São esses os efeitos da crise que ninguém fala nem querem saber:
"Bombeiro vive há dois anos no quartel"
Com vídeo no fim!
Olhó Caramelo
E no meio de 28 horas de serviço, uma pausa:

Não foi para um Kit Kat mas para algo verdadeiramente bom: um mega pão, oferecido pela padaria dos Foros. Um momento que perdurará na memória graças ao Chefe 70 - perdão: Chefe Ricardo. 70 são os seus cabelos.
Imagem retirada com o meu mega telefone portátil. Que tem um zoom de fazer inveja ao Hubble.

Não foi para um Kit Kat mas para algo verdadeiramente bom: um mega pão, oferecido pela padaria dos Foros. Um momento que perdurará na memória graças ao Chefe 70 - perdão: Chefe Ricardo. 70 são os seus cabelos.
Imagem retirada com o meu mega telefone portátil. Que tem um zoom de fazer inveja ao Hubble.
Mega - Hiperglicemia
Porque temos que continuar a sorrir:
I was born deaf and 8 weeks ago I received a hearing implant. This is the video of them turning it on and me hearing myself for the first time :) Edit: For those of you who have asked the implant I received was Esteem offered by Envoy Medical. Check out my blog:http://sarahchurman.blogspot.com/. Sarah Churman.
I was born deaf and 8 weeks ago I received a hearing implant. This is the video of them turning it on and me hearing myself for the first time :) Edit: For those of you who have asked the implant I received was Esteem offered by Envoy Medical. Check out my blog:http://sarahchurman.blogspot.com/. Sarah Churman.
Put yourself on the eye of the street
Num país real onde há crianças que vão para a escola de botas de cano (galochas para os continentais) e sem o pequeno almoço no estômago, sem roupa para vestir. Num país real onde as escola não têm dinheiro para pagar a conta da luz e as crianças têm que estar nas aulas com cobertores e sacos de água quente nos pés. Num país real onde fornecedores do estado levem 6 meses a receber. Nesse mesmo país, acontece isso:
Guilherme Aguiar, eis um presentinho para si, sua cavalgadura:

Já não bastavam os 10 estádios do euro, 4 deles nem fechados deixam de dar prejuizo. Já não bastava a expo e afins. O que é importante é mais estádios para não fechar clubes. Isso sim é que fazia falta. Enquanto isso na educação corta-se. Na educação superior despreza-se.
By the way a foto da legenda é daqui da casa. A foto da ferramenta está bem guardada. Daqui a dias "virão".
Guilherme Aguiar, eis um presentinho para si, sua cavalgadura:
Já não bastavam os 10 estádios do euro, 4 deles nem fechados deixam de dar prejuizo. Já não bastava a expo e afins. O que é importante é mais estádios para não fechar clubes. Isso sim é que fazia falta. Enquanto isso na educação corta-se. Na educação superior despreza-se.
By the way a foto da legenda é daqui da casa. A foto da ferramenta está bem guardada. Daqui a dias "virão".
Uh Ah You touch my tralala
Porque o saber não ocupa lugar, fiquem com as regras de um verdadeiro desporto:
Sabe bem ter vizinhos destes - Carlos Rodrigues do :ILHAS
Vais por aqui. Estás a ver D. Sebastião? Não tem nada a haver!
E pronto!
Afinal, foi a ética que prevaleceu. Contudo, o homem, molecular talvez, resignado e contido também.
A voz quase trémula e o desejo pela escaramuça praticamente aniquilado, este não era, hoje (ontem), o animal político ao qual nos habituamos, durante quase 32 anos.
Hoje (ontem), homem de palavra mas, das palavras, o homem de sempre. Das palavras que parecem ir e vir, construindo a circunstância de todos os outros, dos quais, agora, alguns almejam o dictaphone e treinam habilidades várias, para o circo que se aproxima da cidade.
Coitadas das agências de rating: indispuseram o mundo, fizeram a América espirrar e constiparam a Europa. Dão, portanto, ao homem, a oportunidade de dar o peito às balas pelo seu Povo (Povo à beira de um ataque de nervos, na procura de soluções para evitar o colapso económico-financeiro destas frágeis ilhas, que não se resumem às finanças públicas) e, no entanto, nem a crise o salva, nem ele nos salva da crise.
Aprecio a coragem e valorizo quem pelo couro chora em bica.
Levanto-me por aquilo e ergo-lhe o braço: Eis o verdadeiro estadista! – digo. Que... usa o seu elevado sentido de estado para... recuar? E ficar... a gozar os rendimentos? – pergunto-me, triste.
Enfim, não me preocupo – há de gozar os que a crise lhe permitir.
Insistiram comigo pá e eu estive quase mas, ainda assim: I have to step down. O Kennedy dá-me aqui um jeitão bestial e, ainda fecundo, desacelero o passo. Afinal, I’m no longer a young boy. Deixai, por isso, vir a mim as criancinhas, pois, é delas o reino dos Açores.
Reino do qual republicanamente se retira, como um brigadeiro estelar na reserva mas, moral. Um certo guru da ética, ao qual poderão recorrer todos aqueles que, no exercício das tarefas que lhes forem superiormente distribuídas, virem as suas mãos sujas, como aquelas às quais se referiu, há dias, D. José Policarpo.
Espera lá!
Não sei porque me perdi com estes pensamentos. É que, sem saber bem dentro do que cabem elas, estas são questões internas, com as quais nós não nos devíamos preocupar. Tanto tempo, tanta ansiedade e, afinal, nada disto parece ter a menor importância.
Estarei enganado? Será isto uma ratoeira?
E se há tramoia? Escondida por detrás de tanta moral e bons costumes.
Essa agora, que disparate!
Ele nunca nos trocou as voltas... são as brumas.
Claro! Agora que penso melhor sobre isto... nós temos a rota, temos o mapa e o timoneiro. Ele, na nossa agenda, deixará de marcar e nunca mais nos condicionará.
Tudo isso retirado daqui.
E pronto!
Afinal, foi a ética que prevaleceu. Contudo, o homem, molecular talvez, resignado e contido também.
A voz quase trémula e o desejo pela escaramuça praticamente aniquilado, este não era, hoje (ontem), o animal político ao qual nos habituamos, durante quase 32 anos.
Hoje (ontem), homem de palavra mas, das palavras, o homem de sempre. Das palavras que parecem ir e vir, construindo a circunstância de todos os outros, dos quais, agora, alguns almejam o dictaphone e treinam habilidades várias, para o circo que se aproxima da cidade.
Coitadas das agências de rating: indispuseram o mundo, fizeram a América espirrar e constiparam a Europa. Dão, portanto, ao homem, a oportunidade de dar o peito às balas pelo seu Povo (Povo à beira de um ataque de nervos, na procura de soluções para evitar o colapso económico-financeiro destas frágeis ilhas, que não se resumem às finanças públicas) e, no entanto, nem a crise o salva, nem ele nos salva da crise.
Aprecio a coragem e valorizo quem pelo couro chora em bica.
Levanto-me por aquilo e ergo-lhe o braço: Eis o verdadeiro estadista! – digo. Que... usa o seu elevado sentido de estado para... recuar? E ficar... a gozar os rendimentos? – pergunto-me, triste.
Enfim, não me preocupo – há de gozar os que a crise lhe permitir.
Insistiram comigo pá e eu estive quase mas, ainda assim: I have to step down. O Kennedy dá-me aqui um jeitão bestial e, ainda fecundo, desacelero o passo. Afinal, I’m no longer a young boy. Deixai, por isso, vir a mim as criancinhas, pois, é delas o reino dos Açores.
Reino do qual republicanamente se retira, como um brigadeiro estelar na reserva mas, moral. Um certo guru da ética, ao qual poderão recorrer todos aqueles que, no exercício das tarefas que lhes forem superiormente distribuídas, virem as suas mãos sujas, como aquelas às quais se referiu, há dias, D. José Policarpo.
Espera lá!
Não sei porque me perdi com estes pensamentos. É que, sem saber bem dentro do que cabem elas, estas são questões internas, com as quais nós não nos devíamos preocupar. Tanto tempo, tanta ansiedade e, afinal, nada disto parece ter a menor importância.
Estarei enganado? Será isto uma ratoeira?
E se há tramoia? Escondida por detrás de tanta moral e bons costumes.
Essa agora, que disparate!
Ele nunca nos trocou as voltas... são as brumas.
Claro! Agora que penso melhor sobre isto... nós temos a rota, temos o mapa e o timoneiro. Ele, na nossa agenda, deixará de marcar e nunca mais nos condicionará.
Tudo isso retirado daqui.
Candilhe nº 140
Assim nunca iremos chegar lá! Gosto particularmente das explicações da professora. Sobre isso aquilo que está por detrás do bigode, a.k.a. Mário Nogueira não pia.
Xôer que sim - Onda verde?!!!
Está em brasileiro pois o e-mail vem de lá mesmo, e também por isso vale mesmo a pena ler até ao fim:
Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico são nocivas ao meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas, esterilizadas e reutilizadas, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as mesmas garrafas, umas tantas vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o um carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisávamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas e não estas máquinas bamboleantes de 220 volts.
Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a tela era do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que, não se sabe como será descartado depois.
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo frágil para o correio, usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama. Era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.
Recarregávamos as canetas com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Usávamos navalhas, ao invés de aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.
Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos.
E não precisávamos de GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Minha geração VIVEU uma onda verde!
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não queira abrir mão de nada para viver um pouco como na minha época?
Muito abrigado primo pelo e-mail.
Mas ainda há mais: ou sou do tempo, que na minha casa ainda é bem actual, de adubar o quintal com os restos das podas e de outra matéria orgânica. Ah! E os meus animais doméstico também ajudam a reciclar. Os ossos sempre fizeram bem aos cães. Não é de um momento para outro e por pressão de uma empresa de razões para cães que isso vai mudar...
Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico são nocivas ao meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas, esterilizadas e reutilizadas, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as mesmas garrafas, umas tantas vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o um carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisávamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas e não estas máquinas bamboleantes de 220 volts.
Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a tela era do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que, não se sabe como será descartado depois.
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo frágil para o correio, usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama. Era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.
Recarregávamos as canetas com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Usávamos navalhas, ao invés de aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.
Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos.
E não precisávamos de GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Minha geração VIVEU uma onda verde!
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não queira abrir mão de nada para viver um pouco como na minha época?
Muito abrigado primo pelo e-mail.
Mas ainda há mais: ou sou do tempo, que na minha casa ainda é bem actual, de adubar o quintal com os restos das podas e de outra matéria orgânica. Ah! E os meus animais doméstico também ajudam a reciclar. Os ossos sempre fizeram bem aos cães. Não é de um momento para outro e por pressão de uma empresa de razões para cães que isso vai mudar...
Momento jumping clitoris – em português: grelos salteados
Já lanchou? Não gostou? Quer ver-se livre dele? O Candilhes tem a solução:
Nós temos imagens de Cayetana Higinia Fitz-James Stuart y Silva a.k.a. Duquesa de Alba em topless.
"Quem?"
Essa senhora de 85 anos que se casou pela terceira vez:

Imagem retirada daqui.
Eis a história por completo.
Preparados para a tal foto? É melhor não. É que eu gosto demasiado de figos passados para abdicar de os comer nos próximos 25 anos.
Ah! A fotografia foi tirados quando ela tinha 30 anos e tem como titulo "Nua e feliz"! Então venha ela!

Retirada daqui.
Nós temos imagens de Cayetana Higinia Fitz-James Stuart y Silva a.k.a. Duquesa de Alba em topless.
"Quem?"
Essa senhora de 85 anos que se casou pela terceira vez:

Imagem retirada daqui.
Eis a história por completo.
Preparados para a tal foto? É melhor não. É que eu gosto demasiado de figos passados para abdicar de os comer nos próximos 25 anos.
Ah! A fotografia foi tirados quando ela tinha 30 anos e tem como titulo "Nua e feliz"! Então venha ela!

Retirada daqui.
Momento Tide à mão
"Palhaços invadem Portas do Mar"
Se pensou que estávamos a falar desse senhor,entre outros, com essa notícia, então pensou como nós. Mas a realidade é essa:
"As Portas do Mar são palco de 14 a 16 de Outubro do 8º Festival Internacional de Palhaços, que conta com a participação de 17 artistas vindos de diferentes pontos do globo."
E pronto, tenho dito, ou melhor, escrito. Ah! Já agora fiquem com essa:
"Murray (médico de Michael Jackson, ou melhor ex médico) comprou 15 litros de anestésico."
E agora a pergunta: e os outros 128 litros, ele arranjou aonde? Deve ter posto o Bubbles a trabalhar.
Se pensou que estávamos a falar desse senhor,entre outros, com essa notícia, então pensou como nós. Mas a realidade é essa:
"As Portas do Mar são palco de 14 a 16 de Outubro do 8º Festival Internacional de Palhaços, que conta com a participação de 17 artistas vindos de diferentes pontos do globo."
E pronto, tenho dito, ou melhor, escrito. Ah! Já agora fiquem com essa:
"Murray (médico de Michael Jackson, ou melhor ex médico) comprou 15 litros de anestésico."
E agora a pergunta: e os outros 128 litros, ele arranjou aonde? Deve ter posto o Bubbles a trabalhar.
Mega - Hiperglicemia: Exposição de pintura de Yves Decoster

Não façam caso da notícia, da página 35 do Açoriano Oriental de hoje, 7 de Outubro, até porque está tudo mal: foi inaugurado sábado passado, não pelo presidente da câmara mas por um vereador - esse Açoriano Oriental está a perder qualidade, sou eu que o digo mas também o :ILHAS. O Meteorologista amador tem outra teoria - muito boa por acaso.
O que interessa aqui é que o Yves inaugurou mais uma exposição, das boas, mas essa é melhor ainda do que todas as outras, pelo menos para mim. É que dessa vez há um quadro desenhado pensando em mim.
O espectacular, magnifico e único Gelado de Amora do Pavillon:
Imagens da esfera pessoal aqui da casa. Menos a primeira pois é da casa do senhor Paulo Simões - que tem tomar juízo.
Put yourself on the eye of the street
Essa PETA não tem que fazer e por isso inventa:
Um frango sexy (e polémico)
Uma brincadeira na secção "Jantar e Vinhos" do The New York Times está a indignar os defensores dos direitos dos animais. Em causa está um frango... numa pose sensual

"Um frango sem cabeça e numa pose sexual", indignou-se a PETA, organização de defesa dos direitos dos animais, numa entrevista, abrindo a polémica, que se arrasta no Twitter, em tom de troça.
Tudo porque a secção "Dining & Wine" (Jantar e Vinhos) do jornal norte-americano The New Yor Times publicou uma imagem original de um frango, como se estivesse numa pose sensual, para ilustrar um artigo sobre como cozinhar a ave com pele.
Tudo isso retirado da Visão.
Um frango sexy (e polémico)
Uma brincadeira na secção "Jantar e Vinhos" do The New York Times está a indignar os defensores dos direitos dos animais. Em causa está um frango... numa pose sensual

"Um frango sem cabeça e numa pose sexual", indignou-se a PETA, organização de defesa dos direitos dos animais, numa entrevista, abrindo a polémica, que se arrasta no Twitter, em tom de troça.
Tudo porque a secção "Dining & Wine" (Jantar e Vinhos) do jornal norte-americano The New Yor Times publicou uma imagem original de um frango, como se estivesse numa pose sensual, para ilustrar um artigo sobre como cozinhar a ave com pele.
Tudo isso retirado da Visão.
Vá Gina! Vá!
Put yourself on the eye of the street
A imagem que se segue, retirada daqui, poderá causar estranheza ou mesmo esquivança, aos menos atentos, mas só mesmo aos mesmo atentos. Porque os outros, o resto do Mundo, já sabe: eles comem todos da mesma pia:

Esse Bailinho de Jardim e Mário Nogueira só serve mesmo para provar, mais uma vez, que são todos iguais. Uns mais iguais do que os outros. Já dizia o Orwell. O George Orwell.
De imediato surge um dúvida - pelo menos a mim, não sei se a vocês também: onde está um butcher - açougueiro (em português) quando precisamos dele?! É que assim aplicava-se o tal ditado - dois coelhos com um tiro - num ângulo de 48º, sem vento e uma trajectória linear e limpinha - só!

Esse Bailinho de Jardim e Mário Nogueira só serve mesmo para provar, mais uma vez, que são todos iguais. Uns mais iguais do que os outros. Já dizia o Orwell. O George Orwell.
De imediato surge um dúvida - pelo menos a mim, não sei se a vocês também: onde está um butcher - açougueiro (em português) quando precisamos dele?! É que assim aplicava-se o tal ditado - dois coelhos com um tiro - num ângulo de 48º, sem vento e uma trajectória linear e limpinha - só!
Ápice Vilarinho
Hiperglicemia - O Bono mandou-me um e-mail...
...que vou agora publicar:
Dear Jordao, ( n'América os teclados não têm o til)
I’ve been known to drop the occasional expletive, but the most offensive F word to me is not the one that goes f***. It’s F***** - the famine happening in the Horn of Africa, mainly Somalia.
I hope you’ll take a few minutes to watch ONE’s new video “The F Word: Famine is the Real Obscenity” and in doing so sign the petition....
http://act.one.org/go/133?akid=2621.1989960.treTMG&t=3
Dear world leaders,
The famine in Somalia could kill 750,000 in the coming months, and tens of thousands have already died. When you meet at the Group of 20 (G-20) Summit in November, you have the opportunity to break the cycle of famine and ensure people are hungry no more. Lives are in your hands. Please keep the promises you have made to the 2 billion poor people who depend on farming for their livelihoods.
The reasons for the famine in the Horn of Africa are complex and solutions are difficult, especially in Somalia, but we can’t lose sight of some simple facts:
1. 30,000 children have died in just 3 months. Thirty thousand. With over 12 million people at risk.
2. Famine is not a natural catastrophe – drought doesn’t have to lead to famine. It can be prevented, as we have seen in much of Kenya and Ethiopia.
In the 21st century, it’s an obscenity that people are dying because they can’t get enough food to eat. Every one of those 30,000 children is part of a family – a son, a daughter, sister or brother. We can’t imagine what it must be like to starve to death, but most of us know what it’s like to lose someone we love.
Please watch the film and make use of the voice you have -- sign the petition. It will make a difference in putting pressure on world leaders to do more to help those in need right now, and live up to promises already made to invest in the things proven to work – early warning systems...irrigation...drought resistant seeds… and of course, peace and security.
Thanks for reading.
Bono
Dear Jordao, ( n'América os teclados não têm o til)
I’ve been known to drop the occasional expletive, but the most offensive F word to me is not the one that goes f***. It’s F***** - the famine happening in the Horn of Africa, mainly Somalia.
I hope you’ll take a few minutes to watch ONE’s new video “The F Word: Famine is the Real Obscenity” and in doing so sign the petition....
http://act.one.org/go/133?akid=2621.1989960.treTMG&t=3
Dear world leaders,
The famine in Somalia could kill 750,000 in the coming months, and tens of thousands have already died. When you meet at the Group of 20 (G-20) Summit in November, you have the opportunity to break the cycle of famine and ensure people are hungry no more. Lives are in your hands. Please keep the promises you have made to the 2 billion poor people who depend on farming for their livelihoods.
The reasons for the famine in the Horn of Africa are complex and solutions are difficult, especially in Somalia, but we can’t lose sight of some simple facts:
1. 30,000 children have died in just 3 months. Thirty thousand. With over 12 million people at risk.
2. Famine is not a natural catastrophe – drought doesn’t have to lead to famine. It can be prevented, as we have seen in much of Kenya and Ethiopia.
In the 21st century, it’s an obscenity that people are dying because they can’t get enough food to eat. Every one of those 30,000 children is part of a family – a son, a daughter, sister or brother. We can’t imagine what it must be like to starve to death, but most of us know what it’s like to lose someone we love.
Please watch the film and make use of the voice you have -- sign the petition. It will make a difference in putting pressure on world leaders to do more to help those in need right now, and live up to promises already made to invest in the things proven to work – early warning systems...irrigation...drought resistant seeds… and of course, peace and security.
Thanks for reading.
Bono
Momento jumping clitoris – em português: grelos salteados
Um estudo científico demonstrou que as mulheres tem horror a baratas e têm muita necessidade de carinho.
Ela detesta tudo que descende desse nome "barata":
Roupa barata, sandália barata, bolsa barata, joia barata, viagem barata...
Mulher gosta mesmo é de carinho...:
Vestido carinho, sapato carinho, perfume carinho, restaurante carinho, presente carinho...
Obrigado Sofia pelo e-mail!
Ela detesta tudo que descende desse nome "barata":
Roupa barata, sandália barata, bolsa barata, joia barata, viagem barata...
Mulher gosta mesmo é de carinho...:
Vestido carinho, sapato carinho, perfume carinho, restaurante carinho, presente carinho...
Obrigado Sofia pelo e-mail!
Momento Eduardo Catroga que é como quem diz pentelho
Lembram-se dos vinhos que serviam a bordo dos aviões da nossa transportadora aérea dos Açores: Sata - Serviço Açoriano de Transportes Aéreos EP e mais tarde, ou antes, já não sei, Sociedade Açoriana de Transportes Aéreos?! E das bebidas espirituosas que eles ofereciam?! Pois bem, descobri onde é que foram parar. Todas elas:
Estão na ERA ou ERAA.
Só pode. É que de certeza esses senhores nunca tiveram que pagar os 289,50 € que os residentes pagam, para sair daqui, sem direito a refeição, jornal, simpatia, profissionalismo e qualquer dia sem wc também. Ah! E quase que me esquecia dos atrasos.
Por isso peguem nesse prémio e enfiem ou enviem (tanto faz) no... wc enquanto que ele é de graça. Mas atenção: levantem-se antes de puxar o autoclismo. Porque já ouvi histórias de vácuo e sucção e tal. Deve ser verdade pois vi no Caçadores de Mitos.
Já agora quantas companhias aéreas eles analisaram? Três ?!
Estão na ERA ou ERAA.
Só pode. É que de certeza esses senhores nunca tiveram que pagar os 289,50 € que os residentes pagam, para sair daqui, sem direito a refeição, jornal, simpatia, profissionalismo e qualquer dia sem wc também. Ah! E quase que me esquecia dos atrasos.
Por isso peguem nesse prémio e enfiem ou enviem (tanto faz) no... wc enquanto que ele é de graça. Mas atenção: levantem-se antes de puxar o autoclismo. Porque já ouvi histórias de vácuo e sucção e tal. Deve ser verdade pois vi no Caçadores de Mitos.
Já agora quantas companhias aéreas eles analisaram? Três ?!
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