“Gémeas de seis dias vivem numa casa nos Açores onde a água verte pelas paredes”
“Rosa Maria e Maria José são gémeas e têm seis dias. Nasceram às 16h40 do dia 31 de Dezembro no hospital do Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada. O ‘Correio dos Açores’ foi-as encontrar ontem a viver em precárias condições num quarto com a água a escorrer pela parede de uma casa (cubículo) onde, em alguns locais, chove como na rua.
É o número 8 da rua dos Milhafres, em pleno Rossio das Capelas, na ilha de São Miguel.
As duas estavam deitadas na cama ao lado da mãe Maria do Céu Rosa, 26 anos de idade, que as tinha acabado de amamentar.
No quarto só existe uma cama e três berços. Não há guarda-fato nem outro mobiliário. Sobre uma estrutura em madeira, onde se arruma roupa, está uma pequena televisão. Naquele quarto, além das gémeas com os pais, dorme outra criança, o Rui Diogo, de um ano e quatro meses.
A outra filha, Raquel, de sete anos, está na escola. O seu quarto também é uma dor de alma.”
Isso e mais amostras de uma espécie de "jornalismo", aqui.
5 comentários:
"mete dó" foi a expressão utilizada no título. tenho mt pena das gémeas, mas o que me "mete dó" é mais este artigo do joão paz e o jornal correio dos açores :S
Acabem com o RMGarantido e Eduquem os Açorianos para aos 26 anos saberem fazer contas à vida.
Há quem tenha apenas 1 pk não pode ter mais para pagar casa, educação, médicos e transportes.
Vergonha são as gémeas de uns pais destes e de uma região destas.
Não lia o CA desde Domingo, para não entrar em overdose, e agora levo com isto aqui no Candilhes? Quem é que me paga a desintoxicação?
Isto agora com a moda dos casais (?) homossexuais - sinceramente não consigo perceber desde quando duas pessoas do mesmo sexo juntas se pode considerar um casal - deixarão de existir gêmeas, gêmeos, siamêses e barbaridades no CA.
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