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Mega Hiperglicemia - Fernando Loureiro o meu novo Herói


A apresentação do Movimento dos Reformados Indignados, liderado pelo ex-presidente do BCP Filipe Pinhal, ficou marcada pela intervenção de um antigo quadro do banco que se mostrou indignado com a indignação de banqueiros que têm elevadas reformas.

“Vocês ganham 20 e 25 mil euros. Há pessoas com 300 euros. Há crianças que não comem e vocês estão aqui a reivindicar”, protestou Fernando Loureiro. “Ao longo destes anos capitalizaram. Desculpem lá. Isto é uma fantochada”, acrescentou.

O incidente foi desvalorizado pelos membros do Movimento dos Reformados Indignados. Ainda assim, já do lado de fora, Fernando Loureiro insistiu nas críticas.

“Isto revolta-me. Trabalhei lá e estes gajos adulteravam balanços das ‘offshores’ para apresentar lucros para depois dividirem a maquia entre eles. Eles já ganharam muito dinheiro”, apontou o bancário reformado.

Tem mais impacto o audio:

Mega - Hiperglicemia

O melhor e maior elogio que alguma vez recebi:


Thanks Richard

Mega - Hiperglicemia

Alguém consegue saber se o álcool no Faial é mais barato. É que é a única explicação, mais ou menos lógica. Senão vejamos:

Fui convidado para colaborar num novo e interessantíssimo blog, cá da terra:

Around Azores



Imagem do forum intimo do Candilhes - há tempos que não escrevia isso.

Obrigado pelo convite. Vou tentar não prejudicar, muito, a imagem do sitio. Senão... o gin do Peter vai funcionar e vocês esquecem isso.


Hiperglicemia

To whom it may concern. Quem é como quem diz: ao nosso vizinho Moto Azores e os seus leitores:

Mega-Hiperglicemia - Viva a Fátima!

Eu podia escrever algo mas como não tenho muito jeito para isso, fiquem com a senhora Leonor Sampaio da Silva, que escreveu isso hoje no Açoriano Oriental de hoje. Assim era a Fátima! Fátima Sequeira Dias 1958-2013 "A Fátima Sequeira Dias morreu. Era – é – filha de Nascimento Sequeira Dias (já falecido) e de Mariana Silva Sequeira Dias; mãe de Rodrigo Sequeira Dias Filipe e de Bernardo Sequeira Dias Filipe; irmã de Filomena Sequeira Dias, de Mário Sequeira Dias, casado com Susana Patrícia Pacheco Dias, e de Luís Sequeira Dias; tia da Maria Helena, do Carlos Miguel, da Bárbara, do Miguel, do Filipe e do Tiago. Apesar de se encontrar na capela de São Joaquim, hoje ela vive mais do que em qualquer outro dia do passado. Hoje, mais do que nunca, se falará dela, se lembrará a sua coragem, o seu humor, a sua generosidade. Portanto, isto não é um obituário. É desnecessário recordar os principais momentos do seu percurso biográfico, os estudos no estrangeiro, as bolsas que recebeu de instituições prestigiadas, o prémio internacional com que a sua tese de doutoramento foi distinguida, as dezenas de obras publicadas, a introdução de áreas de trabalho pioneiras na UAc, as funções de destaque que exerceu na mesma Universidade. Não. Isto não pode ser um obituário. Tivessem-lhe perguntado qual era a sua última vontade e ela teria respondido: «Não aparecer num obituário.» Além disso, irreverente e luminosa como era – é –, detestaria que o seu nome fosse fechado numa caixa contornada a preto, com uma cruz ao canto, numa página triste de jornal. Obituário, não. A Fátima amava a vida: viajante incansável, observadora deslumbrada deste mundo, colecionava arte, antiguidades jornalísticas, raridades historiográficas e amigos de várias idades e origens. Em diversas partes do mundo, pessoas que se apercebiam de que tinham em comum serem amigas da Fátima, tornavam-se amigas. E a vida amava a Fátima: onde ela estava, havia boa comida, bom vinho, boa música, boa companhia, boa conversa. Reservava, pelo menos, uma hora por dia para leituras que nada tivessem a ver com trabalho. Preferia as biografias e memórias – as vidas dos outros continham sempre os mais comoventes testemunhos de beleza e de elevação, de bravura e de paixão. Catedrática, trabalhava como se fosse Assistente; muitas vezes, como se ainda fosse estudante. Ria-se de tudo o tempo todo – principalmente de coisas sérias; principalmente de si. As suas gargalhadas soavam em qualquer ocasião e lugar, e pessoas em tudo diferentes umas das outras – como a empregada da mercearia ou o intelectual estrangeiro – riam com ela. Era inseparável da sua querida família, dos seus bons amigos e dos seus incontáveis livros, que anotava carinhosamente, sempre a lápis, numa caligrafia bonita. Era aí que procurava água, terra e sol. Tudo o que ambicionava era – é – ficar no meio deles. Tivesse ela tido mais tempo, muitas horas lhes dedicaria. Muito mundo correria. Projetos não lhe faltavam: mais um livro, o seu próprio dicionário sentimental, já se ia formando nos caderninhos em que a doença escrevia em linhas tortas. Respeitemos a última vontade da Fátima. Isto não é um obituário. Faz hoje 54 anos, 2 meses e 27 dias que a Fátima Sequeira Dias nasceu. Viva a Fátima!"

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Imagem retirada daqui. "De semana ainda têm qualquer coisa para comer. O pior é mesmo ao fim de semana!" E vai dai nasceu por aí uma onde de solidariedade. O problema é que são poucos e só (até agora) em Ponta Delgada e Ribeira Grande. Não é por aí. Como sei que 50% dos meus leitores são de Ponta Delgada: a minha avó; e os outros 50% são da área de residência da Ribeira Grande: a Carla, esse número de voluntários vai aumentar. Para isso é só entrar em contacto com as pessoas certas. E o que é que há para fazer? Sopa e distribuir. Como da ultima vez que fiz sopa alguém pagou taxas moderadoras, por isso estou proibido. E depois toda gente sabe que ao sábado é dia de limpeza, lá no quartel. Apareçam!!! (mesmo aqueles que não foram mencionados aqui).

Mega Hiperglicemia

Guess who's back?! Eu sei que não devia começar um post, de regresso, ainda para mais, numa língua estrangeira mas como passei, ainda há bem pouco tempo, por uma experiência traumatizante, que quase me transportava para bem bué, bué longe, e eu não sei que língua é lá falada, decidi treinar o meu espanhol. Não, não estou a falar do meu casamento. Refiro-me a uma saída da embarcação Benjamin, numa manhã gelada, nesse frio novembro. Só para terem uma ideia, o Mar galgava o porto de Rabo de Peixe e limpava o cais do lixo, dos tapares e dos trabalhadores responsáveis pela cofragem. Ah! E o Luís Correia também teve quase indo parar ao Mar - e ele não sabe nadar. Isso até podia ter piada se não tivéssemos que passar o molhe com um Tornado de 7.50 metros e 140 cavalos de potência. Mimi, Noddy e eu, de fatos (ou será paletó?!) bem apertados, aceleramos a fundo rumo ao desconhecido. Com o Escadote a guia-nos - ali ao lado com a super mota de água, lá passamos a barreira do molhe e eis que surge, ali bem pertinho de nós, uma gigantesca onda - a meteorologia dava onde de 3/4 metros mas aquele tinha mais, para aí mais 30 centímetros, ou mais. -"Não tiveste medo?!" Perguntam-me frequentemente aqueles que conto o sucedido. -"Não!" Costume responder, com convicção! "Até porque não tive tempo! É que vinham mais duas ondas atrás!" Concluo! E pronto (ou prontes como diz Jesus - não o do presépio) fica aqui, para memória futura, uma desculpa para mudar de roupa interior. Com isso tudo, nós bombeiros voluntários, no seu dia de folga, sem ganhar um tostão e arriscamos as nossas vidas para tentar encontrar um corpo, enquanto os senhores da Marinha Portuguesa, com os seus chorudos ordenados (um até gozou connosco e vangloriou-se dos seus 1500€ auferidos todos os meses) nem molharam as unhas. É a vida. Ao menos fomos de consciência tranquila, de dever cumprido, para a cama. Com isso tudo e mais leves. O resto, nada que o programa 4, a 40º não lave! Deixo-vos com algumas, bonitas, fotos tiradas quando o Mar estava mais manso:

Hiperglicemia - Volvo Ocean race II Super Fãs

Espectáculo! E na legenda podia-se ler: "Saudação Açores "super-fãs em 0530hrs de manhã ao largo da Ilha de São Miguel. Abu Dhabi Ocean Racing durante a 8 de perna da Volvo Ocean Race 2011-12, de Lisboa, Portugal para Lorient, França. (Crédito: Nick Dana / Abu Dhabi Ocean Racing / Volvo Ocean Race) Volvo Ocean Race". Ah! E sei de fonte segura que o nosso vizinho Carlos Rodrigues, ia naquele rápido semi-rígido!

Mega - Hiperglicemia Carlos Rodrigues é um senhor!

É sim senhores, um senhor! E dos bons! Daqueles que não têm medo de falar barra escrever. Depois do JNAS é o senhor que eu gosto mais de ler na nossa praça. Ah! E agora o Osvaldo Cabral também. Veja lá o que esse senhor, o Carlos, não o Osvaldo, o do hotel, não o da rádio, por falar nisso, um fim de semana no Terra Nostra, no meio dessa neblina toda vinha mesmo a calhar. Vou pensar nisso. Se for aviso, ou deixo-te um candilhe, meu caro amigo - aonde é que ia que já me perdi?! Ah! pois o texto. Aqui vai: "Aparentemente... Nenhum candidato está verdadeiramente interessado em ganhar as próximas eleições. Nenhum está verdadeiramente habilitado a romper com um passado dedicado à hegemonia político-partidária e nenhum conta verdadeiramente com o apoio da geração que julga representar. Nenhum aceita responder pelos desaires da ideologia da sua ala e, tampouco, assume a sua quota-parte no desempenho da sua máquina partidária. Nenhum apresenta uma proposta de valor, para os Açores do novo milénio, que assente numa verdadeira inovação e todos ignoram que caminho deverão convidar os açorianos a trilhar. Nenhum acredita ser capaz de derrotar o adversário mas, não querendo levar uma cabazada grande demais, conta com o apoio da muleta, que tanto se presta para ser colocada à Direita como à Esquerda, facto que, no meu entender, não augura nada de bom. Iludidos, sabe-se lá por que razão, desvalorizam todos o “maior partido do espectro político” – a abstenção. Apesar de tudo isto me parecer verosímil, há um pensamento que não pára de me cruzar a mente e se traduz num velho dito popular: “albarda-se o burro à vontade do dono”. Será que nós – povo, massa disforme – não somos os responsáveis por isto tudo? Aparentemente e para terminar, não me parece que as recentes e protuberantes movimentações dos “Capitães de Abril” e da “FLA” passem da tentativa de perpetuar o seu encadeamento histórico. Lamento dizê-lo mas, as revoluções não se fazem assim e, sobretudo, não com as mesmas pessoas." Tudo isso retirado da sombra do :ILHAS.

Mega - Hiperglicemia: Parabéns a você

Adivinhem quem faz, hoje, 177 e não se nota nada?!

Pois é. É ele mesmo. O jornal mais usada no Terceira, para limpar livro ou enrolar badejos - "O mais antigo Jornal Português", o único e ímpar Açoriano Oriental.

Eu não o leio há 177 anos mas anda lá perto. Foi o meu primeiro jornal e o único que me faz companhia todos os dias - o outro só nos dias que estou de serviço. E só tenho uma mágoa para com ele: não tenho oportunidade de o ler quando estou de serviço, porque um certo senhor, de nome Paulo, disse que ia oferecer uma assinatura e até hoje, nada. Por isso fica aqui registada a minha mágoa. Como não têm presidente o director tem que levar com isso. Hit it Marilyn:



Muito interessante hoje a reportagem sobre os Corsários das Ilhas e dois parágrafos de Rita Castanho intitulada: "Quais os ganhos de comer sopa diariamente"

"Sopa não é nada mais do que comida líquida ou pastosa. Os ingredientes que integram a sopa são variadíssimos. Vão desde o grupo dos cereais ao grupo dos hortícolas e leguminosas, podendo também conter carne ou peixe. A sopa é uma fonte alimentar com elevada riqueza nutricional. O seu consumo diário é importante porque o seu teor em fibra em conjugação com o volume hídrico contribui para o bom funcionamento intestinal; favorece a saciedade; permite uma ingestão de vitaminas e minerais superior a outros alimentos, uma vez que a água de cozedura é ingerida; em algumas fases do ciclo da vida e em algumas situações clínicas constitui a única forma de ingestão dos diversos nutrientes; é de fácil confeção; tem um custo baixo; e é de fácil digestão

Existem diversos tipos de sopas: Caldo - é o resultante da cozedura de carne ou peixe ou legumes; Purés - base composta por vegetais transformados em purés após a cozedura; Compostas - base de legumes reduzidos a puré e uma guarnição com legumes cozidos inteiros; Completas - constituídas por legumes e ainda peixe, carne ou enchidos.

Deve iniciar sempre as suas refeições principais com um prato de sopa."

Mega - Hiperglicemia: Antero era um senhor

Depois de ontem Portugal, quase por inteiro, exaltar-se por causa de uma data muito especial (ai se esse senhor fosse o nosso primeiro ministro - sussurravam muitos sub-conscientes lusos), hoje temos um dia, porfentura, ainda mais memorável para os Açorianos em geral e para aquele banco no Campo S. Francisco em particular:



É a minha figura Açoriana preferida, tanto que até já participei num filme e numa série em seu louvor!

Hiperglicemia - RAP no seu melhor!

"Cacete ensina jornalismo gratuitamente"

"A fotografia que mostra um polícia a dar uma bastonada preventiva a uma impertinente fotojornalista demonstra bem o estado em que o país se encontra: a situação é difícil, mas nem tudo são desgraças. Vi a fotografia e fiquei mais tranquilo. A estupenda cacetada corrigiu várias imperfeições. Primeiro, uma imperfeição cívica. Estes fotojornalistas andavam a pedi-las há muito, pelo perigo que representam para a sociedade. Recordo a tragédia que duas ou três dezenas destes profissionais podem causar quando perseguem princesas inglesas em Paris. Talvez houvesse uma princesa estrangeira nas imediações do Chiado e o polícia tenha sentido que poderia salvar vidas reais com um simples golpe do pulso.

Por outro lado, a bastonada castigou, e de que maneira, a incompetência. A fotojornalista foi agredida e quem captou o acontecimento foi um seu colega. É uma falta de profissionalismo inadmissível. Talvez para a próxima esta jornalista tenha a máquina a postos quando estiver prestes a ser espancada pelas forças de segurança. São lições que o sarrafo ensina com muito mais eloquência do que a universidade. Por mais que tente, um chumbo num exame não consegue ser tão pedagógico como uma cicatriz na cabeça, ou um vergão no lombo.

O agente que salvou o país e a própria humanidade deve estar orgulhoso. Livrar o mundo de larápios, de desordeiros e de fotojornalistas do sexo feminino são algumas das principais razões que levam alguém a inscrever-se na polícia. Quem nunca brincou, em criança, aos polícias e fotojornalistas? Quem não recorda as séries policiais em que os melhores detectives tentam caçar os fotojornalistas mais pérfidos e astutos?

Ao que parece, o agente reagia a provocações dos manifestantes. Neste ponto, é justo reconhecer o modo como as costas da fotojornalista contribuíram para o alívio das tensões sociais. Este seria, aliás, um bom método para aplicar, por exemplo, no mundo do trabalho. Em cada empresa, haveria um fotojornalista. Sempre que houvesse conflitos laborais ou outros, os ofendidos espancavam o fotojornalista e voltavam ao trabalho revigorados. Pode ser que agora se comece a pensar nisso.

O Presidente Cavaco Silva também se interessou pelo caso e disse que é importante averiguar tudo o que se passou naquela tarde. Nomeadamente, porque é que só dois jornalistas apanharam. Ao que parece, o inquérito já decorre, e estará concluído mal se acabe de averiguar tudo o que se passou há 18 anos, na Ponte 25 de Abril."

Tudo isso retirado da Visão do costume.

Mega - Hiperglicemia: Yves


Mais um flagrante do Açoriano Oriental! Ultimamente têm sido muito interessantes.