Memo d'veras

"Os trabalhadores do Metro de Lisboa cumpriram hoje a segunda ronda de três greves parciais para contestar "o desmantelamento da empresa" e defender os postos de trabalho. Em comunicado, a administração do Metro acusa os sindicatos de prejudicarem a empresa e os utentes." 2100€ ou 2500€, é só escolher. Os sindicatos também têm uma grande cota de culpa.

Isso vai como Juice

Filha da puta do astronauta! E não satisfeito fez isso: O que vale é que já estou casado. Porque senão estava lixado com um "F". É que eu não sei fazer mais nada.

Candilhes Natura

"Agricultores não fazem seguros porque não querem, dizem seguradoras"
Imagem retirada daqui. A ser verdade - 200€, por ano, não é nada - não podemos continuar assim: subsidio-dependente.

Let's get the flock out of here - literalmente!

Candilhes nº155

Merci Carla!

Mão de Beiças

Once a liar, always a liar: «Ninguém aconselhou portugueses a emigrar», diz Passos Coelho

Put yourself on the eye of the street

Oh Lance Armstrong devia cair-te um testículo! Ah! Pois já caiu! Enganaste muitos, sacana!
Imagem retirada daqui.

Uh Ah You touch my tralala

"O meu noivo e eu reservámos um quarto com duas camas, mas fomos colocados num quarto com cama de casal. Agora estou grávida e considero-vos responsáveis (...)" Haveria melhor forma de começar um post dedicado ao dia de amigos do que essa queixa de uma turista inglesa, publicada no The Daily Telegraph?! Eu acho que não. Continuamos então com mais uma maravilha expressão: “Está escrito na bíblia: “Dê de beber a quem tem sede.” E se Ele quisesse que bebesse-mos água Ele não teria transformada água em vinho!” Artur Carvalho, candidato ao recorde dos 100 metros Carlsberg. Ainda temos tempo de dizer como é que minha avô chama, agora, Cavaco e Silva. Quer dizer...acho que não posso dizer aqui mas que começa em filho e acaba em puta) Ah! E por fim fiquem com uma musiquinha à maneira!

Momento jumping clitoris – em português: grelos salteados

Devia ser proibido casar por altura de amigos, amigas, compadres e comadres.
Pelo menos até que a ressaca passe. Imagem retirada um facebook qualquer. Sim. Aquilo é um vestido de casamento! Feliz dia de amigos!!!

Instante Maradona da semana - ou em Português: chupa-mos

Imagem retirada daqui. To whom it may concern, que é como quem diz: ao comentadores deste post do vizinho Carlos Rodrigues do :Ilhas. Foi no nosso telejornal de ontem, 15 de janeiro: "Tribunal arbitral está reunido em P. Delgada para resolver diferendo* com o governo" *50 milhões de €uros de trabalhos a mais. Sim eu escrevi bem: 50 MILHÕES DE €UROS DE TRABALHOS A MAIS!!! Ou seja, agora os meus filhos só vão acabar de pagar isso quando terminarem o Doutoramento em Física Nuclear na Universidade de Harvard. Eram os 25 milhões a pagar nos próximos 30 anos, mais esses "trabalhos a mais". Quando alguém, não sei bem quem, nem muito menos se ainda respira, teve a ousadia de perguntar para quê esta festa toda, com convites, bandas de musica, dezenas de autocarros, outro alguém (que nós sabemos muito bem quem é e que agora até é candidato à Câmara Municipal de Ponta Delgada, não se esqueçam disso) respondeu: "foi uma oferta da concessionária!"

Put yourself on the eye of the street

A dinâmica da sociedade civil por Sérgio Lavos "A propaganda - paga por nós - ao serviço do Governo nacional pôs a circular no início do mês, com toda a pompa e circunstância, a notícia de que iria ser organizada uma conferência sobre a "reforma do Estado", para criar uma "dinâmica na sociedade civil sobre o que há a mudar no Estado" (dizia o comunicado). Conferência concretizada, e vemos o que o Governo entende por "dinâmica na sociedade civil". As conferências terão acesso condicionado ao público e, extraodinariamente, a jornalistas. Na apresentação da iniciativa, Sofia Galvão, a organizadora, fez saber que "Não haverá registos de imagem e som [durante os painéis]. A permanência dos jornalistas na sala é permitida. Não haverá [reprodução de] nada do que seja dito sem a expressa autorização dos citados". Perante este anúncio, vários jornalistas abandonaram a sala - e fizeram muito bem. Portanto, estes debates sobre o futuro do país e a vida dos portugueses irão funcionar numa "dinâmica na sociedade civil", sendo que "sociedade civil", para o Governo, são os miltantes do PSD, os governantes, os convidados do Governo e um ou outro jornalista manso que terá de pedir permissão para escrever a sua notícia. Não surpreende: o medo da verdadeira "dinâmica da sociedade civil" obriga a tais cuidados. Que melhor imagem para a conferência do que a mostrada acima? A solenidade postiça e decadente do Palácio Foz emoldurando um governante ao serviço da Goldman Sachs postado na sua melhor pose burguesa, uma imagem simbólica da destruição do país pelos "de cima", hipocritamente em nome de um povo para o qual eles se estão a marimbar. Até quando os deixaremos?" Lido no Arrastão mas primeiro visto no melena.

Momento Tide à mão

Há crises que a crise não explica
A desocupação de camas em Portugal. A insolvência dos hotéis. Alguns pisos ou hotéis inteiros encerrados durante temporadas inteiras. Isto a crise portuguesa não explica, porque não é por causa do desequilíbrio das contas públicas portuguesas que os turistas não visitam o país. Portugal pode não ter dinheiro, mas continua com bom tempo, boas paisagens, muita tranquilidade, paz e excelente gastronomia. Mas ninguém aparece. Porquê? Já aqui uma vez relatei o caso de uma simpática ilha na Ásia, do tamanho de Palmela, cujo aeroporto, pequeno, estava carregado de aviões, maior parte Boeings 747. Em Portugal, só aterram caganitas, uma de hora a hora e chegam vazias. Há mais pessoal de bordo que passageiros nos aviões que chegam a Portugal. Culpa disto? Para mim é muito simples: falta de promoção ou má promoção no estrangeiro. Recordemos aquela campanha, ainda no tempo de Manuel Pinho, com vedetas portuguesas estampadas na falésia, de casaco vestido. Um país com sol e comida anda a promover-se com Ronaldos e Marisas em cenário de suicídio, cheios de frio. Será que é isto que os turistas procuram? Precipícios de 50 metros, com um mar bravo em baixo e um frio de rachar? Não me parece. Melhor campanha tinha Malta - também aqui em tempos o referi - que na CNN mostrava apenas uma rapariga de biquíni amarelo a entrar na água. Só isso. Mas podia ver-se o sol e o mar. E a rapariga do biquíni amarelo. Aquela campanha, no tempo de Manuel Pinho - da west coast of europe - deve ter custado largos milhões. Que efeito teve? Não interessa. Ninguém quer saber. As pessoas gostaram? Os turistas aderiram? Visitaram-nos? Duvido que alguém tenha estudado isso ou se alguém estudou foi quem elaborou a campanha, ou seja, consegue descobrir-se sempre um crescimento de 15% ou 20% em alguma coisa. A verdade é que a crise financeira em Portugal não justifica a crise no turismo. Portugal está muito mal promovido e escondido do mundo, no seu cantinho, à espera que caiam aqui turistas perdidos. É uma pena. Escutem mais um pedaço da campanha:
Vá, admitam lá. Quantos não pensaram já "como gostava de passar férias, descansar um bocado, num sítio que tivesse o maior crescimento de energia eólica ou a maior instalação de energia solar do mundo? Toda a gente já pensou nisto. - Se ganhar o Euromilhões quero ir visitar a maior instalação de energia solar do mundo! Não quero boa comida, boa bebida, boas paisagens, bom clima, bons serviços, boa gente. Quero ver painéis solares e torres eólicas! Tudo isso retirado do vizinho Lóbi do Chá.

Momento Eduardo Catroga que é como quem diz pentelho

Não tivesse o país tão ocupado com a crise e os foras de jogo... ... um momento, não consigo encontrar os fora de jogo em lado nenhum. Recebo agora a informação de que foram em beneficio dos senhores ex-cor-de-rosa. Pois se fosse ao contrário até as luzes apagavam. Ah! E mandavam água para cima... ... aonde é que nós iamos?! Ah! Pois ocupado e tal. Eis uma matéria que merece ser discutida: Gémeos belgas nasceram surdos mas não quiseram viver cegos e escolheram eutanásia O aborto falamos,discutimos, brigamos e no fim tivemos que aprovar aquilo que pouco queriam e que mexe com a vida dos outros. Aquilo que não mexe com a liberdade ninguém, dando o direito de cada um escolher, aí ninguém fala, ou quer falar. E vamos ser sinceros: também poupávamos uns trocos...

Oh buda e se fosses pra buda que te pariu

Incêndio no Parque Industrial da Ribeira Grande
Imagem e vídeo retirado do sitio do costume.

Não pirilamparás a mulher alheia

Ainda dizem, as más bocas e a boas também, que o Açoriano Oriental não tem sentido de humor:
In Açoriano Oriental de hoje, 15 de Janeiro de 2013

Delegada é o meu marido

"Alguém que pense que pode chegar à responsabilidade de governo sem dizer ao país como vai governar e como resolve os problemas, cavalgando apenas a insatisfação ou as dificuldades, esse nunca inspirará confiança nos Portugueses para poder governar." O Licenciado em Economia pela Universidade Lusíada de Lisboa, Pedro Manuel Mamede Passos Coelho. Acham que ele percebeu a ironia disso?!?! Ah! E já agora, antes era no Coliseu, cheio de flores e todo janota, agora é um anfiteatro Camões, a cair ao bocados e até os copo são de plástico?! Realmente a ps com o "D" está de mal a pior!

Instante Maradona da semana - ou em Português: chupa-mos

Imagem gentilmente retirada do Portugal é Porreiro Pá! Desde o ano passado que andam a falar de um fora-de-jogo. Imaginem se fossem três!!!! Apagavam as luzes dos estádio, não?! Ah! Pois já fizeram isso!

Mc Feliz

Esse vídeo vai inteirinho para os senhores comentadores de um dos posts do meu vizinho Carlos Rodrigues do :Ilhas.

Isso vai como JuiceE

Eis uma titulo dúbio, este da página 10 do Açoriano Oriental, de hoje, domingo (ainda por cima - dia que o consumo de pornografia nos Estado Unidos diminui 90%), 13 de janeiro:
Não percebemos que eles também querem ou se não é de boa qualidade!

Momento Bruno Alves da semana,

"Incompetente é o bloco de esquerda que nunca apresentou uma proposta válida para o crescimento económico!" Álvaro ou simplesmente Álvaro dos Santos Pereira Ministro da Economia e do Emprego, hoje, sexta feira 11 de Janeiro, na suposta casa de todos nós, Assembleia da República. Não é que o Álvaro teve toda a razão!!!

Candilhes nº154

E que tal umas legendas?! É que não percebo nada. Mas fiquei convencido: não vou comprar um Samsung

Bojinov empurra mais este,

Cavaco e Silva - como diz a minha avô é um corr... ups não posso dizer isso senão ainda levo com um bolo rei. Continuando... é um dos principais responsáveis pelo estado em que estamos e continua a empurrar com barriga. Há cada um! O que vale é que os humoristas vão se consolando com ele! Com ele e com muitos outros. Vamos ver até quando! http://www.rtp.pt/play/p293/e104345/portugalex

Mega-Hiperglicemia - Viva a Fátima!

Eu podia escrever algo mas como não tenho muito jeito para isso, fiquem com a senhora Leonor Sampaio da Silva, que escreveu isso hoje no Açoriano Oriental de hoje. Assim era a Fátima! Fátima Sequeira Dias 1958-2013 "A Fátima Sequeira Dias morreu. Era – é – filha de Nascimento Sequeira Dias (já falecido) e de Mariana Silva Sequeira Dias; mãe de Rodrigo Sequeira Dias Filipe e de Bernardo Sequeira Dias Filipe; irmã de Filomena Sequeira Dias, de Mário Sequeira Dias, casado com Susana Patrícia Pacheco Dias, e de Luís Sequeira Dias; tia da Maria Helena, do Carlos Miguel, da Bárbara, do Miguel, do Filipe e do Tiago. Apesar de se encontrar na capela de São Joaquim, hoje ela vive mais do que em qualquer outro dia do passado. Hoje, mais do que nunca, se falará dela, se lembrará a sua coragem, o seu humor, a sua generosidade. Portanto, isto não é um obituário. É desnecessário recordar os principais momentos do seu percurso biográfico, os estudos no estrangeiro, as bolsas que recebeu de instituições prestigiadas, o prémio internacional com que a sua tese de doutoramento foi distinguida, as dezenas de obras publicadas, a introdução de áreas de trabalho pioneiras na UAc, as funções de destaque que exerceu na mesma Universidade. Não. Isto não pode ser um obituário. Tivessem-lhe perguntado qual era a sua última vontade e ela teria respondido: «Não aparecer num obituário.» Além disso, irreverente e luminosa como era – é –, detestaria que o seu nome fosse fechado numa caixa contornada a preto, com uma cruz ao canto, numa página triste de jornal. Obituário, não. A Fátima amava a vida: viajante incansável, observadora deslumbrada deste mundo, colecionava arte, antiguidades jornalísticas, raridades historiográficas e amigos de várias idades e origens. Em diversas partes do mundo, pessoas que se apercebiam de que tinham em comum serem amigas da Fátima, tornavam-se amigas. E a vida amava a Fátima: onde ela estava, havia boa comida, bom vinho, boa música, boa companhia, boa conversa. Reservava, pelo menos, uma hora por dia para leituras que nada tivessem a ver com trabalho. Preferia as biografias e memórias – as vidas dos outros continham sempre os mais comoventes testemunhos de beleza e de elevação, de bravura e de paixão. Catedrática, trabalhava como se fosse Assistente; muitas vezes, como se ainda fosse estudante. Ria-se de tudo o tempo todo – principalmente de coisas sérias; principalmente de si. As suas gargalhadas soavam em qualquer ocasião e lugar, e pessoas em tudo diferentes umas das outras – como a empregada da mercearia ou o intelectual estrangeiro – riam com ela. Era inseparável da sua querida família, dos seus bons amigos e dos seus incontáveis livros, que anotava carinhosamente, sempre a lápis, numa caligrafia bonita. Era aí que procurava água, terra e sol. Tudo o que ambicionava era – é – ficar no meio deles. Tivesse ela tido mais tempo, muitas horas lhes dedicaria. Muito mundo correria. Projetos não lhe faltavam: mais um livro, o seu próprio dicionário sentimental, já se ia formando nos caderninhos em que a doença escrevia em linhas tortas. Respeitemos a última vontade da Fátima. Isto não é um obituário. Faz hoje 54 anos, 2 meses e 27 dias que a Fátima Sequeira Dias nasceu. Viva a Fátima!"

Hipoglicemia, Fátima Sequeira Dias uma Grande Senhora

"Faleceu segunda-feira à noite, aos 54 anos, Fátima Sequeira Dias, professora catedrática da Universidade dos Açores. Fátima Sequeira Dias era, para além de docente na academia açoriana, escritora. De entre as suas obras destacam-se "Os Açores na História de Arte", "O Aeroporto de Ponta Delgada - 40 anos de História" e "Dicionário Sentimental da Ilha de São Miguel". Fátima Sequeira Dias foi também colaboradora do jornal Açoriano Oriental." Por isso é que o António Araújo conseguiu apanhar esta estrela especial, ontem à noite:
O teu "Dicionário Sentimental da Ilha de São Miguel" já estava num lugar muito especial, aqui em casa...
Grande Mulher!!!

Isso vai como Juice

Passagens a 35 euros! Pergunto o seguinte: Imaginemos que já em 2013 cada residente nos Açores passa a ter o direito a reservar duas viagens por ano de ida e volta ao preço de 35€ one way entre os Açores e o Continente. Para que isso seja possível, reservar-se-iam os 25% de lugares que viajam sempre vazios na SATA e extinguir-se-ia a classe “vip”, logo ganhar-se-ia mais 15% de lugares sentados em cada avião, que passaria a ser reservados também às passagens a 35€ (70€ ida e volta), o mesmo preço que qualquer low cost faria em plena concorrência. Isso significa que do total de 8 aviões da frota da SATA internacional, era o mesmo que passar a ter em lugares sentados o correspondente a 9,2 aviões ou seja mais 1,2 aviões totalmente de “borla” e 40% de lugares afetos a passagens low cost (soma dos 25% dos lugares sempre vazios com os 15% de lugares ganhos com o fim da classe executiva) ou seja, passaríamos a ter quase 3,7 aviões a viajar ao preço low cost, quase ao custo fixo zero. Que consequências isso traria aos Açorianos, à economia dos Açores e à SATA Internacional? Quanto à SATA, provavelmente deixaria de ser conhecida por ter tantos aviões constantemente no solo e passariam a estar sempre em voo. Claro que cada Açoriano quereria aproveitar a benesse anual dada e iria pelo menos procurar reservar uma ida e volta ao continente ao preço de 35€ cada. Claro que se esgotariam os lugares em época alta, transferindo-se os mesmos para a época baixa, “enchendo” aviões tanto em época alta como em época baixa. Claro que tudo isso significaria um aumento quase exponencial da procura, proporcionando à SATA taxas de ocupação perto dos 100% e vendendo lugares que antes viajavam sempre vazios. Claro que as receitas da SATA aumentariam mais que proporcionalmente, pois receberia por este tipo de passagem de ida e volta o valor total 155€ ou 175€ com o subsídio ao residente. É evidente que na volta, viriam muitos lugares vazios, que seriam disponibilizados na mesma lógica de low cost a 35€ a turistas vindos do continente, logo fariam disparar as taxas de ocupação dos hotéis. Claro que a restauração também receberia um folgo adicional bem como toda a economia Açoriana, que beneficiaria desta crescente no turismo como “pão para a nossa boca” e o emprego na região cresceria, nos dando uma “folga” da profunda crise que vivemos. Também é evidente que existiria algum efeito de canibalização destas passagens sobre as do serviço regular a preços “exorbitantes” e que castram o nosso desenvolvimento, mas que garantem o serviço público de qualidade standard com regras mais flexíveis e que permitem ao passageiro coisas como possibilidade de faltar ao voo sem penalizações, serviço de refeições a bordo, razoável capacidade de transporte bagagens sem pagar, etc. Claro que as passagens a 35€ obedecem à mesma lógica que uma verdadeira low cost, com todas as limitações que as mesmas obrigam, mas dando a hipótese de todos, mesmo todos os Açorianos, de viajarem até ao continente. Assim, é claro que também as receitas disparariam e seria garantida a sustentabilidade da SATA. Este modelo de transportes aéreos para os Açores, na prática teria o mérito de garantir em simultâneo um conjunto de premissas e princípios que outro qualquer modelo não garante, dado que conjugar vários vetores: -1.º Conjugaria o que os Açorianos desejam e ambicionam para o seu modelo de transportes, ou seja, um serviço com voos regulares e voos equivalentes a low cost; com -2.º as características que o modelo teria de ter para assegurasse o melhor desenvolvimento económico dos Açores, e isso é obtido quando os preços das passagens se baseiam em custos de eficiência e de operação internacionais, fora da lógica e da estrutura monopolista; e -3.º a velha questão de como se assegura a sustentabilidade financeira SATA, uma vez que a “liberalização” total implicará a falência da mesma, e este modelo assegura a viabilidade pela compensação dos efeitos negativos pelos positivos nas receitas, resultado do crescimento do número de passageiros. Além disso, o acréscimo de voos garante muito mais espaço de carga e eventual dispensa de um avião cargueiro. Finalmente, este novo modelo permitiria termos já ligações e preços de low cost nas ligações com o continente a partir de todas as gateways dos Açores, afastando-se a ilusão de que o mercado dos Açores é atrativo às low costs, claro que o é, mas só em época alta (3 meses de verão) e para a gateway de S. Miguel, deixando de fora o resto do ano, as outras gateways e claro 50% dos Açorianos. • Célio Teves

Mc Feliz,

E cá vai o post obrigatório de Natal. Mas esse com muito sentido.
É com um enorme orgulho que mostro essa foto do jantar de Natal de uma casa protege e salva desde 1875. Foram mais de 300 pessoas: bombeiros, familiares, funcionários, charanga, amigos, responsáveis pela escola nocturna, alunos (não bombeiros), cidadãos que estão a cumprir horas de serviço comunitário e suas família, o pai natal, o menino Jesus, quatro renas, um duende e duas ajudantes do pai natal. Ah! E o papagaio, as radical girls e os irmão de fogo. Como podem ver cabe toda gente naquela gente. E assim é que deve ser. Feliz Natal!

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Para ouvir ao mesmo tempo que passamos os olhos pelas letrinhas juntas abaixo, se faz favor. Estou triste, pré deprimido, lúgubre, infeliz, melancólico, desgostoso, sombrio e lastimoso não por sentir saudades da metade da minha cama e da ocupante da outra metade, nem por ter feito dois turnos duplos seguidos. Isso custa mas passa. Estou triste, pré deprimido, lúgubre, infeliz, melancólico, desgostoso, sombrio e lastimoso, porque são cada vez maiores as panelas de sopa, feito pelo voluntário que aparecem lá no quartel ao sábado, e são despejadas cada vez mais depressa. Estou triste, pré deprimido, lúgubre, infeliz, melancólico, desgostoso, sombrio e lastimoso, porque a Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores aprovou, por unanimidade, que este mês não ia haver sessão. Não há nada para discutir! Dizem eles, todos! Estou triste, pré deprimido, lúgubre, infeliz, melancólico, desgostoso, sombrio e lastimoso, porque não vejo os meus amigos com tanta frequência. Sair de casa custa dinheiro. Dinheiro esse que faz muita falta para outras prioridades. Estou triste, pré deprimido, lúgubre, infeliz, melancólico, desgostoso, sombrio e lastimoso, porque já perdi conta à quantidade de amigos que seguiram à risca aquilo que um certo coelho disse. Nessa fábula, bem real, eles partiram não porque ele gostam de seguir o pensamento do líder. Até o queriam contrariar mas não dá mais. Partem com muita vontade de ficar mas não dá mais. Partem deixando para trás esse Paraiso abençoado pela Natureza mas não dá mais. Estou triste, pré deprimido, lúgubre, infeliz, melancólico, desgostoso, sombrio e lastimoso não só por ter um relvas, um coelho ou um gaspar mas porque já tive, um marques mendes, um guterres, um santa lopes, um socrates, ou bem pior, um cavaco e um só-ares. Mas isso pode e deve mudar! Sabem porque é que a Grécia teve um tratamento diferente do nosso, mais "suave"?! Em duas palavras: cocktail molotov!