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Uh Ah You touch my tralala

"O meu noivo e eu reservámos um quarto com duas camas, mas fomos colocados num quarto com cama de casal. Agora estou grávida e considero-vos responsáveis (...)" Haveria melhor forma de começar um post dedicado ao dia de amigos do que essa queixa de uma turista inglesa, publicada no The Daily Telegraph?! Eu acho que não. Continuamos então com mais uma maravilha expressão: “Está escrito na bíblia: “Dê de beber a quem tem sede.” E se Ele quisesse que bebesse-mos água Ele não teria transformada água em vinho!” Artur Carvalho, candidato ao recorde dos 100 metros Carlsberg. Ainda temos tempo de dizer como é que minha avô chama, agora, Cavaco e Silva. Quer dizer...acho que não posso dizer aqui mas que começa em filho e acaba em puta) Ah! E por fim fiquem com uma musiquinha à maneira!

Uh Ah You touch my tralala

Hoje apetece-me Thom Yorke, só porque acabei de ver L'Auberge espagnole ou, se preferirem, Una casa de bojos.

Uh Ah You touch my tralala



Será a dança da chuva, com um taco na mão?! Eu acho que não. Também acho que é uma foto muito mal conseguida, essa do AO de hoje, 22 de Março do ano da graça de 2012.

Uh Ah You touch my tralala

Se New York é a "cidade que nunca dorme" Ponta Delgada é a cidade... Ponta Delgada é cidade?! E a Lagoa?! Não entendo esse país: como é possivel dizer, nos mesmos 92090km², a Vila de Sintra (377 837 habitantes - 2011) e a "cidade" da Lagoa (14 416 habitantes - 2011)!? Enfim. Aonde é que eu ia? New York, não dorme e tal. Pois bem, Ponta Delgada, ou como alguns lhe chamam: "o recreio da Bertinha", também têm o seu ar de cosmopolita. Cosmopolitasinha. Uma nisca de cosmopolita, vá. Pronto, só por ficar bem aqui no post é que eu colei, na mesma frase, as palavras Ponta Delgada e cosmopolita.

Basta acordar, um pouco mais cedo, e eu, um rapaz do campo, gosto imenso (ler sem ironia, se faz favos) disso. De que outra forma e em que outro sitio, seria possivel ver, no mesmo passeio, dois indivíduos (para usar a linguagem técnica), com a testa colada na porta da frente do seu prédio (presumo eu) mas sempre em pé e, ao mesmo tempo, tentando adivinhar o código de entrada. Mais a baixo um casal passeava romanticamente de mão dada e a carinhosamente a trocarem beijos. Com um amanhecer como o de hoje, até parecia agradável à vista, não fosse o facto do senhor transportar, na outra mão, um taco de baseball - lá está: as referências à cidade do Empire State Building não param nesse post. Pena ter sido o Benfica, o taco, porque se fosse dos Yankees seria bem mais interessante. E o passeio, matinal, muito mais cosmopolita.

Mas, como a acordar-me para a realidade, eis que, e de um momento para o outro, oiço o berrar de um bezerro. Sim no meio da cidade. De um não, de vários. Eram pouco mais do que os que saiam do KBar?!

Como é bonita a nossa cidade. E de manhã ainda mais. Aproveitem-na como deve ser.



Imagem retirada daqui.

Uh Ah You touch my tralala

E agora, para desenjoar, algo completamente diferente: um vídeo do Youtube. Ou melhor dois. Mas um é um músiquita por isso não conta lá muito. E o outro são 5 minutos ou menos.





Pronto não resisto. Aqui vai mais um:

Uh Ah You touch my tralala - literalmente

Havia outra forma de começar o ano?! O haver havia mas pronto, fica assim mesmo - de Mankini na RTP Açores:



Imagem aqui do Candilhes.

Uh Ah You touch my tralala

É disso que a minha galera gosta:

Uh Ah You touch my tralala - Bananarama e a Herdade da Pimenta

Lembram-se desse "Classic" dos "Middle 80's". Pois agora não tenho para falar dele. Mais à frente, quem sabe?

Vou escrever, ou tentar escrever, sobre esse ultimo fim de semana. Prometeram-nos provas mas agente sai de e temos que provar que não conseguimos conduzir. Tarefe facilitada pois aquele copo ao pescoço diz muito.

Pois bem. Foi nesse estado que o nosso Marim (lembram-se dele com certeza, daqui do Candilhes) cantou à sua Maria - que por acaso chama-se Néne - o seguinte:
*
I'm your penis your desire




E pronto foi assim o fim de semana onde as estrelas maiores, além do dito do Marim - acho eu - foram o Paulo com o seu excelente - na segunda feira já estava a bater-lhe à porta para ter uma caixinha - Herdade da Pimenta e o senhor dos ex 140 kg da Herdade do Perdigão. É que às 20:00 ele já tinha o "tasco fechado" e só abria para agente ou para os nossos amigos. Meu caro pra próxima avisa quando chegares. O cozido das Furnas é por nossa conta. É que respostas a perguntas como: "Esse vinho tem deposito" - "Oh meu amigo, eu também estou cheio de depósito!" Vão ficar para sempre gravadas na nossa memória. Parabéns a esses senhores e que venha ele pró ano. Ainda não falhamos nenhuma.

Uh Ah You touch my tralala

"O domingo é o melhor dia para ver televisão: Na SIC sinto-me magra e na TVI sinto-me inteligente. Muito inteligente!"

Nélinha - mulher do nosso Marinho.

Uh Ah You touch my tralala - caliente

Se a comida mexicana já era picante. Agora então...

México: Cheias no estado de Tabasco!


Depois, se calhar vão precisar disso:





Uma sanita com uma vista... sobre Ponta Delgada. Imagens do fórum intimo, muito intimo do Candilhes.

Uh Ah You touch my tralala

Porque o saber não ocupa lugar, fiquem com as regras de um verdadeiro desporto:

Uh Ah You touch my tralala

Os próximos dois vídeos são possivelmente os minutos mais abixanados da história da televisão portuguesa, desde daquela celebre reportagem aos Village People no Bom Dia Açores com o Pedro Moura. Devo avisar que os vídeos podem causar mazelas aos mais sensíveis - quer dizer, aos menos sensíveis. Pelo menos assim foi nesse último domingo, lá no quartel.






Um momento, por favor, recebo agora uma sms a dizer que aquilo, no Bom Dia com o Pedro Moura, não eram os criadores do Macho Man mas sim alguns elementos da Boy band criada na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores. Esses grandes malucos que criaram temas inesquecíveis como: "Deficiente mas pouco" ou "Parto-te o pescoço, enquanto como amendoins"

Uh Ah You touch my tralala



Um vídeo retirado de alguém que toca muito no meu tralala.

Ainda está relutante em votar em branco?

Uh Ah You touch my tralala

Ontem havia duas coisas que eu sonhava: uma delas era ir a Dublin dia 18 de Maio; a outra era um dia ver algo meu publicado no Açoriano Oriental. Sem erros - só para variar - e em português. Concentremo-nos nas boas notícias: a passagem já está marcada.

É que não está fácil. A qualidade é deveras elevada e a fasquia humorística, apresentada no mais antigo jornal português, está mesmo lá em cima. Só com muita sorte e com uma escada de gancho é que lá vou. O problema é que não me dou bem com aqueles 13 dermos ou degraus de 15 centímetros de largura. Doí segurar e descer pelos banzos, só por isso.

Um dos últimos exemplo vem do senhor Calado. Manuel Calado. Alguém que começa um texto assim, deve ser uma pessoa muito bem disposta: "O meu amigo filósofo de Agua de Pau". Filósofo?! Em Água de Pau - terra do suíno mineiro?! Sim senhor. Já não lia nada assim tão divertido desde o programa eleitoral do Sócrates - aqueles 150.000 postos de trabalho vão ficar para sempre na memoria. Doravante: "Convidou-me para ir tomar um copo da sua lavra ao seu mini-farm, em dia de Páscoa". "Mini-farm" Muito bom. Com essa o senhor Calado bateu no topo. As conferências de empresa do "não" electricista Jorge Jesus não têm metade da piada.

Eu podia aqui dissecar o resto do texto, publicado essa semana no nosso melhor diário, mas isso só diminuiria as hipóteses de um dia (e só por um dia) ter aquele espaço. Mas há uma frase que merece especial atenção. Preparados ou não, cá vem ela:

"No seu minifarm, o meu amigo cria coelhos, galinhas poedeiras e frangos de comer, um galo pedrez, que toma conta do serralho galináceo, e uma cabrinha simpática, branca e de longos tetos, que come de tudo, berra quando é preciso"

E pronto, a cota de escribas zoófilos já está preenchida. Resta saber que se ainda há lugar para algum bombeiro.

Uh Ah You touch my tralala - ao palerma do Otelo

No que toca a ler com prazer, há duas siglas que não encontram paralelo: JNAS e RIP.

O próximo texto é do segundo:

"Havia uma seita religiosa, os chamados cristãos cátaros, que tinha um costume encantador e profilático. Assim que um moribundo recebia a extrema-unção, uma piedosa comitiva de abafadores apressava-lhe a morte aplicando uma almofada sobre o nariz e a boca, não fosse ele ter a tentação de pecar já depois do perdão dos pecados. As pessoas vivas têm uma aborrecida tendência para pecar que as distingue das mortas, que são invariavelmente mais sensatas. Não havendo, na democracia, a figura higiénica do abafador, Otelo pôde continuar a pecar depois de ter participado na Revolução dos Cravos, feito que garante a redenção de qualquer alma. É justo. O dia 25 de Abril deu-nos a liberdade toda, incluindo a liberdade de sermos uns palermas. Por isso, muito obrigado, Otelo. E continue a desfrutar, se tem mesmo de ser."

RIP in Visão de hoje, 29 e Abril de 2011.