“Estreie-me: não foi tão difícil como suponha
Uma aposta/promessa ditou a minha estreia na “missa das seis da manhã”, no Farias, da Ribeira Grande.
Quase no fim do almoço de sábado, por regra uns “chicharinhos”, no “Cigano”, ali em frente ao já totalmente atulhado molhe do castiço porto da Calheta de Pero de Teive, já tranquilizado com a bênção de Baco (sumo de uva, de cheiro, vindo, dizem, da Fajã do Calhau) e olhando o relógio por forma a não perdeu o CDSC vs Portimonense, em dia de chuva e vento, de tal forma que nem a pala da bancada central evitou uma valente molha, um amigo, que comia na mesa em frente, disse em voz alta para todos ouvirem:
- Se o Santa Clara ganhar esta tarde, amanhã vou à missa das seis à Ribeira Grande!
Explicada de que missa se tratava, e que a “capela” era o Farias, logo lhe retorqui:
- Se ganhar, mas só se ganhar, liga-me para casa que vou lá ter contigo.
E assim foi. Por volta das 20:00h do sábado lá recebi o seu telefonema, acertando a hora, e lembrando que ele, sacristão daquele templo, não faltaria. Acrescentou também que; se eu iria ou não, logo se veria! Ele é que, telefonando-me, já fizera a sua parte, e como bom "sacristão" não faltaria.
E lá fui eu, hoje, logo pela manhã, para aquilo que julgava ser um sacrifício difícil. Mas não foi!
Claro que não é como o leite e os cereais do dia a dia, mas um dia não são cem dias, e foi por uma boa causa!
Marchou a sopa de carne (quase toda, porque com a conversa, ao arrefecer, já não estava fácil terminar com o fundo do prato). Marchou também uma boa costeleta de porco, um bom naco de carne de vaca, as rodelas de chouriço e de morcela da conta, e três “meizinhos”; um por conta de cada golo, o último, o mais apetecido (até porque o golo correspondente foi um espectacular exercício de simplicidade) acompanhado com queijo de São Jorge e pão acabadinho de sair do forno.
Às 8:30 estava a cerimónia terminada, e eu com um anormal pequeno-almoço tomado, que acabou não sendo, como já referi, tão difícil como suponha (e a melhor prova do que digo é que aqui estou, quase logo de seguida, a relatá-lo).
Já de regresso a casa no auto-rádio passava o “Dilalah”, do Tom Jones. Não sei porquê – será porque já não ouvia esta música há muitos anos? Ou terá sido mais uma vez obra de Baco? -, até porque é género que pouco aprecio, dei comigo a cantarolar a canção, que naquele contexto, até parecia musica celestial.
Não me custa voltar a fazer promessas destas: venham mas é mais vitórias!”
João Pacheco de Melo no seu: O lugar da Ponta Delgada.
11 comentários:
Daqui em diante vais ter de comer muita sopa porque só vai dar vitórias
Saudações Santaclarenses
Em vez de ir emborcar sopas e vinhaça para a R.Grande, o Pacheco de Melo devia era denunciar o perigo e a insegurança das bombas atómicas na cabeceira do aeroporto de PDl. Sobre isto o gajo nada diz e até PASME-SE fechou os comentários do seu blogue, só porque alguem e muito bem lhe perguntou se ele recebia senhas de combustivel para estar calado. Não sei se ele as recebe ou não, mas o facto que registo é que o Pacheco de Melo calou-se.
Há um asno, não só asno como um asno cobarde, que de há uns tempos para cá vem zurrando para que outros denunciem aquilo que ele, cobarde, não só não é capaz de o fazer (tampouco consegue explicar exactamente o que pretende), como também, nem para “dar a cara” pelas “encomendas” que fás, hombridade tem.
Asnos são asnos, e asnos há que, não satisfeitos com a sua condição de asnos, com os seus doentios “pegadilhos”, e ainda com a sua monstruosa cobardia, para além de asneirarem compulsivamente, inventam e mentem.
São tão asnos que vão ao ponto de se pensarem suficientemente importantes para originarem o fim da caixa de comentários de “olugardapontadelgada”. Pobre asno!
ps- peço desculpa aoJordão pelo lixo que atrai para aqui.
João Pacheco de Melo
Caríssimo João Pacheco de Melo
Esteja à vontade nessa casa de má fama mas que preza, e de que maneira, a liberdade e a democracia…
…um momento por favor. Vou ali ao telefone e já venho…
…era o Santa Lopes. Aonde é que eu ia?! Não interessa, a partir de agora e segundo o que o nosso ex primeiro me disse, está instalada a lei da rolha aqui no Candilhes. Trocando por miúdos, da próxima vez, que sei que haverá muitas mais, for à minha Ribeira Grande, ao Farias, comemorar os golos do nosso Santa Clara, vai ter que me oferecer um meiozinho.
P.S. – prometo que me apresento.
Um abraço
Amigo red boy
Vamos todos comer muitas sopas. Era uma tradição bem interessante de se cultivar: comer sopas à Ribeira Grande, para comemorar os golos do Santa Clara, no Farias, esse mítico local onde diferentes gerações se encontram. Uns vindos da noite, outros a começar o dia!
Como o Pacheco comeu e calou, à falta de argumentos estalou o verniz e deu azo à sua esmerada educação. Caso para, na mesma moeda, retorquir: Caguei-te Mariano!
Anónimo ou não; O certo é que quem quis deitar abaixo o Pacheco fez o contrário e em jeito de provocação teceu um elogio que nem mesmo eu que sou seu amigo me atrevia...
Querer(e não se sabe o que verdadeiramente queria...)que o João Pacheco(mesmo com o seu Santaclarismo militante e as suas qualidades intelectuais e humanas)deita-se por terra os tanques da doca, a nato e tudo o mais, que há décadas colhem o apoio de forças poderosas( que só caem com a preserverança e luta que a Junta de freguesia de Santa Clara faz)e não com gestos individuais, imediatos, por mais voluntarismo que alguém tenha...
Por isso mesmo com toda a cobardia e verborreia "dos tristes" falharam o alvo, e só desejo "boas sopas" que é sinal que o Santa Clara ganha os jogos.
Açor
Viva à Sopa em prol dos golos do SANTA CLARA
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Sempre gostei de ler o que escreve o João Pacheco de Melo, especialmente quando o assunto lhe requesita a alma. Como se pode ver nesta caixa de comentários e naquilo que nela originado saltou para o Lugar da Ponta Delgada, o homem é directo e duro como uma rocha quando lhe pisam os calos.
Pena que dê muita importância aqueles que ele mesmo chama de jumentos, ainda por cima quando se refugiam no anonimato para provocarem ou caluniarem.
Parece de proposito aqui está um exemplo da a muita informação com alma com que o João Pacheco de Melo nos presenteia regularmente
http://olugardapontadelgada.blogspot.com/2010/03/lusitania-aproveitar-para-recordar.html
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