"Depois de ter analisado o “relatório circunstanciado” que pediu à SATA, Carlos César concluiu, numa nota hoje divulgada em Ponta Delgada, que “a responsabilidade não cabe à transportadora açoriana, mas à TAP, cujos serviços não efectuaram o check-in até ao destino final, e à Groundforce, pela demora na prestação de informações que poderiam ter evitado a situação”.
Na sequência destas conclusões, Carlos César recomendou à transportadora aérea açoriana que comunique à TAP e à Groundforce a sua “expressão de desagrado” pelo incidente, que “imerecidamente causou danos à imagem da SATA junto de passageiros e da opinião pública”.
O presidente do executivo açoriano salientou ainda que este não foi um caso isolado, frisando que a SATA “tem sido prejudicada na qualidade do serviço que presta aos seus passageiros por deficiências de serviços em terra da responsabilidade da Groundforce”.
Atrasos na partida de aviões, embarques e desembarques demorados e entrega tardia de bagagem, “em alguns casos aproximando-se o tempo de voo do tempo de espera da bagagem”, são algumas das críticas apontadas.
Por essa razão, Carlos César decidiu que o Governo Regional dos Açores também vai “comunicar o seu desagrado aos órgãos governamentais de tutela da gestão aeroportuária”."
Retirado do "mais antigo jornal diário de Portugal".
Aposto que o “relatório circunstanciado” da TAP e da Groundforce não deve ter muitas semelhanças no resultado.
1 comentário:
Olha prá TAP e para a GroundForce preocupada com o César...
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