Diga 30 vezes Mcnamara, se faz favor.
Vá Gina! Vá!
Hoje, 8 de Novembro - noutro anos já estávamos a malhar com a testa nos postos da iluminação de natal - podemos ler isso:
Câmara do Comércio planeia alternativas para animação O presidente da Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada (CCIPD), Mário Fortuna, considera que o corte na iluminação natalícia é mais um reflexo da conjuntura económica actual. “Não é uma situação que gostaríamos de ver, mas é relacionada com as dificuldades financeiras e acaba por ser uma situação penalizadora para os comerciantes, porque a baixa tem um aspecto menos chamativo”, explica. O responsável avançou ainda que a CCIPD está a tentar amenizar esta situação com algumas iniciativas, advertindo no entanto que estas podemos impor nem fazer com que haja recursos”
Será que vamos assistir ao regresso do criceto moreno que habitava no rés do chão do nariz do Fortuna?
Câmara do Comércio planeia alternativas para animação O presidente da Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada (CCIPD), Mário Fortuna, considera que o corte na iluminação natalícia é mais um reflexo da conjuntura económica actual. “Não é uma situação que gostaríamos de ver, mas é relacionada com as dificuldades financeiras e acaba por ser uma situação penalizadora para os comerciantes, porque a baixa tem um aspecto menos chamativo”, explica. O responsável avançou ainda que a CCIPD está a tentar amenizar esta situação com algumas iniciativas, advertindo no entanto que estas podemos impor nem fazer com que haja recursos”
Será que vamos assistir ao regresso do criceto moreno que habitava no rés do chão do nariz do Fortuna?
Xôer que sim
No dia em que um astróide quase que nos visita, ficamos a saber que Victor Espadinha vem cá. Sim, eu sei, que ele não passa de uma recordação mas vai estar na Maia - bela terra - na noite de São Martinho - ou lá perto - pelas 20:30 no Centro Social e Paroquial da Freguesia. A ementa (paga) destinada a comemorar o São Martinho vai incluir iguarias gastronómicas típicas desta época do ano, como caldo verde com chouriço, pão de milho, vinho e castanhas.
Put yourself on the eye of the street - CRISE NÃO É PARA TODOS!
Isto parece a Grécia (12): Presenças em reuniões que são pagas
Não há reuniões grátis. O Conselho Económico Social reúne governo, confederações patronais e sindicatos para periodicamente discutir temas como as Grandes Opções do Plano ou as questões relativas ao Código do Trabalho. O que pouca gente sabe é que as seis entidades que têm assento naquele órgão, de três em três meses, recebem entre 20 544 e 24 653 euros. Tudo somado, ao fim do ano, os parceiros recebem do Estado mais de 500 mil euros para participarem nas reuniões. A verba está prevista em todos os Orçamentos do Estado e serve para apoiar o trabalho técnico exigido na preparação dos encontros de concertação social. Será que sem estes subsídios patrões e sindicatos deixariam de estar presentes nestas reuniões? (Fonte: I)
Mais uma daqui.
Não há reuniões grátis. O Conselho Económico Social reúne governo, confederações patronais e sindicatos para periodicamente discutir temas como as Grandes Opções do Plano ou as questões relativas ao Código do Trabalho. O que pouca gente sabe é que as seis entidades que têm assento naquele órgão, de três em três meses, recebem entre 20 544 e 24 653 euros. Tudo somado, ao fim do ano, os parceiros recebem do Estado mais de 500 mil euros para participarem nas reuniões. A verba está prevista em todos os Orçamentos do Estado e serve para apoiar o trabalho técnico exigido na preparação dos encontros de concertação social. Será que sem estes subsídios patrões e sindicatos deixariam de estar presentes nestas reuniões? (Fonte: I)
Mais uma daqui.
Sabe bem ter vizinhos destes - Má Despesa Pública
Oeiras: Mais de 30 mil euros para pagar um jantar
Oeiras está sempre na ribalta. Por várias vezes o Má Despesa tem alertado para o despesismo da Câmara de Oeiras. Ninguém parece ligar e depois depara-se com estes exemplos. Uma jantarada para os funcionários da Câmara Municipal e dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Oeiras e Amadora realizada em Junho custou mais de 30 mil euros. Basta somar este ajuste directo com este.
Tudo isso e muito mais por denunciar, daqui.
Oeiras está sempre na ribalta. Por várias vezes o Má Despesa tem alertado para o despesismo da Câmara de Oeiras. Ninguém parece ligar e depois depara-se com estes exemplos. Uma jantarada para os funcionários da Câmara Municipal e dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Oeiras e Amadora realizada em Junho custou mais de 30 mil euros. Basta somar este ajuste directo com este.
Tudo isso e muito mais por denunciar, daqui.
Momento jumping clitoris – em português: grelos salteados
Aposto que é muito melhor do que o original:
Xôer que sim
Joaquim Bastos e Silva, um das Prova das 9 juntamente com Gilberta Rocha, Álvaro Borralho e Rui Goulart, às quartas na RTP-A disse, e muito bem: “Estamos com um doente em coma, que é Portugal, que tem que levar 10 miligramas. E depois estamos a discutir se é na veia, se na língua ou se é noutro sitio”.
Meu caro Joaquim, se emigrasses para os Estates, serias o Jack, mas isso agora não interessa nada, isso que disseste está muito certo, o problema é que falta mandar os políticos, todos eles, por esse Europa fora, levar "noutro sitio". Mas bem longe daqui.
Meu caro Joaquim, se emigrasses para os Estates, serias o Jack, mas isso agora não interessa nada, isso que disseste está muito certo, o problema é que falta mandar os políticos, todos eles, por esse Europa fora, levar "noutro sitio". Mas bem longe daqui.
Hiperglicemia - Rui Martins, chef francês é um senhor:
“É preciso que nos voltemos para a terra porque é dela que vem a nossa comida. É mais barato fazer crescer 100kg de batatas do que comprar 10kg nos supermercados e, além disso, nós sabemos de onde vêm e como foram produzidas”. O argumento ganha sobretudo importância, sustenta o chef Martins, “quando sabemos que há alimentos que são produzidos fora de época com recurso a estimulantes, que são prejudiciais à saúde humana, para que cresçam rapidamente. Ora, nada menos apropriado.
Os nutricionistas, recorda o chef, consideram 14 refeições por semana e aconselham três vezes carne; uma vez peixe e cumprir as restantes com vegetais, legumes, frutas, cereais e fibras. “Mas atenção, não se pode comer tomate o ano todo. O tomate come-se em Julho. A abóbora e o inhame come-se agora. Os legumes verdes em Maio. Nós temos de escutar e respeitar a terra e ir adoptando as nossas refeições ao que ela nos oferece em cada época, em cada mês”. Cumprido este requisito, é deixar que os produtos seleccionados brilhem por si e mostrem o seu potencial natural.
Aqui, o Cozido das Furnas (elogiado por Martins) acaba por ser o protótipo da cozinha de Ducasse e do discípulo Martins. “O cozido [das Furnas] é um óptimo exemplo: tem um tempo de cozedura muito elevado, o que é bom, porque não agride os produtos e eles não perdem o sabor natural e, além disso, a troca de sabores entre os diferentes produtos que estão no interior da panela permite uma concentração e até uma compensação de sabores”. Não é preciso acrescentar sal. Aliás, sobre a cozinha regional e portuguesa, de uma forma geral, Rui Martins não a considera “pesada”. “Em vez de fritar um bife em 10 cm de azeite, frite-se em apenas 1cm”, por exemplo.
Muito bem dito, caro Rui, menos a parte da carne, mas isso é pessoal. Tudo isso retirado do Açoriano Oriental de hoje, 7 de Novembro.
Os nutricionistas, recorda o chef, consideram 14 refeições por semana e aconselham três vezes carne; uma vez peixe e cumprir as restantes com vegetais, legumes, frutas, cereais e fibras. “Mas atenção, não se pode comer tomate o ano todo. O tomate come-se em Julho. A abóbora e o inhame come-se agora. Os legumes verdes em Maio. Nós temos de escutar e respeitar a terra e ir adoptando as nossas refeições ao que ela nos oferece em cada época, em cada mês”. Cumprido este requisito, é deixar que os produtos seleccionados brilhem por si e mostrem o seu potencial natural.
Aqui, o Cozido das Furnas (elogiado por Martins) acaba por ser o protótipo da cozinha de Ducasse e do discípulo Martins. “O cozido [das Furnas] é um óptimo exemplo: tem um tempo de cozedura muito elevado, o que é bom, porque não agride os produtos e eles não perdem o sabor natural e, além disso, a troca de sabores entre os diferentes produtos que estão no interior da panela permite uma concentração e até uma compensação de sabores”. Não é preciso acrescentar sal. Aliás, sobre a cozinha regional e portuguesa, de uma forma geral, Rui Martins não a considera “pesada”. “Em vez de fritar um bife em 10 cm de azeite, frite-se em apenas 1cm”, por exemplo.
Muito bem dito, caro Rui, menos a parte da carne, mas isso é pessoal. Tudo isso retirado do Açoriano Oriental de hoje, 7 de Novembro.
Twittem lá isso
No dia que começa a segunda avaliação trimestral da troika a Portugal li algo que Francisco Louçã disse. Logo ele que já não diz algo de jeito há muito tempo. Então foi mais ou menos assim: Vamos andando na rua, todos contentes, e somos assaltados. O ladrão tira-nos a carteira e o relógio. Com a pressa esquece-se do relógio. E nós ficamos muito contentes porque ficamos com um dos dois. NÃO! Um assalto é um assalto!
Foi ou não interessante? Pena já quase ninguém fazer caso!
Foi ou não interessante? Pena já quase ninguém fazer caso!
O Mário Roberto é que sabe
"(...)Ontem assisti na RTP-A a um fragmento de contenda sobre as SCUT, durante a qual voltou à baila a acessibilidade das freguesias do Nordeste à via rápida. Continuo a achar, de forma puramente empírica, que a construção daquela via poderia ter sido evitada. Mas já está construída e agora é usá-la o melhor possível. Quando ouço alguém barafustar que a estrada devia desembocar directamente na vila do Nordeste ou que as milhentas freguesias do concelho deviam ter ligação às SCUT, dou-lhe toda a razão. E vou mais longe: cada família do Nordeste devia ter o seu ramal privado de acesso à via rápida. Pormenores técnicos não é comigo, mas trata-se de uma questão de justiça. Os pobres nordestenses vão ter de palmilhar longas distâncias para chegarem ao nó de ligação. Isso não se faz a ninguém muito menos a quem durante décadas foi náufrago na chamada décima ilha. (...)"
Mais um do Açoriano Oriental de hoje, 5 de Novembro.
Mais um do Açoriano Oriental de hoje, 5 de Novembro.
I rest my case #140
Contentíssimos
Contentíssimo o Governo Regional inaugurou a SCUT para o Nordeste. José Contente não cabia em si de contentamento e o povo ainda está embasbacado com o progresso em via rápida que a décima ilha ganhou.
César, vá-se lá perceber porquê, ia dando cabo da festa. Então não podia ter mantido “escondida” por mais uns dias a “actualização” da renda a pagar à concessionária? Não! Foi mesmo no discurso da praxe que revelou que revelou que os 300 milhões de euros do custo da obra, afinal, são 500! Sem tirar nem pôr, durante vinte e cinco anos vamos pagar, aposto, quase o dobro do que nos disseram que pagaríamos. Quase 200 milhões de euros bem “escondidos” e só revelados quando por força do Orçamento para 2012 se soube que, já no primeiro ano de pagamento da renda, são 23 milhões de euros a pagar aos espanhóis.
Surpresa? Então não temos a estrada com mais obras de arte por quilómetro da Europa? Então qual é a admiração? Façam as contas quanto dá por cabeça, a cada contribuinte… a “portagem” mais cara do mundo, a pagar por quem vá até ao Nordeste e ou por quem nunca lá puser os pés. É o preço a pagar por quem vive nas outras oito ilhas dos Açores e que nunca conhecerá a “décima”. Maravilha de desenvolvimento “harmonioso”, “estruturante”…o costume. É a economia, estúpido (eu)! Então o Nordeste não vai passar a ser exportador…de quê? De priôlos, claro!
A sério, é por governos destes que Portugal chegou ao ponto em que está…os Açores são o Portugal de “primeira”. Ou não…?
Estêvão Gago da Câmara no Açoriano Oriental de hoje, 5 de Novembro de 2011.
Contentíssimo o Governo Regional inaugurou a SCUT para o Nordeste. José Contente não cabia em si de contentamento e o povo ainda está embasbacado com o progresso em via rápida que a décima ilha ganhou.
César, vá-se lá perceber porquê, ia dando cabo da festa. Então não podia ter mantido “escondida” por mais uns dias a “actualização” da renda a pagar à concessionária? Não! Foi mesmo no discurso da praxe que revelou que revelou que os 300 milhões de euros do custo da obra, afinal, são 500! Sem tirar nem pôr, durante vinte e cinco anos vamos pagar, aposto, quase o dobro do que nos disseram que pagaríamos. Quase 200 milhões de euros bem “escondidos” e só revelados quando por força do Orçamento para 2012 se soube que, já no primeiro ano de pagamento da renda, são 23 milhões de euros a pagar aos espanhóis.
Surpresa? Então não temos a estrada com mais obras de arte por quilómetro da Europa? Então qual é a admiração? Façam as contas quanto dá por cabeça, a cada contribuinte… a “portagem” mais cara do mundo, a pagar por quem vá até ao Nordeste e ou por quem nunca lá puser os pés. É o preço a pagar por quem vive nas outras oito ilhas dos Açores e que nunca conhecerá a “décima”. Maravilha de desenvolvimento “harmonioso”, “estruturante”…o costume. É a economia, estúpido (eu)! Então o Nordeste não vai passar a ser exportador…de quê? De priôlos, claro!
A sério, é por governos destes que Portugal chegou ao ponto em que está…os Açores são o Portugal de “primeira”. Ou não…?
Estêvão Gago da Câmara no Açoriano Oriental de hoje, 5 de Novembro de 2011.
Mega - Hiperglicemia: FDS
Esta manhã foi assim:

Mas sem os computadores ou os miudos. Aliás, é assim muitas vezes.
Imagem retida daqui.
E ontem foi aqui: No "número 1 de 26 restaurantes em Ponta Delgada" segundo a tripadvisor - a.k.a Rotas.

Mas sem os computadores ou os miudos. Aliás, é assim muitas vezes.
Imagem retida daqui.
E ontem foi aqui: No "número 1 de 26 restaurantes em Ponta Delgada" segundo a tripadvisor - a.k.a Rotas.
Mega - Hiperglicemia: Ribeira Grande
Como é bonita a minha terra. O problema são os que lá mandam. E os...
Delegada é o meu marido - cada português tem um banco e uma ilha
Ponto da situação por Ricardo Araújo Pereira
Os portugueses vivem hoje num país nórdico: pagam impostos como no Norte da
Europa; têm um nível de vida como no Norte de África. Como são um povo ao
qual é difícil agradar, ainda se queixam. Sem razão, evidentemente.
A campanha eleitoral foi dominada por uma metáfora, digamos, dietética: o
Estado era obeso e precisava de emagrecer. Chegava a ser difícil distinguir
o tempo de antena do PSD de um anúncio da Herbalife. "Perca peso orçamental
agora! Pergunte-me como!" O problema é que, ao que parece, um Estado gordo é
caro, mas um Estado magro é caríssimo. Aqueles que acusavam o PSD de querer
matar o Estado à fome enganaram-se. O PSD quer engordá-lo antes de o matar,
como se faz com o porco. Ninguém compra um bácoro escanzelado, e quem se
prepara para comprar o Estado também gosta mais de febra do que de osso.
Embora o nutricionismo financeiro seja difícil de compreender, parece-me que
deixámos de ter um Estado obeso e passámos a ter um Estado bulímico.
Pessoalmente, preferia o gordo. Comia bastante mas era bonacheirão e
deixava-me o décimo terceiro mês (o atual décimo segundo mês e meio, ou os
décimos terceiros quinze dias) em paz.
Enfim, será o preço a pagar por viver num país com 10 milhões de
milionários. Talvez o leitor ainda não tenha reparado, mas este é um país de
gente rica: cada português tem um banco e uma ilha. É certo que é o mesmo
banco e a mesma ilha, mas são nossos. Todos os contribuintes são
proprietários do BPN e da Madeira. Tal como sucede com todos os banqueiros
proprietários de ilhas, fizemos uma escolha: estes são luxos caros e
difíceis de sustentar. Todos os meses, trabalhamos para sustentar o banco e
a ilha, e depois gastamos o dinheiro que sobra em coisas supérfluas, como a
comida, a renda e a eletricidade.
Felizmente, o governo ajuda-nos a gerir o salário com inteligência. Pedro
Passos Coelho bem avisou que iria fazer cortes na despesa. Só não disse que
era na nossa, mas era previsível. A nossa despesa com alimentação, habitação
e transportes está cada vez menor. Afinal, o orçamento gordo era o nosso.
Agora está muito mais magro, elegante e saudável. Mais sobra para o banco e
para a ilha.
Tudo isso retirado daqui.
Os portugueses vivem hoje num país nórdico: pagam impostos como no Norte da
Europa; têm um nível de vida como no Norte de África. Como são um povo ao
qual é difícil agradar, ainda se queixam. Sem razão, evidentemente.
A campanha eleitoral foi dominada por uma metáfora, digamos, dietética: o
Estado era obeso e precisava de emagrecer. Chegava a ser difícil distinguir
o tempo de antena do PSD de um anúncio da Herbalife. "Perca peso orçamental
agora! Pergunte-me como!" O problema é que, ao que parece, um Estado gordo é
caro, mas um Estado magro é caríssimo. Aqueles que acusavam o PSD de querer
matar o Estado à fome enganaram-se. O PSD quer engordá-lo antes de o matar,
como se faz com o porco. Ninguém compra um bácoro escanzelado, e quem se
prepara para comprar o Estado também gosta mais de febra do que de osso.
Embora o nutricionismo financeiro seja difícil de compreender, parece-me que
deixámos de ter um Estado obeso e passámos a ter um Estado bulímico.
Pessoalmente, preferia o gordo. Comia bastante mas era bonacheirão e
deixava-me o décimo terceiro mês (o atual décimo segundo mês e meio, ou os
décimos terceiros quinze dias) em paz.
Enfim, será o preço a pagar por viver num país com 10 milhões de
milionários. Talvez o leitor ainda não tenha reparado, mas este é um país de
gente rica: cada português tem um banco e uma ilha. É certo que é o mesmo
banco e a mesma ilha, mas são nossos. Todos os contribuintes são
proprietários do BPN e da Madeira. Tal como sucede com todos os banqueiros
proprietários de ilhas, fizemos uma escolha: estes são luxos caros e
difíceis de sustentar. Todos os meses, trabalhamos para sustentar o banco e
a ilha, e depois gastamos o dinheiro que sobra em coisas supérfluas, como a
comida, a renda e a eletricidade.
Felizmente, o governo ajuda-nos a gerir o salário com inteligência. Pedro
Passos Coelho bem avisou que iria fazer cortes na despesa. Só não disse que
era na nossa, mas era previsível. A nossa despesa com alimentação, habitação
e transportes está cada vez menor. Afinal, o orçamento gordo era o nosso.
Agora está muito mais magro, elegante e saudável. Mais sobra para o banco e
para a ilha.
Tudo isso retirado daqui.
Momento Eduardo Catroga que é como quem diz pentelho
Nuno Barata Almeida e Sousa, um especialista em generalidades, a.k.a. o novo boy já começou a justificar a contratação. E a cuspir na sopa mas isso não interessa nada e não é nada que agente não esteja habituados. O antes era o bom, passou a ser o vilão. O problema é que com isso todos nós ficamos pior:
"Rendimento Social de inserção, o fantasma do estado social.
Mudam-se os tempos mudam-se as vontades. Ou melhor, muda-se da oposição para a situação e muda-se rapidamente de discurso e de prática. Há os que pensam que isso é normal, que até é o regular funcionamento das instituições. Eu não penso assim. Eu sinto que me enganaram, que me usaram como quem apanha um murganho numa ratoeira com uma côdea de queijo podre.
Onde pára o discurso de Paulo Portas contra o RSI? Eclipsou-se? Ou descobriu que tal e coiso, aquilo até dá uns votos e a malta não pode viver do ar e tal? Ah! Pois é! Bem prega Frei Tomaz."
"Rendimento Social de inserção, o fantasma do estado social.
Mudam-se os tempos mudam-se as vontades. Ou melhor, muda-se da oposição para a situação e muda-se rapidamente de discurso e de prática. Há os que pensam que isso é normal, que até é o regular funcionamento das instituições. Eu não penso assim. Eu sinto que me enganaram, que me usaram como quem apanha um murganho numa ratoeira com uma côdea de queijo podre.
Onde pára o discurso de Paulo Portas contra o RSI? Eclipsou-se? Ou descobriu que tal e coiso, aquilo até dá uns votos e a malta não pode viver do ar e tal? Ah! Pois é! Bem prega Frei Tomaz."
Put yourself on the eye of the street
"O SUBSÍDIO DE NATAL OU 13º MÊS NUNCA Existiu...
Os trabalhadores ingleses recebem os ordenados semanalmente! Mas há
sempre uma razão para as coisas e os trabalhadores ingleses, membros
de uma sociedade MAIS crítica do que a nossa, não fazem
... nada por acaso!
Lembrando que o 13º MÊS em Portugal foi criado logo depois do 25 de Abril de
1974 no governo de VASCO GONÇALVES e que nenhum governo depois do
dele mexeu nisso, "fala-se agora que o governo pode vir a não pagar
aos funcionários públicos o 13º mês ou subsídio de natal.Se o fizerem,
é uma roubalheira sobre outra roubalheira.
O 13º mês é uma das mais escandalosas de todas as mentiras dos donos
do poder, quer se intitulem "capitalistas" ou "socialistas", e é
justamente aquela que os trabalhadores mais acreditam.
Eis aqui uma modesta demonstração aritmética de como foi fácil enganar
os trabalhadores.
Suponhamos que você ganha €700,00 por mês. Multiplicando-se esse
salário por 12 meses, você recebe um total de €8.400,00 por um ano de
doze meses.
€700,00 X 12 = € 8.400,00
Em Dezembro, o generoso governo manda então pagar-lhe o conhecido 13º Mês
€ 8.400,00 (Salário anual)
+ €700,00 (13º salário) =
--------------------------------------------------------
€ 9.100,00 (Salário anual + o 13ºMês)
O trabalhador vai para casa todo feliz com o "governo amigo dos
trabalhadores" que mandou o patrão pagar o 13º.
Agora veja bem o que acontece quando o trabalhador se predispõe a
fazer uma simples conta que aprendeu no Ensino Básico:
Se o trabalhador recebe €700,00 mês e o mês tem quatro semanas,
significa que ganha por semana € 175,00.
€700,00 (salário mensal) e 4 (semanas que tem o mês) = € 175,00 ( de
salário semanal)
O ano tem 52 semanas. Se multiplicarmos
€ 175,00 (Salário semanal)
X 52 (Número de semanas anuais)
-------------------
€ 9.100,00.
O resultado acima é o mesmo valor do Salário anual + o 13º salário .
Surpresa, surpresa? Onde está, portanto, o 13º Salário?
A explicação é simples, embora os nossos conhecidos líderes nunca se
tenham dado conta desse fato simples:
A resposta é que o governo, que faz as leis, lhe rouba uma parte do
salário durante todo o ano, pela simples razão de que há meses com 30
dias, outros com 31 e também meses com quatro ou cinco semanas (ainda
assim, apesar de cinco semanas o governo só manda o patrão pagar
quatro semanas) o salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, quatro
ou cinco semanas.
No final do ano o generoso governo presenteia o trabalhador com um 13º
salário, cujo dinheiro saiu do próprio trabalhador.
Se o governo retirar o 13º salário ou subsídio de natal dos
trabalhadores da função pública, o roubo é duplo.
Como palavra final para os trabalhadores inteligentes:
Não existe nenhum 13º salário. O governo apenas devolve e manda o
patrão devolver o que sorrateiramente foi tirado do salário anual.
Conclusão:
Os Trabalhadores recebem o que já trabalharam e não um adicional.
13º NÃO É PRÉMIO", NEM GENTILEZA, NEM CONCESSÃO. É SIMPLES PAGAMENTO
PELO TEMPO TRABALHADO NO ANO!
E EU QUE NUNCA TINHA PENSADO NISSO ...
Obrigado Fred pelo e-mail.
Os trabalhadores ingleses recebem os ordenados semanalmente! Mas há
sempre uma razão para as coisas e os trabalhadores ingleses, membros
de uma sociedade MAIS crítica do que a nossa, não fazem
... nada por acaso!
Lembrando que o 13º MÊS em Portugal foi criado logo depois do 25 de Abril de
1974 no governo de VASCO GONÇALVES e que nenhum governo depois do
dele mexeu nisso, "fala-se agora que o governo pode vir a não pagar
aos funcionários públicos o 13º mês ou subsídio de natal.Se o fizerem,
é uma roubalheira sobre outra roubalheira.
O 13º mês é uma das mais escandalosas de todas as mentiras dos donos
do poder, quer se intitulem "capitalistas" ou "socialistas", e é
justamente aquela que os trabalhadores mais acreditam.
Eis aqui uma modesta demonstração aritmética de como foi fácil enganar
os trabalhadores.
Suponhamos que você ganha €700,00 por mês. Multiplicando-se esse
salário por 12 meses, você recebe um total de €8.400,00 por um ano de
doze meses.
€700,00 X 12 = € 8.400,00
Em Dezembro, o generoso governo manda então pagar-lhe o conhecido 13º Mês
€ 8.400,00 (Salário anual)
+ €700,00 (13º salário) =
--------------------------------------------------------
€ 9.100,00 (Salário anual + o 13ºMês)
O trabalhador vai para casa todo feliz com o "governo amigo dos
trabalhadores" que mandou o patrão pagar o 13º.
Agora veja bem o que acontece quando o trabalhador se predispõe a
fazer uma simples conta que aprendeu no Ensino Básico:
Se o trabalhador recebe €700,00 mês e o mês tem quatro semanas,
significa que ganha por semana € 175,00.
€700,00 (salário mensal) e 4 (semanas que tem o mês) = € 175,00 ( de
salário semanal)
O ano tem 52 semanas. Se multiplicarmos
€ 175,00 (Salário semanal)
X 52 (Número de semanas anuais)
-------------------
€ 9.100,00.
O resultado acima é o mesmo valor do Salário anual + o 13º salário .
Surpresa, surpresa? Onde está, portanto, o 13º Salário?
A explicação é simples, embora os nossos conhecidos líderes nunca se
tenham dado conta desse fato simples:
A resposta é que o governo, que faz as leis, lhe rouba uma parte do
salário durante todo o ano, pela simples razão de que há meses com 30
dias, outros com 31 e também meses com quatro ou cinco semanas (ainda
assim, apesar de cinco semanas o governo só manda o patrão pagar
quatro semanas) o salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, quatro
ou cinco semanas.
No final do ano o generoso governo presenteia o trabalhador com um 13º
salário, cujo dinheiro saiu do próprio trabalhador.
Se o governo retirar o 13º salário ou subsídio de natal dos
trabalhadores da função pública, o roubo é duplo.
Como palavra final para os trabalhadores inteligentes:
Não existe nenhum 13º salário. O governo apenas devolve e manda o
patrão devolver o que sorrateiramente foi tirado do salário anual.
Conclusão:
Os Trabalhadores recebem o que já trabalharam e não um adicional.
13º NÃO É PRÉMIO", NEM GENTILEZA, NEM CONCESSÃO. É SIMPLES PAGAMENTO
PELO TEMPO TRABALHADO NO ANO!
E EU QUE NUNCA TINHA PENSADO NISSO ...
Obrigado Fred pelo e-mail.
Ápice Vilarinho - AAAhhh
"Fajã de Baixo acolhe reunião de Alcoólicos Anónimos"
"No dia 1 de Dezembro, pelas 20h30, no 1.º piso da antiga Casa do Povo da Fajã deBaixo, vai realizar-se uma reunião aberta de Alcoólicos Anónimos (AA)."
E pronto lá se vai o anonimato... com essa noticia do Açoriano Oriental de hoje, 3 de Novembro.
"No dia 1 de Dezembro, pelas 20h30, no 1.º piso da antiga Casa do Povo da Fajã deBaixo, vai realizar-se uma reunião aberta de Alcoólicos Anónimos (AA)."
E pronto lá se vai o anonimato... com essa noticia do Açoriano Oriental de hoje, 3 de Novembro.
Twittem lá isso
Bancos perdoam 50% da dívida grega
Aparentemente esse plano já não vai para a frente - dizem que na Grécia o Povo é quem manda e vai referendar sobre o seu futuro - malucos esses Gregos - o que pena pois já tinha agendado uma ida ao registo civil mudar o meu nome para Jordão Papandreou.
Valeu a intenção.
Aparentemente esse plano já não vai para a frente - dizem que na Grécia o Povo é quem manda e vai referendar sobre o seu futuro - malucos esses Gregos - o que pena pois já tinha agendado uma ida ao registo civil mudar o meu nome para Jordão Papandreou.
Valeu a intenção.
Put yourself on the eye of the street
O Telejornal Açores é uma coisa deveras impressionante. Depois da cota de politica – 75% às segundas, terças e quintas – 80% nos restantes dias, domingo inclusive – vem isso:
“Laboratório Regional Enologia, recentemente inaugurado, pode estar nos melhores da Europa” - seria bom sublinhar a palavra pode mas eu não sei fazer isso.
Depois do Faial vem isso:, no dia dos fieis defuntos: “os nossos defuntos partiram antes de nós”
E depois vem isso:
Pedro Cabrita Reis a expor na Galeria Fonseca Macedo e a dar uma entrevista numa tasca. O resultado só podia ser esse. Mais um privilegiado pois ele só trabalha 4 a 5 horas por dia. É só para quem pode.
“Eu sempre gostei muito de pintar. Aliás eu sou um pintor que faz esculturas. Sabe que o Picasso dizia que as melhores esculturas são sempre feitas por pintores. Eu não vou fazer comentários nenhuns a essa frase mas deixo-a ao sabor das pessoas. E... eu como pintor, faço esculturas, de vez enquanto sinto falta ou... vontade de pintar. Pintar - to col, de uma forma clássica. Com tela, pincel, essas coisas todas.
Nos meus trabalhos acabam por ter sempre esse lado mais, digamos, mais... como é que eu hei-de dizer... mais vulcânico, mais telúrico, mais forte. Isso é... e vem de braço dado, essa espécie de... essa coisa de ser assim, áspero, como diz, vem muitas vezes de braço dado com um lado que eu... que certas pessoas reputam com excessivamente cerebral. Portanto há aqui uma espécie de casamento de opostos, de contraditórios. Nessas pinturas esse casamento também está patente, no sentido em que elas, formal, física e visualmente são intensas, mexidas tretre... mas depois têm uma estranheza... que elas não são simplesmente paisagem natural. Até pelo simples facto que eu não as pinto natural. Pinto-as sempre a partir da meia-noite, uma da manhã, que é a minha hora preferida de trabalhar e por ai fora vai eu, até às quatro ou ás cinco. Desde... a hora que saio do atelier e vou descansar ou pouco.
Não podes estar mais tempo a adiar! Tens que fazer isso que queres fazer. E isso que eu quero fazer, que já devia de ter feito há um ou dois anos atrás, materializou-se e o resultado é isso:”
EU não vou mostrar aqui o resultado, até porque já é tarde e aquilo é um pouco... nem sei... não tenho palavras. Não acredita?! É só clicar aqui para ver o telejornal, por completo. Ou então é só ver o vídeo:
“Laboratório Regional Enologia, recentemente inaugurado, pode estar nos melhores da Europa” - seria bom sublinhar a palavra pode mas eu não sei fazer isso.
Depois do Faial vem isso:, no dia dos fieis defuntos: “os nossos defuntos partiram antes de nós”
E depois vem isso:
Pedro Cabrita Reis a expor na Galeria Fonseca Macedo e a dar uma entrevista numa tasca. O resultado só podia ser esse. Mais um privilegiado pois ele só trabalha 4 a 5 horas por dia. É só para quem pode.
“Eu sempre gostei muito de pintar. Aliás eu sou um pintor que faz esculturas. Sabe que o Picasso dizia que as melhores esculturas são sempre feitas por pintores. Eu não vou fazer comentários nenhuns a essa frase mas deixo-a ao sabor das pessoas. E... eu como pintor, faço esculturas, de vez enquanto sinto falta ou... vontade de pintar. Pintar - to col, de uma forma clássica. Com tela, pincel, essas coisas todas.
Nos meus trabalhos acabam por ter sempre esse lado mais, digamos, mais... como é que eu hei-de dizer... mais vulcânico, mais telúrico, mais forte. Isso é... e vem de braço dado, essa espécie de... essa coisa de ser assim, áspero, como diz, vem muitas vezes de braço dado com um lado que eu... que certas pessoas reputam com excessivamente cerebral. Portanto há aqui uma espécie de casamento de opostos, de contraditórios. Nessas pinturas esse casamento também está patente, no sentido em que elas, formal, física e visualmente são intensas, mexidas tretre... mas depois têm uma estranheza... que elas não são simplesmente paisagem natural. Até pelo simples facto que eu não as pinto natural. Pinto-as sempre a partir da meia-noite, uma da manhã, que é a minha hora preferida de trabalhar e por ai fora vai eu, até às quatro ou ás cinco. Desde... a hora que saio do atelier e vou descansar ou pouco.
Não podes estar mais tempo a adiar! Tens que fazer isso que queres fazer. E isso que eu quero fazer, que já devia de ter feito há um ou dois anos atrás, materializou-se e o resultado é isso:”
EU não vou mostrar aqui o resultado, até porque já é tarde e aquilo é um pouco... nem sei... não tenho palavras. Não acredita?! É só clicar aqui para ver o telejornal, por completo. Ou então é só ver o vídeo:
Pedro Mata é um senhor
Para além de um excelente profissional (nunca falha), é um excelente professor.
É das poucas coisas que tenho pena de deixar de ver com a "janela" da RTP-A. Ah! As belíssimas fotos são do Corvo e foram retiradas do nosso vizinho Do Corvo Para o Mundo!!!!


Vá Gina! Vá!
E depois admiram-se que o outra diz o que diz. Se a televisão, paga por todos nós, mostra isso:

E pronto vamos nisso. Obrigado vizinha Almofariza pela imagem.

E pronto vamos nisso. Obrigado vizinha Almofariza pela imagem.
Mega - Hiperglicemia
São noticias dessas que deviam de estar na primeira página do Açoriano Oriental de hoje, 2 de Novembro. Isso sim é que nos faz falta. Isso sim (educação) é que nos irá dar cabo dessa crise (ou melhor dos políticos que temos agora). Vejam o exemplo da Irlanda. Enfim, vamos à noticia então:
"Fundação Pauleta apoia Casa do Gaiato"
"A Fundação Pauleta, em mais uma acção de Solidariedade Social, contribuiu com um donativo financeiro para “A Obra do Padre Américo nos Açores - Casa do Gaiato de São Miguel”, contribuindo para a integração de um dos jovens da instituição no ensino superior. O jovem, de 21 anos, ingressou, na segunda fase, no curso de Gerontologia no Instituto Politécnico de Bragança, sendo que o valor atribuído pela Fundação Pauleta ajudará nas refeições diárias do aluno durante todo o ano lectivo na Universidade. Na ocasião em que foi entregue o donativo ao Padre Fernando, responsável máximo da Casa do Gaiato, Pedro Pauleta aproveitou a oportunidade e salientou a importância desta ajuda financeira para o jovem em causa pois “trata-se de cumprir um sonho e acima de tudo a sua formação académica, que é muito importante nos dias de hoje”, referiu o ex-internacional português."
"Fundação Pauleta apoia Casa do Gaiato"
"A Fundação Pauleta, em mais uma acção de Solidariedade Social, contribuiu com um donativo financeiro para “A Obra do Padre Américo nos Açores - Casa do Gaiato de São Miguel”, contribuindo para a integração de um dos jovens da instituição no ensino superior. O jovem, de 21 anos, ingressou, na segunda fase, no curso de Gerontologia no Instituto Politécnico de Bragança, sendo que o valor atribuído pela Fundação Pauleta ajudará nas refeições diárias do aluno durante todo o ano lectivo na Universidade. Na ocasião em que foi entregue o donativo ao Padre Fernando, responsável máximo da Casa do Gaiato, Pedro Pauleta aproveitou a oportunidade e salientou a importância desta ajuda financeira para o jovem em causa pois “trata-se de cumprir um sonho e acima de tudo a sua formação académica, que é muito importante nos dias de hoje”, referiu o ex-internacional português."
Mc Feliz - dia de todos os santos = todo o dia no sofá
Como não está um bom dia para ir passear para as pontes do Nordeste, de 160 metros, então fica-se no sofá, só porque o comando é Meo e da miss (quase Mrs F)!
Fiquem com a Sinéad Lohan que diz que não é nenhuma sereia. Não é mas canta muito bem. Pena é a tradução do filme: "Palavras que nunca te direi" para alguns é a tradução de "Message in a bottle":
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