Sabe bem ter vizinhos destes: Máquina de Lavar

Todo o Mundo sabe que os brasileiros são muito bons em línguas. Bem o termo mais correcto será mais: razoáveis. Na média, vá. Pronto são muito más: só falam brasileiro e um bocadinho de Português. Mas não podemos generalizar: há muitos que nem isso. Mas isso é lá com eles. Quer dizer era. Agora também passou a ser nosso problema: acordo ortográfico. E para explicar naquilo que estamos metidos, nada melhor do que o nosso vizinho José Gonçalves da Máquina de Lavar, para explicar:

"A cor do horto gráfico
Com pronúncia brasileira, aqui ficam algumas actualizações, perdão, digo atualizações da significância das palavras, com efeitos a partir de 01 de Janeiro de 2010.


Testículo: Texto pequeno
Abismado: Sujeito que caiu de um abismo
Pressupor: Colocar preço em alguma coisa
Biscoito: Fazer sexo duas vezes
Coitado: Pessoa vítima de coito
Padrão: Padre muito alto
Estouro: Boi que sofreu operação de mudança de sexo
Democracia: Sistema de governo do inferno
Barracão: Proíbe a entrada de caninos
Homossexual: Sabão em pó para lavar as partes íntimas
Ministério: Aparelho de som de dimensões muito reduzidas
Detergente: Acto de prender seres humanos
Eficiência: Estudo das propriedades da letra F
Conversão: Conversa prolongada
Halogéneo: Forma de cumprimentar pessoas muito inteligentes
Expedidor: Mendigo que mudou de classe social
Luz solar: Sapato que emite luz por baixo
Cleptomaníaco: Mania por Eric Clapton
Tripulante: Especialista em salto triplo
Contribuir: Ir para algum lugar com vários índios
Aspirado: Carta de baralho completamente maluca
Assaltante: Um 'A' que salta
Determine: Prender a namorada do Mickey Mouse
Ortográfico: Horta feita com letras
Destilado: do lado contrário a esse
Pornográfico: O mesmo que colocar no desenho
Coordenada: Que não tem cor
Presidiário: Aquele que é preso diariamente
Ratificar: Tornar-se um rato
Violentamente: Viu com lentidão


E divirtam-se na transição gregoriana!"

Não nos levem a mal, caros Brasileiros, até porque gostamos muito do Brasil e até um dos colaboradores do Candilhes já está a dar frutos aí nessa outra margem do Atlântico e também gostamos muita do nome que vocês deram às anonas - fruta-do-conde - no entanto, na quinta, eu tenho muitas mas mesmo assim não me sinto um Conde. Só não gostamos de alterar a nossa forma de usar a nossa língua.

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