Pinabara - Carnaval, ou em americano: Walmart
Eis uma adição à nossa lista de outros, verdadeiramente fantásticos, doces: People of Walmat.
Ah! Já agora, a primeira foto é dedicada ao Marim e à sua já longínqua e mítica despedida de solteiro.


Ah! Já agora, a primeira foto é dedicada ao Marim e à sua já longínqua e mítica despedida de solteiro.


Sabe bem ter vizinhos destes - Fiat Lux * Carpe Diem
Eu gostava de escrever sobre o assunto. Gostava, mas estou muito comovido. Comocionado e estupefacto com tanta estupidez. Nunca pensei que, alguma vez na vida, iria ouvir Francisco Louçã usar os mesmos argumentos de Alberto João entrevistado de cuecas Jardim. Nunca, mas mesmo nunca: “Ah! Tanto barulho por causa de um milésimo no Orçamento de Estado! Bom Carnaval!” Essa ultima parte que deve ser lida só com sotaque madeirense. Por isso, antes que comece a disparar em todos as direcções, e a rebentar com tudo isso, mas sem direito às 70 virgens, tomei a liberdade de copiar aquilo que um grande amigo, muito mais sensato do que eu e que ainda por cima sabe escrever português, publicou no seu excelente blog. Fiquem com o Fiat que eu vou ali ouvir mais uma vez o Teixeira dos Santos a falar em inglês:
"Carregadinho de razão (apesar de tudo)
Teixeira dos Santos:
«As implicações orçamentais que decorrem desta alteração não são aceitáveis»
por «uma questão de credibilidade externa da politica orçamental» e por «uma razao de justiça e de equidade»."
"Carregadinho de razão (apesar de tudo)
Teixeira dos Santos:
«As implicações orçamentais que decorrem desta alteração não são aceitáveis»
por «uma questão de credibilidade externa da politica orçamental» e por «uma razao de justiça e de equidade»."
Mega Hiperglicemia - Candilhes proudly presents...
...duas excelentes sugestões: a primeira tem o sugestivo nome de Wave Riders Açores. Onde encontramos as nossas melhores ondas e já agora um cheirinho do que se faz um pouco por todo o planeta.
Digam lá se essa foto não está excelente:

A segunda vem do nosso amigo C.Roque. As apresentações do seu Azorlive Azorean Life in Frames, ficam a seu cargo:
“A site made by an Azorean for all Azoreans and friends of the Azores.
Basically a photography website, but never the less a diffrent one, since I'll post activities, shows, performances, sights, views and all that I can put my camera on for us all to see and know about it.
So, take a tour, feel free to wonder around the pages, visit the galleries, portfolio, upcoming events and a lot more useful and interesting things you might find out about in here, and in the end, why not leave me a message?
Looking forward to it.
Azorean Greetings to all.”
C.Roque
E depois um lugar quem logo à entrada uma vaquinha dessas merece ser visitado várias vezes:
Digam lá se essa foto não está excelente:

A segunda vem do nosso amigo C.Roque. As apresentações do seu Azorlive Azorean Life in Frames, ficam a seu cargo:
“A site made by an Azorean for all Azoreans and friends of the Azores.
Basically a photography website, but never the less a diffrent one, since I'll post activities, shows, performances, sights, views and all that I can put my camera on for us all to see and know about it.
So, take a tour, feel free to wonder around the pages, visit the galleries, portfolio, upcoming events and a lot more useful and interesting things you might find out about in here, and in the end, why not leave me a message?
Looking forward to it.
Azorean Greetings to all.”
C.Roque
E depois um lugar quem logo à entrada uma vaquinha dessas merece ser visitado várias vezes:
Put yourself on the eye of the street - João Paz no enfiamento da pista

"Correio dos Açores" apanha Dash Q400 a aterrar"
Resta saber quando é que o Dash Q400 vai apanhar o “Correio dos Açores”. Depois de jogar à apanhada, vamos lá dissecar essa espécie de notícia (e nem sei porque é que ainda tenho esse trabalho). Como é que o Correio dos Açores apanhou o Dash Q400 a aterrar? Com uma Canon EOS 1000D? Com uma Nikon D3000? Com uma Polaroid, vá? No mínimo com um telemóvel qualquer?! Não: “Foi suave a primeira aproximação do Q400 à pista do aeroporto micaelense seguida, ocasionalmente, por um repórter do Correio dos Açores.”
Mas isso ainda não acabou: de acordo com o dito, o novo avião da Sata “sobrevoou ontem a maioria das ilhas açorianas antes de aterrar.” Para mostrar-se, querem ver?! Se ele veio do Canadá, a sua rota só podia essa.
Já agora, as aspas servem para duas coisas: destacar um conteúdo que está sendo reproduzido literalmente da boca de outro indivíduo, que não o autor do texto, ou denotar que a palavra que você está usando, no contexto, não apresenta significado literal. Portanto quando o “jornalista” escreve: "Correio dos Açores", ele não está a falar do Carteiro Pat com sotaque açoriano. Acho eu?!
Put yourself on the eye of the street - escapam poucos

“Maria Fernanda Valência, advogada de 42 anos e candidata à Câmara dos Representantes da Colômbia, está a causar furor no país. A candidata já veio a público prometer que se despirá para a revista da «Soho» caso ganhe as eleições em Março.” Notícia e imagem retiradas daqui.
Ora aí está uma notícia duplamente interessante. Primeiro porque… bem está à vista de todos na foto. E depois porque um político nu não tem algibeira.
Enquanto isso, por cá temos essa entrevista do corajoso e destemido (espero que se mantenha sempre assim) Teixeira dos Santos:
“Questionado sobre se considera Alberto João Jardim, presidente do Governo Regional da Madeira, um gastador, o governante respondeu à entrevistadora: «Pensei que ia fazer perguntas difíceis».
Teixeira dos Santos afirmou que há dez anos, quando era secretário de Estado, foi celebrado um acordo «em que o Governo assumiu a dívida da Madeira», que ficou a zeros.
Contudo, acrescentou, em 2006 a dívida da Madeira já era de «620 milhões de euros», um valor que subiu para «mais de 1200 milhões de euros» no ano passado.
Ao comparar o orçamento para 2010 das duas regiões autónomas, «a Madeira gasta mais 300 milhões de euros em despesas correntes do que os Açores», que «tem nove ilhas», o que implica nove portos, nove hospitais e nove escolas, entre outros serviços, acrescentou.”
Na curta história da nossa Democracia, não há memória de um consenso desses. O problema é que a oposição se juntou para fazer cocó e não puxaram o autoclismo. Tenham juízo e vergonha nessas caras.
Só escapa um: o Coelho. Que com essa frase, registada ontem, em frente ao Palácio de Belém, reforçou o facto de ter sido “único partido que votou contra" a proposta de alteração da Lei de Finanças Regionais aprovada na Assembleia Legislativa Regional da Madeira: "Ajudem a Madeira mas não dêem dinheiro ao Bokassa"
Hiperglicemia - Serviço público, mas só para os moradores do concelho da Ribeira Grande
Divisão de Águas Ambiente Serviço Urbanos e Equipamentos Municipais da Câmara Municipal da Ribeira Grande proudly presents o horário da recolha de resíduos sólido urbanos – indiferenciados – “porta a porta”:

Já agora para quando a recolha selectiva de resíduos sólidos, porta a porta? No Nordeste é assim desde de 2007.

Já agora para quando a recolha selectiva de resíduos sólidos, porta a porta? No Nordeste é assim desde de 2007.
Hiperglicemia - Já tínhamos saudades de uma crónica assim:
“Eles comem tudo, desde que não tenha alho” by RAP
“Ao que parece, alguém se enganou com o seu ar sisudo e lhes franqueou as portas à chegada: os vampiros estão em todo o lado. Na literatura, no cinema, na televisão, aparecem vampiros a toda a hora. Saiu uma antologia portuguesa de contos com vampiros, há filmes e livros estrangeiros cheios de vampiros, e quase todos os programas de televisão incluem um vampiro: nas telenovelas, lá está um vampiro; nas séries juvenis, lá está um vampiro; nas conferências de imprensa do ministro das Finanças, lá está um vampiro.
Por que razão abandonaram os vampiros a Transilvânia e vieram povoar o resto do mundo? Por uma razão artística muito forte: porque vendem. Aparentemente, o público do início do século XXI tem um interesse sem precedentes pelos vampiros - o que, diga-se, não é fácil de perceber. Os vampiros são um monstro que não inspira particular terror. São, no fundo, um monstro totó. Gostam de sangue, mas isso também os apreciadores de cabidela, e eu não tenho medo deles. Não podem apanhar sol, como as crianças que têm a pele leitosa. Têm medo de alhos, que é das fobias mais maricas que uma pessoa pode ter. E morrem se lhes espetarem uma estaca de madeira no coração. Olha que idiossincrasia tão gira. Ao contrário do que acontece com o resto de nós, os vampiros não duram muito se lhes empalarem o coração. De resto, é um facto que desejam morder-nos o pescoço, o que não deve ser agradável. Mas, se o conseguirem, transformam-nos em vampiros imortais. Que transtorno tão grande. Um monstro que, se não tivermos cuidado, nos dá a vida eterna. Há religiões que, a troco de muito dinheiro, não oferecem metade. Por mim, não me importo de ficar com os caninos um pouco maiores se é esse o preço a pagar para viver para sempre. Nem precisam de me prometer a eternidade: perante a perspectiva da morte, até aceito ficar com a dentição da Teresa Guilherme se me derem mais duas semanas de vida.
O mais surpreendente nestes vampiros modernos é o modo como a adaptação aos tempos actuais os tornou ainda menos assustadores. Apaixonam-se com muita facilidade por raparigas humanas, o que lhes agrava as olheiras. Desenvolveram uma ética que não lhes permite fincar o dente em qualquer pescoço para saciar a fome. São monstros certinhos, que querem comportar-se como deve ser para terem uma vida social igual à das outras pessoas. São uma espécie de diabético que, em vez de tomar a injecção de insulina de vez em quando, toma um sucedâneo de sangue. Não são monstros, são pessoas doentes que querem fazer uma vida normal. É aborrecido. Os vampiros da minha infância andariam por aí a morder pescoços indiscriminadamente. A estes, só lhes falta que a ASAE apareça a proibi-los de sugar artérias em restaurantes. Bananas.”
Retirado da Visão do costume.
“Ao que parece, alguém se enganou com o seu ar sisudo e lhes franqueou as portas à chegada: os vampiros estão em todo o lado. Na literatura, no cinema, na televisão, aparecem vampiros a toda a hora. Saiu uma antologia portuguesa de contos com vampiros, há filmes e livros estrangeiros cheios de vampiros, e quase todos os programas de televisão incluem um vampiro: nas telenovelas, lá está um vampiro; nas séries juvenis, lá está um vampiro; nas conferências de imprensa do ministro das Finanças, lá está um vampiro.
Por que razão abandonaram os vampiros a Transilvânia e vieram povoar o resto do mundo? Por uma razão artística muito forte: porque vendem. Aparentemente, o público do início do século XXI tem um interesse sem precedentes pelos vampiros - o que, diga-se, não é fácil de perceber. Os vampiros são um monstro que não inspira particular terror. São, no fundo, um monstro totó. Gostam de sangue, mas isso também os apreciadores de cabidela, e eu não tenho medo deles. Não podem apanhar sol, como as crianças que têm a pele leitosa. Têm medo de alhos, que é das fobias mais maricas que uma pessoa pode ter. E morrem se lhes espetarem uma estaca de madeira no coração. Olha que idiossincrasia tão gira. Ao contrário do que acontece com o resto de nós, os vampiros não duram muito se lhes empalarem o coração. De resto, é um facto que desejam morder-nos o pescoço, o que não deve ser agradável. Mas, se o conseguirem, transformam-nos em vampiros imortais. Que transtorno tão grande. Um monstro que, se não tivermos cuidado, nos dá a vida eterna. Há religiões que, a troco de muito dinheiro, não oferecem metade. Por mim, não me importo de ficar com os caninos um pouco maiores se é esse o preço a pagar para viver para sempre. Nem precisam de me prometer a eternidade: perante a perspectiva da morte, até aceito ficar com a dentição da Teresa Guilherme se me derem mais duas semanas de vida.
O mais surpreendente nestes vampiros modernos é o modo como a adaptação aos tempos actuais os tornou ainda menos assustadores. Apaixonam-se com muita facilidade por raparigas humanas, o que lhes agrava as olheiras. Desenvolveram uma ética que não lhes permite fincar o dente em qualquer pescoço para saciar a fome. São monstros certinhos, que querem comportar-se como deve ser para terem uma vida social igual à das outras pessoas. São uma espécie de diabético que, em vez de tomar a injecção de insulina de vez em quando, toma um sucedâneo de sangue. Não são monstros, são pessoas doentes que querem fazer uma vida normal. É aborrecido. Os vampiros da minha infância andariam por aí a morder pescoços indiscriminadamente. A estes, só lhes falta que a ASAE apareça a proibi-los de sugar artérias em restaurantes. Bananas.”
Retirado da Visão do costume.
Momento Pepe da semana: Tank vs Rangie
Entre os 350 milhões de espectadores do Top Gear, distribuídos um pouco por todo o planeta, deve haver alguém que gosta do 1.98 m do Jeremy.
Os quatro tripulantes do britânico Challenger 2, de 62 toneladas e um motor com 1500 hp, é que não o acham muita piada. O resultado só podia ser esse:
Os quatro tripulantes do britânico Challenger 2, de 62 toneladas e um motor com 1500 hp, é que não o acham muita piada. O resultado só podia ser esse:
Olhó Caramelo - Porque hoje é quinta-feira de compadres:

Uma espécie convite After Eight, retirado da famosa página 30 do Açoriano Oriental de hoje, 4 de Fevereiro de 2010.
Mega Hiperglicemia - Desporto Rei
O jogo foi tão bom que até os adeptos do FCP aplaudiram o golo de Liedson. São momentos como esse que fazem com esse desporto seja seguido por milhões, em todo o Mundo.
Hipoglicemia - Um guia não são guias (Coloque os dedos sobre o mar e friccione)
Na última BTL foi apresentado, pela publiçor, o mais recente “Guia dos Açores”. A senhora que o apresentou, disse que tinha uma inovação: “se abrirmos essa página e se esfregarmos, realçamos o cheiro do maresia, o cheiro dos Açores.” Ora, hoje tivemos oportunidade de experimentar tal emoção. E a que conclusão chegamos?
No inicio, o aroma da papel evidencia-se, mas depois, e à medida que as fragrâncias emanadas do guia evoluem, conseguimos descortinar o aroma a tinta, depois um leve bálsamo do diluente, um degradê dos vários diluentes e, por detrás disso, um subtil, porem inconfundível odor a pigmento. Portanto meus caros, a menos que eu tenha passado completamente ao lado de dois cursos de mergulho e várias especializações, aqueles não são os aromas do Mar e muito menos dos Açores.
O “guia” cheira a papel! Mas do bom, quer dizer do assim, assim. Não é do perfumado, folha dupla (perfumado depois de usado, claro) mas também não do básico com textura silva do bosque. O que interessa é o conteúdo, e esse não lá dos melhores, apesar do esforço e da melhoria. Mas ainda não chegámos lá.
Para quando o guia, mas uma coisa discreta, como deve ser, e com menos publicidade do que um camião de 12 toneladas, pronto para arrancar no Dakar? Para quando um Guia American Express, um Lonely Planet ou um Rough Guide?
Não, em vez disso temos uma psicóloga! Ah! Mas ela já foi para a Sata. Enfim, é amanhar com isso. Eu não tenho nada contra psicólogas, até pelo contrário, acho que uma psicóloga de lingerie fica sempre bem, ou quase. Por falar nisso, deixo-vos com uma imagen, no mínimo diferente, de uma barbearia, supostamente, no Porto, na rua da Madalena, para aí no número 5 ou 5-2. Era o que dizia no e-mail! E ainda há quem não goste daquela cidade, carago?!
No inicio, o aroma da papel evidencia-se, mas depois, e à medida que as fragrâncias emanadas do guia evoluem, conseguimos descortinar o aroma a tinta, depois um leve bálsamo do diluente, um degradê dos vários diluentes e, por detrás disso, um subtil, porem inconfundível odor a pigmento. Portanto meus caros, a menos que eu tenha passado completamente ao lado de dois cursos de mergulho e várias especializações, aqueles não são os aromas do Mar e muito menos dos Açores.
O “guia” cheira a papel! Mas do bom, quer dizer do assim, assim. Não é do perfumado, folha dupla (perfumado depois de usado, claro) mas também não do básico com textura silva do bosque. O que interessa é o conteúdo, e esse não lá dos melhores, apesar do esforço e da melhoria. Mas ainda não chegámos lá.
Para quando o guia, mas uma coisa discreta, como deve ser, e com menos publicidade do que um camião de 12 toneladas, pronto para arrancar no Dakar? Para quando um Guia American Express, um Lonely Planet ou um Rough Guide?
Não, em vez disso temos uma psicóloga! Ah! Mas ela já foi para a Sata. Enfim, é amanhar com isso. Eu não tenho nada contra psicólogas, até pelo contrário, acho que uma psicóloga de lingerie fica sempre bem, ou quase. Por falar nisso, deixo-vos com uma imagen, no mínimo diferente, de uma barbearia, supostamente, no Porto, na rua da Madalena, para aí no número 5 ou 5-2. Era o que dizia no e-mail! E ainda há quem não goste daquela cidade, carago?!
Glico shot - Vindo de Ocidente
E numa manhã solarenga, como a de hoje (3 de Fevereiro de 2010) eis que chegou o novo, mas mesmo novo, avião da Sata, o DASH 8-Q402, com a matricula CS-TRD

Imagem retirada daqui.

Imagem retirada daqui.
Mega Hiperglicemia - Um final de tarde especial
Um final de tarde abençoado pela Nossa Senhora da Estrela:

E assim chegamos ao post número 2000.
Mais uma imagem retirada daqui: www.climaat.angra.uac.pt

E assim chegamos ao post número 2000.
Mais uma imagem retirada daqui: www.climaat.angra.uac.pt
Mega Hiperglicemia - Passam hoje 20 anos que o grande NELSON MANDELA foi libertado
MANDELA LIBERTADO
“Passam hoje 20 anos, o então presidente sul-africano Frederik de Klerk anunciava a libertação de Nelson Mandela após 27 anos de prisão.
Era o início de uma transformção histórica e conturbada que se temeu resultasse numa guerra civil no país maior produtor mundial de ouro.
Afinal, de Klerk e Mandela tornar-se-iam protagonistas de uma reforma exemplar que lhes valeria, anos mais tarde, a partilha do prémio Nobel de Paz.”
Retirado do nosso mais recente vizinho António Mateus e o seu Selva Urbana.
“Passam hoje 20 anos, o então presidente sul-africano Frederik de Klerk anunciava a libertação de Nelson Mandela após 27 anos de prisão.
Era o início de uma transformção histórica e conturbada que se temeu resultasse numa guerra civil no país maior produtor mundial de ouro.
Afinal, de Klerk e Mandela tornar-se-iam protagonistas de uma reforma exemplar que lhes valeria, anos mais tarde, a partilha do prémio Nobel de Paz.”
Retirado do nosso mais recente vizinho António Mateus e o seu Selva Urbana.
Mega Hiperglicemia - and the winner is...
E não é que o nosso visitante foi nomeado para mais um Óscar:
Melhor Actor:
Morgan Freeman por «Invictus»
Jeff Bridges por «Crazy Heart»
George Clooney por «Nas Nuvens»
Colin Firth por «A Single Man»
Jeremy Renner por «Estado de Guerra»
O resto das categorias e respectivos nomeados aqui.
Melhor Actor:
Morgan Freeman por «Invictus»
Jeff Bridges por «Crazy Heart»
George Clooney por «Nas Nuvens»
Colin Firth por «A Single Man»
Jeremy Renner por «Estado de Guerra»
O resto das categorias e respectivos nomeados aqui.
Pinabara - por esse Mundo fora:
Em Hamburgo é assim:

Em Courchevel é assim:

E em Saint Barthelemy, Guadeloupe

Imagens, todas elas, retiradas daqui: www.planepictures.net

Em Courchevel é assim:

E em Saint Barthelemy, Guadeloupe

Imagens, todas elas, retiradas daqui: www.planepictures.net
Momento jumping clitoris – em português: grelos salteados (literalmente)
No dia Mundial das Zonas Húmidas o Candilhes proudly presents - Taylor Swift:

E ao que parece ela também canta e até participou no mítico Saturday Night Live.
Imagem retirada daqui.

E ao que parece ela também canta e até participou no mítico Saturday Night Live.
Imagem retirada daqui.
Hiperglicemia - Guess who's back
Manuel Moniz. Mas primeiro mais uma sublime introdução, de um outro regresso muito aguardado – the most wanted man on is island: Papio Cynocephalus:
Leitura obrigatória o texto de Manuel Moniz sobre o Açores 9, esse New York Times do Porto Formoso.
“Por uma questão de vergonha na cara!” by Manuel Moniz
“Recebi esta semana em casa mais um exemplar do jornal “Açores 9” e desta vez não me contenho: esta pouca vergonha vai ter de acabar, e se não for de uma maneira será de outra! Porque se o Governo não tem vergonha na cara, eu, como açoriano, tenho – e isto é uma mancha no nosso bom nome de açorianos!
Desde logo, este não é um jornal qualquer. Quer dizer, não é um jornal sequer: a sua ficha técnica, que prima por afirmar que tem um gabinete de “consultores jurídicos” com dois advogados (!?), não cumpre mais nenhuma legislação em vigor para os jornais verdadeiros. Nomeadamente a mais importante: o registo do título. Ou seja, não é um jornal.
Mas o mais grave ainda é a relação perigosíssima que este (não sei que lhe chame, pois o disfarce está bem feito), digamos, folheto publicitário, tem com os dinheiros públicos. Há meses sem conta que o Governo anda a colocar ali 3 páginas de publicidade, sabe-se lá através de que rubricas orçamentais. Nesta edição, chega-se a cúmulo de haver 3 páginas de publicidade do Governo e 1 de privados. Mas que disparate é este? O Governo não só é o principal accionista deste folheto, como é já praticamente o único (até porque dos 4 quartos de página de publicidade privada, 1 é do próprio jornal).
Ou seja, o dinheiro dos contribuintes está a ser utilizado para promover um folheto publicitário muito sui generis. É ver, por exemplo, a “manchete” deste mês: “A Arte de Governar no caos”, diz o folheto, sugerindo que os Açores são esse caos. “Governar uma Região tão acidentada como as ilhas açorianas requer muita paciência e um savoir faire que não perdoa erros. Assim, 2009 foi um ano duro para o governo de César, que já tem apanhado turbulências enormes na sua já longa viagem política à frente dos destinos insulares. Não fora a clareza de pensamento e a sua indomável vontade (que muitos confundem com teimosia), e César já era…!”
Mas isto é aceitável? O Governo pagar para fazer chegar às casas dos açorianos textos de propaganda dissimulados em forma de jornal? Tenho muita pena, mas não. Tudo o que o Governo fez os jornais penar, esvaziando-os para engordar uma máquina de propaganda perfeitamente imoral, tem de ter um preço. Fica o aviso muito claro: eu, com o 1/244.000 que detenho nestes Açores, não quero jogadas dessas. Porque se não têm vergonha na cara, eu tenho!”
Leitura obrigatória o texto de Manuel Moniz sobre o Açores 9, esse New York Times do Porto Formoso.
“Por uma questão de vergonha na cara!” by Manuel Moniz
“Recebi esta semana em casa mais um exemplar do jornal “Açores 9” e desta vez não me contenho: esta pouca vergonha vai ter de acabar, e se não for de uma maneira será de outra! Porque se o Governo não tem vergonha na cara, eu, como açoriano, tenho – e isto é uma mancha no nosso bom nome de açorianos!
Desde logo, este não é um jornal qualquer. Quer dizer, não é um jornal sequer: a sua ficha técnica, que prima por afirmar que tem um gabinete de “consultores jurídicos” com dois advogados (!?), não cumpre mais nenhuma legislação em vigor para os jornais verdadeiros. Nomeadamente a mais importante: o registo do título. Ou seja, não é um jornal.
Mas o mais grave ainda é a relação perigosíssima que este (não sei que lhe chame, pois o disfarce está bem feito), digamos, folheto publicitário, tem com os dinheiros públicos. Há meses sem conta que o Governo anda a colocar ali 3 páginas de publicidade, sabe-se lá através de que rubricas orçamentais. Nesta edição, chega-se a cúmulo de haver 3 páginas de publicidade do Governo e 1 de privados. Mas que disparate é este? O Governo não só é o principal accionista deste folheto, como é já praticamente o único (até porque dos 4 quartos de página de publicidade privada, 1 é do próprio jornal).
Ou seja, o dinheiro dos contribuintes está a ser utilizado para promover um folheto publicitário muito sui generis. É ver, por exemplo, a “manchete” deste mês: “A Arte de Governar no caos”, diz o folheto, sugerindo que os Açores são esse caos. “Governar uma Região tão acidentada como as ilhas açorianas requer muita paciência e um savoir faire que não perdoa erros. Assim, 2009 foi um ano duro para o governo de César, que já tem apanhado turbulências enormes na sua já longa viagem política à frente dos destinos insulares. Não fora a clareza de pensamento e a sua indomável vontade (que muitos confundem com teimosia), e César já era…!”
Mas isto é aceitável? O Governo pagar para fazer chegar às casas dos açorianos textos de propaganda dissimulados em forma de jornal? Tenho muita pena, mas não. Tudo o que o Governo fez os jornais penar, esvaziando-os para engordar uma máquina de propaganda perfeitamente imoral, tem de ter um preço. Fica o aviso muito claro: eu, com o 1/244.000 que detenho nestes Açores, não quero jogadas dessas. Porque se não têm vergonha na cara, eu tenho!”
Hiperglicemia - Anthony Bourdain por cabo
Ele está de volta: Anthony Bourdain - Tony para os amigos na SIC Radical – talvez até seja o sítio ideal para tanta alienação:
“Não Aceitamos Reserva” ou no original: Anthony Bourdain: No Reservations
Quintas às 02:45, 15:15 e 22:30; sábados às 08:00 e domingos às 15:45.
Eis um dos meus momentos preferidos. Um episódio que vai ficar para sempre na história da televisão mundial:
“Não Aceitamos Reserva” ou no original: Anthony Bourdain: No Reservations
Quintas às 02:45, 15:15 e 22:30; sábados às 08:00 e domingos às 15:45.
Eis um dos meus momentos preferidos. Um episódio que vai ficar para sempre na história da televisão mundial:
Momento jumping clitoris – em português: grelos salteados
“Os Dez Mais de 2009 do Correio dos Açores”
Eu ia tecer alguns comentários, observações e afins mas acho que nesse caso o nu fica mais bonito (e eis que, pela primeira vez na história, aparecem juntos, no mesmo texto – ou algo parecido com isso, as palavras: nu e Teresa Nóbrega):
“Políticos
Carlos Ávila
Presidente da Câmara da Povoação: Carlos Ávila, à terceira tentativa, com inusitada persistência, política reconquistou a câmara municipal da Povoação.
António Cordeiro
O novo Presidente da Câmara de Vila Franca, António Cordeiro, tal como Ricardo Silva, foi o vencedor, quando ganhou as eleições apenas por ter concorrido 3 vezes à Câmara da Ribeira Grande. Agora, nesta sequência, é a vez do Dr. António Cordeiro ser candidato a político do ano.
Comunicação Social
Teresa Nóbrega
Pela frontalidade e isenção com que continua a exercer a profissão, sabendo sempre adaptar-se aos novos tempos e às novas realidades.
Teresa Nóbrega tem mais de 30 anos de jornalismo e, ainda hoje, continua a ter a garra necessária para trabalhar numa profissão exigente e que, muitas vezes, é mal compreendida pelos poderes instalados.”
Não preciso dizer que isso foi retirado do Correio dos Açores de hoje, dia de Nossa Senhora da Estrela, 2 de Fevereiro de 2010, pois não?!
Eu ia tecer alguns comentários, observações e afins mas acho que nesse caso o nu fica mais bonito (e eis que, pela primeira vez na história, aparecem juntos, no mesmo texto – ou algo parecido com isso, as palavras: nu e Teresa Nóbrega):
“Políticos
Carlos Ávila
Presidente da Câmara da Povoação: Carlos Ávila, à terceira tentativa, com inusitada persistência, política reconquistou a câmara municipal da Povoação.
António Cordeiro
O novo Presidente da Câmara de Vila Franca, António Cordeiro, tal como Ricardo Silva, foi o vencedor, quando ganhou as eleições apenas por ter concorrido 3 vezes à Câmara da Ribeira Grande. Agora, nesta sequência, é a vez do Dr. António Cordeiro ser candidato a político do ano.
Comunicação Social
Teresa Nóbrega
Pela frontalidade e isenção com que continua a exercer a profissão, sabendo sempre adaptar-se aos novos tempos e às novas realidades.
Teresa Nóbrega tem mais de 30 anos de jornalismo e, ainda hoje, continua a ter a garra necessária para trabalhar numa profissão exigente e que, muitas vezes, é mal compreendida pelos poderes instalados.”
Não preciso dizer que isso foi retirado do Correio dos Açores de hoje, dia de Nossa Senhora da Estrela, 2 de Fevereiro de 2010, pois não?!
Mega Hiperglicemia - Hoje é véspera das Estrelas…
…amanhã é o seu dia…
E eis que chega ao fim o mais longo Natal do Mundo. Os Ribeiragrandenses finalmente desmancham os seus presépios.
Logo, na Rua Direita, no largo dos Paços do Município e um pouco por todo o concelho, centenas de pessoas cantam às Estrelas, louvando a padroeira da Cidade Nortenha e dos seus Bombeiros, a Nossa Senhora da Estrela.

Isso e mais alguma coisa aqui.
E eis que chega ao fim o mais longo Natal do Mundo. Os Ribeiragrandenses finalmente desmancham os seus presépios.
Logo, na Rua Direita, no largo dos Paços do Município e um pouco por todo o concelho, centenas de pessoas cantam às Estrelas, louvando a padroeira da Cidade Nortenha e dos seus Bombeiros, a Nossa Senhora da Estrela.

Isso e mais alguma coisa aqui.
Hiperglicemia - Um vídeo para...
...o nosso vizinho Rui Pereira do Motarte – Arte Sobre 2 Rodas…
E uma lição para todos nós. Pelos menos para alguns, vá!
A S-Word é de facto uma excelente máquina:
E uma lição para todos nós. Pelos menos para alguns, vá!
A S-Word é de facto uma excelente máquina:
Twittem lá isso
“Carlos César reeleito presidente do PS/Açores com 99,3 por cento dos votos.”
Depois do fatídico 15 de Outubro de 1995, que o Mundo não via nada assim. E o que aconteceu nesse dia de especial? Saddam Hussein venceu um referendo presidencial, com 99% dos votos.
Mas agora surge uma questão bem mais pertinente: dos 35,6 por cento dos militantes “socialistas” açorianos, que foram às urnas, quem é que se enganou? É que aquilo é mesmo só por uma cruz! Dois riscos que convergem num ponto, para depois divergiram novamente. Não pode ser assim tão difícil.
Depois do fatídico 15 de Outubro de 1995, que o Mundo não via nada assim. E o que aconteceu nesse dia de especial? Saddam Hussein venceu um referendo presidencial, com 99% dos votos.
Mas agora surge uma questão bem mais pertinente: dos 35,6 por cento dos militantes “socialistas” açorianos, que foram às urnas, quem é que se enganou? É que aquilo é mesmo só por uma cruz! Dois riscos que convergem num ponto, para depois divergiram novamente. Não pode ser assim tão difícil.
Hipoglicemia - Falta de “qualidade na dinâmica”
Caro Santa Clara, (deve ser a primeira vez na história que alguém dirigir-se a um clube de futebol como caro. Pronto, o Abramovich quando comprou o Chelsea Football Club, deve ter dito o mesmo e talvez o Vilarinho quando foi a sua vez de pagar a conta do jantar semanal com o Tony) vamos fazer um acordo: eu não vou mais ao estádio de S. Miguel, esta época, mandando os 10€ por jogo, via DHL, e em troca os senhores ganham os jogos em casa. Ou pelo menos, começam a jogar futebol, pode ser?! Ah! Como acho que fico a perder nesse acordo, que propus, acrescento ainda mais umas alíneas: Quero que me seja entregue, todos os sábados à noite, numa Volkswagen Kombi, duas sacas daquele material que os Red Boys On Fire atiravam uns aos outros, ao intervalo. Só porque aquilo parecia divertido.
Mais: os senhores terão que garantir-me que o Netto nunca mais leva a família para o estádio, às costas. É que ele saiu dos balneários com duas crianças e três hérnias e claro que assim ele não pode correr, ou fazer um passe. O Paulo Cândido Serafim da Cruz, Lico para o mundo do futebol e Cristiano Reinaldo com um pé no Benfica para o Marin, vai ter que passar uma semana nas escolinhas do futebol e por sua vez o Stopira, diminutivo de Ianique dos Santos Tavares, tem lugar no onze titular. Até porque a malta gosta de ver golos, não interessa em que baliza. Ah só mais um pormenorzinho: eu queria que, isso para o acordo seja validado, a cadeira do senhor adepto, cuja garganta brotava sons estúpidos parecidos com insultos, seja substituída com um banco com de pregos, à laia dos faquires, mas atenção, os pregos terão que estar disposto de forma a que, no traseiro do dito proprietário da tal garganta, fique tatuado o seguinte nome: Nuno Santos.
Sei que tinha dito que era só mais um pormenor, mas já agora…talvez não seja má ideia retelhar o estádio. É que ver o Santa Clara à chuva não é lá muito agradável. Nem claque do Penafiel escapou à molha.
Enfim, mais uma tarde de domingo perdida (tenho saudades dos jogos matutinos), mais uma oportunidade de isolarmo-nos no segundo lugar desperdiçada. E que nem a alegria dos Red Boys On Fire conseguiu disfarçar o final triste de fim-de-semana. O que vale é que temos um excelente treinador: no final não copiou o discurso semi-oficial, em situações idênticas – culpar os outros. E assumiu todo a responsabilidade e isso, meu caro Vítor Pereira, é meio caminho para o sucesso. Vamos lá ver se é dessa. E depois um treinador que metralha expressões como: “qualidade na dinâmica” só pode ser sinónimo de qualidade.
Mais: os senhores terão que garantir-me que o Netto nunca mais leva a família para o estádio, às costas. É que ele saiu dos balneários com duas crianças e três hérnias e claro que assim ele não pode correr, ou fazer um passe. O Paulo Cândido Serafim da Cruz, Lico para o mundo do futebol e Cristiano Reinaldo com um pé no Benfica para o Marin, vai ter que passar uma semana nas escolinhas do futebol e por sua vez o Stopira, diminutivo de Ianique dos Santos Tavares, tem lugar no onze titular. Até porque a malta gosta de ver golos, não interessa em que baliza. Ah só mais um pormenorzinho: eu queria que, isso para o acordo seja validado, a cadeira do senhor adepto, cuja garganta brotava sons estúpidos parecidos com insultos, seja substituída com um banco com de pregos, à laia dos faquires, mas atenção, os pregos terão que estar disposto de forma a que, no traseiro do dito proprietário da tal garganta, fique tatuado o seguinte nome: Nuno Santos.
Sei que tinha dito que era só mais um pormenor, mas já agora…talvez não seja má ideia retelhar o estádio. É que ver o Santa Clara à chuva não é lá muito agradável. Nem claque do Penafiel escapou à molha.
Enfim, mais uma tarde de domingo perdida (tenho saudades dos jogos matutinos), mais uma oportunidade de isolarmo-nos no segundo lugar desperdiçada. E que nem a alegria dos Red Boys On Fire conseguiu disfarçar o final triste de fim-de-semana. O que vale é que temos um excelente treinador: no final não copiou o discurso semi-oficial, em situações idênticas – culpar os outros. E assumiu todo a responsabilidade e isso, meu caro Vítor Pereira, é meio caminho para o sucesso. Vamos lá ver se é dessa. E depois um treinador que metralha expressões como: “qualidade na dinâmica” só pode ser sinónimo de qualidade.
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