA, organização de defesa dos direitos dos animais, numa entrevista, abrindo a polémica, que se arrasta no Twitter, em tom de troça.

Tudo porque a secção "Dining & Wine" (Jantar e Vinhos) do jornal norte-americano The New Yor Times publicou uma imagem original de um frango, como se estivesse numa pose sensual, para ilustrar um artigo sobre como cozinhar a ave com pele.

Tudo isso retirado da Visão.

Vá Gina! Vá!



As coisas que se aprendem nas páginas do desporto do AO.

Debelou - vencer em luta; neutralizar a má influência de; desbaratar; reprimir; dar solução satisfatória a; fazer desaparecer.

Não é preciso dizer que isso foi retirado do AO de hoje, dia de aniversário para o nosso Marim. Parabéns a ele.

Put yourself on the eye of the street

A imagem que se segue, retirada daqui, poderá causar estranheza ou mesmo esquivança, aos menos atentos, mas só mesmo aos mesmo atentos. Porque os outros, o resto do Mundo, já sabe: eles comem todos da mesma pia:



Esse Bailinho de Jardim e Mário Nogueira só serve mesmo para provar, mais uma vez, que são todos iguais. Uns mais iguais do que os outros. Já dizia o Orwell. O George Orwell.

De imediato surge um dúvida - pelo menos a mim, não sei se a vocês também: onde está um butcher - açougueiro (em português) quando precisamos dele?! É que assim aplicava-se o tal ditado - dois coelhos com um tiro - num ângulo de 48º, sem vento e uma trajectória linear e limpinha - só!

Ápice Vilarinho


E títulos como esse, da página 24 do Açoriano Oriental de hoje, 6 de Outubro, são uma ameaça à Língua Portuguesa.

Hiperglicemia - O Bono mandou-me um e-mail...

...que vou agora publicar:

Dear Jordao, ( n'América os teclados não têm o til)

I’ve been known to drop the occasional expletive, but the most offensive F word to me is not the one that goes f***. It’s F***** - the famine happening in the Horn of Africa, mainly Somalia.

I hope you’ll take a few minutes to watch ONE’s new video “The F Word: Famine is the Real Obscenity” and in doing so sign the petition....



http://act.one.org/go/133?akid=2621.1989960.treTMG&t=3


Dear world leaders,

The famine in Somalia could kill 750,000 in the coming months, and tens of thousands have already died. When you meet at the Group of 20 (G-20) Summit in November, you have the opportunity to break the cycle of famine and ensure people are hungry no more. Lives are in your hands. Please keep the promises you have made to the 2 billion poor people who depend on farming for their livelihoods.

The reasons for the famine in the Horn of Africa are complex and solutions are difficult, especially in Somalia, but we can’t lose sight of some simple facts:

1. 30,000 children have died in just 3 months. Thirty thousand. With over 12 million people at risk.

2. Famine is not a natural catastrophe – drought doesn’t have to lead to famine. It can be prevented, as we have seen in much of Kenya and Ethiopia.

In the 21st century, it’s an obscenity that people are dying because they can’t get enough food to eat. Every one of those 30,000 children is part of a family – a son, a daughter, sister or brother. We can’t imagine what it must be like to starve to death, but most of us know what it’s like to lose someone we love.

Please watch the film and make use of the voice you have -- sign the petition. It will make a difference in putting pressure on world leaders to do more to help those in need right now, and live up to promises already made to invest in the things proven to work – early warning systems...irrigation...drought resistant seeds… and of course, peace and security.

Thanks for reading.

Bono

Hiperglicemia - há desportos assim...

E quando são praticados em países assim... uiui

Momento jumping clitoris – em português: grelos salteados

Um estudo científico demonstrou que as mulheres tem horror a baratas e têm muita necessidade de carinho.

Ela detesta tudo que descende desse nome "barata":
Roupa barata, sandália barata, bolsa barata, joia barata, viagem barata...

Mulher gosta mesmo é de carinho...:
Vestido carinho, sapato carinho, perfume carinho, restaurante carinho, presente carinho...

Obrigado Sofia pelo e-mail!

Momento Eduardo Catroga que é como quem diz pentelho

Lembram-se dos vinhos que serviam a bordo dos aviões da nossa transportadora aérea dos Açores: Sata - Serviço Açoriano de Transportes Aéreos EP e mais tarde, ou antes, já não sei, Sociedade Açoriana de Transportes Aéreos?! E das bebidas espirituosas que eles ofereciam?! Pois bem, descobri onde é que foram parar. Todas elas:

Estão na ERA ou ERAA.

Só pode. É que de certeza esses senhores nunca tiveram que pagar os 289,50 € que os residentes pagam, para sair daqui, sem direito a refeição, jornal, simpatia, profissionalismo e qualquer dia sem wc também. Ah! E quase que me esquecia dos atrasos.

Por isso peguem nesse prémio e enfiem ou enviem (tanto faz) no... wc enquanto que ele é de graça. Mas atenção: levantem-se antes de puxar o autoclismo. Porque já ouvi histórias de vácuo e sucção e tal. Deve ser verdade pois vi no Caçadores de Mitos.

Já agora quantas companhias aéreas eles analisaram? Três ?!

Sabe bem ter vizinhos destes - O Porto da Graciosa

Não me canso de referir aqui (mesmo que me possam chamar demente e discordar) que sou da opinião que o futuro socioeconómico dos Açores teria muito a ganhar com um moderno serviço ferry, permanente e ajustado às necessidades de todas as forças económicas da região e adequado às nossas capacidades.

Contribuir-se-ia dessa forma para a construção de um verdadeiro mercado interno, permitindo que este se assuma como uma importante “arma” no combate à desertificação que assola algumas das ilhas e que urge combater não com palavras mas com actos.

Contudo, lembro que não nos deveremos esquecer que os ferry’s são apenas uma peça, e que para ganhar essa “guerra” e pôr toda a engrenagem a funcionar serão necessárias muitas mais, tendo em conta que não passa apenas por uma melhor, fácil e mais barata circulação inter-ilhas, passa também pelo que cada uma ilha, com engenho, poderá e deverá fazer para alavancar e saber optimizar essa mais-valia.

Mega - Hiperglicemia: daqui a tempos serei eu!


Retirado daqui.

Pinabara: solução para crise?!


Da esfera pessoal aqui da casa.