Ruim porque eu não vou à bola com o Facebook?! Quiçá, mas isso não é crime! Ruim porque eu critiquei o PSD?! Talvez, mas isso também não é crime, agora, mas já foi. Ou acham que os que tinham um cartão de militante do PPD-PSD não eram beneficiados em programas de apoios concedidos pelo Estado. Agora é o contrário e esses mesmo senhores retiram o "D" do cartão e beneficiam dos mesmo apoios mas só que com outro nome. "Como?!" Sabendo desses programas primeiro do que os outros ou concorrendo para concursos feito à sua medida.
Ah! Ele ficou ruim pois eu critiquei o facto da "Patroa" ter ido, com os seus pontas-de-lança a Cabo Verde. " E o que foi ela lá fazer, giroflé giroflá?!" Arranjar posto de trabalho?! Três letras, numa ordem certa, respondem a essa pergunta: Não!!! "E o que ela fazer ao Brasil?!" Exilar-se, ou preparar terrena para tal?! Não seria a primeira. E todo nós sabemos como Berta Cabral prima pela originalidade. A julgar pela estação de autocarros junto à Sata na Avenida - um duzia de barreiras de transito e já está - "in your face" Niemeyer, se pensavas que com essas palavras, ditas há muito, ias mudara a face de Ponta Delgada: "Não é o ângulo reto que me atrai, nem a linha reta, dura, inflexível, criada pelo homem." estás redondamente enganado até porque já tens idade para ter juízo.
Caro Ruim, são todos iguais: PS com ou sem o "D", CDS-PP com ou sem o pólo nos ombros, o Zé com ou sem o Bloco de Esquerda! Até esse quando teve oportunidade fincou lá as garras - o problema é que nesse nobre país quem não tem unhas não toca guitarra.
"Há excepções'!" Há mas ainda não foram eleitos: O senhor Branco e o António Nobre. Se bem que o senhor Branco teve, nas ultimas eleições, 1,81%. Por falar nisso, onde estava a CNE na noite de 25 de Abril de 1974?!
Rui não fiques Ruim comigo. Isso já passa. O Problema é que leva tempo.
1 comentário:
O Rui é bom rapaz e não é de ficar ruim com ninguém. Tenho a certeza que não está ruim contigo, caro Jordão. Mas também não tás a ajudar nada para as pazes!
Há malta que é capaz de defender uma causa tão bem tão bem, que deixa de distinguir o preto do branco.
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