Mostrar mensagens com a etiqueta Xôer que sim. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Xôer que sim. Mostrar todas as mensagens

Xôer que sim

Eis um belo dia para por esse belo anuncio de intervalo:

Xôer que sim - Mentos dá-te asas!



Oleksandr Salyuk - decoram esse nome - ainda por cima o número 9 no seu Ford Fiesta S2000 vai distribuir mentos - quiçá de vodka - por essas estradas a fora.



Obrigado Paulo pela foto e pela informação!

Xôer que sim - 11 do 11 de 2011

Não vou escrever do capicua ou do S. Martinho. Prefiro Angola e o seu Bonga.





Pronto, nem tanto mas como hoje também é o dia de Independência de Angola. Estou tão emocionado que até fiquei com...

Xôer que sim - é tempo de diálogo.






Tudo isso retirado do AO de hoje, 9 de Novembro.

Xôer que sim



Era. Porque agora...




Amanhã ali prós lados do hospital.

Xôer que sim

No dia em que um astróide quase que nos visita, ficamos a saber que Victor Espadinha vem cá. Sim, eu sei, que ele não passa de uma recordação mas vai estar na Maia - bela terra - na noite de São Martinho - ou lá perto - pelas 20:30 no Centro Social e Paroquial da Freguesia. A ementa (paga) destinada a comemorar o São Martinho vai incluir iguarias gastronómicas típicas desta época do ano, como caldo verde com chouriço, pão de milho, vinho e castanhas.

Xôer que sim

Joaquim Bastos e Silva, um das Prova das 9 juntamente com Gilberta Rocha, Álvaro Borralho e Rui Goulart, às quartas na RTP-A disse, e muito bem: “Estamos com um doente em coma, que é Portugal, que tem que levar 10 miligramas. E depois estamos a discutir se é na veia, se na língua ou se é noutro sitio”.

Meu caro Joaquim, se emigrasses para os Estates, serias o Jack, mas isso agora não interessa nada, isso que disseste está muito certo, o problema é que falta mandar os políticos, todos eles, por esse Europa fora, levar "noutro sitio". Mas bem longe daqui.

Xôer que sim

Dash Q-200, da Sata, aterrar no Corvo em 130 metros, não é para todos:

Xôer que sim

O senhor A. F. Mota Oliveira, um pouco como todos nós, está...

..."Sem Dinheiro"

"Há pessoas que não compreendem o que está a acontecer presentemente, devido à viragem registada na política económica seguida pelo actual governo. Aquilo que motivou a viragem é consequência directa da falta de dinheiro, ou melhor, da falta de fontes de financiamento.

Dantes, o crédito era abundante, tanto que as restrições colocadas na sua distribuição eram mínimas, ou simplesmente não existiam. Vivia-se num ambiente de grande facilitismo, o que fez com que muitos agentes económicos e o próprio Estado se endividassem sem cuidar de saber como iriam depois reembolsar os financiamentos.

A política do endividamento não é em si própria uma operação económica condenável, desde que a riqueza gerada por esses meios financeiros permita realizar os reembolsos. Importa, também, relacionar as taxas de crescimento da economia com as taxas de juro dos empréstimos. As taxas de crescimento da economia devem ser superiores às taxas de juro dos empréstimos. Como nem sempre estas condições são devidamente observadas, o que acontece a seguir é, geralmente, inevitável: o recurso a novos financiamentos até se chegar a uma situação extrema que leva os mercados financeiros a fecharem a torneira do crédito.

O endividamento do Estado foi basicamente resultado de políticas económicas expansionistas que tiveram por objectivo suprir a crise económica internacional. A falta de rigor e controlo das medidas que fizeram parte desta política originou um défice público monstruoso. Tudo isto aconteceu muito rapidamente, nos últimos dois a três anos. A situação tornou-se muito crítica, o que levou os mercados a deixarem de comprar dívida pública ou a exigir taxas de juro elevadíssimas para continuarem a fazê-lo. Chegou-se, num ápice, a uma situação completamente insustentável.

A Comissão da União Europeia actuou inicialmente, exigindo o cumprimento das condições impostas aos países membros da moeda única, no sentido da observância das metas acordadas para o défice, inferior a 3% do PIB, e para a dívida pública, que não poderia ultrapasse os 60% do PIB. Quando se deu conta de que o país estava a resvalar para uma situação próxima da bancarrota, foram a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional que disponibilizaram uma ajuda financeira destinada a suprir a falta de financiamento da economia, colocando no entanto condições.

São estas condições que o país tem de cumprir para que a ajuda se mantenha. Sem alternativas, ao governo só lhe resta seguir uma política económica de carácter estruturante, única, capaz de produzir efeitos positivos neste quadro, mas para isso muita coisa terá de mudar, pois não é possível alcançar bons resultados mantendo inalterado o contexto de funcionamento da economia. Na gíria futebolística, quando uma equipa deixou de ganhar a opção normalmente seguida é mudar de treinador, para que as tácticas de jogo mudem e os resultados passem a ser diferentes. É isto que está a acontecer em termos económicos, uma mudança de paradigma, mas para isso é necessário contar com a adesão das pessoas. A regra da imposição, pura e simples, pode não conduzir aos melhores resultados, razão pela qual o governo deve procurar explicar às pessoas que, no actual quadro económico, só existe uma saída, a da austeridade, como forma de conseguir reequilibrar as contas públicas.

Só depois de cumprido este objectivo é que será possível fomentar o crescimento económico, uma vez que é inteiramente plausível que os mercados financeiros tenham entretanto mudado de opinião. Até lá, temos de compreender que o esforço que está a ser exigido é incontornável, daí que não valha a pena protestar para manter de pé tudo aquilo que nos conduziu a esta situação. Haverá quem nunca o entenda, mas quem assim pensa deveria explicar como se consegue, sem dinheiro, repito sem dinheiro, seguir outra política económica.

“Casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão”. É verdade, mas ralhar sem razão parece ser um desperdício de energias e de tempo. Sem dinheiro não existe espaço político para outras escolhas."


E vai dai escreveu esse texto no AO de hoje, 26 de Outubro. Não deixa de ter razão. Mas a "crise" é muito mais do que isso e não pode servir de desculpa para muito daquilo que nos andam a fazer.

E depois há aquela máxima: "Uma imagem vale mais do que mil palavras!" E uma cartoon vale mais ainda umas duas ou três. Principalmente de for do Henrique:

Xôer que sim

Está resolvida a crise:

"Caixa Geral de Depósitos tem 1300 milhões de euros de Kadhafi"

EU não percebo muito de leis mas lembro-me que quando o meu avô morreu o querido estado português ficou com uma boa maquia daquele muito pouco que os meus avôs pouparam durante a sua vida toda. Portanto podemos fazer o mesmo ao senhor Muammar Abu Minyar al-Gaddafi

Xôer que sim



Mais uma retirada daqui.

Xôer que sim - Onda verde?!!!

Está em brasileiro pois o e-mail vem de lá mesmo, e também por isso vale mesmo a pena ler até ao fim:

Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:

- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico são nocivas ao meio ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:

- Não havia essa onda verde no meu tempo.

O empregado respondeu:

- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.

- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas, esterilizadas e reutilizadas, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as mesmas garrafas, umas tantas vezes.

Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o um carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisávamos ir a dois quarteirões.

Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas e não estas máquinas bamboleantes de 220 volts.

Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a tela era do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que, não se sabe como será descartado depois.

Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo frágil para o correio, usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama. Era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia usar esteiras que também funcionam a eletricidade.

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.

Recarregávamos as canetas com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Usávamos navalhas, ao invés de aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.

Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos.

E não precisávamos de GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Minha geração VIVEU uma onda verde!

Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não queira abrir mão de nada para viver um pouco como na minha época?

Muito abrigado primo pelo e-mail.

Mas ainda há mais: ou sou do tempo, que na minha casa ainda é bem actual, de adubar o quintal com os restos das podas e de outra matéria orgânica. Ah! E os meus animais doméstico também ajudam a reciclar. Os ossos sempre fizeram bem aos cães. Não é de um momento para outro e por pressão de uma empresa de razões para cães que isso vai mudar...

Xôer que sim



A página 40 do Açoriano Oriental das sextas-feiras por vezes tem disso. Hoje, 9 de Setembro também teve.

Xôer que sim - "Ciclistas na ciclovia, peões no passeio"

"Desde que o prolongamento da nossa Avenida Marginal passou a ser uma realidade, muitas são as pessoas que optam por utilizá-lo como forma de fazer desporto ao ar livre. No entanto têm comprovado que não sabem utilizá-lo devidamente. É típico dos açorianos queixarem-se por estarem atrás da Madeira e do resto do país, fazendo exigências ao nosso Governo para não sermos vistos como “os coitadinhos dos ilhéus, que, para além de não se perceber nada do que dizem, vivem ruralizados”.

É um facto que as mudanças chegam e que a Região evolui, mas as mentalidades não acompanham esse processo. Isso vê-se diariamente em inúmeras situações, concretamente na utilização das ciclovias: talvez pelo facto de o piso ser mais “fofinho” e agradável aos pés, facilitando a prática desportiva, muitos são aqueles que fazem a sua caminhada ou corrida na faixa supostamente destinada aos ciclistas.

“E tem algum mal?”, poderá perguntar o leitor. Pois bem: não é a primeira vez que um ciclista cai por bater num marchante que, ou por estar distraído a conversar, ou por ter phones nos ouvidos, ou simplesmente por estar pensativo, não prestar atenção à sua aproximação, mesmo quando ele vem dizendo já lá do fundo “com licença”, num tom que vai aumentando gradualmente quando vem tocando na campainha, ou mesmo quando trava sonoramente metros antes. Já houve quem tivesse de se deslocar ao hospital para receber assistência. E, tal como um trabalhador de uma empresa que fechou portas, o ciclista ficou prejudicado, sem ter tido culpa nenhuma – estava apenas a cumprir o seu papel: o de pedalar na faixa que foi generosamente construída para ele…

Portanto, senhor leitor, a resposta à sua pergunta é “Tem, sim senhor!”. Se cada um respeitar o seu lugar, evitar-se-ão acidentes deste género. Para além disso, tornará a prática desportiva naquele local mais agradável para todos e certamente mais fácil, pois não terá de haver tantas travagens, contornos e “vira-que-tornas” para se chegar ao destino. Basta pensarmos no princípio de base: se os carros andam na estrada, os ciclistas andam na ciclovia e os peões no passeio.

Não faz isto sentido?! Juntos poderemos tornar a nossa convivência social bastante mais agradável e saudável. Aí, sim, seremos evoluídos! Márcia Dias Sousa"

Isso tudo no Açoriano Oriental de hoje, 26 de Maio!

Xôer que sim

Hoje assinala-se, ao mesmo tempo, os 20 anos da visita de João Paulo II cá e a morte do Bob Marley. Que festa deve estar acontecer lá em cima.

Xôer que sim

Cavaco Silva um dia desses disse: "Estar na final da Liga Europa dois clubes europeus é inédito! Como os outros países da União Europeia nos vão invejar!"

Xôer que sim

"(José Socrates) é como abrir um ovo da Páscoa e descobrir a prenda que lá está dentro. E a prenda que lá está dentro é o PSD."

“Mas atenção: querem ajudar de uma forma muito especial, juntando no mesmo Governo todos os que provocaram a crise, o verdadeiro arco da irresponsabilidade”

Tens toda a razão Francisco mas esqueceste de uma coisa: tu também és responsavel por essa crise. Tu, o Portas e o seu gang, a cassete do PCP e por ai fora!

Ainda está relutante em votar em branco?