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Momento Bruno Alves da semana,

"Incompetente é o bloco de esquerda que nunca apresentou uma proposta válida para o crescimento económico!" Álvaro ou simplesmente Álvaro dos Santos Pereira Ministro da Economia e do Emprego, hoje, sexta feira 11 de Janeiro, na suposta casa de todos nós, Assembleia da República. Não é que o Álvaro teve toda a razão!!!

Momento Bruno Alves da semana

A sério que não sei porque é que me dou ao trabalho! Ah! Já sei: é bom saber as opiniões dos outros, nem que seja para, depois, poder dizer - isso é parvo! Gostei particularmente das partes: "alguns dos hotéis mais modernos do País"; "Em termos comparativos a Câmara está na cauda do País. Basta pensar em Espinho, Cascais ou Albufeira." "O Governo regional, por sua vez, investe, e bem, largos milhões na promoção turística da Região no exterior." - (com brilhantes resultados - faltou acrescentar!) Fiquem com o que diz o coiso: "Prova de Fogo Perante a austeridade e a consequente necessidade de cortar despesa, um autarca que anuncie o cancelamento de um espetáculo de fogo-de-artifício facilmente arranca um coro de aplausos. Porém, em certos casos, como acontece em Ponta Delgada, a decisão sujeita-se a uma ponderação diferente. Ponta Delgada é uma cidade que desde o ano 2000 teve um enorme desenvolvimento do seu sector turístico, fruto da política de incentivo ao investimento privado promovida pelo Governo Regional. A cidade tem o maior parque hoteleiro da Região, alguns dos hotéis mais modernos do País e o sector da restauração, e de animação, são fatores essenciais de dinamização económica. Porém, a crise que afeta o País, e a dependência externa do Turismo, expôs o sector a enormes dificuldades. O Governo Regional compreendeu o problema e respondeu prontamente com diversas medidas de apoio aos empresários do ramo. Uma das lacunas que persiste em Ponta Delgada prende-se com a época baixa. É necessário e urgente estruturar oferta neste período. Ponta Delgada tem todas as condições para estruturar um cartaz turístico de passagem de ano. Foi precisamente isto que, desde 2005, o PS tem proposto em Ponta Delgada. Os empresários do Turismo concordam e aplaudem a medida. O Governo regional, por sua vez, investe, e bem, largos milhões na promoção turística da Região no exterior. A tudo isto a Câmara Municipal de Ponta Delgada tem respondido de forma tímida. É necessário que a Câmara Municipal invista mais no Turismo. Em termos comparativos a Câmara está na cauda do País. Basta pensar em Espinho, Cascais ou Albufeira. É neste contexto que o cancelamento do espetáculo de passagem de ano em Ponta Delgada deve ser analisado. Deste ponto de vista é uma decisão errada e anunciada tardiamente. O Presidente da Câmara de Ponta Delgada está perante uma prova de fogo. Ou demonstra que consegue lutar contra a crise, ou fica do lado dos que baixam os braços e culpam os outros. Até ao momento a coisa não tem corrido bem." José San-Bento

Momento Bruno Alves da semana

O Osvaldo, desde que foi para a reforma, ganhou juízo ou tomates?! Ontem no Correio foi assim. Por falar em Correio, não podia deixar passar em claro essa oportunidade. É que no mesmo jornal, de ontem, vinha a seguinte frase, mais ou menos assim: "Alguns animais partiram as patinhas." Digam lá se o Correio não é o jornal mais fofinho dos Açores, quiçá de S. Miguel. "Porque hoje é quarta...: Vassourada no turismo! O turismo mundial cresceu nos dois primeiros meses deste ano 5,7% e as perspectivas para o resto do ano, segundo a Organização Mundial de Turismo, são bastante animadoras. No nosso país, todas as regiões estão a aumentar o número de dormidas e de receitas, excepto nos Açores. Porque razão é que a nossa região anda ao contrário do resto do mundo? Que estratégia é que adoptámos ao longo destes anos, para que o resultado seja o descalabro a que assistimos? Alguém tem acompanhado, estudado e comparado os resultados do “turismo subsidiado” em que apostamos nos últimos tempos? Quem? Onde estão os estudos? Onde estão os resultados? O turismo nos Açores tornou-se num mundo angustiante de interrogações. O mais recente exemplo: A Associação de Turismo dos Açores (ATA) terá efectuado ajustes directos à operadora norueguesa “Solia” no valor de alguns milhares de euros (87 mil era o previsto num concurso de Janeiro deste ano) para prestação de serviços de promoção do destino Açores na Noruega. Na semana passada a operadora anunciou que desistia da operação porque em 500 turistas previstos, apenas conseguiu trazer 30 num mês! Alguém tratou de saber em que é que erramos? Em Outubro do ano passado o Governo Regional atribuiu, por ajuste directo, à empresa “Nova Expansão” mais de 7 milhões de euros para serviços de produção, planeamento, execução, acompanhamento e compra de espaço para campanhas de promoção nos mercados da Alemanha, Áustria, Reino Unido, Suécia, Noruega, Dinamarca, Finlândia, Holanda, EUA e Canadá. O prazo de execução deste ajuste directo deverá estar a terminar e, de acordo com os hoteleiros e outros operadores internos, não há sinais de marcações, contactos, reservas ou palavras animadoras daqueles países. Bem pelo contrário, como se viu pela “Solia”, pois nesta altura do campeonato já perdemos os mercados da Noruega e da Finlândia. Perguntem na América e Canadá se alguém quer vir cá com as tarifas da SATA? Viram o que aconteceu agora nas Festas do Senhor Santo Cristo? Menos voos e menos uns bons milhares de emigrantes. Isto tudo sem contar ainda com as centenas de milhares de euros atribuídos à SATA para as operações nos países nórdicos. Chegados aqui é mais do que óbvio que estamos a caminhar para o abismo, sem que alguém ponha mão neste desastre, que já vai custando à região, só este ano, muito mais do que os anunciados 20 milhões investidos no sector. Estamos a cair a pique desde 2007, com uma queda abrupta em 2009, e desde então ainda não levantamos cabeça. Como se responde a isso? Milhões para cima. E os resultados? Estão à vista. Não há turistas. Os milhões do espectáculo das 7 Maravilhas não iam trazer paletes de turistas? Os milhões do rali não eram para trazer milhares de estrangeiros? Os milhões no Santa Clara não promovem a nossa imagem? A campanha “voo incluído” não é um sucesso? As passagens a 88,5 euros não iam ser um êxito? Os grandes eventos sociais na Bolsa de Turismo não eram grandes atractivos? Afinal tantos milhões depois, porque razão o sector está de calças na mão? Porque é que a capacidade de alojamento por cada mil habitantes nos Açores é de 36 enquanto em Portugal é de 22? Porque é que andamos a exagerar com tantos milhões e não se perspectiva uma estratégia consistente à semelhança das outras regiões? Porque não aprendemos com os outros, nomeadamente aqui ao lado, a Madeira? O que fazem tantos organismo ligados ao turismo nos Açores? Para que serve a Direcção Regional de Turismo? O que fazem as Delegações de Turismo? O que anda a fazer a Associação de Turismo dos Açores? O Observatório do Turismo observa o quê? O que é que esta gente faz durante o dia, se não se conhece um estudo, um gráfico, uma reflexão, uma estratégia, um sopro de entusiasmo, a não ser atribuir milhões em ajustes directos? Eu sei que não existe uma varinha mágica para o turismo açoriano. Mas também é certo que, perante este desastre, quem ganhar as eleições em Outubro, só terá uma atitude sensata a tomar, em nome do contribuinte açoriano: uma grande varridela no sector! Pico da Pedra, Maio 2012"

Momento Bruno Alves da semana

Hoje, 18 de Novembro de 2011, na capa do Açoriano Oriental:



Daqui a poucos dias, no mesmo jornal, até pode ser com a mesma fotografia, o titulo da noticia vai ser o seguinte:

"Jardim das Laranjeiras partido em Janeiro"

Chamam-lhe estereótipo, crença, o que quiserem, o que é certo que nada daquilo vai ficar inteiro. Ali e em todo o sitio.

Momento Bruno Alves da semana

Parece um argumento de Stephen King mas não. É de Ricardo Rego e vem no Açoriano Oriental de hoje, dia das bruxas - para alguns. Um intervalo entre as SCUTS e a crise:

“Ele desaparafusou a base da sanita e arrumou um telemóvel”

Reportagem do AO registou o relato de um ex-recluso que mostra como a população (alguma) do Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada continua incapaz de seguir as regras


Quando chegou à prisão, I., chamemos-lhe assim, entregou tudo o que tinha consigo, após ter sido detido em flagrante delito: chaves, carteira e telemóvel. Em troca, foi-lhe transmitido, oralmente, o código de conduta no interior do Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada. Um conjunto de regras que alguns reclusos seguem à risca e que outros, os mais destemidos ou manifestamente menos interessados em cumprir a pena com distinção, teimam em transgredir.

Concluído o cerimonial de apresentação e de “boas-vindas”, é tempo de percorrer um dos três corredores (o equivalente a três pisos), cada um deles com 4 celas e uma casa de banho ao dispor das necessidades básicas dos reclusos. I. partilhou uma cela com 12 homens (há quem partilhe com 15), entre eles, açorianos, continentais, ucranianos, que cumpriam castigo por diferentes crimes: violência doméstica, tráfico de droga e acumulação de multas de estacionamento. “Os homicidas vão para o piso inferior onde, pelo que percebi, não há tantas regalias”, afirma I. Mas há quem procure acrescentar à TV de 37 cm no interior de cada cela, com acesso aos canais nacionais de sinal aberto, às horas de recreio, ao serviço de bar, de enfermagem, de lavandaria e aos cursos de formação profissional e de licença para condução (Carta de Condução), disponíveis no estabelecimento prisional, outras mordomias não previstas.

Mesmo sabendo que, a qualquer momento, pode haver rusga no interior das celas porque os guardas suspeitam de irregularidades ou porque “alguém se abriu”, como se diz por lá. “Quem é o bufo? Onde está o bufo?” Poucos dias após o início do cumprimento da pena decretada pelo Tribunal, I. começou a ganhar a confiança dos companheiros de cela. Quebrava-se o gelo inicial. O primeiro voto que recebera foi de um colega que disse ter uma telemóvel escondido por baixo da sanita da casa de banho. “Ele desaparafusou a base da sanita e arrumou lá um telemóvel que usava com alguma frequência para comunicar com a família”, admite I.. Como conseguiu levar para lá o telefone? “Não sei. Só sei que preferia nem ter sabido que aquele telemóvel estava lá”.

A tensão dos reclusos no interior da cadeia é, na maior parte dos casos, provocada. Isto é, não resulta, apenas, do facto de estarem confinados às paredes da cela ou, na melhor das hipóteses, às paredes do edifício. O assunto “bufo” é o que ocupa a maior parte do tempo e da conversa entre os presos da mesma ala. Por saberem que não estão a cumprir com as regras estabelecidas, impõe-se localizar e identificar aqueles que podem dar com a língua nos dentes. Mesmo que não exista um bufo, alguém encarrega-se de o arranjar.

Na cadeia de Ponta Delgada compra-se tudo. Até serviço de segurança. Os mais vulneráveis e mais frágeis podem pedir “vigilância” permanente aos mais fortes. Basta, primeiro, cair em graça e, uma vez celebrado uma espécie de contrato entre as duas partes, cumprir com a remuneração: sobremesas, cigarros, café, droga, acumulação das tarefas de faxina do corredor e casa de banho da respectiva ala. Enfim, tudo serve para que, no momento do recreio, o mais crítico, porque é lá que os reclusos se cruzam mais tempo, o elo mais fraco não sofra uma carga de porrada. “Com protecção, ninguém toca nele porque o segurança sai logo em defesa”, diz I., que percebeu logo a necessidade “de saber falar com eles” para sobreviver.

Se uma conversa não é bem entendida, está declarada guerra”. “Queres mais? Vai lá fora?” Os reclusos da cadeia de Ponta Delgada têm direito a ter na carteira 20 euros por semana. “Se forem apanhados com 20 euros e um cêntimo, tiram-lhes logo o dinheiro e naquela semana ficam sem saldo”. O depósito dos familiares serve, na maior parte dos casos, para comprar droga. Há das mais leves às mais pesadas: haxixe, canábis, cocaína e heroína. Uma dose de haxixe no interior do estabelecimento, explica I., “é o equivalente a uma cabeça de fósforo pequeno”. Custa dois euros e meio. “É muito pouca quantidade mas quando reclamamos mandam-nos ir lá fora comprar”. I. continua sem saber como é que ela lá entra. Não atingiu o nível de confiança necessário para o saber.

As soluções para responder à dependência vão aparecendo. “Há quem compre 20 euros de haxixe e depois, como fica sem dinheiro, pede cigarros à família e vai recebendo um café, por exemplo, a troco de uma sobremesa ou da faxina da cela”. As mortalhas (papel para enrolar o cigarro feito de haxixe) já lá estão, à venda no bar.

Os que não se deixam ficar pelas drogas leves vêem na medicação distribuída antes das refeições uma forte e simpática aliada. Antes do pequeno-almoço, do almoço ou do jantar a corrida à enfermaria denuncia, aos mais distraídos, a disponibilidade dos reclusos em tratar a dependência da droga. Nada mais errado. “A maior parte deles simula a toma dos medicamentos e depois voltam à cela para guardar o comprimido, já meio desfeito, nos plásticos de carteiras de cigarros”. Estes comprimidos serão a matéria-prima para as seringas que lá circulam sem que haja autorização oficial para tal. No caso dos que não se querem injectar, os comprimidos são vendidos.

Aqui, como na maior parte das transacções que são feitas entre reclusos das diferentes celas, assume protagonismo o faxina de serviço. Nos períodos em que os guardas vão almoçar ou jantar, o responsável, naquele dia, pelas limpezas transforma-se num autêntico moço de recados. De cela em cela, lá vai fazendo o negócio do material que lhe entregam pela pequena janela da porta da cela. I. acredita que os guardas conhecem este submundo do universo prisional. Mas se prejudicam o negócio, “são um alvo a abater por gente que gosta de estar lá dentro. Porque têm tudo”.

Momento Bruno Alves da semana,

Uma musiquita não muito popular em frança, por esses dias.

Momento Bruno Alves da semana,

Aposto 5€ do Alex! Mas também o Rómulo, com aquele tamanho, à porrada não tem hipotese com ninguém.

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A Visão avisa e o Candilhes decidiu juntar de cinco portugueses escolhidos aleatoriamente numa consulta feito no Google:

“Um em cada cinco portugueses tem uma arma ilegal”



Momento Bruno Alves da semana

“Vítor Pereira poderá vir a ser o próximo técnico”

“Segundo o jornal “A Bola” (essa, Vítor Pereira está em “excelente posição para se tornar o treinador do Paços de Ferreira na próxima época”, garante o desportivo, apurando junto da Direcção pacense. Dizendo ainda que ontem, terça-feira, foram “dados passos importantes no sentido de resolver” a saída de Ulisses Morais.

Ao que tudo indica, Vítor Pereira, técnico do Santa Clara, é o primeiro nome que está “em cima da mesa” para treinar a equipa do Paços de Ferreira na próxima época.”


Por vezes, cometo o erro de ler os comentários a notícias de futebol. Erro porque é cada comentário! Um pior do que o outro! Mas dessa vez fiquei surpreendido. O que vem provar, mais uma vez, o carinho e admiração que os Açorianos, que gostam de futebol, nutrem pelo Vítor Pereira.

Deixo-vos só com dois exemplos:

“Sem dúvida que a opção Vítor Pereira é uma excelente alternativa. Como açoriano, devo referir que este treinador tem um grande potencial, é um profissional exigente e tudo fez para levar o Santa Clara para a 1ª Liga. Infelizmente tal não aconteceu devido a pormenores mas que não mancham o brilhante percurso que este homem fez nos Açores. Obrigado, Vítor Pereira!”

“Grande trabalho aqui no Santa Clara. Gostaríamos que continuasse.”

Momento Bruno Alves da semana

Como hoje é sexta-feira e já está confirmada essa notícia, acabei de confirmar, vamos falar de coisas mais alegres, tipo o moderno TGV. Moderno?!... Mais ou menos. É que o train à grande vitesse já tem 29 anos e até já tem um sucessor bem mais rápido do que os 320 km/h – o JR-Maglev já atingiu a simpática velocidade de 582km/h no Japão e na linha Paris-Estrasburgo, em funcionamento de 2007, já atingiu a velocidade de 574,8 km/h. Portanto aquele comboiozinho que custa milhões e que o Sócrates disse que é o futuro, lá fora já não é lá muito moderno.
Já viram o mal que faz uma infância infeliz e sem brinquedos adequados?"

Enfim, é o que temos. Mas isso é um pormenor quando comparado com aquilo que o nosso vizinho Al Capone do Terra Cosa Nostra escreveu:


Imagem retirada do WEHAVEKAOSINTHEGARDEN

“O Poceirão essa grande metrópole do nosso "Rectângulo Ingovernável", será o destino do TGV. No mínimo é curioso que se vão gastar milhões de euros num transporte, com elevados custos para os portugueses, e que vai ter destino numa terriola que fica no meio de nenhures como refere o KAOS, uma pessoa que vive em Lisboa têm que apanhar o comboio que atravessa a ponte 25 de Abril e depois outro em Setúbal para chegar ao grande Poceirão! Neste país anda tudo louco ou quê?”

Se calhar, por ser sexta-feira é melhor escrever sobre coisas mais alegres. Por exemplo o Papa. Como ainda faltam-me 21 horas de serviço, hoje, vou usar, mais uma vez, o que o Al Capone escreveu sobre o Sumo Pontífice.



Foto: Num momento de crise mundial, ostentar luxos destes só ficam mal ao Sumo Pontífice

"Os sapatos de couro vermelho fazem parte do vestuário dos pontífices durante pelo menos dois séculos, mas o fato de Bento 16 usar sotainas um pouco mais curtas que alguns de seus antecessores torna mais visível seus calçados. E, claro, também chamam a atenção por serem da luxuosa Prada. Segundo o subdiretor da revista "Esquire", Richard Dorment, "é importante [valorizar] o detalhe pessoal, algo que distingue um homem de todos os outros".A lista dos 23 homens mais bem vestidos em 2007 da Esquire é liderada pelo jogador de futebol americano Tom Brady, seguido pelo músico Jay-Z, o ator Daniel Craig e o senador americano e pré-candidato presidencial Barack Obama. " In Entresseio

Ups! Se calhar não devia ter feito isso. Eh! Que se lixe. Esta semana tive que levar com “notícias”, no Telejornal, pago por todos nós, como aquela de um autocarro, com peregrinos espanhóis, que perdeu os travões e o condutor, para o travar, fez com que esse embatesse no rail de protecção da auto-estrada. Milagre?! Eu diria que a destreza do condutor. E já agora, porque é que isso tem direito a 3 minutos de antena?! Ficaram, ligeiramente, feridos 3 pessoas, ainda por cima espanhóis?! Quantos portugueses morrem por dia nas nossas estradas?! “ Se não fosse Nossa Senhora e Santo Papa, isso não tinha acontecido!” Disse o responsável pelo grupo de peregrinos. Pois não, muito possivelmente estariam num sitio muito mais agradável do que num autocarro, no meio de auto-estrada portuguesa.

Momento Bruno Alves da semana - anterior momento Pepe!

Ontem, senti muito medo. Não, o ar da ARICA (aparelho respiratório) não estava a acabar enquanto tentavam controlar as chamas. Não, foi pior do que isso: quando Queiroz começou a ler a lista de pré-convocados para o Mundial de 2010, eu pensava que ia ser convocado. Quem teve o azar de me ver a “jogar” futebol, por essa altura deve de estar muito perto de entrar em coma anedótico, se é que existe tal termo. É que no meio de Sereno, Rui Patrício, Duda ou Petit, podia aparecer um Jordão que ninguém levaria a mal.



A página 33 do Açoriano Oriental de hoje, 6 de Maio de 2010, day after Ney Matogrosso, por vezes traz equipas dessas.

E agora, só para descontrair fique com uma Kima…

Não há Kimas?! Então vai uma Pepsi:

Momento Bruno Alves da semana - o tal que subiu ao segundo andar para marcar um golão!



Retirado daqui.

E só para aqueles que teimam em dizer que o benfica não é sempre favorecido, em tudo e mais alguma coisa: no dia a seguir ao FC Porto ter enfiado três marretas, a jogar com menos um e com um equipa de reservas, qual é a noticia em destaque, no Sapo.pt, por exemplo?! Eu ajudo: "Di Maria é o rei das assistências"

Isentos, não?!

Momento Bruno Alves da semana

"Vai festejar prá P... que... bem longe daqui!

Momento Bruno Alves da semana

Antes de tentar fazer isso em casa, favor digite no seu telemóvel o número dos bombeiros da sua área residência, ou mais perto do murro em causa e tenha o seguinte discurso preparado:

-Bom dia, boa tarde ou boa noite, conforme a hora e o fuso horário do local; chamo-me…Eu acabei de ter um acidente. Estou com o pé encarcerada numa parede e não existe mais feridos. Encontro-me aqui junto ao…

E só desligue se o operador assim o pedir. Espere calmamente pela chegada dos meios ao local. E já agora comece já a pensar em olho irá usar a pala de pirata no próximo Carnaval.

Momento Bruno Alves da semana - anterior momento Pepe!



"O mais caricato neste assalto foi a forma como foi feito o roubo. O ladrão munido de uma marreta abriu um buraco na arrecadação do Profij, anexa ao Bloco A, e levou consigo um depósito de gasolina com 10 litros de combustível. Esperamos que o preço do crude deixe de aumentar nos mercados internacionais para que situações destas deixem de acontecer! Ao ladrão, provavelmente nosso conhecido, desejo bons passeios na sua viatura."

Autor: C.E Data: 24/03/2010

Obrigado Paulo pela chamada de atenção.

Noticia e imagem retiradas daqui.