“Raio mata homem e mini-tornado atinge Portimão”
De imediato surge a pergunta: o que é um “mini-tornado”? e eis a resposta, do senhor João, que não faço a mínima ideia quem é mas percebe muito do assunto:
“Não existem Mini Tornados!!!
De facto não há mini-tornados! Este tipo de fenómeno (de que há diversas variantes...como landspout, tornado, tromba de água, etc) corresponde a uma tromba proveniente de uma nuvem-mãe que, em geral, é uma supercélula (mas nem sempre). Esta supercélula, pode dizer-se simplificadamente, é uma nuvem especial que adquiriu movimento de rotação organizado nos seus níveis médios. Esta rotação constitui o chamado mesociclone e é desta estrutura que, por vezes, surgem os vórtices turbulentos de mesoescala que os tornados, no fundo, são. Portanto, mini-tornados, não existem...um fenómeno ou é classificável como tornado, ou não o é...pode ser mais ou menos intenso, como já referiram, o que de facto não o torna mais ou menos perigoso. Mas há que afirmar não ser possível, de forma imediata e a partir da simples descrição de cada nível de estragos associado à escala de Fujita, inferir a força do tornado ... só uma avaliação local efectuada por meteorologistas minimamente especializados na avaliação da natureza e intensidade dos danos permitirá uma classificação relativamente fidedigno.”
Quatro minutos depois surgiu o senhor João Magalhães Domingos que, com um comentário desses, deve ser assinante do Correio dos Açores:
“Galinhas e jornalistas
Meu caro Amigo, se mo permite
Pedir aos nossos jornalistas o mínimo de conhecimentos, é semelhante a exigir a uma galinha que ganhe o Prémio Nobel.”
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