Hipoglicemia - um azar nunca vem só!

"Bombeiro atropelado em passadeira frente ao quartel"

"Um bombeiro de 36 anos foi ontem atropelado, pelas 17 horas, em frente ao quartel, na Rua de São Gonçalo, quando atravessava a passadeira.

Segundo apurou o Açoriano Oriental junto dos Bombeiros de Ponta Delgada, trata-se do mesmo bombeiro que já havia caído de uma escada e fracturado um braço no combate ao incêndio nas antigas instalações da RTP-Açores, em Fevereiro passado.

Desta vez, tinha uma perna fracturada e escoriações quando foi transportado para o hospital. Segundo testemunhas do acidente, o bombeiro foi projectado vários metros após o embate com o automóvel e, entre os seus colegas, aumenta a indignação em relação à falta de segurança numa passadeira onde já se registaram vários acidentes e os ‘sustos’, dizem, são diários."

As melhoras meu caro companheiro!

Notícia retirada do AO de hoje, 17 de Maio.

4 comentários:

Anónimo disse...

Passo 4 vezes por dia (mínimo) naquela rua. Assusto-me, vigio, reduzo... tão fácil colocar semáforo para com "botãozinho" de selecção de peão aguardar por verde e atravessar!

Ah... e que tal colocar em funcionamento o semáforo de saída de emergência dos bombeiros. Amarelo intermitente 24/24 horas não significa nada! Conhecem o vermelho? Aprendam com os bombeiros americanos, ali ao lado nas Lajes/Terceira.

Flutuações da mente disse...

Estas passadeiras ao pé da referida, têm trazido muitos problemas.
Vi o choque do condutor e prevejo as dificuldades do colega bombeiro.
As melhoras!

Anónimo disse...

o governo ou o raio que os parta foi fazer uma inutil ponte ao pé do hospital em vez de a fazer ao pé dos bombeiros onde diariamente atravessam centenas de pessoas, a maioria jovens da escola secundaria.Tá mal

Sandra Medeiros disse...

Eu que utilizo todos os dias as passadeiras junta à Rotunda de S. Gonçalo deparo-me com o mesmo problema - excesso de velocidade por parte de alguns condutores, no entanto, é preciso também saber utilizar as passadeiras. Há quem pense que por haver uma passadeira é atravessar e pronto, não é, é preciso que o carro pare e como também sabemos mesmo que se vá a 40 ou 50 km é preciso espaço para parar e por isso tudo, só atravesso quando os carros estão mesmo parados. Como condutora e que passo no local do acidente pelo menos 2 vezes ao dia deparo-me com várias pessoas a atravessarem sem terem o duvido cuidado, principalmente por volta das 7h45. Todo o cuidado é pouco.