Depois do Sputnik, do Iuri Alekseievitch Gagarin (que celebraria hoje, precisamente, o 50 anos do seu passeio no espaço, isso se não tivesse falecido aos 36 anos) e principalmente depois da Laika a primeira cadela no espaço, aparece o Fernando Nobre. Nunca mais.
Mas pelo menos serviu de marco (que palavra de bonita): foi o último em quem votei. Daqui para a frente vai ser sempre em branco.
Numa entrevista dada a Mário Crespo a 1 de Março, Nobre garantia que nunca iria aceitar convites de partidos políticos:
"Não é por acaso que os altos detentores de cargos políticos deste país me têm contactado porque querem todos saber o que é que eu vou fazer. Eu tenho-os tranquilizado a todos. Partido político nem pensar, nunca. Não peço nada, nunca pedi. Por isso nunca aceitarei nenhum cargo partidário nem governativo"
Já agora, sabem que os Censos vão ser repetidos?
Registaram o Fernando Nobre como independente. (Piada do professor Sá Couto, esse Homem cá do Norte.
1 comentário:
Quanto ao nobre dos chouriços, zero!
Quanto ao Gagarin, ele não foi o primeiro: houve um cosmonauta cujo nome não me sai agora que fez a primeira órbita terrestre, só que se desmontou um pouco na aterragem e não estava em condições para o boneco.
O Gagarin veio inteiro e bem o merecia (o outro também...)
Isto digo-o porque vi num programa televisivo há alguns anos atrás, com imagens de ambas aterragens, nomes e tudo. Não me lembro do nome do programa, nem da estação que o emitiu.
Faz parte da história, mas também é bom sabe-lo. Afinal quem inventou o photoshop político? Lembram-se das fotos de família na URSS em que os presentes diminuíam à medida que os anos passavam?
De qualquer modo, comemoremos 50 anos de aventura espacial. Isto é um planeta, arrefece e ficará insuportável para a vida humana, muito mais do que já está.
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