Está visto que escrever para o Correio dos Açores não está ao alcance de muitos. Mas ultimamente aqueles senhores e senhoras têm publicado “obras” de capital importância, dignas de um, ou mais Pulitzer. Reparem só a subtileza dessa frase:
“Esta situação é compreendida pelas pessoas, mas ao mesmo tempo não é compreendida.”
Genial não?! Pois é há dias assim. o resto da “obra” pode ser vista aqui.
14 comentários:
uma verdadeira pérola lol
Só sei que nada sei.
É mais que evidente o ódio de estimação com o Correio dos Açores. Estórias mal resolvidas decerto...
é mais estórias mal escritas...
Não temos nada contra ninguém a não ser que nos provoquem.
Mas é demais! Não se lê uma edição sem montes de erros, com montagens mal feitas, noticias sem ser assinadas, e montes de vezes manchetes desenvolvidos no canto de baixo da ultima página.
É mau um jornal nivelar-se por baixo. Queremos alguém que faça sombra ao Açoriano. Queremos jornais de jeito.
Escrever num jornal não é fazer campanha. Escrever num jornal é informar e opinar.
Pego no Correio e vejo o que li na net à 2 dias atrás. Isso não é jornalismo. É copy-paste.
Lê quem quer.
Caro fã do Correio dos Açores, como não acredito que haja um clube de fã do dito cujo, vou-lhe chamar de “jornalista” do Correio dos Açores, pode ser?! Mesmo que não possa, fica assim mesmo, só porque sim: como é que não critiquemos um jornal que tem na primeira página, com letras garrafais o seguinte: “Mortos ficam sem casa mortuária no Nordeste por causa da gripe A” ou ainda “combustíveis contaminados levam aviões para Santa Maria” – contaminados?! É que já não há paciência para tanta asneira junta!
Portanto meu caro, pense bem antes de escrever. Tanto aqui na caixa de comentários como no Correio dos Açores, pode ser? Vai fazer-nos esse enorme favor? Ah! Só mais uma coisinha: ninguém é perfeito e todos nós cometemos erros, mesmo no nosso trabalho, mas há mecanismos e ferramentas que ajudam a reduzir esses erros. Para o seu caso dou-lhe só um exemplo: dicionário, veja lá que até já os há na internet e tudo – Priberam por exemplo. Está a ver como estamos a ajudar?!
Esse argumento do “ Lê quem quer” é de uma pobreza…
Porque para já o Correio deve receber ajudas do Estado, nem que seja para pagar a catadupa de publicidade, estupidamente usada. E depois, não seria tão bom termos jornais com qualidade, isentos, independentes, feito por gente arrojada, corajosa e profissional, que ajudasse assim melhorar o dia a dia de todos nós, em vez de só melhores o de muito poucos, os dos costume: políticos e afins? Pense nisso!
Só mais um pormenor: se tivéssemos “estórias” mal resolvidas como Correio ou com alguém que lá trabalha, pode ter a certeza que não usaríamos o blog para tentar resolver. Há outros meios, legais e menos legais para despachar tal hipotética situação.
Parece-me que alguém ambiciona um lugar num dito jornal...
Uiui, é que é já seguir, mas é que é mesmo já a seguir!
Caro Jordão,
Talvez sim, talvez não, ou aliás, antes pelo contrário.
A mandar pedras ao Correio quando nem sabe escrever correctamente a pista de aviação que as mulheres têm entre as pernas...
Quero mandar um texto para o CA, para ver se me contratam, mas preciso de saber quantas gralhas, erros, imprecisões e afins devo deixar em cada linha, para ver se tenho hipóteses.
Intitule-se como metrologista em vez de meteorologista e garanto que o lugar é seu!
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