Estive em 7 das 14 especiais, mais os treinos de segunda-feira, Shakedown e a especial citadina. Tudo isso muito bem acompanhado. FOi para compensar a quinta-feira de amigos frequinha.
Num autocarro, um padre senta-se ao lado de um bêbado que, com dificuldade, lê o jornal.
De repente, com a voz 'empastada', o bêbado pergunta ao padre:
- O senhor sabe o que é artrite?
O padre pensa logo em aproveitar a oportunidade para dar um sermão ao bêbado e responde: - É uma doença provocada pela vida pecaminosa e sem regras: excesso de consumo de álcool, certamente mulheres perdidas, promiscuidade, sexo, farras e outras coisas que nem ouso dizer...
O bêbado arregalou os olhos e continuou lendo o jornal.
Pouco depois o padre, achando que tinha sido muito duro com o bêbado, tenta amenizar: - Há quanto tempo é que o senhor está com artrite?
- Eu?.. Eu não tenho artrite!.. Diz o jornal que quem tem, é o Papa!
Boa quarta-feira de cinzas. Principalmente à Carla pois o e-mail foi dela!
Segundo o CM apurou, o grupo terá descido desde o Bairro Alto até São Bento já com os 230 sacos azuis completamente cheios de papel de jornal pelas 16h30. Em cada saco estava preso um cartão endereçado a cada um dos deputados da Assembleia da República. Depois do nome, escrito à mão, lia-se: “Obrigado por tudo.”
Depois de abandonarem os 230 sacos azuis, os elementos do grupo fugiram a pé, não dando hipótese quer à PSP quer à GNR de qualquer reacção.
No entanto, segundo a lei, mesmo que sejam identificados, os ‘provocadores’ não deverão sofrer grandes problemas com a Justiça. “No máximo podem levar uma multa por terem deixado lixo na via pública”, adiantou ao CM fonte oficial da PSP de Lisboa.
Até à hora de fecho desta edição ninguém tinha reivindicado este ataque simbólico aos deputados da Assembleia da República.»
“A Rua Direita não tem problemas de estacionamento. As pessoas é que têm.” (...)“Há transversais lá separadas por menos de 100 metros entre si com lugar para parar. As pessoas querem carro ao pé da porta e não pode ser”
Afirmação de coragem, sem dúvida, essa de Ricardo Silva, que saiu hoje no Açoriano Oriental.
Ups! Um passado muito pesado esse dos mais de 60.000€ e quatro argolas unidas dos senhores August Horch e Müller Slytherin!
Jamais poderia ser governante. Desde logo, porque beneficiava todos os meus amigos. Era tudo adjudicado por ajuste directo, por um preço cinco vezes superior ao de mercado.
Depois, porque percebi ontem que sou muito sensível às manifestações. Ao ver-me no trânsito e no labirinto de ruas cortadas por causa da manif da CGTP, pensei para comigo que se fosse governante cedia em tudo. Querem descongelar os salários? 13.º, 14.º, 15.º e 16.º meses? Reforma mais cedo? Sim senhores! Vão todos para casa e quando lá chegarem já lá está tudo isso e ainda, como diria o Carlos Cruz, o IVA a 17%.
Bom, vendo assim em perspectiva, concluo que só não podia ser governante porque baixava o IVA. De resto, até parece que tenho talento."
Bonita imagem que espelha muito bem do que somos capazes. Não admiram nada ver os políticos que temos. Tudo isso, e mais alguma coisa, retirado daqui.
Como não há duas sem três. Por isso fiquem com mais um excelente texto (tal como o primeiro desse post) do meu vizinho Lóbi do Chá.
"Cavaco começou a gamar
Está nos livros. Eles começam por se queixar da vida, da miséria que ganham, e mais dia menos dia estão a palmar o alheio. O nosso presidente da República, homem que teve a coragem de anunciar que o que ganha não chega para fazer face às despesas, também já terá optado pela via da criminalidade e não me refiro, neste particular, ao Banco Português Negócios.
Ontem, o Jornal de Negócios noticiava "Cavaco Silva leva o mar e a nanotecnologia na mala". Agora, leio no Expresso que Cavaco escreveu no seu Facebook, sobre a sua visita a Helsínquia: "Tentei abrir portas".
Como parece evidente, o Presidente da República já anda no gamanço. Cavaco não aguentou a vergonha de chegar a casa sem dinheiro. Avisem os turistas em Belém, por favor."
Oleksandr Salyuk - decoram esse nome - ainda por cima o número 9 no seu Ford Fiesta S2000 vai distribuir mentos - quiçá de vodka - por essas estradas a fora.
Se há profissões com futuro, essa é uma delas. O problema é que não havia nenhuma musica, em português, para dar ênfase à questão. Esse tempo já era. Porque alguém deu-se ao trabalho de traduzir o Dave:
Coveiro Cyrus Jones, 1810 a 1913 Ele fez seus bisnetos acreditarem Que se poderia viver até 103 anos Cento e três é pra sempre quando você é somente uma criança Então, Cyrus Jones viveu pra sempre.
Coveiro, Quando cavar minha cova Você poderia deixá-la rasa Para que eu possa sentir a chuva? Coveiro
Muriel Stonewall, 1903 a 1954 Ela perdeu seus dois bebês na Segunda Guerra Mundial Você nunca deveria ter que assistir Seus únicos filhos serem baixados à terra Quero dizer, você nunca deveria ter que enterrar seus próprios bebês.
Coveiro, Quando cavar minha cova Você poderia deixá-la rasa Para que eu possa sentir a chuva? Coveiro
Anel em volta da rosa Bolso repleto de vaidade Das cinzas às cinzas Todos nós caímos
Coveiro, Quando cavar minha cova Você poderia deixá-la rasa Para que eu possa sentir a chuva? Coveiro
Pequeno Mikey Carson, 67 a 75 Ele andou na sua Bicicleta como um diabo até o dia em que morreu Quando crescer ele quer ser Mister Vertigo no trapézio voador Oh, 1940 a 1992
Coveiro, Quando cavar minha cova Você poderia deixá-la rasa Para que eu possa sentir a chuva?
Coveiro, Quando cavar minha cova Você poderia deixá-la rasa Para que eu possa sentir a chuva, Sentir a chuva Eu possa sentir a chuva Coveiro
Coveiro
Ah! Já agora, e num tom mais sério, fiquem com a junção de duas das minhas (e sei que de muita gente também) vozes preferidas:
“Marcelo Rebelo de Sousa confirmou que Henrique Medina Carreira foi afastado por ser incómodo, num texto publicado no seu blogue do jornal Sol:
«Por falar em más notícias, Medina Carreira foi colocado, gentilmente, de quarentena. Um mensageiro, há tantos anos, de más ou mesmo péssimas notícias, é sempre visto com enfado se e quando algumas dessas notícias podem chegar à ribalta. Nessas ocasiões, é sempre preferível algo de mais leve para distrair os espíritos».
Henrique Medina Carreira é um fiscalista honesto e diz tudo sem medos, é muitas vezes censurado pelos media, já nem sequer é chamado aos principais canais com mais audiências, como é normal, quem diz as verdades é censurado, muitas vezes de forma indirecta”.
E agora, para desenjoar, algo completamente diferente: um vídeo do Youtube. Ou melhor dois. Mas um é um músiquita por isso não conta lá muito. E o outro são 5 minutos ou menos.
Qualquer cultor de pornografia conhece as principais passagens dos mais nobres exemplares da sétima arte de quatro. Cala-te e mama, por exemplo, imortalizado pelo grande mestre Paolo, no final da famosa cena da piscina, em que fornica com incrível violência a Jessica, sua patroa, que entretanto lhe vai chamando nomes feios. E o que dizer do célebre chama-me puta, do galardoado Ela Queria que a Tratassem por Puta, que acabou por ser a obra da prima do Francisco Cópula?
Podíamos ficar aqui horas a recordar as cenas mais marcantes da história da pouca vergonha. Podíamos até trocar alguns inéditos, sobretudo vídeos caseiros, que todo o cultor porno guarda numa caixinha dissimulada e bem protegida pelos corpulentos volumes da enciclopédia Luso-Brasileira. Mas a maravilha da pornografia é que não pára de se desenvolver e recriar. Ainda hoje se fazem grandes elogios à arte desinibida.
Chamo a atenção de todos os entusiastas do deboche para uma cena maravilhosa, muito recente. É um filme português. Estão dez milhões a levar com onze governantes muito marotos e diz o primeiro: Não sejam piegas."
"Nomeado interlocutor para analisar tarifas aéreas"
Só mesmo nessa terra! Um interlocutor?! O ministro da economia faz o quê? Se ele não está, estão os secretários, adjuntos, assessores e os seus muchachos. Não isso não bastava. Temos ainda que pagar - a peso de oiro - um "interlocutor"!
Vão mais é para p...
Ah! A noticia foi retirada do AO de ontem, 8 de Fevereiro - e sim Fevereiro vá com maiúscula porque no meu teclado mando eu... ainda!
Já dizia, não sei quem, que "Se a montanha não vai a Maomé, vai Maomé à montanha." Nesse caso não foi Maomé mas sim um Açoriano de coração estrangeiro no nome - Yves Decoster. Também não foi numa montanha - foi aqui bem pertinho da gente - nos muros da escola básica do Livramento.
Yves conta o seguinte, ao AO de hoje: "tudo começa com a origem do tempo, representado pelos planetas. Depois vem a chuva e da terra começam a crescer as plantas. Em seguida surge uma mão que representa o Homem. Um coração mesmo na entrada da escola representa o Amor. A seguir surgem as complicações da vida representadas com trovões. Mas como a seguir à tempestade vem a bonança, logo surgem as flores. Para terminar surge a noite que é o fim da vida."
E depois ainda acrescenta: “Não só em casa que a arte tem de ficar. Tem de se mostrar a arte na rua” Nem mais Yves!
Já agora tentem encontrar mais do trabalho do Yves, um pouco pelas ruas, estradas e vias rápidas da nossa ilha.
Imagem do "forno interno" do Candilhes.
Ah! Já sei quem é que disse "Se a montanha não vai a Maomé, vai Maomé à montanha." Conta-se que, tendo os árabes pedido a Maomé a realização de um milagre como prova do que ensinava, o profeta ordenou que o monte Safa viesse até ele. Como este não se deslocou, Maomé elogiou a misericórdia de Deus, porque assim a montanha não os tinha esmagado a todos, acrescentando: «Irei à montanha para agradecer a Deus por ter poupado uma geração de obstinados.»
"Festas da Praia financiadas em menos 24% pela autarquia"
In Açoriano Oriental de hoje, 8 de Fevereiro de 2012. Isso mesmo, 2012 e ainda há câmaras municipais, onde moram centenas de famílias que não têm dinheiro para comer, que gastam, numas merdas de umas festas 210 mil euros. É preciso ter lata!
E os outros 365 mil dos 575 mil - custo total da palermice das festas da praia - artificial - 2012, vêm de onde?! DO privado não é de certeza, pois não há! Deve vir das "empresas" municipais e do governo regional! Porque senão os 10 deputados da Assembleia Legislativa da Região Autónoma que a Terceira elege não tinham nenhuma rosa ao peito! De certeza!
E depois admiram-se que continuemos nesse buraco. Aliás estamos cada vez mais fundo. Pior do que ter um muito mau governo só mesmo uma muito má oposição. Ou como diz a minha avô - a tal que encontrou um alemão na sua vida, a.k.a. Alois Alzheimer - é tudo farinha do mesmo saco. Ou então como diz a colega de quarto dela: "A merda é a mesma o cheiro é que é diferente!"
Vai dar tudo ao mesmo. Com ou sem o "D" não vamos lá. Só vejo duas soluções: revolução ou partir isso tudo!
Tanto para escrever, relatar e opinar e eu sem tempo - a.k.a. paciência. Deve ser do tempo. Vejam lá que ainda tenho o presépio montado. Até ao dia 2 tinha a desculpa de ser Fuzeiro e lá (no Norte - da ilha) os presépios fiquem até à Nossa Senhora da Estrela... mas... e agora o que vou dizer lá em casa?! É que 60 bonecos, 2 ruas e 25 ovelhas demoram muito tempo as desarmar.
Enfim. Doravante eu prometo falar de assuntos realmente sérios e verdadeiramente importantes para o nosso País Real.
Não, não é o facto da divida de Portugal ter aumentado 5670 milhões de euros desde a intervenção da troika. Obrigado Pascoal pela tua lembrança mas mesmo assim não esquecemos que tu e o teu partido também são co-responsáveis por tal facto. Só não percebo para quê tanto sacrifico. Afinal os nosso mui ricos subsídios não serviam para diminuir isso?! Mas não se preocupem que a "patrão" já arranjou a solução: o Mel. Ao ridículo onde chegamos: o que fazem para ter 3 linhas - por dia - de fama. Pior: alguém, ou melhor, muitos dão essas linhas.
Nem muito menos vou falar do corte, mais um, do dia do Carnaval. Matando assim a intensão de alguns sitios poderem fazer algum(pouco) negócio.
Não. Vou falar de algo realmente importante e que o nosso Povo gosta. E de que forma:
Yannick dos Santos Djaló e a sua nova camisola. Quando é que esses senhores - auto-intitulados 6 milhões, mortos e vivos, aprendem?! Não se deve rir primeiro do que os outros. Há dois anos tentaram reservar um dos estádios mais bonitos do Mundo mas saíram de lá com o rabinho entre as pernas. Para meses depois verem como é que se ganha um campeonato na casa do seu principal rival. Ah! Eles não viram, peço desculpa. Eles apagaram a luz. Agora, riram à fartança com o mera possibilidade parva de, o Yannick dos Santos vestir de azul. E pimba! Tomem lá. A cereja seria que o próximo nome de um rebento fosse, preparados?! Cá vai: Águya Viiktórya.
Nessas situações lembro-me sempre da celebre entrevista de Lauro Dermio a Buda. Principalmente a parte final. Aquele em que Lauro Dermio diz, e passo a citar, só isso: "Oh! Buda e se fosses pra buda que te pariu?!"