"Atrevo-me – usando a liberdade que, a nós, nos foi concedida pelo escaldante Abril de 74 e que, por mais que muitos queiram, não no-la tirarão – a dizer que não acho mal que ambicionem; que falem; que exijam mas, que não se esqueçam também de “MAKE IT HAPPEN”"
Parte de um texto muito bem escrito pelo nosso vizinho, do :Ilhas, Carlos Rodrigues.
Já agora porque é que esse nosso vizinho - Carlos - não tem, ainda, o seu espaço no Açoriano Oriental?! É mais do que merecido.
Put yourself on the eye of the street
Um pequeno passo para um homem (Até o Neil Armstrong gozava com o José Contente), mas um grande salto para o descalabro total da nossa terra.
É uma maneira gira de começar um post. Outra seria com essa foto:

E o que é que tem essa foto, tirada pelo Eduardo Resentes exposta na primeira página do Açoriano Oriental de hoje, o último de Março, de especial?! Vejam lá com atenção, de novo!
Já está?!
A imagem é do dia 30 de Março, na Ribeirinha, Concelho da Ribeira Grande. O que é que faz o João Ponte, presidente da Câmara Municipal da Lagoa, em primeiro plano e quase com uma tesoura na mão. As "SCUTS" nem passam para Lagoa?!
Protagonismo?! Acham mesmo?! Eu cá tenho a certeza. Se era para aparecer, que aparecessem os sete presidentes das Câmaras de S. Miguel. Já agora faltava ai o pediatra a tempo inteiro e presidente da Vila a tempo parcial.
O problema nem é esse. Já não bastava o massacre a nossa linda Ilha Verde sofreu só por causa e meia dúzia de minutos a menos na estrada, vem agora o presidente, à laia de dirigente de futebol dizer, e passo a citar o Açoriano Oriental: " César garante estrada sem portagens com governo socialista". Ou seja: é mais ou menos aquilo que acontece a um treinador da bola antes de ser despedido: leva um voto de confianças e depois...bimba...já está sem o tapete debaixo dos pés.
Das duas uma: vem ai o FMI e há portagen para tudo o que é canada ou mesmo antes disso ou então os outros, com mais um "D", ganham as eleições e eles usam mais ou menos o argumento que Berto Messias - pai fugido e depois arrependido e lider da bancada dos "socialistas" usou ontem na Povoação: "Foi deixada a esta Câmara como herança, em 2009, uma dívida de cerca de 37 milhões de euros, valor que demonstra uma irresponsabilidade atroz".
E pronto, vamos nisso. Por isso meus senhores está tudo nas nossas mãos:
Votar em Branco é bom e faz bem. Pelo menos o país igual não fica. É que já batemos no fundo: pior do isso não pode vir.
É uma maneira gira de começar um post. Outra seria com essa foto:

E o que é que tem essa foto, tirada pelo Eduardo Resentes exposta na primeira página do Açoriano Oriental de hoje, o último de Março, de especial?! Vejam lá com atenção, de novo!
Já está?!
A imagem é do dia 30 de Março, na Ribeirinha, Concelho da Ribeira Grande. O que é que faz o João Ponte, presidente da Câmara Municipal da Lagoa, em primeiro plano e quase com uma tesoura na mão. As "SCUTS" nem passam para Lagoa?!
Protagonismo?! Acham mesmo?! Eu cá tenho a certeza. Se era para aparecer, que aparecessem os sete presidentes das Câmaras de S. Miguel. Já agora faltava ai o pediatra a tempo inteiro e presidente da Vila a tempo parcial.
O problema nem é esse. Já não bastava o massacre a nossa linda Ilha Verde sofreu só por causa e meia dúzia de minutos a menos na estrada, vem agora o presidente, à laia de dirigente de futebol dizer, e passo a citar o Açoriano Oriental: " César garante estrada sem portagens com governo socialista". Ou seja: é mais ou menos aquilo que acontece a um treinador da bola antes de ser despedido: leva um voto de confianças e depois...bimba...já está sem o tapete debaixo dos pés.
Das duas uma: vem ai o FMI e há portagen para tudo o que é canada ou mesmo antes disso ou então os outros, com mais um "D", ganham as eleições e eles usam mais ou menos o argumento que Berto Messias - pai fugido e depois arrependido e lider da bancada dos "socialistas" usou ontem na Povoação: "Foi deixada a esta Câmara como herança, em 2009, uma dívida de cerca de 37 milhões de euros, valor que demonstra uma irresponsabilidade atroz".
E pronto, vamos nisso. Por isso meus senhores está tudo nas nossas mãos:
Votar em Branco é bom e faz bem. Pelo menos o país igual não fica. É que já batemos no fundo: pior do isso não pode vir.
Put yourself on the eye of the street - "Afinal de Contas"
"Uma Grande Reportagem sobre as derrapagens financeiras nas obras públicas em Portugal e nas parcerias público-privadas. Este trabalho conta com depoimentos do ex-juiz do Tribunal de Contas, Carlos Moreno, do ex-Ministro das Obras Públicas, Ferreira do Amaral, do ex-vereador do Urbanismo da Câmara Municipal do Porto, Paulo Morais, entre outros."
Vejam, por exemplo, como é que senhores como Ferreira do Amaral engordou (e não estou a falar apenas da sua papada) às nossas custas. O que mais me irrita é que estes "senhores" estão ali na maior. Sem um pingo de vergonha na cara a defender aquilo´que é verdadeiramente estupido e que deixou o nosso país na miséria. Ao contrário dos bolsos deles:
RTP - LINHA DA FRENTE
Vejam, por exemplo, como é que senhores como Ferreira do Amaral engordou (e não estou a falar apenas da sua papada) às nossas custas. O que mais me irrita é que estes "senhores" estão ali na maior. Sem um pingo de vergonha na cara a defender aquilo´que é verdadeiramente estupido e que deixou o nosso país na miséria. Ao contrário dos bolsos deles:
RTP - LINHA DA FRENTE
Mão de Beiças - Estou enojado e envergonhado
"Vítima de assalto ficou sem os bens e com o ordenado penhorado"
"Funcionária do Governo Regional ficou com 1/3 do ordenado penhorado após ter apresentado um pedido de indemnização por um furto na sua residência no Verão de 2008"
"A 22 de Agosto de 2008 a residência de Ana Maria (nome fictício) foi assaltada por dois homens que levaram um computador portátil, um telemóvel, uma máquina fotográfica e diversos objectos em ouro e prata. Os ladrões entraram na residência após saltarem um muro para acesso a uma janela e forçaram a entrada na residência para conseguirem furtar objectos que pudessem vender rapidamente para adquirirem droga.
A polícia ainda conseguiu recuperar diversos objectos que foram encontrados na casa de um dos arguidos, mas diverso material em ouro acabou por ser vendido a um proprietário de uma ourivesaria. O caso seguiu para julgamento e a vítima do crime apresentou um pedido de indemnização cível para ser compensada dos danos causados.
A dupla de ladrões foi condenada pelos crimes. O arguido de 41 anos foi condenado a oito anos e seis meses de prisão efectiva, enquanto um segundo arguido de 28 anos foi condenado a uma pena de multa de 650 euros, pela prática de doze crimes contra o património durante o Verão de 2008. O ourives de 38 anos que comprou o material em ouro foi condenado a uma multa de 1440 euros, pelo crime de recepção.
A vítima deste crime avaliou os bens furtados em cerca de 4550 euros, mas o juiz do tribunal de Ponta Delgada apenas considerou como prejuízos causados 2030 euros, ficando a vítima obrigada a efectuar o pagamento de 310 euros ao tribunal.
A vítima do crime protestou da decisão no tribunal, considerando que já tinha sido lesada pelo furto na sua residência, ficando sem diversos bens que nunca chegaram a ser recuperados pela polícia, e não chegou a receber a indemnização porque os assaltantes não apresentam nenhuma fonte de rendimento ou património. Ana Maria nunca mais pensou neste assunto até que na última semana o tribunal de Ponta Delgada enviou para o seu trabalho uma ordem de penhora do ordenado para conseguir recuperar 697,25 euros."
(...)
In página 3 do Açoriano Oriental de hoje, 30 de Março.
Havia mais mas eu não consegui ler, até porque também fiquei com medo de ver o meu ordenado penhorado, só por ler uma notícia desse género até ao fim.
"Funcionária do Governo Regional ficou com 1/3 do ordenado penhorado após ter apresentado um pedido de indemnização por um furto na sua residência no Verão de 2008"
"A 22 de Agosto de 2008 a residência de Ana Maria (nome fictício) foi assaltada por dois homens que levaram um computador portátil, um telemóvel, uma máquina fotográfica e diversos objectos em ouro e prata. Os ladrões entraram na residência após saltarem um muro para acesso a uma janela e forçaram a entrada na residência para conseguirem furtar objectos que pudessem vender rapidamente para adquirirem droga.
A polícia ainda conseguiu recuperar diversos objectos que foram encontrados na casa de um dos arguidos, mas diverso material em ouro acabou por ser vendido a um proprietário de uma ourivesaria. O caso seguiu para julgamento e a vítima do crime apresentou um pedido de indemnização cível para ser compensada dos danos causados.
A dupla de ladrões foi condenada pelos crimes. O arguido de 41 anos foi condenado a oito anos e seis meses de prisão efectiva, enquanto um segundo arguido de 28 anos foi condenado a uma pena de multa de 650 euros, pela prática de doze crimes contra o património durante o Verão de 2008. O ourives de 38 anos que comprou o material em ouro foi condenado a uma multa de 1440 euros, pelo crime de recepção.
A vítima deste crime avaliou os bens furtados em cerca de 4550 euros, mas o juiz do tribunal de Ponta Delgada apenas considerou como prejuízos causados 2030 euros, ficando a vítima obrigada a efectuar o pagamento de 310 euros ao tribunal.
A vítima do crime protestou da decisão no tribunal, considerando que já tinha sido lesada pelo furto na sua residência, ficando sem diversos bens que nunca chegaram a ser recuperados pela polícia, e não chegou a receber a indemnização porque os assaltantes não apresentam nenhuma fonte de rendimento ou património. Ana Maria nunca mais pensou neste assunto até que na última semana o tribunal de Ponta Delgada enviou para o seu trabalho uma ordem de penhora do ordenado para conseguir recuperar 697,25 euros."
(...)
In página 3 do Açoriano Oriental de hoje, 30 de Março.
Havia mais mas eu não consegui ler, até porque também fiquei com medo de ver o meu ordenado penhorado, só por ler uma notícia desse género até ao fim.
Twittem lá isso
"Dissolução da AR cancela comemorações do 25 de Abril"
Querem uma excelente alternativa de comemoração?!
Votem em branco nas próximas eleições! Igual não ficamos de certeza!
Querem uma excelente alternativa de comemoração?!
Votem em branco nas próximas eleições! Igual não ficamos de certeza!
Olhó Caramelo - continuação
Está escolhido. O Porche amarelo era um argumento muito forte mas o genes do Domingos Felisberto a.k.a. Zezé Camarinha são bem evidentes no Gunther e nos seus fãs:
Depois há ainda isso:
Depois há ainda isso:
Olhó Caramelo
Esse vai ser um post daqueles… bom, não interessa, seja responsável. Leia com moderação:
Nesse momento, minhas senhoras e meus senhores, eu estou num terrível dilema: qual dos dois merece a página central da caderneta de cromos?
Nesse momento, minhas senhoras e meus senhores, eu estou num terrível dilema: qual dos dois merece a página central da caderneta de cromos?
Put yourself on the eye of the street
Diário da República nº 28 - I série- datado de 10 de Fevereiro de 2010 - Resolução da Assembleia da República nº 11/2010.
Algumas rubricas do orçamento da Assembleia da República:
1 - Vencimento de Deputados ...............................12 milhões 349 mil Euros
2 - Ajudas de Custo de Deputados...........................2 milhões 724 mil Euros
3 - Transportes de Deputados ..............................3 milhões 869 mil Euros
4 - Deslocações e Estadas .................................2 milhões 363 mil Euros
5 - Assistência Técnica (?) ...............................2 milhões 948 mil Euros
6 - Outros Trabalhos Especializados (?) ...................3 milhões 593 mil Euros
7 - RESTAURANTE,REFEITÓRIO,CAFETARIA.......................961 mil Euros
8 - Subvenções aos Grupos Parlamentares....................970 mil Euros
9 - Equipamento de Informática ............................2 milhões 110 mil Euros
10- Outros Investimentos (?) ..............................2 milhões 420 mil Euros
11- Edificios .............................................2 milhões 686 mil Euros
12- Transfer's (?) Diversos (?)............................13 milhões 506 mil Euros
13- SUBVENÇÃO aos PARTIDOS na A. R. .......................16 milhões 977 mil Euros
14- SUBVENÇÕES CAMPANHAS ELEITORAIS .......................73 milhões 798 mil Euros
NO TOTAL a DESPESA ORÇAMENTADA para o ANO de 2010, é :¤ 191 405 356,61 (191 Milhões 405 mil 356 Euros e 61 cêntimos).
Mas há mais:
420.000,00€ - TAP - administrador: Fernando Pinto
371.000,00€ - CGD - administrador: Faria de Oliveira
365.000,00€ - PT - administrador: Henrique Granadeiro
250.040,00€ - RTP - administrador: Guilherme Costa
249.448,00€ - Banco Portugal - administrador: Vítor Constâncio
247.938,00€ - ISP - administrador: Fernando Nogueira
245.552,00€ - CMVM - presidente: Carlos Tavares
233.857,00€ - ERSE - administrador: Vítor Santos
224.000,00€ - ANA COM - administrador: Amado da Silva
200.200,00€ - CTT - presidente: Mata da Costa
134.197,00€ - Parpublica - administrador: José Plácido Reis
133.000,00€ - ANA - administrador: Guilhermino Rodrigues
126.686,00€ - ADP - administrador: Pedro Serra
96.507,00€ - Metro Porto - administrador: António Oliveira Fonseca
89.299,00€ - LUSA - administrador: Afonso Camões
69.110,00€ - CP - administrador: ardoso dos Reis
66.536,00€ - REFER - administrador: Luís Pardal
66.536,00€ - Metro Lisboa - administrador: Joaquim Reis
58.865,00€ - CARRIS - administrador: José Manuel Rodrigues
58.859,00€ - STCP - administrador: Fernanda Meneses
3.706.630,00€ - total
Média de um funcionário público: 900,00€
58.688,31 - nº de funcionários públicos que dá para pagar com o mesmo dinheiro...
Depois temos notícias como esta:
"O PSD venceria com 42,2 por cento dos votos, se as legislativas ocorressem hoje, de acordo com uma sondagem da Intercampus/TVI. No entanto, o partido não alcançaria uma maioria absoluta.
O PS surge com menos 9,4 pontos percentuais que o partido de Pedro Passos Coelho, recebendo 32,8 por cento dos votos. A terceira escolha recairia sobre o CDS-PP, com a preferência de 8,7 por cento dos inquiridos.
Por isso, para o PSD conseguir uma maioria absoluta teria que se juntar aos centristas e desse modo alcançar 50,9 por cento dos votos.
O Bloco de Esquerda, com 7,9 por cento dos votos, ficou no quarto lugar, enquanto a CDU surge em último com 7,1 por cento.
A sondagem Intercampus para a TVI aponta ainda que 61 por cento pretende que o próximo Governo seja formado por uma coligação, contra 25,6 por cento, com as preferências a recaírem sobre PSD/CDS-PP (24,2 por cento), seguinda de PSD-PS (22,8), PSD-CDS-PS (17,7) e PS-CDS (4,5)."
Eu tenho um nome para isso: masoquismo!
O Povo gosta mesmo é de: "me bate, vai seu cafajeste!"
Votar em branco e deixar essa gente toda no desemprego. Uma boa ideia, não?!
Pensem nisso.
Algumas rubricas do orçamento da Assembleia da República:
1 - Vencimento de Deputados ...............................12 milhões 349 mil Euros
2 - Ajudas de Custo de Deputados...........................2 milhões 724 mil Euros
3 - Transportes de Deputados ..............................3 milhões 869 mil Euros
4 - Deslocações e Estadas .................................2 milhões 363 mil Euros
5 - Assistência Técnica (?) ...............................2 milhões 948 mil Euros
6 - Outros Trabalhos Especializados (?) ...................3 milhões 593 mil Euros
7 - RESTAURANTE,REFEITÓRIO,CAFETARIA.......................961 mil Euros
8 - Subvenções aos Grupos Parlamentares....................970 mil Euros
9 - Equipamento de Informática ............................2 milhões 110 mil Euros
10- Outros Investimentos (?) ..............................2 milhões 420 mil Euros
11- Edificios .............................................2 milhões 686 mil Euros
12- Transfer's (?) Diversos (?)............................13 milhões 506 mil Euros
13- SUBVENÇÃO aos PARTIDOS na A. R. .......................16 milhões 977 mil Euros
14- SUBVENÇÕES CAMPANHAS ELEITORAIS .......................73 milhões 798 mil Euros
NO TOTAL a DESPESA ORÇAMENTADA para o ANO de 2010, é :¤ 191 405 356,61 (191 Milhões 405 mil 356 Euros e 61 cêntimos).
Mas há mais:
420.000,00€ - TAP - administrador: Fernando Pinto
371.000,00€ - CGD - administrador: Faria de Oliveira
365.000,00€ - PT - administrador: Henrique Granadeiro
250.040,00€ - RTP - administrador: Guilherme Costa
249.448,00€ - Banco Portugal - administrador: Vítor Constâncio
247.938,00€ - ISP - administrador: Fernando Nogueira
245.552,00€ - CMVM - presidente: Carlos Tavares
233.857,00€ - ERSE - administrador: Vítor Santos
224.000,00€ - ANA COM - administrador: Amado da Silva
200.200,00€ - CTT - presidente: Mata da Costa
134.197,00€ - Parpublica - administrador: José Plácido Reis
133.000,00€ - ANA - administrador: Guilhermino Rodrigues
126.686,00€ - ADP - administrador: Pedro Serra
96.507,00€ - Metro Porto - administrador: António Oliveira Fonseca
89.299,00€ - LUSA - administrador: Afonso Camões
69.110,00€ - CP - administrador: ardoso dos Reis
66.536,00€ - REFER - administrador: Luís Pardal
66.536,00€ - Metro Lisboa - administrador: Joaquim Reis
58.865,00€ - CARRIS - administrador: José Manuel Rodrigues
58.859,00€ - STCP - administrador: Fernanda Meneses
3.706.630,00€ - total
Média de um funcionário público: 900,00€
58.688,31 - nº de funcionários públicos que dá para pagar com o mesmo dinheiro...
Depois temos notícias como esta:
"O PSD venceria com 42,2 por cento dos votos, se as legislativas ocorressem hoje, de acordo com uma sondagem da Intercampus/TVI. No entanto, o partido não alcançaria uma maioria absoluta.
O PS surge com menos 9,4 pontos percentuais que o partido de Pedro Passos Coelho, recebendo 32,8 por cento dos votos. A terceira escolha recairia sobre o CDS-PP, com a preferência de 8,7 por cento dos inquiridos.
Por isso, para o PSD conseguir uma maioria absoluta teria que se juntar aos centristas e desse modo alcançar 50,9 por cento dos votos.
O Bloco de Esquerda, com 7,9 por cento dos votos, ficou no quarto lugar, enquanto a CDU surge em último com 7,1 por cento.
A sondagem Intercampus para a TVI aponta ainda que 61 por cento pretende que o próximo Governo seja formado por uma coligação, contra 25,6 por cento, com as preferências a recaírem sobre PSD/CDS-PP (24,2 por cento), seguinda de PSD-PS (22,8), PSD-CDS-PS (17,7) e PS-CDS (4,5)."
Eu tenho um nome para isso: masoquismo!
O Povo gosta mesmo é de: "me bate, vai seu cafajeste!"
Votar em branco e deixar essa gente toda no desemprego. Uma boa ideia, não?!
Pensem nisso.
O Mário Roberto é que sabe
Momento Bruno Alves da semana
"Com o dedo em riste, ar ofendido e voz acima do tom, Sócrates afirmou que "não andamos por aí a pedinchar."
Depois esfregou a etiqueta do seu casaco Armani na cara do dito jornalista.
Notícia também ela retirada do jornal Económico.
Depois esfregou a etiqueta do seu casaco Armani na cara do dito jornalista.
Notícia também ela retirada do jornal Económico.
Put yourself on the eye of the street
Já tomou o pequeno almoço? Então, por favor, pare por aqui com esse post. Não continue...
A sério. Se continuar a ler só ficará mais triste e com vontade de partir no minimo uma vara:
Segundo o jornal Económico:
"Vara recebeu indemnização de meio milhão de euros
Armando Vara recebeu, no ano passado, 562,19 mil euros como indemnização pela sua saída da gestão executiva do BCP.
A este montante juntam-se os 260 mil euros recebidos de Janeiro a Julho de 2010, altura em que renunciou ao cargo.
"O Conselho Geral e de Supervisão deliberou (...) autorizar a celebração do contrato de cessação do vínculo de administração, com salvaguarda do recebimento por aquele da quantia correspondente às remunerações fixas que seriam por ele recebidas até ao termo previsto para o exercício de funções", ou seja, o final do ano passado, diz o relatório de governo da sociedade do BCP, hoje divulgado. Por isso, refere ainda o documento, "foi-lhe paga a importância de 562.192,38 mil euros".
Não deu vontade de partir uma vara ao meio?!
A sério. Se continuar a ler só ficará mais triste e com vontade de partir no minimo uma vara:
Segundo o jornal Económico:
"Vara recebeu indemnização de meio milhão de euros
Armando Vara recebeu, no ano passado, 562,19 mil euros como indemnização pela sua saída da gestão executiva do BCP.
A este montante juntam-se os 260 mil euros recebidos de Janeiro a Julho de 2010, altura em que renunciou ao cargo.
"O Conselho Geral e de Supervisão deliberou (...) autorizar a celebração do contrato de cessação do vínculo de administração, com salvaguarda do recebimento por aquele da quantia correspondente às remunerações fixas que seriam por ele recebidas até ao termo previsto para o exercício de funções", ou seja, o final do ano passado, diz o relatório de governo da sociedade do BCP, hoje divulgado. Por isso, refere ainda o documento, "foi-lhe paga a importância de 562.192,38 mil euros".
Não deu vontade de partir uma vara ao meio?!
Twittem lá isso: Genial!
"A intenção do Governo de reduzir para 6% a taxa do IVA sobre a prática do golfe é um orgulho para os golfistas e uma vergonha para os sindicalistas. Um grupo de pessoas com fraca organização coletiva, sem recurso a manifestações nem presença na mesa da concertação social, consegue ser mais eficaz na satisfação das suas justas aspirações do que a CGTP e a UGT juntas. O fenómeno volta também a indicar uma relação preocupante entre a contestação social bem sucedida e o uso de calças ridículas: depois de manifestantes dos anos 70, com as suas calças à boca de sino, terem obtido conquistas sociais importantes, os golfistas conseguem agora o seu lugar na história da luta reivindicativa. Parece evidente que os trabalhadores de hoje só não gozam de melhores condições de vida porque Carvalho da Silva não tem a argúcia de comparecer nas manifestações de pijama.
Além dos golfistas, o Governo também está de parabéns. É verdade que cedeu a um grupo social, mas soube fazê-lo enviando um sinal à sociedade: em Portugal, o golfe é um desporto cada vez mais barato, e ser pobre é um desporto cada vez mais caro. A mensagem do Governo é clara: "Portugueses, não sejam pobres." É tão caro ser pobre em Portugal, com todas as medidas que o Governo tem tomado para taxar a pobreza, que só por teimosia um grupo cada vez mais alargado de pessoas se mantém pobre. Por preguiça ou burrice não levam a sério o esforço que o Governo tem feito, através de cargas fiscais e outras penalizações, para desencorajar quem insiste em ter má qualidade de vida e premiar quem tem boa qualidade de vida. Quem vive melhor paga menos impostos e tem mais benefícios, mas nem assim os portugueses percebem que devem passar a viver melhor. É incrível.
A argumentação do Governo é, além do mais, impossível de rebater: o golfe constitui uma importante alavanca do turismo. Há inúmeros cidadãos estrangeiros que procuram o nosso país para praticar o desporto. Mas, depois de terem gasto vários milhares de euros em tacos, viagens e hotéis, se os obrigam a pagar uma taxa de 23%, igual à dos refrigerantes e das latas de conserva, pegam no seu equipamento e vão jogar para países em que o IVA não lhes dê cabo do parco orçamento que têm para alimentação, saúde e jato privado. Quem persiste em viver com dificuldades, envergonhando-se a si mesmo e ao País, e continua a queixar-se dos impostos sobre bens importantes, deve pensar no modo como pode contribuir para o turismo em Portugal. Aglomerem-se nas imediações dos campos de golfe e convençam os jogadores a beber leite achocolatado e iogurtes. Em princípio, o IVA dos produtos que eles consomem baixa imediatamente de 23 para 6 por cento. Não falha."
RAP no seu melhor. Ou melhor, na Visão dessa semana.
Além dos golfistas, o Governo também está de parabéns. É verdade que cedeu a um grupo social, mas soube fazê-lo enviando um sinal à sociedade: em Portugal, o golfe é um desporto cada vez mais barato, e ser pobre é um desporto cada vez mais caro. A mensagem do Governo é clara: "Portugueses, não sejam pobres." É tão caro ser pobre em Portugal, com todas as medidas que o Governo tem tomado para taxar a pobreza, que só por teimosia um grupo cada vez mais alargado de pessoas se mantém pobre. Por preguiça ou burrice não levam a sério o esforço que o Governo tem feito, através de cargas fiscais e outras penalizações, para desencorajar quem insiste em ter má qualidade de vida e premiar quem tem boa qualidade de vida. Quem vive melhor paga menos impostos e tem mais benefícios, mas nem assim os portugueses percebem que devem passar a viver melhor. É incrível.
A argumentação do Governo é, além do mais, impossível de rebater: o golfe constitui uma importante alavanca do turismo. Há inúmeros cidadãos estrangeiros que procuram o nosso país para praticar o desporto. Mas, depois de terem gasto vários milhares de euros em tacos, viagens e hotéis, se os obrigam a pagar uma taxa de 23%, igual à dos refrigerantes e das latas de conserva, pegam no seu equipamento e vão jogar para países em que o IVA não lhes dê cabo do parco orçamento que têm para alimentação, saúde e jato privado. Quem persiste em viver com dificuldades, envergonhando-se a si mesmo e ao País, e continua a queixar-se dos impostos sobre bens importantes, deve pensar no modo como pode contribuir para o turismo em Portugal. Aglomerem-se nas imediações dos campos de golfe e convençam os jogadores a beber leite achocolatado e iogurtes. Em princípio, o IVA dos produtos que eles consomem baixa imediatamente de 23 para 6 por cento. Não falha."
RAP no seu melhor. Ou melhor, na Visão dessa semana.
Candilhes Natura
Momento jumping clitoris – em português: grelos salteados
Digas muito importantes, quiçá, para este fim de semana:
Twittem lá isso
Nem Passos de Coelho ou Sócrates, nem Cavaco e Silva (como dizia a minha avô. Ela agora chamo-o outro nome, que eu não posso dizer aqui mas que começa em filho e acaba em puta), nem Louçã, nem Portas, nem FMI. Não nada disso! O que quero é um governo Suíço. Está decidido:
Olhó Caramelo "Pescadores contestam apreensão"
E eu contesto a contestação deles. É preciso ter lata: a Policia Marítima está a fazer o seu trabalho e esses artistas, criminosos, vêm dizer que são uns anjinhos. Que a culpa foi do vento! Vão mas é...
"O vento!" Está certo. É assim mesmo. E assim, como "o vento" fica a costa de S. Miguel transformada num deserto.
Aqui têm a notícia, por completo, retirada do Açoriano Oriental de hoje, 24 de Março. Gosto particularmente da parte que eles dizem que a Polícia Marítima devia de "andar Kadhafi ou do Bin Laden". Mostra o sentido de humor do jornalista.
"Um grupo de pescadores de Rabo de Peixe e Água de Pau contestaram, ontem, uma acção de fiscalização da Polícia Marítima ao largo de Vila Franca do Campo, que acabou com a apreensão de cerca de quatro toneladas de pescado e a elaboração de vários autos de contra-ordenação.
A Polícia Marítima numa acção de fiscalização de rotina conseguiu identificar sete embarcações que estavam a pescar “numa zona proibida” em Vila Franca do Campo, porque se encontravam numa área com profundidade entre 20 e 50 metros, e a lei obriga à realização desta arte de pesca a uma profundidade superior a 80 metros. Os pescadores alegam que “foram desviados para a costa” devido à força do vento, criticando a forma de actuar das autoridades.
“A polícia marítima é uma polícia de escritório. Não sabem como funciona a arte do mar. Estamos a trabalhar na costa sul, com vento de sudoeste e somos empurrados para a costa”, alega Emanuel Machado. O pescador justifica terem sido apanhados em situação ilegal “devido à força da corrente” e acrescenta que apenas conseguem apanhar chicharro em zonas com profundidade de 40 a 50 metros. A apreensão de quatro toneladas de peixe foi criticada pelos pescadores que viram o pescado ser vendido em lota, mas o dinheiro ficou retido à ordem da Polícia Marítima. “Não foi a polícia que trabalhou para apanhar aquele peixe”, sublinha Emanuel Machado. “O governo quer é pagar a crise com o nosso trabalho”, atira outro pescador, durante a manifestação realizada ontem às portas da Lotaçor e da Polícia Marítima.
No entanto, o comandante da Polícia Marítima salienta que o peixe foi apreendido como medida cautelar, porque a lei não permite que “o infractor beneficie da infracção”. O comandante Rodrigues Gonçalves explica que a autoridade marítima “apenas se limitou a cumprir a lei”. O Inspector Regional das Pescas, em declarações à Antena 1/Açores, também reconheceu que as autoridades apenas se limitaram a efectuar o seu trabalho de fiscalização.
Pescadores ainda vão ser multados As embarcações detectadas a pescar de forma ilegal ao largo de Vila Franca do Campo ficaram sem o pescado e ainda vão ser notificados no âmbito de um processo de contra-ordenação. Rodrigo Gonçalves, comandante da Polícia Marítima, indica que “foram levantados autos de contra-ordenação às várias embarcações”, existindo a partir de agora um processo que deverá culminar na aplicação de uma multa. “Ainda por cima vamos receber uma multa, porque eles não vão acreditar em nós. Colocamos as redes de pesca na distância permitida, mas foi a força do vento que levou as redes para o local proibido.
Não tenho culpa”, assume José Estrela. Os pescadores procuraram solicitar uma intervenção da Lotaçor para garantir que recebiam o dinheiro efectuado com a venda do pescado apreendido pela Polícia Marítima. No entanto, os pescadores foram informados que a Lotaçor não iria intervir neste processo, porque as competências de fiscalização pertencem à autoridade marítima.
Polícia Marítima recebeu pescadores com armas no porto de Vila Franca do Campo Os pescadores consideram que a “força” apresentada pela Polícia Marítima durante a acção de fiscalização foi excessiva.
“Se calhar deviam pensar que somos criminosos. Também deviam andar atrás do Kadhafi ou do Bin Laden. Estou na pesca há muitos anos e nunca vi polícias com armas em punho num porto de pesca”, conta Emanuel Machado. O comandante da polícia Marítima, Rodrigues Gonçalves, explicou que devido ao elevado número de embarcações e pescadores foi criado um perímetro de segurança no local, através da “exibição de força para ninguém pensar em outras ideias”, admitindo que já houve situações complicadas em outros portos dos Açores, devido ao elevado número de pescadores."
"O vento!" Está certo. É assim mesmo. E assim, como "o vento" fica a costa de S. Miguel transformada num deserto.
Aqui têm a notícia, por completo, retirada do Açoriano Oriental de hoje, 24 de Março. Gosto particularmente da parte que eles dizem que a Polícia Marítima devia de "andar Kadhafi ou do Bin Laden". Mostra o sentido de humor do jornalista.
"Um grupo de pescadores de Rabo de Peixe e Água de Pau contestaram, ontem, uma acção de fiscalização da Polícia Marítima ao largo de Vila Franca do Campo, que acabou com a apreensão de cerca de quatro toneladas de pescado e a elaboração de vários autos de contra-ordenação.
A Polícia Marítima numa acção de fiscalização de rotina conseguiu identificar sete embarcações que estavam a pescar “numa zona proibida” em Vila Franca do Campo, porque se encontravam numa área com profundidade entre 20 e 50 metros, e a lei obriga à realização desta arte de pesca a uma profundidade superior a 80 metros. Os pescadores alegam que “foram desviados para a costa” devido à força do vento, criticando a forma de actuar das autoridades.
“A polícia marítima é uma polícia de escritório. Não sabem como funciona a arte do mar. Estamos a trabalhar na costa sul, com vento de sudoeste e somos empurrados para a costa”, alega Emanuel Machado. O pescador justifica terem sido apanhados em situação ilegal “devido à força da corrente” e acrescenta que apenas conseguem apanhar chicharro em zonas com profundidade de 40 a 50 metros. A apreensão de quatro toneladas de peixe foi criticada pelos pescadores que viram o pescado ser vendido em lota, mas o dinheiro ficou retido à ordem da Polícia Marítima. “Não foi a polícia que trabalhou para apanhar aquele peixe”, sublinha Emanuel Machado. “O governo quer é pagar a crise com o nosso trabalho”, atira outro pescador, durante a manifestação realizada ontem às portas da Lotaçor e da Polícia Marítima.
No entanto, o comandante da Polícia Marítima salienta que o peixe foi apreendido como medida cautelar, porque a lei não permite que “o infractor beneficie da infracção”. O comandante Rodrigues Gonçalves explica que a autoridade marítima “apenas se limitou a cumprir a lei”. O Inspector Regional das Pescas, em declarações à Antena 1/Açores, também reconheceu que as autoridades apenas se limitaram a efectuar o seu trabalho de fiscalização.
Pescadores ainda vão ser multados As embarcações detectadas a pescar de forma ilegal ao largo de Vila Franca do Campo ficaram sem o pescado e ainda vão ser notificados no âmbito de um processo de contra-ordenação. Rodrigo Gonçalves, comandante da Polícia Marítima, indica que “foram levantados autos de contra-ordenação às várias embarcações”, existindo a partir de agora um processo que deverá culminar na aplicação de uma multa. “Ainda por cima vamos receber uma multa, porque eles não vão acreditar em nós. Colocamos as redes de pesca na distância permitida, mas foi a força do vento que levou as redes para o local proibido.
Não tenho culpa”, assume José Estrela. Os pescadores procuraram solicitar uma intervenção da Lotaçor para garantir que recebiam o dinheiro efectuado com a venda do pescado apreendido pela Polícia Marítima. No entanto, os pescadores foram informados que a Lotaçor não iria intervir neste processo, porque as competências de fiscalização pertencem à autoridade marítima.
Polícia Marítima recebeu pescadores com armas no porto de Vila Franca do Campo Os pescadores consideram que a “força” apresentada pela Polícia Marítima durante a acção de fiscalização foi excessiva.
“Se calhar deviam pensar que somos criminosos. Também deviam andar atrás do Kadhafi ou do Bin Laden. Estou na pesca há muitos anos e nunca vi polícias com armas em punho num porto de pesca”, conta Emanuel Machado. O comandante da polícia Marítima, Rodrigues Gonçalves, explicou que devido ao elevado número de embarcações e pescadores foi criado um perímetro de segurança no local, através da “exibição de força para ninguém pensar em outras ideias”, admitindo que já houve situações complicadas em outros portos dos Açores, devido ao elevado número de pescadores."
Não pirilamparás a mulher alheia - Será que é hoje?
Haverá um dia em que todos voltaremos a ser felizes, quando:
- OS SÓCRATES, FOREM APENAS FILÓSOFOS
- OS ALEGRES, APENAS CRIANÇAS
- OS CAVACOS, APENAS INSTRUMENTOS MUSICAIS
- OS PASSOS, APENAS OS DE DANÇA
- OS LOUÇÃS, APENAS ERROS ORTOGRÁFICOS
- OS JERÓNIMOS, APENAS MONUMENTOS NACIONAIS
- OS PORTAS, SÓ DE ABRIR E FECHAR
Até lá,... paciência, muita, muita, mas muita paciência ! ... ... ... ... ... ...
Obrigado Carla pelo texto.
- OS SÓCRATES, FOREM APENAS FILÓSOFOS
- OS ALEGRES, APENAS CRIANÇAS
- OS CAVACOS, APENAS INSTRUMENTOS MUSICAIS
- OS PASSOS, APENAS OS DE DANÇA
- OS LOUÇÃS, APENAS ERROS ORTOGRÁFICOS
- OS JERÓNIMOS, APENAS MONUMENTOS NACIONAIS
- OS PORTAS, SÓ DE ABRIR E FECHAR
Até lá,... paciência, muita, muita, mas muita paciência ! ... ... ... ... ... ...
Obrigado Carla pelo texto.
Uma quarta de notícias
"Doação de esperma exclui os homosexuais"
"Homossexuais e estrangeiros estão excluídos da campanha de doação de esperma na província de Guangdong, sul da China, para "ajudar a aliviar a carência" face à infertilidade na região, disse esta segunda-feira a imprensa oficial."
Começamos bem. A seguir:
"Região abre concurso para venda de madeira"
Havia melhor notícia para ser dada por Noé Rodrigues?! Havia mas podia estragar a cerimónia comemorativa do Dia Mundial da Floresta...
"César contra o corte de 20 ME para os Açores, mas a favor do PEC"
Eu também gosto muito do bife do Restaurante da Associação Agrícola. Não gosto é de pagar os 23€. Ah! Também não gosto de esparregado mas isso sou eu que sou esquisito e a minha obrigava-me a comer, quando era pequenino.
Tudo isso retirado do Açoriano Oriental de ontem, terça-feira, 22 de Março.
"Homossexuais e estrangeiros estão excluídos da campanha de doação de esperma na província de Guangdong, sul da China, para "ajudar a aliviar a carência" face à infertilidade na região, disse esta segunda-feira a imprensa oficial."
Começamos bem. A seguir:
"Região abre concurso para venda de madeira"
Havia melhor notícia para ser dada por Noé Rodrigues?! Havia mas podia estragar a cerimónia comemorativa do Dia Mundial da Floresta...
"César contra o corte de 20 ME para os Açores, mas a favor do PEC"
Eu também gosto muito do bife do Restaurante da Associação Agrícola. Não gosto é de pagar os 23€. Ah! Também não gosto de esparregado mas isso sou eu que sou esquisito e a minha obrigava-me a comer, quando era pequenino.
Tudo isso retirado do Açoriano Oriental de ontem, terça-feira, 22 de Março.
Twittem lá isso: Ainda sobre a geração à rasca, é comprido mas vale a pena
"Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida. Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações.
A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo.
Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.
Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.
Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos…), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustível , dinheiro no bolso . Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.
Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.
Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, … A vaquinha emagreceu, secou. Foi então que os pais ficaram à rasca.
Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música, bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.
Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais.
São os pais que contam os cêntimos para pagar, à rasca, as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquer_coisa_phones ou i_pads, sempre de última geração.
São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer “não”. É um “não” que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!
A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas.
Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.
Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego , mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento e a duvidosa capacidade operacional.
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.
Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.
Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.
Há talento e cultura, capacidade e competência, solidariedade e inteligência nesta geração?
Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!
Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).
Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja!, que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.
E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos – e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas – ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!
Novos e velhos, todos estamos à rasca.
Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.
Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.
A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar, nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la.
Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam.
Haverá mais triste prova do nosso falhanço?
Pode ser que tudo isto não passe de alarmismo, de um exagero meu, de uma generalização injusta.
Pode ser que nada/ninguém seja assim."
Retirado do Ainanas.
A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo.
Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.
Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.
Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos…), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustível , dinheiro no bolso . Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.
Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.
Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, … A vaquinha emagreceu, secou. Foi então que os pais ficaram à rasca.
Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música, bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.
Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais.
São os pais que contam os cêntimos para pagar, à rasca, as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquer_coisa_phones ou i_pads, sempre de última geração.
São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer “não”. É um “não” que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!
A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas.
Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.
Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego , mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento e a duvidosa capacidade operacional.
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.
Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.
Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.
Há talento e cultura, capacidade e competência, solidariedade e inteligência nesta geração?
Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!
Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).
Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja!, que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.
E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos – e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas – ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!
Novos e velhos, todos estamos à rasca.
Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.
Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.
A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar, nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la.
Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam.
Haverá mais triste prova do nosso falhanço?
Pode ser que tudo isto não passe de alarmismo, de um exagero meu, de uma generalização injusta.
Pode ser que nada/ninguém seja assim."
Retirado do Ainanas.
Put yourself on the eye of the street,
"Governo prepara redução do IVA para o golfe. Sócrates foi sensível a argumentos do sector. Praticantes poderão pagar apenas 6% de imposto, em vez dos 23% actuais. Solução passará por nova interpretação da lei."
Está chateado com a notícia?! Eu também estou. Mas arranjei uma solução: imagino o Luís Indio e outros aborígenes, que costumam andar de putter e tudo, de fraldas ali na Batalha ou na Achada das Furnas, só porque é mais fresquinho. Ao menos as fraldas são taxadas a 23%.
Está chateado com a notícia?! Eu também estou. Mas arranjei uma solução: imagino o Luís Indio e outros aborígenes, que costumam andar de putter e tudo, de fraldas ali na Batalha ou na Achada das Furnas, só porque é mais fresquinho. Ao menos as fraldas são taxadas a 23%.
Não pirilamparás a mulher alheia
Uh Ah You touch my tralala,
Mega - Hiperglicemia: afinal o blog já serviu para alguma coisa
Hoje estou verdadeiramente orgulhoso desse blog.
-"Então porquê?!"
-Vejam esse comentário do JNAS:
"O Candilhes tem sempre uma deferência com os meus escritos que só me cabe agradecer. Noutro domínio e porque aqui li um post sobre a missão dos Bombeiros, à conta destes e doutros relatos, fiz-me sócio da AHBV de Ponta Delgada como consequência de uma resolução de ano novo. Um modesto contributo para quem dá tanto de si mas que é um verdadeiro imperativo categórico.
...
JNAS"
E para o mais novo sócio dos AHBV cá vai uma musiquita. Espero que gostes meu amigo.
-"Então porquê?!"
-Vejam esse comentário do JNAS:
"O Candilhes tem sempre uma deferência com os meus escritos que só me cabe agradecer. Noutro domínio e porque aqui li um post sobre a missão dos Bombeiros, à conta destes e doutros relatos, fiz-me sócio da AHBV de Ponta Delgada como consequência de uma resolução de ano novo. Um modesto contributo para quem dá tanto de si mas que é um verdadeiro imperativo categórico.
...
JNAS"
E para o mais novo sócio dos AHBV cá vai uma musiquita. Espero que gostes meu amigo.
I rest my case #133
"PEC que te pariu"
João Nuno Almeida e Sousa dixit, no Açoriano Oriental de hoje, logo no primeiro dia da Primavera.
João Nuno Almeida e Sousa dixit, no Açoriano Oriental de hoje, logo no primeiro dia da Primavera.
Momento jumping clitoris – em português: grelos salteados,
Realmente os censos, ou a sociedade, ainda não sei bem, já não são o que eram!
Um radar de amantes em papel, disponivel também on-line:
Um radar de amantes em papel, disponivel também on-line:
Mc Feliz - Dia do Pai
Como ontem foi o dia do pai e eu não tive tempo de estar com o meu pois fui resgatar o pai de alguém, ou pelo menos ía. Ou melhor: íamos - eu estava muito bem acompanhado: o quase Bombeiro de 1ª Classe e o grande Chefe José Nuno. Ainda bem que depois, já a caminho do socorro, lá conseguiram entrar em contacto com dito cujo pai e lá disse que ele é que não queria voltar. É a vida.
O problema é que mesmo com a maior Lua cheia dos ultimos 18 anos, com 30% mais luz do que uma noite de Lua cheia normal, resgatar alguém no Mar do Norte, à noite, não é uma forma muito agradável de passar um serão de Sábado. Não era a primeira vez - porque é que é sempre ao sabado?!- mas mesmo assim não era lá pera doce, não senhor. Ainda bem que o dito cujo pai de alguém, não quis estar com filho, ou muito menos com a mulher e preferiu estar no meio do Mar alto, no seu minisculo barquinho a remos, à noite, sem luzes, sem comunicações e agora, talvez, ou quase de certeza, sem a embarcação. É que a Polícia Marítima não brinca em serviço. E muito bem. Porque se aquele pai de alguém não tem respeito pela sua vida, também não tem que estar por aí a causar sobressaltos aos outros.
Com isso tudo perdi-me - ainda bem que não foi no Mar do Norte - ah! Estava a falar do dia do pai. Pois peço desculpa pai por não ter pedido jantar com vocês mas houve um pai de alguém que precisou, pensavamos nós, de ajuda.
Um abraço desse Jordão (junior).
O problema é que mesmo com a maior Lua cheia dos ultimos 18 anos, com 30% mais luz do que uma noite de Lua cheia normal, resgatar alguém no Mar do Norte, à noite, não é uma forma muito agradável de passar um serão de Sábado. Não era a primeira vez - porque é que é sempre ao sabado?!- mas mesmo assim não era lá pera doce, não senhor. Ainda bem que o dito cujo pai de alguém, não quis estar com filho, ou muito menos com a mulher e preferiu estar no meio do Mar alto, no seu minisculo barquinho a remos, à noite, sem luzes, sem comunicações e agora, talvez, ou quase de certeza, sem a embarcação. É que a Polícia Marítima não brinca em serviço. E muito bem. Porque se aquele pai de alguém não tem respeito pela sua vida, também não tem que estar por aí a causar sobressaltos aos outros.
Com isso tudo perdi-me - ainda bem que não foi no Mar do Norte - ah! Estava a falar do dia do pai. Pois peço desculpa pai por não ter pedido jantar com vocês mas houve um pai de alguém que precisou, pensavamos nós, de ajuda.
Um abraço desse Jordão (junior).
Sabe bem ter vizinhos destes - Terra "Cosa" Nostra
"Em casa de Ferreiro espeto de pau
Isso é de "partir a rir", nem mesmo com o novo delegado de Turismo, o Dr.º Pedro Arruda, que é produtor de ananases! Francamente..."

Tudo isso retirado do nosso atento vizinho Terra "Cosa" Nostra.
Isso é de "partir a rir", nem mesmo com o novo delegado de Turismo, o Dr.º Pedro Arruda, que é produtor de ananases! Francamente..."

Tudo isso retirado do nosso atento vizinho Terra "Cosa" Nostra.
Put yourself on the eye of the street,
"Estar vivo é o contrário de estar morto", Lili Caneças dixit e disse muito bem. Pelo menos acha ela.
Só que essa linha de pensamento teve continuidade. É a chamada globalização:

Imagem retirada do nosso vizinho PORTUGAL É PORREIRO, PÁ!
Só que essa linha de pensamento teve continuidade. É a chamada globalização:

Imagem retirada do nosso vizinho PORTUGAL É PORREIRO, PÁ!
Momento jumping clitoris – em português: grelos salteados,-
"Homens que ajudam nas tarefas domésticas fazem mais sexo"
"Um estudo americano revelou que os homens que auxiliam nas atividades caseiras fazem mais sexo do que os outros.
De acordo com o psicólogo Joshua Coleman, a divisão das tarefas domésticas resulta em um casamento mais feliz e harmonioso. Quando é ajudada, a mulher entende que o marido realmente se preocupa com ela e não a vê como uma empregada.
A pesquisa ainda aponta, que nos últimos 40 anos a contribuição masculina em serviços do lar dobrou nos Estados Unidos."
Tudo isso retirado daqui.
Já lavei a loiça (carregar no botão "On" da máquina, tecnicamente é lavar a loiça) já aspirei e só não a fiz a cama, porque não vale a pena.
Já agora fiquem com um musiquita muito boa para...coiso:
E hoje(amanhã - sábado) até temos a maior Lua Cheia dos últimos 18 anos a ajudar.
"Um estudo americano revelou que os homens que auxiliam nas atividades caseiras fazem mais sexo do que os outros.
De acordo com o psicólogo Joshua Coleman, a divisão das tarefas domésticas resulta em um casamento mais feliz e harmonioso. Quando é ajudada, a mulher entende que o marido realmente se preocupa com ela e não a vê como uma empregada.
A pesquisa ainda aponta, que nos últimos 40 anos a contribuição masculina em serviços do lar dobrou nos Estados Unidos."
Tudo isso retirado daqui.
Já lavei a loiça (carregar no botão "On" da máquina, tecnicamente é lavar a loiça) já aspirei e só não a fiz a cama, porque não vale a pena.
Já agora fiquem com um musiquita muito boa para...coiso:
E hoje(amanhã - sábado) até temos a maior Lua Cheia dos últimos 18 anos a ajudar.
Put yourself on the eye of the street
Ainda sou do tempo em que as Hilux de 10 e 15 anos em que os clubes de futebol transportavam 15 ou mais miúdos, quando só têm capacidade para transportar 8 e o condutor, em viagens que duráva largos minutos. Mas também sou do tempo em que as pessoas morriam "derepente". E também sou do tempo em que ninguém morria na estrada: eram sempre cuspidos para fora dela (cinto de segurança, o que é isso?!).
Mas senhores já não temos necessidades disso. E ontem decidi acabar com isso. A situação arrastava-se há meses. Quase sempre à mesma hora, uma Ford Transit, com as cores da McDonald's, do Grupo Desportivo de São Roque, subia as ruas estreitas de Santa Bárbara, cheia de miúdos e graúdos, curvas cegas e entroncamentos perigosos, a alta velocidade. Viatura essa cheia de craques, naturais de Santa Bárbara, que o Desportivo de São Roque tem o mérito de treinar.
Numa zona mais estreita, sem largura suficiente para passarem dois carros, encontra mo-nos. A hora era aquela. Perguntei-lhe qual a razão de tal condução estupidamente ofensiva e se ele se tinha esquecido que transportava miúdos, uma carrinha cheia deles. Ele, como era de prever, foi muito mal educado e respondeu com meia dúzia de palavrões. Não sei se foi o acto de acender a luz do meu carro e mostrar-lhe que estava mesmo chateado com a situação - isso para suavizar o texto - mas o facto é que ele começou a gaguejar. Mas isso também poderá estar relacionado com um possivel lanche mais bem regado. Espero bem que não, pois se assim for é muito mais grave do que aquilo que penso. Fiquei com a impressão que precisa de mudar de roupa interior, depois da nossa conversa. E só fui mais além porque estava fardado e não queria dar um mau exemplo aos meus jovens conterrâneos.
Mas fiquei-me pela conversa e pelo e-mail que vou enviar à direcção do Grupo Desportivo de São Roque, que muito tem feito em prol da nossa juventude.
Escrevo isso para que imagens como aquela que está na capa do Açoriano Oriental de hoje não se repita:
Mas senhores já não temos necessidades disso. E ontem decidi acabar com isso. A situação arrastava-se há meses. Quase sempre à mesma hora, uma Ford Transit, com as cores da McDonald's, do Grupo Desportivo de São Roque, subia as ruas estreitas de Santa Bárbara, cheia de miúdos e graúdos, curvas cegas e entroncamentos perigosos, a alta velocidade. Viatura essa cheia de craques, naturais de Santa Bárbara, que o Desportivo de São Roque tem o mérito de treinar.
Numa zona mais estreita, sem largura suficiente para passarem dois carros, encontra mo-nos. A hora era aquela. Perguntei-lhe qual a razão de tal condução estupidamente ofensiva e se ele se tinha esquecido que transportava miúdos, uma carrinha cheia deles. Ele, como era de prever, foi muito mal educado e respondeu com meia dúzia de palavrões. Não sei se foi o acto de acender a luz do meu carro e mostrar-lhe que estava mesmo chateado com a situação - isso para suavizar o texto - mas o facto é que ele começou a gaguejar. Mas isso também poderá estar relacionado com um possivel lanche mais bem regado. Espero bem que não, pois se assim for é muito mais grave do que aquilo que penso. Fiquei com a impressão que precisa de mudar de roupa interior, depois da nossa conversa. E só fui mais além porque estava fardado e não queria dar um mau exemplo aos meus jovens conterrâneos.
Mas fiquei-me pela conversa e pelo e-mail que vou enviar à direcção do Grupo Desportivo de São Roque, que muito tem feito em prol da nossa juventude.
Escrevo isso para que imagens como aquela que está na capa do Açoriano Oriental de hoje não se repita:
Instante Maradona da semana - ou em Português: chupa-mos
... Que Portugal é um país livre de corrupção sabe toda a gente que tenha lido a notícia da absolvição de Domingos Névoa. O tribunal deu como provado que o arguido tinha oferecido 200 mil euros para que um titular de cargo político lhe fizesse um favor, mas absolveu-o por considerar que o político não tinha os poderes necessários para responder ao pedido. Ou seja, foi oferecido um suborno, mas a um destinatário inadequado. E, para o tribunal, quem tenta corromper a pessoa errada não é corrupto - é só parvo. A sentença, infelizmente, não esclarece se o raciocínio é válido para outros crimes: se, por exemplo, quem tenta assassinar a pessoa errada não é assassino, mas apenas incompetente; ou se quem tenta assaltar o banco errado não é ladrão, mas sim distraído. Neste último caso a prática de irregularidades é extraordinariamente difícil, uma vez que mesmo quem assalta o banco certo só é ladrão se não for administrador.
O hipotético suborno de Domingos Névoa estava ferido de irregularidade, e por isso não podia aspirar a receber o nobre título de suborno. O que se passou foi, no fundo, uma ilegalidade ilegal. O que, surpreendentemente, é legal. Significa isto que, em Portugal, há que ser especialmente talentoso para corromper. Não é corrupto quem quer. É preciso saber fazer as coisas bem feitas e seguir a tramitação apropriada. Não é acto que se pratique à balda, caso contrário o tribunal rejeita as pretensões do candidato. "Tenha paciência", dizem os juízes. "Tente outra vez. Isto não é corrupção que se apresente."
Ricardo Araújo Pereira in Visão.
O hipotético suborno de Domingos Névoa estava ferido de irregularidade, e por isso não podia aspirar a receber o nobre título de suborno. O que se passou foi, no fundo, uma ilegalidade ilegal. O que, surpreendentemente, é legal. Significa isto que, em Portugal, há que ser especialmente talentoso para corromper. Não é corrupto quem quer. É preciso saber fazer as coisas bem feitas e seguir a tramitação apropriada. Não é acto que se pratique à balda, caso contrário o tribunal rejeita as pretensões do candidato. "Tenha paciência", dizem os juízes. "Tente outra vez. Isto não é corrupção que se apresente."
Ricardo Araújo Pereira in Visão.
MegaHiperglicemia - desenvolvem "um trabalho fantástico"
Querem um excelente exemplo de que há por aí muitos bons trabalhadores sem que para isso é preciso um "canudo"?! Então fiquem lá com essa noticia do AO de hoja, em grande destaque:
"A rede desenvolve um trabalho fantástico, sobretudo com os técnicos das instituições que fazem parte da rede, o que é magnífico. Não venho da área social e desconhecia esta rede e o trabalho desenvolvido. Por isso, nota-se um trabalho muito meritório. Os técnicos intervêm a qualquer hora do dia e da noite. Tenho a certeza que os problemas seriam mais graves senão existisse o funcionamento desta rede”
A directora regional da Solidariedade Social, Paula Ramos na reportagem "Mendigos incomodam comércio no centro de Ponta Delgada" do Açoriano Oriental de hoje, 16 de Março de 2011.
"A rede desenvolve um trabalho fantástico, sobretudo com os técnicos das instituições que fazem parte da rede, o que é magnífico. Não venho da área social e desconhecia esta rede e o trabalho desenvolvido. Por isso, nota-se um trabalho muito meritório. Os técnicos intervêm a qualquer hora do dia e da noite. Tenho a certeza que os problemas seriam mais graves senão existisse o funcionamento desta rede”
A directora regional da Solidariedade Social, Paula Ramos na reportagem "Mendigos incomodam comércio no centro de Ponta Delgada" do Açoriano Oriental de hoje, 16 de Março de 2011.
Hipoglicemia - RIP vezes 8
Isso vai como Juice - De Niemeyer a Pampulha
Já pecaram tudo o que tinham que pecar?! Então venham cá que vou dissecar o ultimo texto do meu amigo João Nuno que o Açoriano Oriental publicou. Mas não da mesma forma que vemos nos filmes em que os alunos dissecam as pobres rãs. Até porque na minha escola não tínhamos material para isso. O que fazíamos era explodir com elas, com um cigarro emprestado pelo professor. Eramos tão felizes naquela escola. Os batráquios saltadores e nadadores é que não. Continuando, eu também não vou implodir, ao contrário, o texto do João. Vou só dizer por palavras muito simples porque não concordo com ele. Até porque estou a escrever sobre um dos melhores escritores da nossa praça. Aliás, estou sempre a dizer isso: se tivesse metade do jeito que o João Nuno tem para escrever, casava-me. Está quase. Casar sim, não o jeito para escrever. Isso nem quando terminar a Universidade Sénior.
Eu não disgosto do projecto, não! Não me leve à mal cara! O problema foram os 650 mil euros. Ou seja 3 Kombi e meia de reais. Coisa pouca. Até porque acho piada aos desenhos, mas preferia em castanho. Depois era carregar no autoclismo e tudo desaparecia. Ficando os 7 milhões para, por exemplo, construir o Quartel dos Bombeiros no Faial e a outra metade para equipar os outros quartéis das ilhas do triângulo, tão necessitados.
Querem mais argumentos. É que até Francisco César concorda - e quando ele concorda, só por sim, já é uma boa razão para discordar. Vejam lá o que escreveu, ou ele ou alguém pago por ele, no Açoriano Oriental:
"A meu ver, tendo em conta a recuperação do espaço e património, a dimensão regional do projecto, o número de postos de trabalho a criar e as externalidades positivas que daí surgirão, sobretudo ao nível do turismo, esta nova valência revela-se de essencial importância para a afirmação do destino Açores." Realmente um posto de trabalho altamente remunerado foi criado. Agora gostava de saber, ou talvez não, o que é que se faz com 650.000€ e 103 anos. Uma mistura maluca, eu sei. Mas é melhor não pensar mais nisso.
Esse pequeno episódio de 7 milhões de euros faz lembrar um do senhor que de tão poderoso que, bastou o Mourinho aterrar em Lisboa para cortar-lhe a opinião, o senhor ex tudo e mais alguma coisa, Pedro Santana Lopes com o seu canadiao Frank Owen Gehry. Só com uma pequenina diferença: o arquitecto escolhido pelo playboy não viu Vasco da Gama desembarcar em Brasília. Estou a brincar. Não foi em Brasília mas sim a 1148 km ou 616 milhas marítimas, no Rio, que Oscar Ribeiro de Almeida de Niemeyer Soares Filho e os seus acenavam ao grande navegador português, de sunga.
Voltando ao texto, JNAS demostra toda a sua optimismo e ousadia, tudo isso em quatro palavras: "É uma lenda viva". E pronto, eu acho que não haveria melhor maneira de terminar.
Eu não disgosto do projecto, não! Não me leve à mal cara! O problema foram os 650 mil euros. Ou seja 3 Kombi e meia de reais. Coisa pouca. Até porque acho piada aos desenhos, mas preferia em castanho. Depois era carregar no autoclismo e tudo desaparecia. Ficando os 7 milhões para, por exemplo, construir o Quartel dos Bombeiros no Faial e a outra metade para equipar os outros quartéis das ilhas do triângulo, tão necessitados.
Querem mais argumentos. É que até Francisco César concorda - e quando ele concorda, só por sim, já é uma boa razão para discordar. Vejam lá o que escreveu, ou ele ou alguém pago por ele, no Açoriano Oriental:
"A meu ver, tendo em conta a recuperação do espaço e património, a dimensão regional do projecto, o número de postos de trabalho a criar e as externalidades positivas que daí surgirão, sobretudo ao nível do turismo, esta nova valência revela-se de essencial importância para a afirmação do destino Açores." Realmente um posto de trabalho altamente remunerado foi criado. Agora gostava de saber, ou talvez não, o que é que se faz com 650.000€ e 103 anos. Uma mistura maluca, eu sei. Mas é melhor não pensar mais nisso.
Esse pequeno episódio de 7 milhões de euros faz lembrar um do senhor que de tão poderoso que, bastou o Mourinho aterrar em Lisboa para cortar-lhe a opinião, o senhor ex tudo e mais alguma coisa, Pedro Santana Lopes com o seu canadiao Frank Owen Gehry. Só com uma pequenina diferença: o arquitecto escolhido pelo playboy não viu Vasco da Gama desembarcar em Brasília. Estou a brincar. Não foi em Brasília mas sim a 1148 km ou 616 milhas marítimas, no Rio, que Oscar Ribeiro de Almeida de Niemeyer Soares Filho e os seus acenavam ao grande navegador português, de sunga.
Voltando ao texto, JNAS demostra toda a sua optimismo e ousadia, tudo isso em quatro palavras: "É uma lenda viva". E pronto, eu acho que não haveria melhor maneira de terminar.
Pinabara - White Quaresma
Twittem lá isso bem twitado, se faz favor
São 05:48a.m. e estou aqui, de pé. Só porque o trabalho obriga. Eu não sou um super herói e nem o único. Somos muitos e não vamos à Manifestação de Geração à rasca.
Não porque não acha que não têm razão, em alguns pontos. Só não vou porque estou cansado, saio agora às 08:00, depois de um turno comprido e cumprido debaixo de mau tempo. Estou cansado de participar em manifestações só para inglês ver - leia-se encher chouriços para telejornais. Estou cansado de assinar petições que depois não dão em nada. Estou cansado mas isso não quero dizer que vou desistir. Aliás eu nunca desistirei. Querem uma prova?! Estou lá todos os domingos. Quero chova quer faça sol. Nunca deixei de colocar o meu voto de protesto na urna. "Epá mas eu não gosto de nenhum e eles são todos iguais!" Tenho a solução para isso: não usem a esferografica! Simples, não?!
Dizem que no "Livro das Caras", vulgarmente conhecido como Facebook, já são, em Ponta Delgada, mais de 1100. Muito bem meus senhores. Força nisso. Só não contem comigo. Ainda por cima está de chuva.
Vós, desempregados, “quinhentoseuristas” e outros mal remunerados, escravos disfarçados, subcontratados, contratados a prazo, falsos trabalhadores independentes, trabalhadores intermitentes, estagiários, bolseiros, trabalhadores-estudantes, estudantes, mães, pais e filhos de Portugal, têm todo o direito de estarem chateados, mas porque é que não mostram nas urnas. Não é preciso dizer que a nossa geração é das maiores responsáveis pelos niveis de abstenção, pois não?!
Mais: muitos de vós sois licenciados. Alguns em cursos que nem lembra ao Menino Jesus, não o do cabelo estranho, o Outro que nasceu em palhas douradas. Agora estão desempregados. Estavam à espera de quê?! De acabar o curso e o emprego vir parar à porta com o vento?! Emprego esse de segunda a sexta, das 9:30 às 5:30 e cujo o salário nunca menos do que 1500€ pois é isso que merece um licenciado, certo?! Pois meus caros, isso já acabou. A não ser que tenham um cartão de militante do PS, com ou sem o "D".
Não sei se ainda há mais espaço para mais canudados em Portugal, acho que sim, a julgar por alguns estudos. Mas o país não vai para a frente só com licenciados. Estou mesmo muito mais preocupado com aqueles que acabaram o 12º ano ou que tiraram um curso técnico, que são especializados, trabalham que se fartam, dando lucro à empresa e que ganham pouco mais do que o ordenado minimo. Isso sim é que duro.
Vamos ser frangos (só para gozar mais um bocadinho com o Roberto) 500€ dá para quê nesse momento?! Como é que podemos sair de casa para fazer seja o que for. 500€ é menos do que uma prestação de um crédito habitação de 150.000€ ou, muito mais grave do que isso, a renda de um t2 nos arredores de Ponta Delgada. Assim não resta nada para uma cerveja no bar dos bombeiros (0,60€)e muito menos para um fim de semana no Terra Nostra Garden Hotel, mesmo que esse seja a 59€, por pessoa, duas noites.
Meus caros, vejam o exemplo da Alemanha, ou dos Estados Unidos. Lá, nas empresas, existe um hierarquia, sim senhor, com licenciados preferencialmente, que ganham um pouco mais do que os outros, não muito mais, e depois existem os outros, especializados e altamente motivados. Não estou a falar só do ordenado. Estão motivados porque trabalham naquilo que gostam.
Dou-vos mais um exemplo: as Associações de Bombeiros estão divididas em secções. Cada uma dela com 1 chefe, 2 sub-chefes, 4 bombeiros de 1ª classe, 6 de 2ª classe e 12 de 3ª classe. Ou seja, em forma de pirâmide. E é assim que deve ser. Não pode haver 12 chefes e 1 bombeiro de 3ª classe. Sei que é mau começar por baixo mas vão ver que quando chegarem ao topo vão ser muito melhores pessoas barra trabalhadores e vão dar muito mais valor a tudo. Se tudo funcionar bem, é claro.
Atenção que não estou a dizer com isso que devem sujeitar-se a tudo.
Contudo ainda há possibilidade, remota, é certo, de eu participar nessa vossa barra nossa manifestação (é que apesar de tudo eu concordo com muito daquilo que vocês dizem). Basta para isso mudarem de sitio. Das Portas do Mar, perdão Portas da Cidade iamos para as portas dos bancos, esses sim os verdadeiros responsáveis pela crise e os únicos que não estão a paga-la. Nem isso, nem impostos. Como é possivel eu pagar mais impostos do que o Banif?! É que os sacanas, não contentes com os lucros fabulosos, inventaram agora que não podem emprestar 100% do valor do imóvel. Resultado temos que levantar os outros 20 ou 30% sob um juro muito mais atrativo - para eles é claro. Ainda por cima pagam mal aos seus colaboradores, não pagam horas extraordinárias e quando a Inspecção vai lá, depois do horário, muitos dos seus empregados fecham-se na casa de banho. Tótos.
A outra possibilidade seria ali em frente à casa nova do Francisco Pensa que Parte Pescoço César Junior. Mas para isso precisariamos de autocarros, muitos e de Colares Cervicais Ortopédicos, só para mamar. Para aí ia sim senhores. Até porque sei que a piscina dele está a precisar de ser aquecida. E somos muitos, o que dá para aquecer bastante.
E pronto é isso. Fiquem com o cartaz e com o resto das razões do protesto. Ah! Façam barulho com consciência. Pois há fortes possibilidades de eu estar a dormir.

"Nós, que até agora compactuámos com esta condição, estamos aqui, hoje, para dar o nosso contributo no sentido de desencadear uma mudança qualitativ...a do país. Estamos aqui, hoje, porque não podemos continuar a aceitar a situação precária para a qual fomos arrastados. Estamos aqui, hoje, porque nos esforçamos diariamente para merecer um futuro digno, com estabilidade e segurança em todas as áreas da nossa vida.
Protestamos para que todos os responsáveis pela nossa actual situação de incerteza – políticos, empregadores e nós mesmos – actuem em conjunto para uma alteração rápida desta realidade, que se tornou insustentável.
Caso contrário:
a) Defrauda-se o presente, por não termos a oportunidade de concretizar o nosso potencial, bloqueando a melhoria das condições económicas e sociais do país. Desperdiçam-se as aspirações de toda uma geração, que não pode prosperar.
b) Insulta-se o passado, porque as gerações anteriores trabalharam pelo nosso acesso à educação, pela nossa segurança, pelos nossos direitos laborais e pela nossa liberdade. Desperdiçam-se décadas de esforço, investimento e dedicação.
c) Hipoteca-se o futuro, que se vislumbra sem educação de qualidade para todos e sem reformas justas para aqueles que trabalham toda a vida. Desperdiçam-se os recursos e competências que poderiam levar o país ao sucesso económico.
Somos a geração com o maior nível de formação na história do país. Por isso, não nos deixamos abater pelo cansaço, nem pela frustração, nem pela falta de perspectivas. Acreditamos que temos os recursos e as ferramentas para dar um futuro melhor a nós mesmos e a Portugal.
Não protestamos contra as outras gerações. Apenas não estamos, nem queremos estar à espera que os problemas se resolvam. Protestamos por uma solução e queremos ser parte dela."
Não porque não acha que não têm razão, em alguns pontos. Só não vou porque estou cansado, saio agora às 08:00, depois de um turno comprido e cumprido debaixo de mau tempo. Estou cansado de participar em manifestações só para inglês ver - leia-se encher chouriços para telejornais. Estou cansado de assinar petições que depois não dão em nada. Estou cansado mas isso não quero dizer que vou desistir. Aliás eu nunca desistirei. Querem uma prova?! Estou lá todos os domingos. Quero chova quer faça sol. Nunca deixei de colocar o meu voto de protesto na urna. "Epá mas eu não gosto de nenhum e eles são todos iguais!" Tenho a solução para isso: não usem a esferografica! Simples, não?!
Dizem que no "Livro das Caras", vulgarmente conhecido como Facebook, já são, em Ponta Delgada, mais de 1100. Muito bem meus senhores. Força nisso. Só não contem comigo. Ainda por cima está de chuva.
Vós, desempregados, “quinhentoseuristas” e outros mal remunerados, escravos disfarçados, subcontratados, contratados a prazo, falsos trabalhadores independentes, trabalhadores intermitentes, estagiários, bolseiros, trabalhadores-estudantes, estudantes, mães, pais e filhos de Portugal, têm todo o direito de estarem chateados, mas porque é que não mostram nas urnas. Não é preciso dizer que a nossa geração é das maiores responsáveis pelos niveis de abstenção, pois não?!
Mais: muitos de vós sois licenciados. Alguns em cursos que nem lembra ao Menino Jesus, não o do cabelo estranho, o Outro que nasceu em palhas douradas. Agora estão desempregados. Estavam à espera de quê?! De acabar o curso e o emprego vir parar à porta com o vento?! Emprego esse de segunda a sexta, das 9:30 às 5:30 e cujo o salário nunca menos do que 1500€ pois é isso que merece um licenciado, certo?! Pois meus caros, isso já acabou. A não ser que tenham um cartão de militante do PS, com ou sem o "D".
Não sei se ainda há mais espaço para mais canudados em Portugal, acho que sim, a julgar por alguns estudos. Mas o país não vai para a frente só com licenciados. Estou mesmo muito mais preocupado com aqueles que acabaram o 12º ano ou que tiraram um curso técnico, que são especializados, trabalham que se fartam, dando lucro à empresa e que ganham pouco mais do que o ordenado minimo. Isso sim é que duro.
Vamos ser frangos (só para gozar mais um bocadinho com o Roberto) 500€ dá para quê nesse momento?! Como é que podemos sair de casa para fazer seja o que for. 500€ é menos do que uma prestação de um crédito habitação de 150.000€ ou, muito mais grave do que isso, a renda de um t2 nos arredores de Ponta Delgada. Assim não resta nada para uma cerveja no bar dos bombeiros (0,60€)e muito menos para um fim de semana no Terra Nostra Garden Hotel, mesmo que esse seja a 59€, por pessoa, duas noites.
Meus caros, vejam o exemplo da Alemanha, ou dos Estados Unidos. Lá, nas empresas, existe um hierarquia, sim senhor, com licenciados preferencialmente, que ganham um pouco mais do que os outros, não muito mais, e depois existem os outros, especializados e altamente motivados. Não estou a falar só do ordenado. Estão motivados porque trabalham naquilo que gostam.
Dou-vos mais um exemplo: as Associações de Bombeiros estão divididas em secções. Cada uma dela com 1 chefe, 2 sub-chefes, 4 bombeiros de 1ª classe, 6 de 2ª classe e 12 de 3ª classe. Ou seja, em forma de pirâmide. E é assim que deve ser. Não pode haver 12 chefes e 1 bombeiro de 3ª classe. Sei que é mau começar por baixo mas vão ver que quando chegarem ao topo vão ser muito melhores pessoas barra trabalhadores e vão dar muito mais valor a tudo. Se tudo funcionar bem, é claro.
Atenção que não estou a dizer com isso que devem sujeitar-se a tudo.
Contudo ainda há possibilidade, remota, é certo, de eu participar nessa vossa barra nossa manifestação (é que apesar de tudo eu concordo com muito daquilo que vocês dizem). Basta para isso mudarem de sitio. Das Portas do Mar, perdão Portas da Cidade iamos para as portas dos bancos, esses sim os verdadeiros responsáveis pela crise e os únicos que não estão a paga-la. Nem isso, nem impostos. Como é possivel eu pagar mais impostos do que o Banif?! É que os sacanas, não contentes com os lucros fabulosos, inventaram agora que não podem emprestar 100% do valor do imóvel. Resultado temos que levantar os outros 20 ou 30% sob um juro muito mais atrativo - para eles é claro. Ainda por cima pagam mal aos seus colaboradores, não pagam horas extraordinárias e quando a Inspecção vai lá, depois do horário, muitos dos seus empregados fecham-se na casa de banho. Tótos.
A outra possibilidade seria ali em frente à casa nova do Francisco Pensa que Parte Pescoço César Junior. Mas para isso precisariamos de autocarros, muitos e de Colares Cervicais Ortopédicos, só para mamar. Para aí ia sim senhores. Até porque sei que a piscina dele está a precisar de ser aquecida. E somos muitos, o que dá para aquecer bastante.
E pronto é isso. Fiquem com o cartaz e com o resto das razões do protesto. Ah! Façam barulho com consciência. Pois há fortes possibilidades de eu estar a dormir.

"Nós, que até agora compactuámos com esta condição, estamos aqui, hoje, para dar o nosso contributo no sentido de desencadear uma mudança qualitativ...a do país. Estamos aqui, hoje, porque não podemos continuar a aceitar a situação precária para a qual fomos arrastados. Estamos aqui, hoje, porque nos esforçamos diariamente para merecer um futuro digno, com estabilidade e segurança em todas as áreas da nossa vida.
Protestamos para que todos os responsáveis pela nossa actual situação de incerteza – políticos, empregadores e nós mesmos – actuem em conjunto para uma alteração rápida desta realidade, que se tornou insustentável.
Caso contrário:
a) Defrauda-se o presente, por não termos a oportunidade de concretizar o nosso potencial, bloqueando a melhoria das condições económicas e sociais do país. Desperdiçam-se as aspirações de toda uma geração, que não pode prosperar.
b) Insulta-se o passado, porque as gerações anteriores trabalharam pelo nosso acesso à educação, pela nossa segurança, pelos nossos direitos laborais e pela nossa liberdade. Desperdiçam-se décadas de esforço, investimento e dedicação.
c) Hipoteca-se o futuro, que se vislumbra sem educação de qualidade para todos e sem reformas justas para aqueles que trabalham toda a vida. Desperdiçam-se os recursos e competências que poderiam levar o país ao sucesso económico.
Somos a geração com o maior nível de formação na história do país. Por isso, não nos deixamos abater pelo cansaço, nem pela frustração, nem pela falta de perspectivas. Acreditamos que temos os recursos e as ferramentas para dar um futuro melhor a nós mesmos e a Portugal.
Não protestamos contra as outras gerações. Apenas não estamos, nem queremos estar à espera que os problemas se resolvam. Protestamos por uma solução e queremos ser parte dela."
Hipoglicemia - friday bloody friday
Se fosse o Bono a cantar se calhar causava mais impacto. Mas não estou aqui para isso. Vamos ao que interessa. Hoje foi mesmo um dia marcante: um violentissimo sismo no arquipélago do Sol nascente - 8,9 que já causou mais de 1000 mortos. Pois se fosse num qualqeur outro país seria muito, mas muito pior. É que lá o fanatismo deu lugar à organização e prevenção. Lá fazem-se exercicios, daqueles a sério, de surpresa e muito regularmente. Lá, no país Samurais, agora convertidos na elite dos Bombeiros, os planos de emergência não estão no papel, com o carimbo de 45 autoridades e financiado pela União Europeia. Está na cabeça e nas acções de todos. Desde o mais anónimo cidadão até ao Imperador.
Enfim vamos esperar que as réplicas não causam mais estragas e se precisarem de ajuda, estamos cá para o que for preciso.
Enquanto isso, por cá, houve muita boa gente que passou por um piores justo da sua vida. Dor no peito, muito acentuada e movimentos presos deram cabo de um dia inteiro, no nosso maior hospital cá do sitio. Felizmente tudo acabou em bem e no fim do dia a nossa visita foi coroada com um ramo de tulipas. Melhoras mãe! Vai tudo correr bem. Só mesmo tu para pensares que ias partir sem ter um neto!
Voltando ao inicio, fiquem com a opinião do especialista na matéria, o nosso vizinho Geocrusoe:
"Sismo de Sendai no Japão medido em bombas atómicas"
"O Japão hoje foi sacudido por um dos terramotos mais energéticos registados pelo homem desde que há equipamentos adequados para tais medições há cerca de um século, 8.9 na escala de Richter, é como se tivessem rebentado cerca 3,5 milhões de bombas atómicas como a de Nagasaki na crosta oceânica, a 130 km da cidade de Sendai, na ilha de Honshu. É mesmo muita energia libertada por este movimento das placas tectónicas.
A força das águas a penetrarem no Japão, ao fundo vêem-se pessoas a fugirem às águas
Seguiu-se um maremoto ou tsunami (são dois nomes para o mesmo fenómeno), sinal de que houve importantes movimentações no fundo do oceano, escorregamentos e/ou rotura sísmicas que atingiram o mar com movimentações de um lado em relação ao outro dessas fracturas que empurraram a água gerando grandes ondas, mas diferentes das que se formam nas tempestades.
Até ao momento o número de baixas é pequeno (6 pessoas), mas, tendo em conta a proximidade do epicentro à linha de costa, é provável que entre o maremoto e o terramoto o tempo tenha sido pequeno para que os alertas permitissem atempadamente a fuga das pessoas das regiões mais afectadas por estas ondas marinhas de grande comprimento, amplitude e energia, cujas soluções de engenharia civil para os imóveis resistirem ao seu impacte são difíceis de conseguir e diferentes das destinadas a enfrentar as vibrações e acelerações sísmicas. Temo que com o rescaldo da catástrofe o número de agrave significativamente."
Enfim vamos esperar que as réplicas não causam mais estragas e se precisarem de ajuda, estamos cá para o que for preciso.
Enquanto isso, por cá, houve muita boa gente que passou por um piores justo da sua vida. Dor no peito, muito acentuada e movimentos presos deram cabo de um dia inteiro, no nosso maior hospital cá do sitio. Felizmente tudo acabou em bem e no fim do dia a nossa visita foi coroada com um ramo de tulipas. Melhoras mãe! Vai tudo correr bem. Só mesmo tu para pensares que ias partir sem ter um neto!
Voltando ao inicio, fiquem com a opinião do especialista na matéria, o nosso vizinho Geocrusoe:
"Sismo de Sendai no Japão medido em bombas atómicas"
"O Japão hoje foi sacudido por um dos terramotos mais energéticos registados pelo homem desde que há equipamentos adequados para tais medições há cerca de um século, 8.9 na escala de Richter, é como se tivessem rebentado cerca 3,5 milhões de bombas atómicas como a de Nagasaki na crosta oceânica, a 130 km da cidade de Sendai, na ilha de Honshu. É mesmo muita energia libertada por este movimento das placas tectónicas.
A força das águas a penetrarem no Japão, ao fundo vêem-se pessoas a fugirem às águas
Seguiu-se um maremoto ou tsunami (são dois nomes para o mesmo fenómeno), sinal de que houve importantes movimentações no fundo do oceano, escorregamentos e/ou rotura sísmicas que atingiram o mar com movimentações de um lado em relação ao outro dessas fracturas que empurraram a água gerando grandes ondas, mas diferentes das que se formam nas tempestades.
Até ao momento o número de baixas é pequeno (6 pessoas), mas, tendo em conta a proximidade do epicentro à linha de costa, é provável que entre o maremoto e o terramoto o tempo tenha sido pequeno para que os alertas permitissem atempadamente a fuga das pessoas das regiões mais afectadas por estas ondas marinhas de grande comprimento, amplitude e energia, cujas soluções de engenharia civil para os imóveis resistirem ao seu impacte são difíceis de conseguir e diferentes das destinadas a enfrentar as vibrações e acelerações sísmicas. Temo que com o rescaldo da catástrofe o número de agrave significativamente."
Xôer que sim - o juiz Araújo Barros é um senhor
(...)"a pretensão das autoras (Couto e Couto e Real Quality Housing) em nada difere da "do ladrão de laranjas que, apanhado com a mão nestas, vem reclamar do guarda, que indevidamente lha permitiu a entrada no laranjal, e os prejuízos que teve por não poder continuar o furto."
Juiz Araújo Barros no acórdão do julgamento em que a as ditas empresas pediam uma indemnização de 514 mil euros. Isso a propósito dos apartamentos que juntamente com o caixote milionário - Açor Arena deram cabo de uma das vilas mais bonitas dos Açores. Isso tudo no Açoriano Oriental de ontem 10 de Março.
Juiz Araújo Barros no acórdão do julgamento em que a as ditas empresas pediam uma indemnização de 514 mil euros. Isso a propósito dos apartamentos que juntamente com o caixote milionário - Açor Arena deram cabo de uma das vilas mais bonitas dos Açores. Isso tudo no Açoriano Oriental de ontem 10 de Março.
I rest my case #132
(...)
"Neste País, morre-se na zona raiana de frio, desalento, tristeza e solidão. E, por vezes, de escuridão.
Neste País, permitimos que haja quem ostente o título de capital europeia dos suicídios.
Neste País, há idosos a viver isolados nos montes, que telefonam para uma junta de freguesia a inventar doenças que não têm para terem a visita da ambulância ou alguém com quem falar.
Neste País, há quem ocupe as urgências dos hospitais para ter motivo de conversa e rever cúmplices de maleitas.
Neste País, há quem se dirija às farmácias com uma ementa gourmet de medicamentos passada pelo médico, mas depois não tenha dinheiro para passar sequer da "entrada".
Neste País, onde a caridade foi transformada em negócio de Estado ou à sombra dele, há idosos que continuam a ser vítimas do nosso egoísmo, da falta de vizinhança, da incapacidade de olharmos para além do fardo que, pelos vistos, representam.
Este País, de facto, não é para velhos.
Mas pergunto: será para novos? Está aí a "geração parva", já precária antes de chegada à idade em que se percebe que a precariedade é uma coisa garantida pela passagem do tempo."
Miguel Carvalho in Visão
"Neste País, morre-se na zona raiana de frio, desalento, tristeza e solidão. E, por vezes, de escuridão.
Neste País, permitimos que haja quem ostente o título de capital europeia dos suicídios.
Neste País, há idosos a viver isolados nos montes, que telefonam para uma junta de freguesia a inventar doenças que não têm para terem a visita da ambulância ou alguém com quem falar.
Neste País, há quem ocupe as urgências dos hospitais para ter motivo de conversa e rever cúmplices de maleitas.
Neste País, há quem se dirija às farmácias com uma ementa gourmet de medicamentos passada pelo médico, mas depois não tenha dinheiro para passar sequer da "entrada".
Neste País, onde a caridade foi transformada em negócio de Estado ou à sombra dele, há idosos que continuam a ser vítimas do nosso egoísmo, da falta de vizinhança, da incapacidade de olharmos para além do fardo que, pelos vistos, representam.
Este País, de facto, não é para velhos.
Mas pergunto: será para novos? Está aí a "geração parva", já precária antes de chegada à idade em que se percebe que a precariedade é uma coisa garantida pela passagem do tempo."
Miguel Carvalho in Visão
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Mega Hiperglicemia - Dia Internacional da Mulher
"Ser mulher...
É viver mil vezes... caminhar na dúvida cheia de (in)certezas. Correr atrás dum dia de sol e chorar de alegria e muitas vezes sorrir com tristeza. Acreditar quando tudo está escuro e prestes a desabar. Cair no fundo do poço e vir ao cimo. Sair à rua com o melhor de nós… Ser forte e frágil... É carinho! É perder-se em palavras e depois perceber que se encontrou nelas. Distribuir emoções que nem sempre são agarradas. (Re)construir castelos na areia... Saber dar o perdão a outra mulher que lhe ofendeu, que lhe tirou momentos de magia... sim… Estender a mão a quem ainda não pediu. Não ter vergonha de chorar por tudo, não só por amor, se bem que tudo é amor. Saber a hora certa do fim e esperar sempre por um recomeço diferente, melhor... É ter a arrogância de viver e ser mãe dos seus filhos...dos filhos dos outros, que também são nossos. Entender as fases da lua quando ela própria tem as suas próprias metamorfoses. Viver de sonhos… é ser mágica e distribuir magia. É saber o que um homem quer mesmo quando não são fantásticos.. poque sim... somos mulheres e de nós é esperado o inesperado, o impossivel.
Ser Mulher é o mais difícil que fui e o mais bonito que serei…
A todas as mulheres do mundo:
às mais queridas,
às que não suporto (muito poucas)... hoje quase por igual... um feliz dia!"
Tudo isso tirado do Flutuações da mente!
É viver mil vezes... caminhar na dúvida cheia de (in)certezas. Correr atrás dum dia de sol e chorar de alegria e muitas vezes sorrir com tristeza. Acreditar quando tudo está escuro e prestes a desabar. Cair no fundo do poço e vir ao cimo. Sair à rua com o melhor de nós… Ser forte e frágil... É carinho! É perder-se em palavras e depois perceber que se encontrou nelas. Distribuir emoções que nem sempre são agarradas. (Re)construir castelos na areia... Saber dar o perdão a outra mulher que lhe ofendeu, que lhe tirou momentos de magia... sim… Estender a mão a quem ainda não pediu. Não ter vergonha de chorar por tudo, não só por amor, se bem que tudo é amor. Saber a hora certa do fim e esperar sempre por um recomeço diferente, melhor... É ter a arrogância de viver e ser mãe dos seus filhos...dos filhos dos outros, que também são nossos. Entender as fases da lua quando ela própria tem as suas próprias metamorfoses. Viver de sonhos… é ser mágica e distribuir magia. É saber o que um homem quer mesmo quando não são fantásticos.. poque sim... somos mulheres e de nós é esperado o inesperado, o impossivel.
Ser Mulher é o mais difícil que fui e o mais bonito que serei…
A todas as mulheres do mundo:
às mais queridas,
às que não suporto (muito poucas)... hoje quase por igual... um feliz dia!"
Tudo isso tirado do Flutuações da mente!
Xôer que sim - "dá-lhe Falâncio!"
"Homens da Luta vencem Festival da Canção 2011"
Se bem que prefiro esse tipo de intervenção:
Se bem que prefiro esse tipo de intervenção:
Ápice Vilarinho
Neste Carnaval não fiquem tristes por beberem o álcool que vai fazer falta ao Francisco César, bebam na mesma!*
*mas com moderação.
*mas com moderação.
Candilhes pergunta #137
Sou só eu ou os senhores também acham que Moqueca (Mo-queca) de Carne é mais nome de um filme "pornô de Zoofilia" do que de um prato?
Antes que tenham qualquer pensamento impróprio a meu respeito queria que retivessem esse pensamento: é Carnaval não podem levar a mal!
Antes que tenham qualquer pensamento impróprio a meu respeito queria que retivessem esse pensamento: é Carnaval não podem levar a mal!
Mega Hiperglicemia: Mulher de Coragem by António Mateus
No próximo dia 8 será celebrado, por todo o Planeta, o Dia Internacional da Mulher. Eu celebrarei o facto de ter sido, precisamente nesse dia que vi, pela primeira vez, a mulher que mudou a minha vida. Um dia se calhar, quando já estiver na reforma, conto-vos a história, por sinal bem interessante. Para ai sete vezes interessante. Mas agora quero-vos falar de uma outra mulher. Uma mulher de armas e de mono-sobracelha: Fawzia Koofi.
Como não tenho muito jeito para a escrita, deixo-vos com um profissional: António Mateus jornalista da RTP e amigo íntimo de uma pessoa que eu admiro muito – o pontualíssimo Nelson Mandiba Mandela.
"Já perdeu o pai, o marido, e um irmão em incidentes violentos e ela própria sofreu dois atentados lançados pelos talibâ.
Mas nem isso lhe travou a determinação de procurar um futuro mais justo e iqualitário para todos no Afeganistão.
Aos 35 anos, Fawzia já conquistou uma das duas vice-presidências do parlamento afegão e prepara-se para disputar as próximas eleições presidenciais, marcadas para 2014.
Entrevistei-a num hotel de Lisboa, por onde passou em viagem de promoção do seu livro Às minhas filhas com amor..."
Tudo isso retirado do site da RTP e do blog do nosso jornalista vizinho Selva Urbana.
Como não tenho muito jeito para a escrita, deixo-vos com um profissional: António Mateus jornalista da RTP e amigo íntimo de uma pessoa que eu admiro muito – o pontualíssimo Nelson Mandiba Mandela.
"Já perdeu o pai, o marido, e um irmão em incidentes violentos e ela própria sofreu dois atentados lançados pelos talibâ.
Mas nem isso lhe travou a determinação de procurar um futuro mais justo e iqualitário para todos no Afeganistão.
Aos 35 anos, Fawzia já conquistou uma das duas vice-presidências do parlamento afegão e prepara-se para disputar as próximas eleições presidenciais, marcadas para 2014.
Entrevistei-a num hotel de Lisboa, por onde passou em viagem de promoção do seu livro Às minhas filhas com amor..."
Tudo isso retirado do site da RTP e do blog do nosso jornalista vizinho Selva Urbana.
Mc Feliz - Carlos Rodrigues

Perdemos um muito bom restaurante mas ganhamos um Carlos Rodrigues com uma nova alma. Dá-lhe companheiro:
"To whom it may concern,
A arte de fazer acreditar é difícil e assenta, sobretudo, na arte de comunicar – umas vezes mais e outras menos. Em qualquer uma das situações, essa arte vive dos grandes comunicadores, que sabem como fazer-se ouvir, até no silêncio ao qual muitas vezes se dedicam.
Transportando a visão acima descrita para o modelo democrático em que vivemos, assistimos a uma relação dialéctica entre os “comunicadores” que mandam e os “comunicadores” que, não mandando, são designados (incompreensivelmente, no meu entender) por oposição. De um lado os que incensam o que o poder instituído determina e “manda” fazer e, por outro, os que, na ideia dos anteriores, só vêem o que está mal feito.
Os artesãos (para não lhes chamar artistas) que propagandeiam, a seu bel-prazer, a informação, a desinformação e, até mesmo e muitas vezes, a contra informação, devem carregar sobre os ombros o peso, não o da responsabilidade (porque a sua "arte" assenta na leviandade), mas o da consciência que, propaganda após propaganda, vai aumentando, até se tornar absolutamente insuportável (já todos vimos acontecer o pior).
Coitados daqueles que, na desdita dialéctica, se apresentam com sentido crítico, pois, deles não reza a história. Isso de analisar as coisas, na tentativa de encontrar pontes e pontos de equilíbrio – entre o custo e o benefício, entre as desvantagens e as vantagens –, não serve o sistema.
Que se lixem as populações. Os eleitores é que têm que ser conquistados. E a dinâmica instalada – incentivada e gerida pela disponibilidade financeira que, noutras áreas, acaba por escassear – torna quase impossível o «simples» exercício da cidadania.
No entanto, tudo se torna muito mais fácil para os defensores do regime (seja ele qual for) que até se tornam, aparentemente, mais inteligentes, falando do alto da sua imensa sabedoria, pois, doutrinar as gentes ainda não sortidas neste self-service da política pasquinada é preciso e urge fazê-lo.
É por estas e por outras que quem discorda «só fala mal» e «é incapaz de ver o que é bem feito»."
Tudo isso retirado do :Ilhas que agora conta com, porventura, os dois melhores escribas da nossa praça: os nossos vizinhos Carlos Rodrigues e JNAS
Momento jumping clitoris – em português: grelos salteados na casa de todos nós
"Abaixo os organismos de cúpula, vivam os orgasmos de cópula."
por daniel oliveira
Um episódio está a aquecer o Parlamento. Nada tem a ver com os deputados. A semana passada um colaborador do grupo parlamentar do PSD foi apanhado em flagrante delito, às sete da manhã, em pleno acto com uma amiga que não trabalha na Assembleia. A coisa pode parecer apenas interessante contada assim. Mas é muito mais do que isso. O acto aconteceu na sala do plenário. Infelizmente, a interrupção não terá permitido ao arrojado casal levar a fantasia até ao fim. Há sempre um empata.
Antes que a coisa saia na imprensa e comecem as condenações morais, quero deixar clara a minha admiração pelos pecadores. Porque respeito quem faz tudo para cumprir uma fantasia. Porque deram um contributo para a dessacralização do poder, aproximando assim aquele órgão de soberania das verdadeiras preocupações dos cidadãos. E porque, por uma vez, aconteceu qualquer coisa realmente interessante naquela sala (infelizmente não consegui saber qual foi a bancada escolhida). Só lamento que, como de costume, quando realmente alguma coisa de construtiva começa ali a ser feita, seja deixada a meio. O meu abraço aos dois. Próxima aventura: Palácio de Belém?
Parabéns ao intrépido casal porque:
a) Por uma vez que seja, a AR foi verdadeira e matematicamente paritária;
b) Demonstrou cabalmente que neste País a política é f.... E que de deputado a de putedo pode ir, literalmente, um cabelo, pese embora não ter sido esse aparentemente o elenco desta (des)feita;
c) Às sete da matina já exibiam um ritmo e um grau de actividade que os mais dos deputados habitualmente nem às sete da tarde atingem;
d) Demonstraram que poder é bom enquanto dura, mas há que saber sair de cima quando o tempo de outrem sobrevém ao nosso;
e) Depois de lhes reprovarem o acto na generalidade, tiveram a decência e o bom-senso de passar à especialidade em sede mais recatada;
f) Forneceram o exemplo acabado de como, em Democracia, quaisquer coitados podem aceder sem restrições ao órgão máximo da representação popular (Coito dos Santos novamente na Educação, já!);
g) Demonstraram ainda, para gáudio de uns e vexame de outros, que naquela vetusta sala continua a haver quem use mudar de posição conforme as conveniências do momento.
Tenho dito.
por daniel oliveira
Um episódio está a aquecer o Parlamento. Nada tem a ver com os deputados. A semana passada um colaborador do grupo parlamentar do PSD foi apanhado em flagrante delito, às sete da manhã, em pleno acto com uma amiga que não trabalha na Assembleia. A coisa pode parecer apenas interessante contada assim. Mas é muito mais do que isso. O acto aconteceu na sala do plenário. Infelizmente, a interrupção não terá permitido ao arrojado casal levar a fantasia até ao fim. Há sempre um empata.
Antes que a coisa saia na imprensa e comecem as condenações morais, quero deixar clara a minha admiração pelos pecadores. Porque respeito quem faz tudo para cumprir uma fantasia. Porque deram um contributo para a dessacralização do poder, aproximando assim aquele órgão de soberania das verdadeiras preocupações dos cidadãos. E porque, por uma vez, aconteceu qualquer coisa realmente interessante naquela sala (infelizmente não consegui saber qual foi a bancada escolhida). Só lamento que, como de costume, quando realmente alguma coisa de construtiva começa ali a ser feita, seja deixada a meio. O meu abraço aos dois. Próxima aventura: Palácio de Belém?
Parabéns ao intrépido casal porque:
a) Por uma vez que seja, a AR foi verdadeira e matematicamente paritária;
b) Demonstrou cabalmente que neste País a política é f.... E que de deputado a de putedo pode ir, literalmente, um cabelo, pese embora não ter sido esse aparentemente o elenco desta (des)feita;
c) Às sete da matina já exibiam um ritmo e um grau de actividade que os mais dos deputados habitualmente nem às sete da tarde atingem;
d) Demonstraram que poder é bom enquanto dura, mas há que saber sair de cima quando o tempo de outrem sobrevém ao nosso;
e) Depois de lhes reprovarem o acto na generalidade, tiveram a decência e o bom-senso de passar à especialidade em sede mais recatada;
f) Forneceram o exemplo acabado de como, em Democracia, quaisquer coitados podem aceder sem restrições ao órgão máximo da representação popular (Coito dos Santos novamente na Educação, já!);
g) Demonstraram ainda, para gáudio de uns e vexame de outros, que naquela vetusta sala continua a haver quem use mudar de posição conforme as conveniências do momento.
Tenho dito.
Hiperglicemia - RI... esteve quase mas voltei!
O Jordão não chegou ao fim mas passou lá perto. Estive quase no Reino Bué Bué Longe. Quase mas não cheguei lá! Esqueci-me da chave. Francisco César já está apontar que nas próximas campanhas, nos brindes do PS, deverá vir incluído um porta-chaves de razoável dimensão. Algo que se veja e muito difícil de perder.
Mas a viagem foi interessante. Pelo caminho vi funcionários da PIDE a censurar um bailinho de Carnaval na Terceira. Perdão recebo agora uma sms, em azul, a dizer que não eram funcionários da PIDE mas funcionários da Câmara da Praia da Vitória, provavelmente daqueles com cartão de filiado "socialista" que no fundo vai dar ao mesmo.
Sou só eu e a minha ex infecção pulmonar ou isso está mesmo insustentável?! Vivemos aonde?! Na Líbia?! No Botswana?! Ou na Madeira?!
Se aquele senhor de branco fosse mais novo... o Carnaval do Hospital, este ano, ganhava uma assistência nova.
Deixo-vos com as 112 formas de escrever o nome de Kadafi, o amigo de Sócrates e que um dia montou a tenda em Oeiras, perto do Forte de S. Julião da Barra, de graça. Nenhuma delas (das 112) esclarece um fato importante: onde está a ligação ao Francisco César e ao seu novo palácio de muito mau gosto:
Qaddafi, Muammar
Al-Gathafi, Muammar
al-Qadhafi, Muammar
Al Qathafi, Mu'ammar
Al Qathafi, Muammar
El Gaddafi, Moamar
El Kadhafi, Moammar
Epá pá isso é muito chato. Fiquem com o Bruno Nogueira que tal como eu não gosta de medicamentos:
Mas a viagem foi interessante. Pelo caminho vi funcionários da PIDE a censurar um bailinho de Carnaval na Terceira. Perdão recebo agora uma sms, em azul, a dizer que não eram funcionários da PIDE mas funcionários da Câmara da Praia da Vitória, provavelmente daqueles com cartão de filiado "socialista" que no fundo vai dar ao mesmo.
Sou só eu e a minha ex infecção pulmonar ou isso está mesmo insustentável?! Vivemos aonde?! Na Líbia?! No Botswana?! Ou na Madeira?!
Se aquele senhor de branco fosse mais novo... o Carnaval do Hospital, este ano, ganhava uma assistência nova.
Deixo-vos com as 112 formas de escrever o nome de Kadafi, o amigo de Sócrates e que um dia montou a tenda em Oeiras, perto do Forte de S. Julião da Barra, de graça. Nenhuma delas (das 112) esclarece um fato importante: onde está a ligação ao Francisco César e ao seu novo palácio de muito mau gosto:
Qaddafi, Muammar
Al-Gathafi, Muammar
al-Qadhafi, Muammar
Al Qathafi, Mu'ammar
Al Qathafi, Muammar
El Gaddafi, Moamar
El Kadhafi, Moammar
Epá pá isso é muito chato. Fiquem com o Bruno Nogueira que tal como eu não gosta de medicamentos:
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