Já pecaram tudo o que tinham que pecar?! Então venham cá que vou dissecar o ultimo texto do meu amigo João Nuno que o Açoriano Oriental publicou. Mas não da mesma forma que vemos nos filmes em que os alunos dissecam as pobres rãs. Até porque na minha escola não tínhamos material para isso. O que fazíamos era explodir com elas, com um cigarro emprestado pelo professor. Eramos tão felizes naquela escola. Os batráquios saltadores e nadadores é que não. Continuando, eu também não vou implodir, ao contrário, o texto do João. Vou só dizer por palavras muito simples porque não concordo com ele. Até porque estou a escrever sobre um dos melhores escritores da nossa praça. Aliás, estou sempre a dizer isso: se tivesse metade do jeito que o João Nuno tem para escrever, casava-me. Está quase. Casar sim, não o jeito para escrever. Isso nem quando terminar a Universidade Sénior.
Eu não disgosto do projecto, não! Não me leve à mal cara! O problema foram os 650 mil euros. Ou seja 3 Kombi e meia de reais. Coisa pouca. Até porque acho piada aos desenhos, mas preferia em castanho. Depois era carregar no autoclismo e tudo desaparecia. Ficando os 7 milhões para, por exemplo, construir o Quartel dos Bombeiros no Faial e a outra metade para equipar os outros quartéis das ilhas do triângulo, tão necessitados.
Querem mais argumentos. É que até Francisco César concorda - e quando ele concorda, só por sim, já é uma boa razão para discordar. Vejam lá o que escreveu, ou ele ou alguém pago por ele, no Açoriano Oriental:
"A meu ver, tendo em conta a recuperação do espaço e património, a dimensão regional do projecto, o número de postos de trabalho a criar e as externalidades positivas que daí surgirão, sobretudo ao nível do turismo, esta nova valência revela-se de essencial importância para a afirmação do destino Açores." Realmente um posto de trabalho altamente remunerado foi criado. Agora gostava de saber, ou talvez não, o que é que se faz com 650.000€ e 103 anos. Uma mistura maluca, eu sei. Mas é melhor não pensar mais nisso.
Esse pequeno episódio de 7 milhões de euros faz lembrar um do senhor que de tão poderoso que, bastou o Mourinho aterrar em Lisboa para cortar-lhe a opinião, o senhor ex tudo e mais alguma coisa, Pedro Santana Lopes com o seu canadiao Frank Owen Gehry. Só com uma pequenina diferença: o arquitecto escolhido pelo playboy não viu Vasco da Gama desembarcar em Brasília. Estou a brincar. Não foi em Brasília mas sim a 1148 km ou 616 milhas marítimas, no Rio, que Oscar Ribeiro de Almeida de Niemeyer Soares Filho e os seus acenavam ao grande navegador português, de sunga.
Voltando ao texto, JNAS demostra toda a sua optimismo e ousadia, tudo isso em quatro palavras: "É uma lenda viva". E pronto, eu acho que não haveria melhor maneira de terminar.
15 comentários:
A noiva sabe que vais casar?
Sabe sim senhora. Só não sabe a data!
Mas está para breve!
Lolol como é possivel saber que se vai casar e não saber a data????
É uma noiva invejada com toda a certeza :-)
Caro Jordão,
fico feliz que assim seja.
Parabéns ao casal.
Caro Jordão,
fico feliz que assim seja.
Caro anónimo, não é preciso que ele (Jordão) pense a quem diz as suas coisas do seu foro pessoal porque, como bem leu ele anunciou que se vai casar desta forma ....."Aliás, estou sempre a dizer isso: se tivesse metade do jeito que o João Nuno tem para escrever, casava-me. Está quase. Casar sim, não o jeito para escrever. Isso nem quando terminar a Universidade Sénior", não é preciso ser do foro íntimo dele para saber.
Caro Jordão... ades pra ti!
Para vocês (anónimos) eu, ou tenho um excelente emprego ou estou desempregado. Decidam-se, sff!!!
Jordão,
"Falem bem ou falem mal, o importante é que falem de mim"!
Abraço,
João
Muito bem dito!!!!!
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