Candilhes com Letras - Viagem Autonómica
Gostei mas na banda sonora faltou isso (assim o patrão gostava mais ainda):
O que é que estou para aqui a falar?! O Filipe - Mafalda, porque ele esteve comigo na escola e é meu conterrâneo - não merece isso.
Como disse o Nuno Costa Santos (sempre tive uma admiração por pessoas cujo o nome é uma frase) "este filme tem dois públicos alvo: os jovens e os cubanos (ele disse continentais mas cubanos fica mais giro, para não sairmos da área do "socialismo" - área onde o bloco de esquerda agora quer entrar, curioso!).
Nem mais.
Agora mais a sério: a fotografia estava fenomenal. A banda sonora (mesmo com a falha) estava bem interessante. E o guião estava engraçado. Um excelente projecto que deve ser levado para todo o lado. Mas fora da época de campanhas eleitorais. Porque senão passa a ser mais um "kit autonómico" mas sem a bandeira.
Foi bom ver o regresso de velhas glórias, dos tempos áureos da nossa RTP-A. Gostei particularmente do Machado Pires - subiu, um pouquinho, na minha consideração e da reunião dos nossos criadores: Urbano, Onésimo... faltou ali o Daniel de Sá, talvez. Ah! Gostei também de dois terceirenses em castiços: Álvaro Monjardino e Reis Leite.
Gostei. Em 90 minutos relembrei alguns factos e conheci outros. Pena o final. Estava a ver que iam levantar o punho esquerdo e iam gritar: "ps, ps, ps". Mas também levantava o meu punho direito e aquilo ia tudo a eito. Mas não estava sozinho. José de Almeida não estava a gostar nada da brincadeira. Costas com costas fazíamos ali uma limpeza.
TRAILER: "A VIAGEM AUTONÓMICA from Ventoencanado on Vimeo.
Candilhes com Letras
Everybody's Fine
Robert DeNiro no seu melhor, num filme com pano de fundo padefilet . Ao menos esse tem um original title bem traduzido.
Candilhes com Letras
Candilhes com Letras - 80ª Feira do Livro de Lisboa

Imagem retirada daqui. E mais informações sobre a feira do livro, a original, clique aqui: no site oficial.
Candilhes com Letras - Novas Crónicas da Boca do Inferno

Na primeira edição Ricardo Araújo Pereira estava encarnado. Na segunda, essa agora, está de verde. Para a próxima estará de azul?!
“Um livro no qual a mais fina ironia e o humor requintado se juntam e resolvem não entrar.”
Depois de uma definição dessa, feita pelo próprio autor, pouco mais há a dizer. A não ser que sábado, 12 de Dezembro, na livraria Sol-Mar e talvez, depois, um pouco por toda a ilha, Ricardo Araújo Pereira irá distribuir autógrafos, sorrisos, uma ou outra gargalhada e muito boa disposição. Da mesma forma que espalha todas as quintas-feiras na revista Visão.
São 264 páginas e muitas crónicas reunidas, escritas de uma forma muito simples, com uma outra palavra a pedir a ajuda do dicionário, do melhor humor e de muita inspiração. Eis uma das nossas preferidas:
“Câmara municipal da lâmpada roxa”
“O fenómeno mais interessante da política local é a atracção que os arguidos têm pelas autarquias. As autarquias estão para os arguidos como aquelas lâmpadas roxas dos restaurantes estão para as moscas. Sem pretender ser ofensivo para as moscas, a verdade é que o mecanismo é extremamente parecido. Só não é igual porque, ao passo que as moscas falecem quando tocam na lâmpada, os arguidos ganham nova vida assim que entram na Câmara Municipal.
Não sei se o leitor tem conhecimento disto, mas o termo autarquia provém de duas palavras gregas que são muito difíceis de pronunciar. Este é um primeiro ponto curioso. O segundo ponto é que essas palavras significam "comando de si mesmo", ou "governo de si mesmo". Na origem, esse significado indica que uma autarquia é o governo que determinada localidade exerce sobre si mesma. No entanto, alguns autarcas fazem uma interpretação ligeiramente diferente, mas que não pode deixar de se aceitar: na expressão "governo de si mesmo", aquele "si mesmo" é o autarca. É ele que, no sábio jargão dos taxistas, se governa. E assim se regista um ponto de contacto entre a etimologia grega e os modernos motoristas de táxi, ligação que sempre suspeitei que existia.
A candidatura autárquica é o equivalente, nos jogos de vídeo, às vidas infinitas. Não há estrago da vida pessoal do candidato que não possa ser resolvido com uma candidatura autárquica. Penas de prisão, desemprego na família, despesas com obras: não há mal que uma candidatura autárquica não adie ou resolva. Sobretudo devido ao prurido democrático que a maior parte dos eleitores tem em votar num autarca que não seja arguido. Se vivesse em Portugal, Al Capone nunca teria sido preso. Em princípio, seria presidente de Câmara. Os cidadãos não hesitariam em votar num homem que, sendo famoso, tinha, além disso, demonstrado saber criar emprego em várias áreas de negócio, com especial destaque para as tão apreciadas pequenas e médias empresas. Desde as cimenteiras até às agências funerárias, quase não há indústria que não tenha beneficiado das actividades de Al Capone. Não duvido de que daria um excelente candidato autárquico em Portugal, numa primeira fase apoiado por um partido e, quando desse muito nas vistas, como independente. A única reserva que coloco ao sucesso de Al Capone na política autárquica portuguesa é a consciência do conhecido gangster americano. Poderia dar-se o caso de Capone ficar inibido com tanta vigarice e desejar voltar para Chicago.”
Candilhes com Letras - O Caminho mais longo
Imagem retirada daqui.Inspirados pela obra de Ted Simon - Jupiter’s Travels, os actores Charley Boorman e Ewan McGregor, conceberam O Caminho mais longo - Perseguindo Sombras através do Mundo, traduzido do original Long Way Round.
Entre alguns erros de tradução e de português, mas nada que aqui os leitores do Candilhes não estejam habituados, os dois britânicos aventureiros relatam as suas mirabolantes aventuras da volta ao Mundo. Do sempre a fundo na Europa, se excluirmos alguns problemas iniciais com a equipa de filmagem, constituída por mais um motar - Claudio von Planta e 2 jipes de assistência, que muito esporadicamente viajavam com as motas, as poderosas e muito resistentes BMW R 1150 GS, os produtores David Alexanian e Russ Malkin e o operador de câmara Jim Simak. (durante a travessia da Rússia, o médico Vasily e o perito em segurança Sergey), passando pelas as 15 horas gasta na burocracia na fronteira em a Eslováquia e Ucrânia, que foram prontamente compensadas com a hospitalidade da máfia que entre AK-47, violas e muita vodka transformaram a estada num dos países mais frios e assustadores (para quem viaja de mota) numa experiência inesquecível e acolhedora. No Cazaquistão a fama quase que ia estragando a viagem. Os batedores policiais sempre a abrir caminho por entre paisagens lunares e cidades no meio do nada, montes de jantares com políticos e entrevistas para os poucos meios de comunicação do país.
Na Mongólia a lama e a hospitalidade Mongol tornaram uma experiência única e marcacante, com os relatos de sobrevivência impressionantes das crianças abandonadas em Ulan Butor, muitas nem 8 anos tinham.
Por fim e a terminar o seu percurso na Ásia, a temivel “estrada dos ossos” (M56 Kolyma Highway), com a sua horrível origem, cortada por dezenas de rios e árvores. Só foi mesmo possível de ultrapassar graças à engenharia soviética presentes nos gigantescos camiões. Mas antes fizeram parte do percurso de comboio, pois era a única forma de viajar.
Levaram 11 semanas de Londres até ao ponto mais Oriental da Sibéria – Magadan
E depois de viajarem de avião até Anchorage, a primeira cidade no Alasca, cobriram o maior estado americano, o Canadá e o resto dos Estados Unidos, até New York em apenas 4 semanas e sempre com o pensamento no final da viagem e no reencontro com suas famílias e amigos.
Curioso é que sofreram o seu único acidente rodoviário (com as motas) no continente americano e a única vez que foram assaltados foi numas termas nos Estados Unidos. O que não deixa de ser irónico, ou não, já que percorrem milhares de milhas em países dos mais pobres do Mundo.
Nas 4 semanas que levaram do Pacifico ao Atlântico pararam na oficina de motas mais famosa da actualidade a OCC - Orange County Choppers dos Teutul.
Um relato impressionante de aventuras de uma parte do globo muito pouco conhecida relatada por duas figuras cujo mediatismo tornou-se ainda maior com o livro e o documentário resultante. E que nos deixou, mais uma vez com vontade de partir. Pena o preço é que quase 20€ por um livro é muito dinheiro.
Candilhes com Letras - Planisfério Pessoal
Nas 291 páginas, Cadilhe, que não têm nada em comum com o seu homónimo da banca, descreve momentos únicos. Desde viajar com uma comitiva gay de Lisboa a Madrid, no último dia do ano e cujo o lema era: "entrem bem no novo ano e em muitos outros ânus". No entanto há uma referência, pequena é certo, com o tal reformado de luxo – “for the money, my friend”, é resposta que quase todos os marinheiro, seus companheiro de viagem, nos grandes porta-contentores, dão à pergunta: “porque é que trabalha aqui?”.
O rigor alemão espelhado nos oficiais dos navios, contrastando com a alegria dos filipinos, o sorriso perdido com as utopias da América latina, a simplicidade da vida, tudo isso encontramos descrito nas compilação de crónicas que depois de lidas, com muita facilidade, diga-se de passagem, dão uma imensa vontade de seguir-lhe os passos.
Cadilhe constatou, no seu “coast to coast americano”, que durante a sua vida, um americano muda de casa 13 vezes, de província 4,75 vezes e de estado 2,3 vezes. E as recordações, as memórias, como é ficam!? Isso na Europa seria impensável, mas nos Estados Unidos como é tudo feito por igual não se notam diferenças de cidade para cidade, de vila para vila, de rua para rua.
Há uma cultura de anti negro – Cadilhe também notou isso quando atravessou os Estados Unidos de autocarro e à medida que iam entrando e saindo passageiros, havia um certo paralelismo com a escala das classes. “os passageiros coreanos dão lugar aos paquistaneses, que depois são substituídos pelos recém-chegados do Bangladesh, que por sua vez deixarão o lugar aos niracaguenses e aos haitianos. O que me deixa perplexo é que esta infalível, reconfortante mobilidade social nunca foi permitida aos negros.”. Claro que a viagem teve lugar em 2002/2003, logo Obama não passava de uma miragem. Mas será que isso irá mudar assim tanto.
Deixando o país dos hambúrgueres para trás Cadilhe perde-se por entre o sorriso da pobreza da América Latina, usada e abusada pelo seus vizinho do Norte. Uma passagem que deixa marcas, não só no autor. “Quanto mais ignorantes, melhor para os governantes” conclui Cadilhe quando parte para New Zealand, uma decepção, para nós leitores, já que não há muita descrição do país que muito afirmam ser o mais parecido com as nossas ilhas.
Japão, China, Laos e Índia são percorridos com menor ou maior facilidade até ao Afeganistão. Aí o perigo é de tal ordem que Gonçalo vê-se obrigado a ir contra um dos seus princípios e utiliza o avião como meio de transporte – situação que acontece mais um par de vezes.
Turquia, Bulgária com os seus Sete Lagos e Itália são as últimas paragens antes de encontrar-se com um camionista português que o leva de volta à Figueira.
Mas mais do que um guia, Planisfério Pessoal descreve as sensações que as paisagens, a gastronomia, e os Povos causam num português que herdou o espírito dos nossos descobridores. Sem dúvida a não perder, pena o preço, como diz o Lobo Antunes: os livros em Portugal são “indecentemente caros". A culpa não é só das editoras ou e muito menos das livrarias. Porque é que não se faz como em Espanha onde os livros são livres de impostos?!
Candilhes com Letras - As crónicas de Bridei
O Livro I corresponde essencialmente ao enquadramento espaço-temporal da história. Este livro retrata o desenvolvimento e preparação de uma criança para futuramente ser rei. A sua preparação religiosa é feita por um druída e com todo o misticismo e "magia" que isso implica. No entanto já a criança começa a traçar o seu destino, quando ao contrariar todos acolhe uma bebé que lhe é colocada à porta. A partir deste episódio a história desenrola-se com todo o misticismo histórico que é característico desta autora.
O Livro II corresponde aos primeiros seis anos do reinado de Bridei em Fortriu. Bridei prepara-se para a muito esperada guerra em defesa dos Deuses antigos. Desta guerra espera-se o bane dos invasores Galeses do Ocidente. Na missão de aliar a si forças do Norte, a estratégica refém princesa Ana é enviada para se unir em matrimónio com um líder Nórdico poderoso, este que não conhece e não sabe portanto o que lhe espera. A liderar a escolta desta princesa encontra-se o enigmático Faolan, braço direito de Bridei. A missão falha, o líder Nórdico não é quem se pensaria ser e a missão de Faolan, agora prisioneiro é tentar levar a princesa em segurança a Bridei. Ana descobre enclausurado o próprio irmão do líder Nórdico a quem estava prometida. Surge um triângulo amoroso no meio de todos os conflitos e Faolan perde a máscara. entretanto Fortriu parte para a guerra apesar de todos os presságios de morte.
O Livro III corresponde ao reencontro de Faolan com os seus demónios passados enquanto pressegue em missão à Irlanda. No seu percurso Faolan encontra Eile, uma criança abusada pelo próprio tio de quem tem uma filha. Em desespero Eile assassina o tio e Faolan vê-se envolvido na Fuga das pequenas. Para conseguir a liberdade de Eile Faolan compra-a à justiça e prossegue viagem com as duas. A sua jornada pressegue e de volta a Fortriu apercebe-se que precisa mais de Eile do que alguma vez imaginaria. Em Fortriu ocorrem mortes trágicas e o inimigo parece estar infiltrado na própria corte...
Recomendo esta saga a quem apreciar o miticismo histórico que a autora lhe dá. A quem gostar de contos que rondam o surreal aliado a magia. E claro a quem apreciar a cultura do Norte da Europa!
Candilhes com Letras - HqMoC
Tão soft que até lhe vai doer a barriga de tanto rir. Pelo menos eu fico!
Da autoria do grande Nuno Markl. O programa contava ainda com a participação de Maria Vasconcelos e Pedro Ribeiro.No fundo, os livros são uma compilação de histórias no mínimo absurdas e tremendamente hilariantes.
A saber os livros são:
- O Homem que mordeu o Cão (Texto Editora - 2002)
- O regresso d'O Homem que mordeu o Cão (Texto Editora - 2003)
e ainda
- O Homem que mordeu o Cão: A Revolução (Texto Editora - 2004)
Já os li a todos e destaco uma história intemporal...
É a já mítica carta do assentador de tijolos de Cascais...
É longa, mas vale a pena!
Esta é explicação de um operário português, acidentado no trabalho, à sua seguradora, que teria estranhado tantas fraturas num mesmo acidente… Há quem jure a pés juntos que é um caso verídico, e que a transcrição abaixo foi obtida através de cópia documental do arquivo da dita seguradora…
(O caso foi julgado no Tribunal da Comarca de Cascais - Portugal.)
AO TRIBUNAL JUDICIAL DA COMARCA DE CASCAIS
Exmos. Senhores
Em resposta ao seu gentil pedido de informações adicionais, esclareço:
No quesito 3 da comunicação do sinistro mencionei “tentava fazer o trabalho sozinho” como causa do meu acidente. Na vossa carta V.Excas. pedem-me uma explicação mais pormenorizada, pelo que espero que sejam suficientes os seguintes detalhes:Sou assentador de tijolos e, no dia do acidente, estava a trabalhar sozinho no telhado de um prédio de 6 (seis) andares.
Ao terminar o meu trabalho, verifiquei que haviam sobrado 250 kg de tijolos. Em vez de os levar à mão para baixo (o que seria uma asneira), decidi, num acesso de inteligência, colocá-los dentro de um barril, e, com a ajuda de uma roldana, a qual felizmente estava fixada em um dos lados do edifício (mais precisamente no sexto andar), descê-lo até ao rés do chão.Desci ao rés do chão e atei o barril com uma corda e subi para o sexto andar de onde puxei o dito cujo para cima, colocando os tijolos no seu interior.
Retornei em seguida para o rés do chão, desatei a corda e segurei-a com força para que os tijolos (250 kg) descessem lentamente (denotar que no quesito 11 informei que meu peso oscila em torno de 80 kg.).Surpreendentemente porém, senti-me violentamente alçado do chão e, perdendo a minha característica presença de espírito, esqueci-me de largar a corda.
Acho desnecessário dizer que fui içado do chão a grande velocidade. Nas proximidades do terceiro andar, dei de cara com o barril que vinha a descer. Ficam pois explicadas as fraturas do crânio e das clavículas.Continuei a subir a uma velocidade um pouco menor, e apenas parei quando os meus dedos ficaram entalados na roldana.
Felizmente, nesse momento já recuperara a minha presença de espírito e consegui, apesar das fortes dores, agarrar a corda. Simultaneamente, no entanto, o barril com os tijolos caiu ao chão, e partiu o fundo.Sem os tijolos, o barril pesava aproximadamente 25 kg (novamente refiro-me ao meu peso indicado no quesito 11). Como podem imaginar comecei a cair vertiginosamente agarrado à corda, sendo que, próximo do terceiro andar quem encontrei? O barril, que vinha a subir. Ficam pois explicadas as fraturas dos tornozelos, as lacerações das pernas.
Felizmente, a redução da velocidade da minha descida, veio minimizar o meu sofrimento quando cai em cima dos tijolos em baixo, pois, felizmente só fraturei três vértebras.
Lamento, no entanto, informar ainda que, aínda houve agravamento do sinistro, pois quando me encontrava caído sobre os tijolos, incapacitado de me levantar, e vendo o barril acima de mim, perdi novamente a minha decantada presença de espírito, e larguei a corda. O barril, que pesava mais do que a corda, desceu e caiu em cima de mim, partindo-me as pernas.
Espero ter fornecido as informações complementares, que me haviam sido solicitadas.
Esclareço assim que este relatório foi escrito pela minha enfermeira, pois os meus dedos ainda guardam a forma da roldana.
Candilhes com Letras - Juliet Marillier
E para iniciar esta crónica decidi falar de Juliet Marillier. Esta autora embora nascida na Nova Zelândia possui ascendência Escocesa e Irlandesa. Os seus romances possuem uma forte componente histórica associada ao "fantástico" - a fantasia histórica.
Em Portugal existem publicados
-Trilogia Sevenwaters
A Filha da Floresta (2000)
O Filho das Sombras (2001)
A Filha da Profecia (2002)
-Saga das Ilhas Brilhantes
O Filho de Thor (2003)
Máscara de Raposa (2004)
-Crónicas de Bridei
O Espelho Negro (2005)
A Espada de Fortriu (2006)
O Poço das Sombras (2007)
-Outros livros:
Wildwood Dancing
Cybele's Secret
Por enquanto, só posso falar da Saga das Ilhas Brilhantes, uma vez que ainda me encontro a ler as Crónicas de Bridei e ainda não li os outros.
Esta saga passa-se em plena cultura Vicking da Noruega e retrata a passagem de um Jovem a Guerreiro de Thor. O crescimento e desenvolvimento deste jovem fica marcado por um juramento de sangue com um rapazito um tanto ou quanto estranho. A personagem principal faz uma viagem para as Ilhas Brilhantes, onde é confrontado com os espíritos e forças poderosas tão antigos como as próprias ilhas. A "delicada" presença de vickings em tal lugar sagrado, põe em questão a destruição dos poderes antigos daquelas ilhas e aí aparece a "princesa" das ilhas com o papel de resguardar o que lhes pertence à muito. A história vai-se desenrolando, junta-se um vicking faminto de sangue a uma bela princesa... um pacto de sangue de infância... uma guerra... e a conclusão uma deliciosa história daqueles em que se lê depressa para acabar a e a seguir devagar nas últimas páginas por não a querer terminar.


