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Isso vai como Juice


Teatro da Ribeira Grande não terá bailes


Oh! Que chatisse. Claro que fico chateado. Logo eu que me divertia a transportar a "elite" ribeiragradese completamente ébria, ao Centro de Saúde. Até tinha um laço e tudo para deixar cada encomenda às senhoras enfermeiras.

Ah! Era a única vez, no ano, que eles tratavam-nos com respeito. Se bem que chamar-nos de "senhor bombeiro" não é nada de especial.


O resto da noticia "triste" - lol (um toque de modernidade aqui no Candilhes) aqui no Açoriano Oriental de hoje 6 de fevereiro:

"A organização dos bailes de Carnaval no Teatro Ribeiragrandense anunciou ontem o cancelamento dos bailes devido à falta de adesão e ao reduzido número de bilhetes vendidos. 

Num comunicado enviado aos órgãos de comunicação social, a organização salienta que “não faltarão boas alternativas”, pedindo desculpas pelo incomodo causado e prometendo compensar os convivas “num próximo evento”.

Mais informa o comunicado que quem já tiver comprado bilhete entre em contacto com a organização a fim de ser reembolsado."

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Filha da puta do astronauta! E não satisfeito fez isso: O que vale é que já estou casado. Porque senão estava lixado com um "F". É que eu não sei fazer mais nada.

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Eis uma titulo dúbio, este da página 10 do Açoriano Oriental, de hoje, domingo (ainda por cima - dia que o consumo de pornografia nos Estado Unidos diminui 90%), 13 de janeiro:
Não percebemos que eles também querem ou se não é de boa qualidade!

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Passagens a 35 euros! Pergunto o seguinte: Imaginemos que já em 2013 cada residente nos Açores passa a ter o direito a reservar duas viagens por ano de ida e volta ao preço de 35€ one way entre os Açores e o Continente. Para que isso seja possível, reservar-se-iam os 25% de lugares que viajam sempre vazios na SATA e extinguir-se-ia a classe “vip”, logo ganhar-se-ia mais 15% de lugares sentados em cada avião, que passaria a ser reservados também às passagens a 35€ (70€ ida e volta), o mesmo preço que qualquer low cost faria em plena concorrência. Isso significa que do total de 8 aviões da frota da SATA internacional, era o mesmo que passar a ter em lugares sentados o correspondente a 9,2 aviões ou seja mais 1,2 aviões totalmente de “borla” e 40% de lugares afetos a passagens low cost (soma dos 25% dos lugares sempre vazios com os 15% de lugares ganhos com o fim da classe executiva) ou seja, passaríamos a ter quase 3,7 aviões a viajar ao preço low cost, quase ao custo fixo zero. Que consequências isso traria aos Açorianos, à economia dos Açores e à SATA Internacional? Quanto à SATA, provavelmente deixaria de ser conhecida por ter tantos aviões constantemente no solo e passariam a estar sempre em voo. Claro que cada Açoriano quereria aproveitar a benesse anual dada e iria pelo menos procurar reservar uma ida e volta ao continente ao preço de 35€ cada. Claro que se esgotariam os lugares em época alta, transferindo-se os mesmos para a época baixa, “enchendo” aviões tanto em época alta como em época baixa. Claro que tudo isso significaria um aumento quase exponencial da procura, proporcionando à SATA taxas de ocupação perto dos 100% e vendendo lugares que antes viajavam sempre vazios. Claro que as receitas da SATA aumentariam mais que proporcionalmente, pois receberia por este tipo de passagem de ida e volta o valor total 155€ ou 175€ com o subsídio ao residente. É evidente que na volta, viriam muitos lugares vazios, que seriam disponibilizados na mesma lógica de low cost a 35€ a turistas vindos do continente, logo fariam disparar as taxas de ocupação dos hotéis. Claro que a restauração também receberia um folgo adicional bem como toda a economia Açoriana, que beneficiaria desta crescente no turismo como “pão para a nossa boca” e o emprego na região cresceria, nos dando uma “folga” da profunda crise que vivemos. Também é evidente que existiria algum efeito de canibalização destas passagens sobre as do serviço regular a preços “exorbitantes” e que castram o nosso desenvolvimento, mas que garantem o serviço público de qualidade standard com regras mais flexíveis e que permitem ao passageiro coisas como possibilidade de faltar ao voo sem penalizações, serviço de refeições a bordo, razoável capacidade de transporte bagagens sem pagar, etc. Claro que as passagens a 35€ obedecem à mesma lógica que uma verdadeira low cost, com todas as limitações que as mesmas obrigam, mas dando a hipótese de todos, mesmo todos os Açorianos, de viajarem até ao continente. Assim, é claro que também as receitas disparariam e seria garantida a sustentabilidade da SATA. Este modelo de transportes aéreos para os Açores, na prática teria o mérito de garantir em simultâneo um conjunto de premissas e princípios que outro qualquer modelo não garante, dado que conjugar vários vetores: -1.º Conjugaria o que os Açorianos desejam e ambicionam para o seu modelo de transportes, ou seja, um serviço com voos regulares e voos equivalentes a low cost; com -2.º as características que o modelo teria de ter para assegurasse o melhor desenvolvimento económico dos Açores, e isso é obtido quando os preços das passagens se baseiam em custos de eficiência e de operação internacionais, fora da lógica e da estrutura monopolista; e -3.º a velha questão de como se assegura a sustentabilidade financeira SATA, uma vez que a “liberalização” total implicará a falência da mesma, e este modelo assegura a viabilidade pela compensação dos efeitos negativos pelos positivos nas receitas, resultado do crescimento do número de passageiros. Além disso, o acréscimo de voos garante muito mais espaço de carga e eventual dispensa de um avião cargueiro. Finalmente, este novo modelo permitiria termos já ligações e preços de low cost nas ligações com o continente a partir de todas as gateways dos Açores, afastando-se a ilusão de que o mercado dos Açores é atrativo às low costs, claro que o é, mas só em época alta (3 meses de verão) e para a gateway de S. Miguel, deixando de fora o resto do ano, as outras gateways e claro 50% dos Açorianos. • Célio Teves

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E pronto, já está: 16 horas de serviço, seguidas e sem intervalo. Ah! E sem passar pela casa de partida, obviamente sem receber os 10€ correspondentes. Como tudo isso já não vejo a minha mulher há 3 dias nem a moderm family - uma família muito moderna - há 5 dias, porque entretanto meteu-se o fim de semana e tal. Ah! A boa noticia é que o meu nível de colesterol aumentou - sim isso é uma boa noticia pois o colesterol é baixo. Quem conhece-me deve estar a questionar: "se o prato predilecto dele é cozido das Furnas com maionese como é isso possível?!" Eu passo a explicar: muito exercício. O que também justifica o facto de aumentar agora - como disse no inicio já não vejo a minha mulher há 3 dias e a Sofía Vergara há 5. Vamos lá ver como é que vai ser este Natal, por que isso de comunicar com a cara metade através de bilhetes colados no frigorífico não tem assim tanta piada. Bonita imagem esse retirada daqui:

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Para todos aqueles que vieram, durante todo esse tempo, aqui ao sitio, mas também aqueles que escreveram sobre essa paragem e até aqueles (vizinhos e visitantes)que deram-me os parabéns pelo casamento, em plena rua, o meu muito obrigado. Aqui vai uma singela forma de agradecimento: Imagem do forum intimo do Candilhes (também já tinha saudades de escrever isso). Ah! Perceberam a analogia?! Vocês são o meu farol. A minha luz. A minha guia... Pronto, já chega! Ah! Peço desculpa pela mal formatação dos textos, é que já lá vai tanto tempo que já nem sei por um paragrafo e afins!

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Eu estava pensando ir até Miradouro do Escalfado admirar e quem sabe tirar fotos mas esses senhores voam e passaram por lá de madrugada. Assim não há condições: Imagem retirada daqui. Foi uma dança quase no escuro.

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Essa etiqueta: Isso vai como Juice vai, expressamente, para o senhor Nuno Pimentel, filho do tio Nuno - como é, carinhosamente conhecido nos Moinhos. Nuno, para ti que sei que és um grande fã, cá do sitio: Peço desculpa, mais uma vez, mas não foi só na Terceira que os raios partiram coisas. Aqui, bem mais parto do que imaginas, estou a falar contigo, júnior que pensa que parte pescoços, o meu pc também foi vitima da trovoada. Agora há uma duvida no ar que tem que ser esclarecida; se eram 20 vacas, se estavam todas juntas, como é que uma escapou?! Deve ter saltado, só pode. Tal como essa super vaca:

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Isso de casar dá muito trabalho. Por isso deixei que a outra metade tratasse de quase tudo. Eu escrevi quase tudo. Porque a parte mais importante sou eu o encarregado: Lua de Mel. Por ela tudo bem. Só tinha uma condição: tinha que ser num sitio sem baratas. E voilá, aqui vamos nós:
Imagem retirada daqui. Mónaco, provavelmente o único sitio, do Mundo, onde não encontramos baratas! É tudo caro.

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E agora para algo completamente diferente!

O Coliseu foi potente esse ano. Um bom ano para ela:

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Cara Anabela, já se apercebeu que estamos em crise? Já vamos ficar sem os subsidios, a luzes de Natal, menos 40% das luzes nas estradas...

Não seria melhor aproveitar o 1 de Novembro e agradecer, de uma só vez, a todos os santos?

Ontem foi ao Beato, hoje a Fátima. Amanhã São Gregório Magno (só por ser sábado - dia de promoção no BA)?

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Há anos que ambiciono ver alguma coisa escrita por mim no "mais antigo jornal português". É daquelas coisas que fazem-me acordar de manhã. Um dia, quem sabe. Mas hoje fiquei com ainda mais vontade. É que nesta manhã fria de Novembro (perdão: novembro - se quiser escreve para um jornal tenho que começar a escrever de acordo - embora em desacordo - com o novo acordo - digam lá se essa parte não ficou gira), na página 22, li coisas, no Açoriano Oriental, que fazem sorrir até mesmo um doente em fase terminal que conseguiu escapar ao desabamento do World Trade Center e à Primeira Grande Guerra. Afinal a distribuição do Açoriano Oriental é muito eficaz e vai muito mais longe do que imaginávamos:




E agora que tal uma musiquinha?! Essa é para ti Bin. E vai com legenda e tudo que é para cantarem, ai em cima.






Já estão a imaginar Beato Papa João Paulo II, Osama bin Mohammed bin Awad bin Laden e Jonas Malheiro Savimbi, abraçados, com um microfone na mão a jogar, na PS3, SingStar os África?!

Realmente aquela página 22 de hoje, do Açoriano Oriental leva-nos muito para além do imaginário.

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Cada vez gosto mais desse Ramsay:

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Gosto, particularmente, da parte em que aparece um camião vermelho, com dois senhores em cima!

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Contagem de crescente para a chegada da Decathlon:



Mais uma do "forno interno" do Candilhes.

Isso vai como Juice - Ser bombeiro...

"Stress de bombeiros no combate igual ao de militares em batalha"

"O lidar-se com situações de risco extremo potencia fenómenos de stress que tanto podem ser negativos como positivos. O estudo agora revelado traz alguma luz sobre como funciona."



O stress dos bombeiros nos incêndios florestais é semelhante ao sentido pelos militares num campo de batalha: tanto pode funcionar como um “red bull natural” para suportar o desgaste físico, como potenciar erros humanos. Esta é uma das conclusões do psicólogo Rui Pedro Ângelo, da Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa, que estudou o fenómeno do stress e bem-estar dos bombeiros portugueses.

Bombeiros e militares lidam muitas vezes com situações de risco extremo, o que lhes provoca um aumento substancial do nível de stress “O stress nem sempre é negativo para quem o sente, a curto prazo pode ser uma coisa estimulante para continuar a missão”, explicou Rui Pedro Ângelo à Lusa, dando como exemplo os militares feridos em combate que muitas vezes só dão conta do ferimento depois do conflito terminar.

Para o psicólogo, “tal como o stress psicológico em contexto militar, o efeito da adrenalina nos bombeiros pode ter vantagens a curto prazo, funcionando como um estímulo para lidarem com desgaste físico do combate aos incêndios”. No caso dos bombeiros que enfrentam incêndios e que colocam muitas vezes a sua vida em risco, ao terem a percepção dessa situação, o stress pode ajudá-los. “A adrenalina pode ajudar no défice de alimentação e de líquidos ou no combate ao sono, quando estão a combater há mais de um dia. Aqui o stress funciona como um ‘red bull natural´ [bebida energética] para aguentar o desgaste físico”, refere. Contudo, se o desgaste físico tem interferência no plano psicológico, o contrário também acontece: “Há pessoas que perante uma elevada tensão psicológica perdem capacidades físicas e comentem erros”, referiu.

O especialista defende que é necessário sentir-se um “nível óptimo de stress para se estar activo, mas ultrapassado esse limiar perde-se a capacidade de resposta, em alguns caso física noutros no funcionamento cognitivo”. Mas se o stress sentido pelos bombeiros e pelos militares ou forças policiais é idêntico, a preparação de uns e de outros é muito diferente. “A grande diferença para gerir com o stress passa pelo treino psicológico e esse os militares e as forças policiais têm e os bombeiros não”, sublinhou. Quem combate incêndios florestais tem apenas como ajuda a sua própria experiência e a forma como lidou com situações passadas. “Um bombeiro que esteja rodeado pelo fogo se não tiver treino para lidar com uma situação de perigo extremo pode correr para o lado menos adequado em termos técnicos e colocar-se a si e aos outros em perigo e isso já aconteceu em Portugal”, afirmou. Por isso, o psicólogo defende que os bombeiros portugueses deveriam ter um apoio individualizado, mas com consciência de que as situações dramáticas têm interferência no colectivo."

Com essa noticia do Açoriano Oriental de 8 de Agosto, ganhei o direito de mais uns dias de férias. Acho eu.

Isso vai como Juice - Sempre a mesma coisa...

"Venho, por este meio, tentar alertar e sensibilizar para algo recorrente e que durante alguns anos a esta parte tem sido um problema, pelos vistos digno de Einstein. Tenho neste momento 30 anos e, embora não pratique bodyboard como gostaria ou como em anos passados, e já lá vão alguns, ainda ontem me deparei com o tal mesmo problema de sempre na Praia das Milícias vulgarmente conhecida como do Pópulo. O que acontece naquela praia, além de ridículo, na minha opinião é claro, é inconsequente e incoerente. Ora senão vejamos; o mar é de todos nós, para ser desfrutado, respeitado e preservado, mas o que acontece não é bem assim.

Quando as condições do mar assim favorecem (naquela praia) alguns bodyboarders e surfistas tentam usufruir da mesma mas deparam-se com o excesso de zelo (na minha opinião) e com uma forte amnésia. Amnésia porque, nessas condições, ou seja, mar com 1m, 1,5m ou mais, muitas vezes quem ajuda os banhistas e os nadadores-salvadores a salvarem vidas somos nós. Mas porque talvez se esqueçam disso, à primeira oportunidade tratam de agir sobre quem os ajuda. Ingratidão? Talvez. Em vez de agirem sobre aqueles que prevaricam tendo em conta a bandeira assinalada recorrem a nós. O problema é antigo. Até de mais, se me permitem. Desde os 13 anos que pratico bodyboard como já referi anteriormente e, pondo em risco também a minha vida, já ajudei alguns banhistas e nadadores-salvadores inclusive.

E como eu, muitos mais amigos bodyboarders e surfistas também o fizeram. Porque a vida, acima de tudo, é o mais importante. Sendo assim, porque não adoptar medidas que agradem a todos? Não sei responder a esta pergunta, mas assim como outros, poderei dar algumas pistas. Qual o sentido de naquela praia não ser permitida a prática deste tipo de desportos na zona que melhor condições oferece quando o mar permite e que é inversamente proporcional no sentido de quem quer tomar banho? Porque, quando o mar tem essas tais referidas condições, a zona em que até o mar não está tão agressivo é precisamente aquela que nem é vigiada e que provavelmente seria mais segura para os banhistas? A minha conclusão é que é mais fácil “chatear” uns poucos do que mudar uns quantos.

O que até seria correcto mas não se aplica neste caso pois são vidas potencialmente em risco. Bem sei que aquela zona da praia com mais ondas é também a dita das famílias, mas se calhar há que sensibilizar e mudar mentalidades, evoluir. Ou certamente os meus netos ainda terão este tipo de problemas."

Filipe Ledo Tavares, no AO de hoje, 2 de Julho. Muito bem Filipe é assim mesmo.

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"A misteriosa entrada do "frango" no Dragão"

Com pormenores macabros e tudo. Isso não se faz:

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Num vídeo, pago pela Câmara Municipal de Cascais, com o dinheiro de todos nós, afirmava-se que o nosso embaixador Aristides de Sousa Mendes salvou mais gente, durante a II Grande Guerra do que Oskar Schindler, cerca de 10 vezes mais. E eu acredito. Mas não vamos brigar por isso até porque, um dia desses, ao rever o filme dei conta de um facto que os senhores, no fim desse post, ficarão a saber.

Segundo a visão de Spielberg, Schindler, além de mulherengo e de nunca ter trabalhado na vida, gostava muito de álcool e subiu na vida dos negócios oferecendo sardinhas a quem, na altura, tinha o poder - os oficiais da SS.

Chegaram onde eu cheguei?! Oskar Schindler era português! Não no passaporte mas nos genes. Portanto feitas as contas, tivemos dois heróis durante a II Grande Guerra que, na totalidade, totalidade salvaram mais de 12.000 judeus.

É ou não mais um motivo para encher o nosso ego de orgulho!

Esse post foi autorizado pela Comissão Nacional de Eleições e pela mesa da Irmandade do Santo Cristo dos Milagres, exactamente por essa ordem!